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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Livros e política
A premiação do turco Orhan Pamuk com o Nobel de Literatura deste ano é uma veemente declaração do comitê que concede o prêmio em favor da liberdade de expressão.
A Turquia nutre o objetivo de ser aceita na União Européia. A fim de aproximar seu padrão institucional do
europeu, os turcos, entre outras ações, já aboliram a pena de morte, acabaram com os privilégios dos homens na escola e encaminharam uma ampla reforma do Judiciário.
As diplomacias européias pressionam a Turquia, ainda, para que reconheça formalmente o genocídio de mais de um milhão de armênios, sob o nacionalismo turco, entre 1915 e 1923. É nesse ponto, de trato espinhoso na política turca, que o
Nobel concedido a Pamuk toca diretamente.
O escritor é um dos intelectuais que ousaram questionar o status quo na Turquia, que, contra as evidências históricas, nega que tenha havido uma campanha de “limpeza étnica” contra a minoria armênia. De acordo com as leis do país, insultar as instituições ou a identidade turca é crime punível com cadeia − e Pamuk foi processado por isso.
A escolha do comitê faz sentido. Pena que a láurea tenha sido anunciada no mesmo dia em que a Assembléia da França aprovou projeto que torna crime negar o genocídio armênio. Os fins dos deputados franceses são justos, mas os meios acabam por criminalizar a palavra e a opinião − justamente o que se quer combater, com razão, na Turquia.
(Folha de S. Paulo, editorial, 15/10/06)
Reconstruindo-se a frase Pena que a láurea tenha sido anunciada no mesmo dia (...), a forma verbal grifada permanecerá rigorosamente a mesma caso a nova redação se inicie com
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Livros e política
A premiação do turco Orhan Pamuk com o Nobel de Literatura deste ano é uma veemente declaração do comitê que concede o prêmio em favor da liberdade de expressão.
A Turquia nutre o objetivo de ser aceita na União Européia. A fim de aproximar seu padrão institucional do
europeu, os turcos, entre outras ações, já aboliram a pena de morte, acabaram com os privilégios dos homens na escola e encaminharam uma ampla reforma do Judiciário.
As diplomacias européias pressionam a Turquia, ainda, para que reconheça formalmente o genocídio de mais de um milhão de armênios, sob o nacionalismo turco, entre 1915 e 1923. É nesse ponto, de trato espinhoso na política turca, que o
Nobel concedido a Pamuk toca diretamente.
O escritor é um dos intelectuais que ousaram questionar o status quo na Turquia, que, contra as evidências históricas, nega que tenha havido uma campanha de “limpeza étnica” contra a minoria armênia. De acordo com as leis do país, insultar as instituições ou a identidade turca é crime punível com cadeia − e Pamuk foi processado por isso.
A escolha do comitê faz sentido. Pena que a láurea tenha sido anunciada no mesmo dia em que a Assembléia da França aprovou projeto que torna crime negar o genocídio armênio. Os fins dos deputados franceses são justos, mas os meios acabam por criminalizar a palavra e a opinião − justamente o que se quer combater, com razão, na Turquia.
(Folha de S. Paulo, editorial, 15/10/06)
Os fins dos deputados franceses são justos, mas os meios acabam por criminalizar as palavras e a opinião.
A frase acima conservará o sentido e a correção caso se substitua o segmento sublinhado por
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Enfoca a educação continuada e a sua relação com a formação do bibliotecário. Seu objetivo é refletir como integrar a capacitação contínua à formação desse profissional no contexto brasileiro. Aspectos teórico-práticos apontam para a necessidade de maior incorporação de procedimentos metodológicos no fazer bibliotecário. Identificou-se a necessidade de adotar programas que possibilitem a capacitação desse profissional na formação-em-serviço, para melhor qualificar o processo de geração, transferência e uso da informação.
O texto acima é
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É correto afirmar que administrar envolve
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A premiação do turco Orhan Pamuk com o Nobel de Literatura deste ano é uma veemente declaração do comitê que concede o prêmio em favor da liberdade de expressão.
A Turquia nutre o objetivo de ser aceita na União Européia. A fim de aproximar seu padrão institucional do
europeu, os turcos, entre outras ações, já aboliram a pena de morte, acabaram com os privilégios dos homens na escola e encaminharam uma ampla reforma do Judiciário.
As diplomacias européias pressionam a Turquia, ainda, para que reconheça formalmente o genocídio de mais de um milhão de armênios, sob o nacionalismo turco, entre 1915 e 1923. É nesse ponto, de trato espinhoso na política turca, que o
Nobel concedido a Pamuk toca diretamente.
O escritor é um dos intelectuais que ousaram questionar o status quo na Turquia, que, contra as evidências históricas, nega que tenha havido uma campanha de “limpeza étnica” contra a minoria armênia. De acordo com as leis do país, insultar as instituições ou a identidade turca é crime punível com cadeia − e Pamuk foi processado por isso.
A escolha do comitê faz sentido. Pena que a láurea tenha sido anunciada no mesmo dia em que a Assembléia da França aprovou projeto que torna crime negar o genocídio armênio. Os fins dos deputados franceses são justos, mas os meios acabam por criminalizar a palavra e a opinião − justamente o que se quer combater, com razão, na Turquia.
(Folha de S. Paulo, editorial, 15/10/06)
O prêmio Nobel é consagrador, quem conquista o prêmio Nobel e desfruta do prestígio que advém de um prêmio Nobel percebe, também, que todos atribuem ao prêmio Nobel um extraordinário peso político.
Evitam-se as viciosas repetições da frase acima substituindo-se os segmentos sublinhados, na ordem dada, por
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Divulgadas no Brasil por Nice Figueiredo, seis são as etapas do Processo de Referência. Podem, no entanto, ser reduzidas a cinco quando o usuário aceita as informações oferecidas e o processo é finalizado. A etapa eliminada, nessa situação, é a de
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“É a unidade elementar do processo de planejamento, constituindo-se em um conjunto de ações e recursos para a consecução de objetos concretos, perfeitamente especificados e destinados a gerar benefícios”.
O texto acima, de autoria de Maria Christina Barbosa de Almeida, refere-se
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A Turquia nutre o objetivo de ser aceita na União Européia. A fim de aproximar seu padrão institucional do
europeu, os turcos, entre outras ações, já aboliram a pena de morte, acabaram com os privilégios dos homens na escola e encaminharam uma ampla reforma do Judiciário.
As diplomacias européias pressionam a Turquia, ainda, para que reconheça formalmente o genocídio de mais de um milhão de armênios, sob o nacionalismo turco, entre 1915 e 1923. É nesse ponto, de trato espinhoso na política turca, que o
Nobel concedido a Pamuk toca diretamente.
O escritor é um dos intelectuais que ousaram questionar o status quo na Turquia, que, contra as evidências históricas, nega que tenha havido uma campanha de “limpeza étnica” contra a minoria armênia. De acordo com as leis do país, insultar as instituições ou a identidade turca é crime punível com cadeia − e Pamuk foi processado por isso.
A escolha do comitê faz sentido. Pena que a láurea tenha sido anunciada no mesmo dia em que a Assembléia da França aprovou projeto que torna crime negar o genocídio armênio. Os fins dos deputados franceses são justos, mas os meios acabam por criminalizar a palavra e a opinião − justamente o que se quer combater, com razão, na Turquia.
(Folha de S. Paulo, editorial, 15/10/06)
É nesse ponto, de trato espinhoso na política turca, que o Nobel concedido a Pamuk toca diretamente.
Caso se substitua, na frase acima, a expressão toca diretamente por ......, a expressão inicial É nesse ponto deverá ser substituída por .....
Preenchem corretamente as lacunas, respectivamente:
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A premiação do turco Orhan Pamuk com o Nobel de Literatura deste ano é uma veemente declaração do comitê que concede o prêmio em favor da liberdade de expressão.
A Turquia nutre o objetivo de ser aceita na União Européia. A fim de aproximar seu padrão institucional do
europeu, os turcos, entre outras ações, já aboliram a pena de morte, acabaram com os privilégios dos homens na escola e encaminharam uma ampla reforma do Judiciário.
As diplomacias européias pressionam a Turquia, ainda, para que reconheça formalmente o genocídio de mais de um milhão de armênios, sob o nacionalismo turco, entre 1915 e 1923. É nesse ponto, de trato espinhoso na política turca, que o
Nobel concedido a Pamuk toca diretamente.
O escritor é um dos intelectuais que ousaram questionar o status quo na Turquia, que, contra as evidências históricas, nega que tenha havido uma campanha de “limpeza étnica” contra a minoria armênia. De acordo com as leis do país, insultar as instituições ou a identidade turca é crime punível com cadeia − e Pamuk foi processado por isso.
A escolha do comitê faz sentido. Pena que a láurea tenha sido anunciada no mesmo dia em que a Assembléia da França aprovou projeto que torna crime negar o genocídio armênio. Os fins dos deputados franceses são justos, mas os meios acabam por criminalizar a palavra e a opinião − justamente o que se quer combater, com razão, na Turquia.
(Folha de S. Paulo, editorial, 15/10/06)
Está clara, coerente e correta a redação do seguinte comentário sobre o texto:
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A premiação do turco Orhan Pamuk com o Nobel de Literatura deste ano é uma veemente declaração do comitê que concede o prêmio em favor da liberdade de expressão.
A Turquia nutre o objetivo de ser aceita na União Européia. A fim de aproximar seu padrão institucional do
europeu, os turcos, entre outras ações, já aboliram a pena de morte, acabaram com os privilégios dos homens na escola e encaminharam uma ampla reforma do Judiciário.
As diplomacias européias pressionam a Turquia, ainda, para que reconheça formalmente o genocídio de mais de um milhão de armênios, sob o nacionalismo turco, entre 1915 e 1923. É nesse ponto, de trato espinhoso na política turca, que o
Nobel concedido a Pamuk toca diretamente.
O escritor é um dos intelectuais que ousaram questionar o status quo na Turquia, que, contra as evidências históricas, nega que tenha havido uma campanha de “limpeza étnica” contra a minoria armênia. De acordo com as leis do país, insultar as instituições ou a identidade turca é crime punível com cadeia − e Pamuk foi processado por isso.
A escolha do comitê faz sentido. Pena que a láurea tenha sido anunciada no mesmo dia em que a Assembléia da França aprovou projeto que torna crime negar o genocídio armênio. Os fins dos deputados franceses são justos, mas os meios acabam por criminalizar a palavra e a opinião − justamente o que se quer combater, com razão, na Turquia.
(Folha de S. Paulo, editorial, 15/10/06)
Considere as seguintes afirmações:
I. Apesar de haver demonstrado o interesse de se integrar à União Européia, a Turquia não tem tomado providências jurídicas com vistas a esse ingresso.
II. Os deputados franceses reconheceram que, assim como a Turquia, também a França deveria ser responsabilizada por antigos atos de genocídio.
III. Ao contrário dos pronunciamentos oficiais da Turquia, o escritor Pamuk admite ter ocorrido a “limpeza étnica” que vitimou os armênios.
Em relação ao texto, está correto SOMENTE o que se afirma em
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