Foram encontradas 534 questões.
Here is the beginning of a piece of news:
A group of U.S. Senators visited Brazil in August
to take a look at the country’s ethanol industry.
“It was a real eye-opener. I was just amazed what
we learned,” said Sen. Mel Martinez ( R-Fla).
What most impressed the delegation was the
choice Brazilians have at the pump. Since the
1973 oil embargo, Brazil has battled to achieve
energy independence, replacing gasoline with
ethanol, an alcohol distilled from sugarcane…
In Brazil ethanol, or ‘alcool” as it is called, costs
only $2 at the pump, compared to $4 for a gasolineethanol
blend ( Brazil no longer sells regular
unblended gasoline). And while ethanol-powered
cars consume 25% to 30% more fuel per mile than
gasoline cars, the average motorist can save about
$820 a year by switching to ethanol.
(from www.forbes.com/2005/11/15/energy-ethanolbrazil_
cx_1116energy_adams)
When the Senator described the visit as “a real eye-opener”, he was making a reference to a(n):
Provas
Observe o gráfico abaixo:

No eixo das ordenadas temos volume de fornecimento de gás natural em bases diárias ( MM m3/d ) em três segmentos de um mesmo mercado. No eixo das abcissas temos o tempo. Partindo da análise do gráfico, pode-se concluir que:
I) O segmento A é compatível com o mercado industrial com elevado grau de maturidade.
II) O segmento B é compatível com o consumo residencial em um país de clima frio.
III) O segmento C é compatível com o segmento de geração térmica de eletricidade em um mercado de base térmica a gás natural.
Assinale a alternativa correta:
Provas
A CASA, A RUA E O TRABALHO
Roberto Da Matta

Observe-se uma cidade brasileira. Nela, há um nítido movimento rotineiro. Do trabalho para casa, de casa para o trabalho. A casa e a rua se interagem e se complementam num ciclo que é cumprido diariamente por homens e mulheres, velhos e crianças. Pelos que ganham razoavelmente e até mesmo pelos que ganham muito bem. Uns fazem o percurso casa-rua-casa a pé; outros seguem de bicicleta. Muitos andam de trens, ônibus e automóveis, mas todos fazem e refazem essa viagem que constitui, de certo modo, o esqueleto de nossa rotina diária. Há uma divisão clara entre dois espaços sociais fundamentais que dividem a vida social brasileira: o mundo da casa e o mundo da rua – onde estão, teoricamente, o trabalho, o movimento, a surpresa e a tentação.
É claro que a rua serve também como espaço típico do lazer. Mas ela, como um conceito inclusivo e básico da vida social – como “rua” -, é o lugar do movimento, em contraste com a calma e a tranqüilidade da casa, o lar e a morada.
De fato, na casa ou em casa, somos membros de uma família e de um grupo fechado com fronteiras e limites bem definidos. Seu núcleo é constituído de pessoas que possuem a mesma substância – a mesma carne, o mesmo sangue e, conseqüentemente, as mesmas tendências. (....)
Tudo, afinal de contas, que está no espaço da nossa casa é bom, é belo e é, sobretudo, decente. (....) Mas como é o espaço da rua? Bem, já sabemos que ela é local de “movimento”. Como um rio, a rua se move sempre num fluxo de pessoas indiferenciadas e desconhecidas que nós chamamos “povo” e de “massa”. Em casa temos as “pessoas” e todos lá são “gente”: “nossa gente”. Mas na rua temos apenas grupos desarticulados de indivíduos – a “massa” humana que povoa as nossas cidades e que remete sempre à exploração e a uma concepção de cidadania e de trabalho que é nitidamente negativa.
O texto, por seu ponto de vista, se enquadra entre os textos:
Provas
A CASA, A RUA E O TRABALHO
Roberto Da Matta

Observe-se uma cidade brasileira. Nela, há um nítido movimento rotineiro. Do trabalho para casa, de casa para o trabalho. A casa e a rua se interagem e se complementam num ciclo que é cumprido diariamente por homens e mulheres, velhos e crianças. Pelos que ganham razoavelmente e até mesmo pelos que ganham muito bem. Uns fazem o percurso casa-rua-casa a pé; outros seguem de bicicleta. Muitos andam de trens, ônibus e automóveis, mas todos fazem e refazem essa viagem que constitui, de certo modo, o esqueleto de nossa rotina diária. Há uma divisão clara entre dois espaços sociais fundamentais que dividem a vida social brasileira: o mundo da casa e o mundo da rua – onde estão, teoricamente, o trabalho, o movimento, a surpresa e a tentação.
É claro que a rua serve também como espaço típico do lazer. Mas ela, como um conceito inclusivo e básico da vida social – como “rua” -, é o lugar do movimento, em contraste com a calma e a tranqüilidade da casa, o lar e a morada.
De fato, na casa ou em casa, somos membros de uma família e de um grupo fechado com fronteiras e limites bem definidos. Seu núcleo é constituído de pessoas que possuem a mesma substância – a mesma carne, o mesmo sangue e, conseqüentemente, as mesmas tendências. (....)
Tudo, afinal de contas, que está no espaço da nossa casa é bom, é belo e é, sobretudo, decente. (....) Mas como é o espaço da rua? Bem, já sabemos que ela é local de “movimento”. Como um rio, a rua se move sempre num fluxo de pessoas indiferenciadas e desconhecidas que nós chamamos “povo” e de “massa”. Em casa temos as “pessoas” e todos lá são “gente”: “nossa gente”. Mas na rua temos apenas grupos desarticulados de indivíduos – a “massa” humana que povoa as nossas cidades e que remete sempre à exploração e a uma concepção de cidadania e de trabalho que é nitidamente negativa.
“Como um rio, a rua se move sempre num fluxo de pessoas indiferenciadas e desconhecidas”; a comparação da rua com um rio se fundamenta em:
Provas
A CASA, A RUA E O TRABALHO
Roberto Da Matta

Observe-se uma cidade brasileira. Nela, há um nítido movimento rotineiro. Do trabalho para casa, de casa para o trabalho. A casa e a rua se interagem e se complementam num ciclo que é cumprido diariamente por homens e mulheres, velhos e crianças. Pelos que ganham razoavelmente e até mesmo pelos que ganham muito bem. Uns fazem o percurso casa-rua-casa a pé; outros seguem de bicicleta. Muitos andam de trens, ônibus e automóveis, mas todos fazem e refazem essa viagem que constitui, de certo modo, o esqueleto de nossa rotina diária. Há uma divisão clara entre dois espaços sociais fundamentais que dividem a vida social brasileira: o mundo da casa e o mundo da rua – onde estão, teoricamente, o trabalho, o movimento, a surpresa e a tentação.
É claro que a rua serve também como espaço típico do lazer. Mas ela, como um conceito inclusivo e básico da vida social – como “rua” -, é o lugar do movimento, em contraste com a calma e a tranqüilidade da casa, o lar e a morada.
De fato, na casa ou em casa, somos membros de uma família e de um grupo fechado com fronteiras e limites bem definidos. Seu núcleo é constituído de pessoas que possuem a mesma substância – a mesma carne, o mesmo sangue e, conseqüentemente, as mesmas tendências. (....)
Tudo, afinal de contas, que está no espaço da nossa casa é bom, é belo e é, sobretudo, decente. (....) Mas como é o espaço da rua? Bem, já sabemos que ela é local de “movimento”. Como um rio, a rua se move sempre num fluxo de pessoas indiferenciadas e desconhecidas que nós chamamos “povo” e de “massa”. Em casa temos as “pessoas” e todos lá são “gente”: “nossa gente”. Mas na rua temos apenas grupos desarticulados de indivíduos – a “massa” humana que povoa as nossas cidades e que remete sempre à exploração e a uma concepção de cidadania e de trabalho que é nitidamente negativa.
A charge a seguir que foi retirada do livro se refere:

Provas
A CASA, A RUA E O TRABALHO
Roberto Da Matta

Observe-se uma cidade brasileira. Nela, há um nítido movimento rotineiro. Do trabalho para casa, de casa para o trabalho. A casa e a rua se interagem e se complementam num ciclo que é cumprido diariamente por homens e mulheres, velhos e crianças. Pelos que ganham razoavelmente e até mesmo pelos que ganham muito bem. Uns fazem o percurso casa-rua-casa a pé; outros seguem de bicicleta. Muitos andam de trens, ônibus e automóveis, mas todos fazem e refazem essa viagem que constitui, de certo modo, o esqueleto de nossa rotina diária. Há uma divisão clara entre dois espaços sociais fundamentais que dividem a vida social brasileira: o mundo da casa e o mundo da rua – onde estão, teoricamente, o trabalho, o movimento, a surpresa e a tentação.
É claro que a rua serve também como espaço típico do lazer. Mas ela, como um conceito inclusivo e básico da vida social – como “rua” -, é o lugar do movimento, em contraste com a calma e a tranqüilidade da casa, o lar e a morada.
De fato, na casa ou em casa, somos membros de uma família e de um grupo fechado com fronteiras e limites bem definidos. Seu núcleo é constituído de pessoas que possuem a mesma substância – a mesma carne, o mesmo sangue e, conseqüentemente, as mesmas tendências. (....)
Tudo, afinal de contas, que está no espaço da nossa casa é bom, é belo e é, sobretudo, decente. (....) Mas como é o espaço da rua? Bem, já sabemos que ela é local de “movimento”. Como um rio, a rua se move sempre num fluxo de pessoas indiferenciadas e desconhecidas que nós chamamos “povo” e de “massa”. Em casa temos as “pessoas” e todos lá são “gente”: “nossa gente”. Mas na rua temos apenas grupos desarticulados de indivíduos – a “massa” humana que povoa as nossas cidades e que remete sempre à exploração e a uma concepção de cidadania e de trabalho que é nitidamente negativa.
“Seu núcleo é constituído de pessoas que possuem a mesma substância”; a alternativa em que a relação dos tempos verbais está ERRADA, mantendo-se a coerência da frase, é:
Provas
A CASA, A RUA E O TRABALHO
Roberto Da Matta

Observe-se uma cidade brasileira. Nela, há um nítido movimento rotineiro. Do trabalho para casa, de casa para o trabalho. A casa e a rua se interagem e se complementam num ciclo que é cumprido diariamente por homens e mulheres, velhos e crianças. Pelos que ganham razoavelmente e até mesmo pelos que ganham muito bem. Uns fazem o percurso casa-rua-casa a pé; outros seguem de bicicleta. Muitos andam de trens, ônibus e automóveis, mas todos fazem e refazem essa viagem que constitui, de certo modo, o esqueleto de nossa rotina diária. Há uma divisão clara entre dois espaços sociais fundamentais que dividem a vida social brasileira: o mundo da casa e o mundo da rua – onde estão, teoricamente, o trabalho, o movimento, a surpresa e a tentação.
É claro que a rua serve também como espaço típico do lazer. Mas ela, como um conceito inclusivo e básico da vida social – como “rua” -, é o lugar do movimento, em contraste com a calma e a tranqüilidade da casa, o lar e a morada.
De fato, na casa ou em casa, somos membros de uma família e de um grupo fechado com fronteiras e limites bem definidos. Seu núcleo é constituído de pessoas que possuem a mesma substância – a mesma carne, o mesmo sangue e, conseqüentemente, as mesmas tendências. (....)
Tudo, afinal de contas, que está no espaço da nossa casa é bom, é belo e é, sobretudo, decente. (....) Mas como é o espaço da rua? Bem, já sabemos que ela é local de “movimento”. Como um rio, a rua se move sempre num fluxo de pessoas indiferenciadas e desconhecidas que nós chamamos “povo” e de “massa”. Em casa temos as “pessoas” e todos lá são “gente”: “nossa gente”. Mas na rua temos apenas grupos desarticulados de indivíduos – a “massa” humana que povoa as nossas cidades e que remete sempre à exploração e a uma concepção de cidadania e de trabalho que é nitidamente negativa.
Os advérbios terminados em –mente são formados pela forma feminina dos adjetivos. A alternativa em que esse fato NÃO pode ser materialmente observado em nenhum dos casos citados é:
Provas
A CASA, A RUA E O TRABALHO
Roberto Da Matta

Observe-se uma cidade brasileira. Nela, há um nítido movimento rotineiro. Do trabalho para casa, de casa para o trabalho. A casa e a rua se interagem e se complementam num ciclo que é cumprido diariamente por homens e mulheres, velhos e crianças. Pelos que ganham razoavelmente e até mesmo pelos que ganham muito bem. Uns fazem o percurso casa-rua-casa a pé; outros seguem de bicicleta. Muitos andam de trens, ônibus e automóveis, mas todos fazem e refazem essa viagem que constitui, de certo modo, o esqueleto de nossa rotina diária. Há uma divisão clara entre dois espaços sociais fundamentais que dividem a vida social brasileira: o mundo da casa e o mundo da rua – onde estão, teoricamente, o trabalho, o movimento, a surpresa e a tentação.
É claro que a rua serve também como espaço típico do lazer. Mas ela, como um conceito inclusivo e básico da vida social – como “rua” -, é o lugar do movimento, em contraste com a calma e a tranqüilidade da casa, o lar e a morada.
De fato, na casa ou em casa, somos membros de uma família e de um grupo fechado com fronteiras e limites bem definidos. Seu núcleo é constituído de pessoas que possuem a mesma substância – a mesma carne, o mesmo sangue e, conseqüentemente, as mesmas tendências. (....)
Tudo, afinal de contas, que está no espaço da nossa casa é bom, é belo e é, sobretudo, decente. (....) Mas como é o espaço da rua? Bem, já sabemos que ela é local de “movimento”. Como um rio, a rua se move sempre num fluxo de pessoas indiferenciadas e desconhecidas que nós chamamos “povo” e de “massa”. Em casa temos as “pessoas” e todos lá são “gente”: “nossa gente”. Mas na rua temos apenas grupos desarticulados de indivíduos – a “massa” humana que povoa as nossas cidades e que remete sempre à exploração e a uma concepção de cidadania e de trabalho que é nitidamente negativa.
“De fato, na casa ou em casa”; a diferença entre as duas formas citadas é baseada:
Provas
A CASA, A RUA E O TRABALHO
Roberto Da Matta

Observe-se uma cidade brasileira. Nela, há um nítido movimento rotineiro. Do trabalho para casa, de casa para o trabalho. A casa e a rua se interagem e se complementam num ciclo que é cumprido diariamente por homens e mulheres, velhos e crianças. Pelos que ganham razoavelmente e até mesmo pelos que ganham muito bem. Uns fazem o percurso casa-rua-casa a pé; outros seguem de bicicleta. Muitos andam de trens, ônibus e automóveis, mas todos fazem e refazem essa viagem que constitui, de certo modo, o esqueleto de nossa rotina diária. Há uma divisão clara entre dois espaços sociais fundamentais que dividem a vida social brasileira: o mundo da casa e o mundo da rua – onde estão, teoricamente, o trabalho, o movimento, a surpresa e a tentação.
É claro que a rua serve também como espaço típico do lazer. Mas ela, como um conceito inclusivo e básico da vida social – como “rua” -, é o lugar do movimento, em contraste com a calma e a tranqüilidade da casa, o lar e a morada.
De fato, na casa ou em casa, somos membros de uma família e de um grupo fechado com fronteiras e limites bem definidos. Seu núcleo é constituído de pessoas que possuem a mesma substância – a mesma carne, o mesmo sangue e, conseqüentemente, as mesmas tendências. (....)
Tudo, afinal de contas, que está no espaço da nossa casa é bom, é belo e é, sobretudo, decente. (....) Mas como é o espaço da rua? Bem, já sabemos que ela é local de “movimento”. Como um rio, a rua se move sempre num fluxo de pessoas indiferenciadas e desconhecidas que nós chamamos “povo” e de “massa”. Em casa temos as “pessoas” e todos lá são “gente”: “nossa gente”. Mas na rua temos apenas grupos desarticulados de indivíduos – a “massa” humana que povoa as nossas cidades e que remete sempre à exploração e a uma concepção de cidadania e de trabalho que é nitidamente negativa.
No mesmo livro de onde foi retirado esse fragmento de texto desta prova há outros segmentos que caracterizam os espaços da rua e da casa. A alternativa que mostra um segmento que se refere à rua e não à casa é:
Provas
A CASA, A RUA E O TRABALHO
Roberto Da Matta

Observe-se uma cidade brasileira. Nela, há um nítido movimento rotineiro. Do trabalho para casa, de casa para o trabalho. A casa e a rua se interagem e se complementam num ciclo que é cumprido diariamente por homens e mulheres, velhos e crianças. Pelos que ganham razoavelmente e até mesmo pelos que ganham muito bem. Uns fazem o percurso casa-rua-casa a pé; outros seguem de bicicleta. Muitos andam de trens, ônibus e automóveis, mas todos fazem e refazem essa viagem que constitui, de certo modo, o esqueleto de nossa rotina diária. Há uma divisão clara entre dois espaços sociais fundamentais que dividem a vida social brasileira: o mundo da casa e o mundo da rua – onde estão, teoricamente, o trabalho, o movimento, a surpresa e a tentação.
É claro que a rua serve também como espaço típico do lazer. Mas ela, como um conceito inclusivo e básico da vida social – como “rua” -, é o lugar do movimento, em contraste com a calma e a tranqüilidade da casa, o lar e a morada.
De fato, na casa ou em casa, somos membros de uma família e de um grupo fechado com fronteiras e limites bem definidos. Seu núcleo é constituído de pessoas que possuem a mesma substância – a mesma carne, o mesmo sangue e, conseqüentemente, as mesmas tendências. (....)
Tudo, afinal de contas, que está no espaço da nossa casa é bom, é belo e é, sobretudo, decente. (....) Mas como é o espaço da rua? Bem, já sabemos que ela é local de “movimento”. Como um rio, a rua se move sempre num fluxo de pessoas indiferenciadas e desconhecidas que nós chamamos “povo” e de “massa”. Em casa temos as “pessoas” e todos lá são “gente”: “nossa gente”. Mas na rua temos apenas grupos desarticulados de indivíduos – a “massa” humana que povoa as nossas cidades e que remete sempre à exploração e a uma concepção de cidadania e de trabalho que é nitidamente negativa.
Oposição que NÃO caracteriza, respectivamente, os espaços “rua” e “casa”:
Provas
Caderno Container