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4025496
Ano: 2026
Disciplina: Legislação dos Tribunais de Contas
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-MG
Disciplina: Legislação dos Tribunais de Contas
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TCE-MG
Acerca das competências do tribunal de contas, assinale a opção
correta.
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Assinale a opção em que é corretamente apresentada a
modalidade de licitação adequada para a contratação de obras,
serviços e compras em que a administração pública realiza
conversas com licitantes previamente selecionados mediante
critérios objetivos, com o intuito de desenvolver uma ou mais
alternativas capazes de atender às suas necessidades, devendo os
licitantes apresentar proposta final após o encerramento das
conversas.
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No que concerne aos agentes públicos, assinale a opção correta.
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Em relação à organização administrativa, assinale a opção
correta.
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Texto CG1A1-II
No admirável mundo novo da inteligência artificial (IA), o
ano de 2025 representou um salto — os robôs movidos a
algoritmos, que já faziam parte do cotidiano das relações
profissionais, invadiram, sem pompa nem circunstância, recantos
íntimos, em meio ao intenso e inescapável debate ético. “O risco
é criar uma intimidade sem reciprocidade, em que parece haver
relação humana, mas não há”, dizem os psicólogos. A IA trabalha
com uma proximidade confortável e sem consequências, mas
carrega o risco de afastar usuários das complexidades dos
relacionamentos reais. O estrondoso debate que atravessou o ano
deixa uma questão central: o que perdemos ao delegar a vida aos
algoritmos? No caso das consultas médicas, um argumento a
favor da IA tem sido o acesso aos profissionais. “Talvez o melhor
médico do mundo seja muito melhor do que o ChatGPT. Mas, se
não há alternativa, se não é possível pagar por um médico,
especialmente em regiões mais pobres, será muito melhor do que
nada”. É um ponto, mas não há dúvida: a IA precisa ser levada ao
divã.
Lígia Morais. A IA no divã. In: Veja, 24/12/2025, p. 49 (com adaptações).
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Texto CG1A1-II
No admirável mundo novo da inteligência artificial (IA), o
ano de 2025 representou um salto — os robôs movidos a
algoritmos, que já faziam parte do cotidiano das relações
profissionais, invadiram, sem pompa nem circunstância, recantos
íntimos, em meio ao intenso e inescapável debate ético. “O risco
é criar uma intimidade sem reciprocidade, em que parece haver
relação humana, mas não há”, dizem os psicólogos. A IA trabalha
com uma proximidade confortável e sem consequências, mas
carrega o risco de afastar usuários das complexidades dos
relacionamentos reais. O estrondoso debate que atravessou o ano
deixa uma questão central: o que perdemos ao delegar a vida aos
algoritmos? No caso das consultas médicas, um argumento a
favor da IA tem sido o acesso aos profissionais. “Talvez o melhor
médico do mundo seja muito melhor do que o ChatGPT. Mas, se
não há alternativa, se não é possível pagar por um médico,
especialmente em regiões mais pobres, será muito melhor do que
nada”. É um ponto, mas não há dúvida: a IA precisa ser levada ao
divã.
Lígia Morais. A IA no divã. In: Veja, 24/12/2025, p. 49 (com adaptações).
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Texto CG1A1-II
No admirável mundo novo da inteligência artificial (IA), o
ano de 2025 representou um salto — os robôs movidos a
algoritmos, que já faziam parte do cotidiano das relações
profissionais, invadiram, sem pompa nem circunstância, recantos
íntimos, em meio ao intenso e inescapável debate ético. “O risco
é criar uma intimidade sem reciprocidade, em que parece haver
relação humana, mas não há”, dizem os psicólogos. A IA trabalha
com uma proximidade confortável e sem consequências, mas
carrega o risco de afastar usuários das complexidades dos
relacionamentos reais. O estrondoso debate que atravessou o ano
deixa uma questão central: o que perdemos ao delegar a vida aos
algoritmos? No caso das consultas médicas, um argumento a
favor da IA tem sido o acesso aos profissionais. “Talvez o melhor
médico do mundo seja muito melhor do que o ChatGPT. Mas, se
não há alternativa, se não é possível pagar por um médico,
especialmente em regiões mais pobres, será muito melhor do que
nada”. É um ponto, mas não há dúvida: a IA precisa ser levada ao
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Lígia Morais. A IA no divã. In: Veja, 24/12/2025, p. 49 (com adaptações).
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Texto CG1A1-II
No admirável mundo novo da inteligência artificial (IA), o
ano de 2025 representou um salto — os robôs movidos a
algoritmos, que já faziam parte do cotidiano das relações
profissionais, invadiram, sem pompa nem circunstância, recantos
íntimos, em meio ao intenso e inescapável debate ético. “O risco
é criar uma intimidade sem reciprocidade, em que parece haver
relação humana, mas não há”, dizem os psicólogos. A IA trabalha
com uma proximidade confortável e sem consequências, mas
carrega o risco de afastar usuários das complexidades dos
relacionamentos reais. O estrondoso debate que atravessou o ano
deixa uma questão central: o que perdemos ao delegar a vida aos
algoritmos? No caso das consultas médicas, um argumento a
favor da IA tem sido o acesso aos profissionais. “Talvez o melhor
médico do mundo seja muito melhor do que o ChatGPT. Mas, se
não há alternativa, se não é possível pagar por um médico,
especialmente em regiões mais pobres, será muito melhor do que
nada”. É um ponto, mas não há dúvida: a IA precisa ser levada ao
divã.
Lígia Morais. A IA no divã. In: Veja, 24/12/2025, p. 49 (com adaptações).
I Conforme o texto, a IA tem ajudado a população que reside em regiões mais pobres a conseguir atendimento por profissionais de saúde.
II Das características discursivas do texto é correto concluir que ele se enquadra na tipologia dissertativa.
III É possível inferir do texto que a IA foi usada como ferramenta profissional no ano de 2025.
Assinale a opção correta.
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Texto CG1A1-II
No admirável mundo novo da inteligência artificial (IA), o
ano de 2025 representou um salto — os robôs movidos a
algoritmos, que já faziam parte do cotidiano das relações
profissionais, invadiram, sem pompa nem circunstância, recantos
íntimos, em meio ao intenso e inescapável debate ético. “O risco
é criar uma intimidade sem reciprocidade, em que parece haver
relação humana, mas não há”, dizem os psicólogos. A IA trabalha
com uma proximidade confortável e sem consequências, mas
carrega o risco de afastar usuários das complexidades dos
relacionamentos reais. O estrondoso debate que atravessou o ano
deixa uma questão central: o que perdemos ao delegar a vida aos
algoritmos? No caso das consultas médicas, um argumento a
favor da IA tem sido o acesso aos profissionais. “Talvez o melhor
médico do mundo seja muito melhor do que o ChatGPT. Mas, se
não há alternativa, se não é possível pagar por um médico,
especialmente em regiões mais pobres, será muito melhor do que
nada”. É um ponto, mas não há dúvida: a IA precisa ser levada ao
divã.
Lígia Morais. A IA no divã. In: Veja, 24/12/2025, p. 49 (com adaptações).
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Texto CG1A1-I
Em 5 de junho, comemora-se o Dia Mundial do Meio
Ambiente. Por isso, destaca-se, neste texto, a importância da água
para a economia brasileira. Segundo o terceiro número das
Contas econômicas ambientais da água: Brasil 2018-2020,
lançado, em 2023, pelo IBGE em parceria com a Agência
Nacional de Águas e Saneamento Básico, foram retirados, em
2020, do meio ambiente brasileiro 4,1 milhões de hectômetros
cúbicos (hm3
) de água para integrar o sistema econômico do país.
A atividade de eletricidade e gás foi a que mais captou água
(85,1%), mas não a consumiu, pois apenas a utilizou para
movimentar turbinas geradoras de energia elétrica e a devolveu à
natureza. As atividades de coleta de águas pluviais tampouco
consomem a água que captam.
Excluídas essas duas atividades, chega-se às que
consomem a água captada (14% do total). As principais
atividades econômicas que consomem a água que captam são a
agricultura, a pecuária, a produção florestal, a pesca e a
aquicultura (95,2%); e a captação, o tratamento e a distribuição
de água (3,5%). Os volumes consumidos são, de uma forma ou
de outra, devolvidos à natureza, mas muitas vezes tão
modificados que seu reúso depende de grandes esforços de
recuperação.
No caso das atividades da agricultura, pecuária, produção
florestal, pesca e aquicultura, 92,4% do volume retirado em 2020
originou-se da água armazenada no solo, usada principalmente
para a agricultura não irrigada. Essa atividade também retirou a
maior parte das águas superficiais e subterrâneas, pois respondeu
por 58,2% dos 71,2 mil hm3 diretamente captados naquele ano,
seguida pelas de captação, tratamento e distribuição de água
(27,9%) e pelas indústrias de transformação e construção (8,4%).
Pesquisa FAPESP, n.º 340, ano 25, jun./2024, p. 37 (com adaptações).
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