Foram encontradas 80 questões.
O médico e professor italiano Marcello Malpighi (1628-1694), estudando o transporte de substâncias nos vegetais, realizou um experimento que consistia na retirada de uma anel completo de uma certa porção do caule de angiospermas, conforme é mostrado na figura. Esse procedimento ficou conhecido como Anel de Malpighi e também é chamado de “anel de casca” ou “cintamento”.

A morte da planta, como consequência do cintamento do caule, ocorre devido à remoção dos vasos
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A pele humana reage à exposição aos raios ultravioleta (UV) produzindo melanina que, em alguns casos, pode estar relacionada ao câncer de pele. Fazendo uma foto da pele com uma máquina fotográfica que não filtra os raios UV, é possível revelar a melanina depositada sob a pele. As fotografias abaixo foram tiradas no mesmo instante, com filtro UV (esquerda) e sem filtro UV (direita), de um mesmo rosto iluminado pela luz solar.

Sem raios UV Com raios UV
Ao analisar a imagem da direita (com UV), uma pessoa fez três afirmações:
I. A melanina refletiu os raios UV da luz solar.
II. Para tirar essa foto, a máquina fotográfica teve que emitir raios UV.
III. As manchas escuras da imagem foram produzidas nos pontos onde houve baixa incidência de UV ingressando na lente da câmera.
É correto o que se afirma apenas em
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O cariótipo ou exame citogenético é um recurso que permite detectar anomalias cromossômicas numéricas e/ou morfológicas. Em conjunto, as alterações anatômicas e fisológicas decorrentes de anomalias cromossômicas são chamadas de síndromes. Adiante estão reproduzidos os idiogramas de três exames citogenéticos com aneuploidias.

Os idiogramas I, II e III correspondem, respectivamente, à
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A soma dos complementos de dois ângulos é 130º e a diferença entre seus suplementos é 10º. Estes ângulos medem
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Entre os operários de uma indústria, a relação entre o número de homens e o número de mulheres era de 8/9. No mês de julho, esta relação foi de 25/21, porque 20 operários homens e 30% das mulheres foram demitidos. A diferença entre o total de operários antes de julho e o total deles depois desse mês é
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Considere as seguintes composições de ligas metálicas, em que o cobre é o metal presente em maior porcentagem: Cu/Zn, Cu/Sn e Cu/Ni. Essas três ligas são conhecidas, respectivamente, pelos nomes:
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Embora não pareça, tudo está atraindo tudo gravitacionalmente! Duas pessoas de 60 kg de massa cada uma, distantes 2 m entre si, estão se atraindo mutuamente. Não percebemos esta força, pois ela é imensamente menor do que a força que empregamos para, por exemplo, erguer com velocidade constante uma xícara de café de 50 g de massa até a boca. Adote aceleração da gravidade: g = 10 m/s2 e Constante gravitacional: G =!$ \dfrac{20}{3} !$ 10-11 N.m2/kg2. É correto dizer que a razão entre a força gravitacional de atração entre essas pessoas e a força que fazemos para erguer a xícara vale
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A fuga do chavismo, associada ao fim das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), inverteu a tendência histórica do fluxo migratório entre dois países, que dividem 2.219 quilômetros de fronteira. Os colombianos costumavam migrar para a “Venezuela Saudita”, que desfrutava da riqueza proveniente do petróleo, nos anos 70. Na década de 90 e início deste século, fugiram dos horrores do conflito armado entre Estado, guerrilheiros e grupos paramilitares. A estimativa mais conservadora é que 1 milhão de colombianos passaram à Venezuela. Agora são os venezuelanos que fogem da violência.
(TORRADO, Santiago. Disponível: http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,fim-das-farc-e-fuga-do-regime-chavista-invertem-fluxo-migratorio-entre-paises,70001891741. Acesso: 18 jun. 2017.)
Os venezuelanos passaram a integrar as estatísticas de refugiados da atualidade. Dentre os motivos que promovem o fluxo imigratório da Venezuela para a Colômbia, encontra-se a
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Uma simetria, que na matemática é chamada de capicua, ocorre quando os algarismos representam o mesmo número quando lidos da esquerda para a direita ou vice-versa. Uma loteria sorteia números formados por 5 algarismos. A probabilidade que ocorra, como resultado, um número capicua é
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“A doença é o lado noturno da vida, uma cidadania mais onerosa. Quem nasce tem a dupla cidadania, uma do reino da saúde, outra do reino da enfermidade. Preferimos usar o passaporte da saúde, mas somos obrigados, ao menos por um instante, a nos identificar como cidadãos daquele outro lugar.”
A citação é uma metáfora que a escritora norte-americana (nascida em 1933) Susan Sontag está usando. Doença não é uma coisa metafórica, ela faz questão de sublinhar; mas, acrescenta, é quase impossível residir no reino da enfermidade sem ser afetado pelas metáforas que ali são parte integrante da paisagem. Susan Sontag fala por experiência própria. A doença como metáfora, publicado pela primeira vez sob a forma de artigo em 1978, corresponde a uma experiência pessoal da autora, que, pouco antes, tinha tido uma neoplasia.
Até mesmo o nome da enfermidade é evitado. As descrições da tuberculose e do câncer falavam, ambas, de um processo capaz de consumir o corpo; e ambas eram descritas como doenças da paixão – paixão reprimida.
A tuberculose é a doença do eu doente; o câncer é uma doença alienígena, a invasão do corpo por células mutantes, estranhas, poderosas. O termo maligno, nesse contexto, é bem explicável, como é explicável a paranoia que acompanha a palavra.
A metáfora do câncer, conclui Susan Sontag, nasce dos mitos e das fantasias sobre a doença – em outras palavras, do desconhecimento e da ansiedade que provoca. É uma metástase, para usar outra metáfora, de uma ansiedade mais ampla, que diz respeito à sociedade industrial, com todos os seus problemas: a insegurança, a violência, a deterioração do meio ambiente. Problemas que, conclui a autora, certamente terão duração mais longa que a da metáfora propriamente dita.
(SCLIAR, Moacyr. A paixão transformada – História da Medicina na Literatura. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, p. 267-268. Adaptado.)
Partindo da citação e da paráfrase comentada de um trecho do livro da escritora norte-americana falecida em 2004, o médico e ficcionista brasileiro Moacyr Scliar tematiza o modo como a linguagem figurada é utilizada para se pensar e falar sobre saúde e, principalmente, sobre a falta dela. Para tanto, ele aproveita e amplia o uso desse recurso expressivo em seu próprio texto. Assim, a afirmação que devidamente comenta o texto com base na vinculação entre tratamento temático e emprego de figuras de linguagem é a seguinte:
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