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A respeito de documentos médico-legais — declarações relativas a
matérias de interesse jurídico feitas, por escrito, pelo médico —,
julgue os itens que se seguem.
O atestado médico pode ser emitido por médico que não tenha praticado o ato profissional.matérias de interesse jurídico feitas, por escrito, pelo médico —,
julgue os itens que se seguem.
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Com relação ao calendário de vacinação do adulto e do idoso
estabelecido pelo Ministério da Saúde, julgue os itens que se
seguem.
Adultos e idosos sem vacinação prévia, ou que não tenham comprovação de ter recebido três doses da vacina antiga, devem receber apenas uma dose da vacina adsorvida difteria e tétano (dT), também denominada dupla tipo adulto, e a dose de reforço deve ser feita após doze anos da data da última dose.estabelecido pelo Ministério da Saúde, julgue os itens que se
seguem.
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A respeito de documentos médico-legais — declarações relativas a
matérias de interesse jurídico feitas, por escrito, pelo médico —,
julgue os itens que se seguem.
No atestado de óbito, a causa básica da morte deve corresponder à doença ou lesão que iniciou a cadeia de eventos patológicos que conduziram diretamente à morte, ou as circunstâncias do acidente ou violência que produziram a lesão fatal.matérias de interesse jurídico feitas, por escrito, pelo médico —,
julgue os itens que se seguem.
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Paciente de cinquenta anos de idade, com diagnóstico prévio de hipertensão arterial, procurou assistência em pronto-socorro, queixando-se de dor torácica súbita e intensa. Ao ser atendido, o paciente apresentava pulsos arteriais nos membros superiores assimétricos e pressão arterial de 200 mmHg × 120 mmHg. Após a investigação inicial, ele recebeu o diagnóstico de dissecção aguda da aorta, do tipo B (classificação de Stanford).
Com base no caso clínico apresentado, julgue o próximo item.
Na abordagem inicial dessa emergência hipertensiva, recomenda-se prescrever, inicialmente, um betabloqueador intravenoso, como propranolol ou labetalol, buscando-se, com a administração desse medicamento, reduzir a pressão arterial sistólica para 100 mmHg a 120 mmHg (ou o menor nível tolerado), a frequência cardíaca para valores abaixo de 60 bpm e, consequentemente, a tensão de cisalhamento na parede da aorta.
Com base no caso clínico apresentado, julgue o próximo item.
Na abordagem inicial dessa emergência hipertensiva, recomenda-se prescrever, inicialmente, um betabloqueador intravenoso, como propranolol ou labetalol, buscando-se, com a administração desse medicamento, reduzir a pressão arterial sistólica para 100 mmHg a 120 mmHg (ou o menor nível tolerado), a frequência cardíaca para valores abaixo de 60 bpm e, consequentemente, a tensão de cisalhamento na parede da aorta.
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Paciente de oitenta anos de idade relatou, em consulta em
ambulatório, apresentar, havia um ano, sintomas compatíveis com
dispneia progressiva, dispneia aos mínimos esforços e episódios
de dispneia paroxística noturna. O exame físico mostrou PA de
130 mmHg × 70 mmHg, ritmo cardíaco em três tempos (terceira
bulha) e ictus visível e palpável no 5.º espaço intercostal esquerdo
na linha axilar anterior esquerda. Observou-se, ainda, sopro
holossistólico de grau 4 (classificação de Levine), com frêmito,
mais bem audível no 2.º espaço intercostal direito na linha
hemiclavicular à direita, com irradiação para as artérias carótidas,
além de turgência jugular a 30º. A ausculta pulmonar revelou
estertores crepitantes em bases pulmonares. No exame físico, o
paciente não apresentou outras alterações. O eletrocardiograma do
paciente mostrou sobrecarga ventricular esquerda.
Considerando o caso clínico acima, julgue os seguintes itens.
A principal hipótese diagnóstica, nesse caso, é de insuficiência aórtica de etiologia reumática.ambulatório, apresentar, havia um ano, sintomas compatíveis com
dispneia progressiva, dispneia aos mínimos esforços e episódios
de dispneia paroxística noturna. O exame físico mostrou PA de
130 mmHg × 70 mmHg, ritmo cardíaco em três tempos (terceira
bulha) e ictus visível e palpável no 5.º espaço intercostal esquerdo
na linha axilar anterior esquerda. Observou-se, ainda, sopro
holossistólico de grau 4 (classificação de Levine), com frêmito,
mais bem audível no 2.º espaço intercostal direito na linha
hemiclavicular à direita, com irradiação para as artérias carótidas,
além de turgência jugular a 30º. A ausculta pulmonar revelou
estertores crepitantes em bases pulmonares. No exame físico, o
paciente não apresentou outras alterações. O eletrocardiograma do
paciente mostrou sobrecarga ventricular esquerda.
Considerando o caso clínico acima, julgue os seguintes itens.
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Paciente de oitenta anos de idade relatou, em consulta em
ambulatório, apresentar, havia um ano, sintomas compatíveis com
dispneia progressiva, dispneia aos mínimos esforços e episódios
de dispneia paroxística noturna. O exame físico mostrou PA de
130 mmHg × 70 mmHg, ritmo cardíaco em três tempos (terceira
bulha) e ictus visível e palpável no 5.º espaço intercostal esquerdo
na linha axilar anterior esquerda. Observou-se, ainda, sopro
holossistólico de grau 4 (classificação de Levine), com frêmito,
mais bem audível no 2.º espaço intercostal direito na linha
hemiclavicular à direita, com irradiação para as artérias carótidas,
além de turgência jugular a 30º. A ausculta pulmonar revelou
estertores crepitantes em bases pulmonares. No exame físico, o
paciente não apresentou outras alterações. O eletrocardiograma do
paciente mostrou sobrecarga ventricular esquerda.
Considerando o caso clínico acima, julgue os seguintes itens.
Nesse caso clínico, há risco de eventual deposição de plaquetas e fibrina sobre a lesão valvar e a consequente formação de endocardite trombótica não bacteriana, podendo a lesão inicial ser infectada em episódio de bacteremia, de modo que a aderência da bactéria estimule um depósito ainda maior de fibrina e plaquetas, desencadeando a vegetação clássica da endocardite infecciosa.ambulatório, apresentar, havia um ano, sintomas compatíveis com
dispneia progressiva, dispneia aos mínimos esforços e episódios
de dispneia paroxística noturna. O exame físico mostrou PA de
130 mmHg × 70 mmHg, ritmo cardíaco em três tempos (terceira
bulha) e ictus visível e palpável no 5.º espaço intercostal esquerdo
na linha axilar anterior esquerda. Observou-se, ainda, sopro
holossistólico de grau 4 (classificação de Levine), com frêmito,
mais bem audível no 2.º espaço intercostal direito na linha
hemiclavicular à direita, com irradiação para as artérias carótidas,
além de turgência jugular a 30º. A ausculta pulmonar revelou
estertores crepitantes em bases pulmonares. No exame físico, o
paciente não apresentou outras alterações. O eletrocardiograma do
paciente mostrou sobrecarga ventricular esquerda.
Considerando o caso clínico acima, julgue os seguintes itens.
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Julgue os itens subsequentes, relativos a infectologia.
A coinfecção por Trypanosoma cruzi e vírus da imunodeficiência humana (HIV) eleva o risco de reativação da tripanosomíase em pacientes com doença de Chagas crônica, na vigência de imunodepressão causada pelo HIV, particularmente naqueles com linfócitos T-CD4+ < 200.Provas
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Um paciente diabético, de setenta e seis anos de idade,
tabagista desde os quinze anos de idade, recebeu, recentemente,
diagnóstico de adenocarcinoma de cólon, não tendo ainda se
submetido a tratamento específico. O paciente, que consome vinte
cigarros por dia, compareceu ao pronto-socorro queixando-se de
tosse produtiva com expectoração amarelada associada a dor
torácica, bacteremia e febre havia três dias. No exame físico,
constataram-se estado geral debilitado, dispneia, temperatura axilar
de 38 ºC, saturação periférica de oxigênio de 88%, FC igual a
130 bpm, frequência respiratória (FR) de 32 irpm e PA igual a
100 mmHg × 60 mmHg. Verificaram-se, ainda, pulsos arteriais
palpáveis, boa perfusão capilar, ritmo cardíaco regular, bulhas
normofonéticas e dispneia com presença de estertores crepitantes
audíveis no terço inferior de hemitórax esquerdo. Não foram
constatadas visceromegalias à palpação do abdome. A radiografia
de tórax revelou opacidade no lobo inferior do pulmão esquerdo. O
hemograma, por sua vez, mostrou 12.000 leucócitos, sem desvio à
esquerda. O exame de sangue revelou ureia de 65 mg/dL, creatinina
de 1,8 mg/dL, potássio de 5,6 mEq/L e sódio igual a 126 mEq/L. Os
demais exames realizados não revelaram alterações significativas.
Com relação a esse quadro clínico, julgue os itens subsecutivos.
A monoterapia com claritomicina é uma das terapias indicadas para o referido paciente.tabagista desde os quinze anos de idade, recebeu, recentemente,
diagnóstico de adenocarcinoma de cólon, não tendo ainda se
submetido a tratamento específico. O paciente, que consome vinte
cigarros por dia, compareceu ao pronto-socorro queixando-se de
tosse produtiva com expectoração amarelada associada a dor
torácica, bacteremia e febre havia três dias. No exame físico,
constataram-se estado geral debilitado, dispneia, temperatura axilar
de 38 ºC, saturação periférica de oxigênio de 88%, FC igual a
130 bpm, frequência respiratória (FR) de 32 irpm e PA igual a
100 mmHg × 60 mmHg. Verificaram-se, ainda, pulsos arteriais
palpáveis, boa perfusão capilar, ritmo cardíaco regular, bulhas
normofonéticas e dispneia com presença de estertores crepitantes
audíveis no terço inferior de hemitórax esquerdo. Não foram
constatadas visceromegalias à palpação do abdome. A radiografia
de tórax revelou opacidade no lobo inferior do pulmão esquerdo. O
hemograma, por sua vez, mostrou 12.000 leucócitos, sem desvio à
esquerda. O exame de sangue revelou ureia de 65 mg/dL, creatinina
de 1,8 mg/dL, potássio de 5,6 mEq/L e sódio igual a 126 mEq/L. Os
demais exames realizados não revelaram alterações significativas.
Com relação a esse quadro clínico, julgue os itens subsecutivos.
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Um paciente de setenta e três anos de idade, com
antecedente de hipertensão arterial, compareceu ao ambulatório
queixando-se de sintomas compatíveis com dispneia. O paciente
referiu que os sintomas apareceram havia dois meses,
primeiramente associados a esforços maiores que os habituais e,
havia um mês, a médios e pequenos esforços. Dois dias antes da
consulta, segundo o paciente, ele acordou, no meio da noite, com
intensa falta de ar, sintoma que desapareceu após ele permanecer
sentado por trinta minutos. O exame físico mostrou que as
extremidades do paciente estavam quentes e ele se apresentava
normocorado. Sua FC era de 108 bpm e sua PA, de
130 mmHg × 70 mmHg. Observaram-se, ainda, turgência jugular a
30º, ictus cordis propulsivo, localizado no 6.º espaço intercostal
esquerdo, na linha axilar anterior esquerda, e ritmo cardíaco em
galope, à custa de 3.ª bulha (B3) e sem sopros. A ausculta pulmonar
mostrou normalidade. Além disso, foram constatados refluxo
hepatojugular e edema perimaleolar bilateral. O ecocardiograma
realizado no paciente mostrou fração de ejeção igual a 32%.
Considerando o caso clínico acima descrito, julgue os itens de 05 a 09.
De acordo com as recentes diretrizes de conduta médica adotadas no Brasil, a estratificação clínica desse paciente permite categorizá-lo no estágio D.antecedente de hipertensão arterial, compareceu ao ambulatório
queixando-se de sintomas compatíveis com dispneia. O paciente
referiu que os sintomas apareceram havia dois meses,
primeiramente associados a esforços maiores que os habituais e,
havia um mês, a médios e pequenos esforços. Dois dias antes da
consulta, segundo o paciente, ele acordou, no meio da noite, com
intensa falta de ar, sintoma que desapareceu após ele permanecer
sentado por trinta minutos. O exame físico mostrou que as
extremidades do paciente estavam quentes e ele se apresentava
normocorado. Sua FC era de 108 bpm e sua PA, de
130 mmHg × 70 mmHg. Observaram-se, ainda, turgência jugular a
30º, ictus cordis propulsivo, localizado no 6.º espaço intercostal
esquerdo, na linha axilar anterior esquerda, e ritmo cardíaco em
galope, à custa de 3.ª bulha (B3) e sem sopros. A ausculta pulmonar
mostrou normalidade. Além disso, foram constatados refluxo
hepatojugular e edema perimaleolar bilateral. O ecocardiograma
realizado no paciente mostrou fração de ejeção igual a 32%.
Considerando o caso clínico acima descrito, julgue os itens de 05 a 09.
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Considerando que, nos pacientes com manifestações clínicas de
intoxicação exógena, após avaliação e estabilização iniciais,
devem-se procurar manifestações clínicas que identifiquem
síndromes associadas a agentes tóxicos específicos, reduzindo-se,
assim, as potenciais etiologias envolvidas, julgue os itens seguintes.
Manifestações de depressão do sistema nervoso central, confusão mental, estupor, coma, geralmente com pupilas mióticas, hipotermia, bradicardia, hipopneia, bradipneia, hipotensão e hiporreflexia são manifestações clínicas que caracterizam uma síndrome decorrente da intoxicação por cocaína ou anfetaminas, por exemplo.intoxicação exógena, após avaliação e estabilização iniciais,
devem-se procurar manifestações clínicas que identifiquem
síndromes associadas a agentes tóxicos específicos, reduzindo-se,
assim, as potenciais etiologias envolvidas, julgue os itens seguintes.
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