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Foram encontradas 97 questões.

Texto CG1A1-I

No meio científico, é insuficiente — aliás, é

perigoso — produzir apenas um grupo de profissionais

pequeno, altamente competente e bem remunerado. Um esforço

combinado que vise transmitir a todos os cidadãos a

ciência — por meio de rádio, TV, cinema, jornais, livros,

programas de computadores, parques temáticos, salas de

aula — deve pautar-se em quatro razões principais.

Mesmo que nem sempre possibilite ao cientista um

bom emprego, a ciência pode ser o caminho propício para

vencer a pobreza nas nações emergentes. Ela faz funcionar a

economia e a civilização global.

A ciência nos alerta contra os perigos introduzidos por

tecnologias que alteram o mundo, especialmente o meio

ambiente de que nossas vidas dependem. Assim, a ciência

providencia um sistema essencial de alerta antecipado.

A ciência nos esclarece sobre as questões mais

profundas das origens, das naturezas e dos destinos — de nossa

espécie, da vida, de nosso planeta, do Universo. A longo prazo,

a maior dádiva da ciência talvez seja nos ensinar, de um modo

ainda não superado por nenhum outro empenho humano,

alguma coisa sobre nosso contexto cósmico, sobre o ponto do

espaço e do tempo em que estamos, e sobre quem nós somos.

Os valores da ciência e os da democracia são

concordantes, em muitos casos indistinguíveis. A ciência e a

democracia começaram ao mesmo tempo e no mesmo lugar: na

Grécia dos séculos VI e VII a.C. A ciência confere poder a

qualquer um que se der ao trabalho de aprendê-la (embora

muitos tenham sido sistematicamente impedidos de adquirir

esse conhecimento). Ela se nutre do livre intercâmbio de ideias.

Tanto a ciência quanto a democracia encorajam opiniões não

convencionais e debate vigoroso. Ambas requerem raciocínio

adequado, argumentos coerentes, padrões rigorosos de

evidência e honestidade.

Descobrir a gota ocasional da verdade no meio de um

grande oceano de confusão e mistificação requer vigilância,

dedicação e coragem. Mas, se não praticarmos esses hábitos

rigorosos de pensar, não poderemos ter esperança de

solucionar os problemas verdadeiramente sérios que

enfrentamos.

Carl Sagan. Ciência e esperança. In: O mundo assombrado pelos demônios: a ciência vista como uma vela no escuro. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 58-9 (com adaptações).

De acordo com o texto CG1A1-I, para a transmissão da ciência a todos os cidadãos é necessário
 

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Texto CG1A1-I

No meio científico, é insuficiente — aliás, é

perigoso — produzir apenas um grupo de profissionais

pequeno, altamente competente e bem remunerado. Um esforço

combinado que vise transmitir a todos os cidadãos a

ciência — por meio de rádio, TV, cinema, jornais, livros,

programas de computadores, parques temáticos, salas de

aula — deve pautar-se em quatro razões principais.

Mesmo que nem sempre possibilite ao cientista um

bom emprego, a ciência pode ser o caminho propício para

vencer a pobreza nas nações emergentes. Ela faz funcionar a

economia e a civilização global.

A ciência nos alerta contra os perigos introduzidos por

tecnologias que alteram o mundo, especialmente o meio

ambiente de que nossas vidas dependem. Assim, a ciência

providencia um sistema essencial de alerta antecipado.

A ciência nos esclarece sobre as questões mais

profundas das origens, das naturezas e dos destinos — de nossa

espécie, da vida, de nosso planeta, do Universo. A longo prazo,

a maior dádiva da ciência talvez seja nos ensinar, de um modo

ainda não superado por nenhum outro empenho humano,

alguma coisa sobre nosso contexto cósmico, sobre o ponto do

espaço e do tempo em que estamos, e sobre quem nós somos.

Os valores da ciência e os da democracia são

concordantes, em muitos casos indistinguíveis. A ciência e a

democracia começaram ao mesmo tempo e no mesmo lugar: na

Grécia dos séculos VI e VII a.C. A ciência confere poder a

qualquer um que se der ao trabalho de aprendê-la (embora

muitos tenham sido sistematicamente impedidos de adquirir

esse conhecimento). Ela se nutre do livre intercâmbio de ideias.

Tanto a ciência quanto a democracia encorajam opiniões não

convencionais e debate vigoroso. Ambas requerem raciocínio

adequado, argumentos coerentes, padrões rigorosos de

evidência e honestidade.

Descobrir a gota ocasional da verdade no meio de um

grande oceano de confusão e mistificação requer vigilância,

dedicação e coragem. Mas, se não praticarmos esses hábitos

rigorosos de pensar, não poderemos ter esperança de

solucionar os problemas verdadeiramente sérios que

enfrentamos.

Carl Sagan. Ciência e esperança. In: O mundo assombrado pelos demônios: a ciência vista como uma vela no escuro. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 58-9 (com adaptações).

Na linha 14 do texto CG1A1-I, o termo “de que” poderia ser substituído, sem alteração da correção gramatical e dos sentidos do texto, por
 

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Texto CG1A1-I

No meio científico, é insuficiente — aliás, é

perigoso — produzir apenas um grupo de profissionais

pequeno, altamente competente e bem remunerado. Um esforço

combinado que vise transmitir a todos os cidadãos a

ciência — por meio de rádio, TV, cinema, jornais, livros,

programas de computadores, parques temáticos, salas de

aula — deve pautar-se em quatro razões principais.

Mesmo que nem sempre possibilite ao cientista um

bom emprego, a ciência pode ser o caminho propício para

vencer a pobreza nas nações emergentes. Ela faz funcionar a

economia e a civilização global.

A ciência nos alerta contra os perigos introduzidos por

tecnologias que alteram o mundo, especialmente o meio

ambiente de que nossas vidas dependem. Assim, a ciência

providencia um sistema essencial de alerta antecipado.

A ciência nos esclarece sobre as questões mais

profundas das origens, das naturezas e dos destinos — de nossa

espécie, da vida, de nosso planeta, do Universo. A longo prazo,

a maior dádiva da ciência talvez seja nos ensinar, de um modo

ainda não superado por nenhum outro empenho humano,

alguma coisa sobre nosso contexto cósmico, sobre o ponto do

espaço e do tempo em que estamos, e sobre quem nós somos.

Os valores da ciência e os da democracia são

concordantes, em muitos casos indistinguíveis. A ciência e a

democracia começaram ao mesmo tempo e no mesmo lugar: na

Grécia dos séculos VI e VII a.C. A ciência confere poder a

qualquer um que se der ao trabalho de aprendê-la (embora

muitos tenham sido sistematicamente impedidos de adquirir

esse conhecimento). Ela se nutre do livre intercâmbio de ideias.

Tanto a ciência quanto a democracia encorajam opiniões não

convencionais e debate vigoroso. Ambas requerem raciocínio

adequado, argumentos coerentes, padrões rigorosos de

evidência e honestidade.

Descobrir a gota ocasional da verdade no meio de um

grande oceano de confusão e mistificação requer vigilância,

dedicação e coragem. Mas, se não praticarmos esses hábitos

rigorosos de pensar, não poderemos ter esperança de

solucionar os problemas verdadeiramente sérios que

enfrentamos.

Carl Sagan. Ciência e esperança. In: O mundo assombrado pelos demônios: a ciência vista como uma vela no escuro. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 58-9 (com adaptações).

A correção gramatical do texto CG1A1-I seria mantida, ainda que seu sentido fosse alterado, caso se inserisse uma vírgula logo após
 

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Um gestor público do estado de Minas Gerais praticou irregularidade em procedimento licitatório. Como consequência, o TCE/MG, em caráter definitivo, rejeitou suas contas e o condenou ao pagamento de multa. No entanto, foi constatada divergência entre essa decisão e outra, em caso análogo, que havia sido proferida pelo Tribunal Pleno.
Nessa situação hipotética, contra a decisão definitiva, o gestor poderá valer-se de
Questão Anulada

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834686 Ano: 2018
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-MG
Julgue os próximos itens, a respeito do tratamento de ativos intangíveis, conforme pronunciamento do CPC.
I O início da amortização dos ativos intangíveis, que se caracterizam como itens imateriais, não depende da colocação desse tipo de ativo em condições operacionais. II Caso não seja possível definir o padrão de consumo do item intangível ou caso a definição dada não seja confiável, a amortização do ativo intangível deverá ser realizada pelo método linear. III O reconhecimento de um ativo intangível gerado internamente é possível, desde que sejam identificados os custos incorridos para sua geração e preenchidos os requisitos normativos para seu reconhecimento.
Assinale a opção correta.
Questão Anulada

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834682 Ano: 2018
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-MG
O balanço patrimonial comparativo de determinada empresa apresentava os seguintes saldos, em reais, nas contas ativas e passivas, ao final do ano 20X1.
enunciado 834682-1

Com base nessas informações, é correto afirmar que o fluxo de caixa das atividades operacionais apurado pelo método indireto
Questão Anulada

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834625 Ano: 2018
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-MG
Um hospital público adquiriu um equipamento para radiologia e diagnóstico por imagem. Os dados relativos à compra são os seguintes:
data de aquisição: 31/12/20X4; valor de compra: R$ 920.000; vida útil estimada: 10 anos; valor residual previsto ao fim de 10 anos: R$ 20.000.
Ao final do exercício de 20X7, após contabilização da depreciação, a entidade realizou teste de recuperabilidade em razão de evidências de que o desempenho do serviço do ativo poderá ser pior que o esperado. Identificou-se que o valor justo do equipamento hospitalar, deduzido de custos para comercialização, era R$ 610.000, e que o valor de uso era R$ 600.000.
Considerando essas informações, o gestor contábil deverá contabilizar uma perda por recuperabilidade no valor de
Questão Anulada

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