Foram encontradas 60 questões.
Texto 1
Política e religião não se discutem? (Adaptado)
“Política e religião não se discutem” é uma regrinha utilizada para manter a paz da casa da avó ou o último verniz de civilidade nas reuniões de condomínio. Quando o assunto é “religião na política” o cenário tende a ficar mais explosivo, podendo atingir as proporções de uma batalha épica.
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No entanto, o sociólogo português Boaventura de Souza Santos, pode nos ajudar nesta tarefa. Ele chama de teologia política os discursos que reivindicam a presença da religião na esfera política, porém ele notou que as semelhanças entre os diversos grupos acabam aí e propôs uma tipologia para poder abordar a complexidade desta realidade.
Para entender tal tipologia é preciso lembrar que até cerca de dois séculos atrás religião e política andavam juntas. A coisa começou a mudar quando o iluminismo propôs que o Estado deveria ser laico, ou seja, pautado pela lógica racional. Esta filosofia animou várias correntes que, quando chegaram ao poder limitaram a influência política das religiões. Porém, até hoje as religiões tentam responder a isso, buscando reintroduzir os textos sagrados como elementos capazes de influenciar a vida pública e pelo que Boaventura percebeu tais respostas teológicas podem ser distribuídas entre dois extremos: Pluralistas e Fundamentalistas. Aqueles aceitam a autonomia política e de religião; estes são baseados em revelações e criam grupos radicais a exemplo dos grupos radicais islâmicos.
O sociólogo traça ainda um segundo eixo para classificar tais teologias de acordo com as intervenções políticas. As extremidades de tal eixo são: Tradicionalistas e Progressistas em que nestes, as desigualdade são desnaturalizadas e vistas como questões decorrentes de um sistema social e econômico que atenta contra os princípios da religião. Há um lado que se preocupa com os oprimidos e outro que ajuda a manter os privilégios de quem está no poder. Mas o Progressismo tem ainda uma tendência ecumênica e inter-religiosa.
https://www.politize.com.br acesso em 13 de setembro de 2022.
A questão se relaciona com o texto acima.
O texto pode ser observado sob vários aspectos. Identifique a única alternativa correta quanto àqueles que se encontram abaixo expostos.
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Texto 1
Política e religião não se discutem? (Adaptado)
“Política e religião não se discutem” é uma regrinha utilizada para manter a paz da casa da avó ou o último verniz de civilidade nas reuniões de condomínio. Quando o assunto é “religião na política” o cenário tende a ficar mais explosivo, podendo atingir as proporções de uma batalha épica.
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No entanto, o sociólogo português Boaventura de Souza Santos, pode nos ajudar nesta tarefa. Ele chama de teologia política os discursos que reivindicam a presença da religião na esfera política, porém ele notou que as semelhanças entre os diversos grupos acabam aí e propôs uma tipologia para poder abordar a complexidade desta realidade.
Para entender tal tipologia é preciso lembrar que até cerca de dois séculos atrás religião e política andavam juntas. A coisa começou a mudar quando o iluminismo propôs que o Estado deveria ser laico, ou seja, pautado pela lógica racional. Esta filosofia animou várias correntes que, quando chegaram ao poder limitaram a influência política das religiões. Porém, até hoje as religiões tentam responder a isso, buscando reintroduzir os textos sagrados como elementos capazes de influenciar a vida pública e pelo que Boaventura percebeu tais respostas teológicas podem ser distribuídas entre dois extremos: Pluralistas e Fundamentalistas. Aqueles aceitam a autonomia política e de religião; estes são baseados em revelações e criam grupos radicais a exemplo dos grupos radicais islâmicos.
O sociólogo traça ainda um segundo eixo para classificar tais teologias de acordo com as intervenções políticas. As extremidades de tal eixo são: Tradicionalistas e Progressistas em que nestes, as desigualdade são desnaturalizadas e vistas como questões decorrentes de um sistema social e econômico que atenta contra os princípios da religião. Há um lado que se preocupa com os oprimidos e outro que ajuda a manter os privilégios de quem está no poder. Mas o Progressismo tem ainda uma tendência ecumênica e inter-religiosa.
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A questão se relaciona com o texto acima.
Verifique as afirmações abaixo sobre o texto em geral:
I.Apresenta elementos estruturais, contendo discurso indireto livre, com argumentos pertinentes ao tipo dissertativo.
II.Os argumentos empregados, embora válidos, contêm algo conotativo, aspecto empregado no tipo narrativo.
III.O texto, analisado com discernimento, afasta-se tanto do tipo dissertativo, como do narrativo, assemelhando-se ao tipo descritivo.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmação(ões):
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Texto 1
Política e religião não se discutem? (Adaptado)
“Política e religião não se discutem” é uma regrinha utilizada para manter a paz da casa da avó ou o último verniz de civilidade nas reuniões de condomínio. Quando o assunto é “religião na política” o cenário tende a ficar mais explosivo, podendo atingir as proporções de uma batalha épica.
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No entanto, o sociólogo português Boaventura de Souza Santos, pode nos ajudar nesta tarefa. Ele chama de teologia política os discursos que reivindicam a presença da religião na esfera política, porém ele notou que as semelhanças entre os diversos grupos acabam aí e propôs uma tipologia para poder abordar a complexidade desta realidade.
Para entender tal tipologia é preciso lembrar que até cerca de dois séculos atrás religião e política andavam juntas. A coisa começou a mudar quando o iluminismo propôs que o Estado deveria ser laico, ou seja, pautado pela lógica racional. Esta filosofia animou várias correntes que, quando chegaram ao poder limitaram a influência política das religiões. Porém, até hoje as religiões tentam responder a isso, buscando reintroduzir os textos sagrados como elementos capazes de influenciar a vida pública e pelo que Boaventura percebeu tais respostas teológicas podem ser distribuídas entre dois extremos: Pluralistas e Fundamentalistas. Aqueles aceitam a autonomia política e de religião; estes são baseados em revelações e criam grupos radicais a exemplo dos grupos radicais islâmicos.
O sociólogo traça ainda um segundo eixo para classificar tais teologias de acordo com as intervenções políticas. As extremidades de tal eixo são: Tradicionalistas e Progressistas em que nestes, as desigualdade são desnaturalizadas e vistas como questões decorrentes de um sistema social e econômico que atenta contra os princípios da religião. Há um lado que se preocupa com os oprimidos e outro que ajuda a manter os privilégios de quem está no poder. Mas o Progressismo tem ainda uma tendência ecumênica e inter-religiosa.
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A questão se relaciona com o texto acima.
I- O texto é jornalístico por isso possui predominância de prolixidade, daí haver poucos elementos coesivos.
II- Trata-se de um artigo, contendo elementos, em quase sua totalidade, empregados denotativamente, baseado em argumentos advindos de informações verídicas.
A alternativa correta em relação às assertivas acima se encontra em:
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Texto 1
Política e religião não se discutem? (Adaptado)
“Política e religião não se discutem” é uma regrinha utilizada para manter a paz da casa da avó ou o último verniz de civilidade nas reuniões de condomínio. Quando o assunto é “religião na política” o cenário tende a ficar mais explosivo, podendo atingir as proporções de uma batalha épica.
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No entanto, o sociólogo português Boaventura de Souza Santos, pode nos ajudar nesta tarefa. Ele chama de teologia política os discursos que reivindicam a presença da religião na esfera política, porém ele notou que as semelhanças entre os diversos grupos acabam aí e propôs uma tipologia para poder abordar a complexidade desta realidade.
Para entender tal tipologia é preciso lembrar que até cerca de dois séculos atrás religião e política andavam juntas. A coisa começou a mudar quando o iluminismo propôs que o Estado deveria ser laico, ou seja, pautado pela lógica racional. Esta filosofia animou várias correntes que, quando chegaram ao poder limitaram a influência política das religiões. Porém, até hoje as religiões tentam responder a isso, buscando reintroduzir os textos sagrados como elementos capazes de influenciar a vida pública e pelo que Boaventura percebeu tais respostas teológicas podem ser distribuídas entre dois extremos: Pluralistas e Fundamentalistas. Aqueles aceitam a autonomia política e de religião; estes são baseados em revelações e criam grupos radicais a exemplo dos grupos radicais islâmicos.
O sociólogo traça ainda um segundo eixo para classificar tais teologias de acordo com as intervenções políticas. As extremidades de tal eixo são: Tradicionalistas e Progressistas em que nestes, as desigualdade são desnaturalizadas e vistas como questões decorrentes de um sistema social e econômico que atenta contra os princípios da religião. Há um lado que se preocupa com os oprimidos e outro que ajuda a manter os privilégios de quem está no poder. Mas o Progressismo tem ainda uma tendência ecumênica e inter-religiosa.
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A questão se relaciona com o texto acima.
Lendo atentamente o texto, apenas se pode afirmar que o sociólogo:
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Texto 1
Política e religião não se discutem? (Adaptado)
“Política e religião não se discutem” é uma regrinha utilizada para manter a paz da casa da avó ou o último verniz de civilidade nas reuniões de condomínio. Quando o assunto é “religião na política” o cenário tende a ficar mais explosivo, podendo atingir as proporções de uma batalha épica.
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No entanto, o sociólogo português Boaventura de Souza Santos, pode nos ajudar nesta tarefa. Ele chama de teologia política os discursos que reivindicam a presença da religião na esfera política, porém ele notou que as semelhanças entre os diversos grupos acabam aí e propôs uma tipologia para poder abordar a complexidade desta realidade.
Para entender tal tipologia é preciso lembrar que até cerca de dois séculos atrás religião e política andavam juntas. A coisa começou a mudar quando o iluminismo propôs que o Estado deveria ser laico, ou seja, pautado pela lógica racional. Esta filosofia animou várias correntes que, quando chegaram ao poder limitaram a influência política das religiões. Porém, até hoje as religiões tentam responder a isso, buscando reintroduzir os textos sagrados como elementos capazes de influenciar a vida pública e pelo que Boaventura percebeu tais respostas teológicas podem ser distribuídas entre dois extremos: Pluralistas e Fundamentalistas. Aqueles aceitam a autonomia política e de religião; estes são baseados em revelações e criam grupos radicais a exemplo dos grupos radicais islâmicos.
O sociólogo traça ainda um segundo eixo para classificar tais teologias de acordo com as intervenções políticas. As extremidades de tal eixo são: Tradicionalistas e Progressistas em que nestes, as desigualdade são desnaturalizadas e vistas como questões decorrentes de um sistema social e econômico que atenta contra os princípios da religião. Há um lado que se preocupa com os oprimidos e outro que ajuda a manter os privilégios de quem está no poder. Mas o Progressismo tem ainda uma tendência ecumênica e inter-religiosa.
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A questão se relaciona com o texto acima.
Segundo o sociólogo português, Boaventura de Souza Santos, é correto afirmar que:
I. A Teologia política evidenciada hoje mostra que a religião deve interferir na vida pública a fim de melhorar o homem como ser social.
II. A política, durante todas as épocas, sempre possuiu pensamentos antagônicos àqueles preconizados pela religião.
III. A política, no hoje, busca pôr textos religiosos, sagrados em seu discurso, como meio de conquistar maior adesão para suas propostas.
IV. Pluralistas e fundamentalistas, dois polos enfatizados por Boaventura, apresentam ideias adversas, constituindo assim extremos em que estes são mais radicais.
Estão corretas apenas as assertivas:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: SUSTENTE
Orgão: TCE-PE
Nos dias 2 e 30 de outubro, primeiro e segundo turno, respectivamente, os brasileiros vão às urnas nas eleições 2022 e, por isso, o TRE-PE elaborou documento eletrônico que esclarece dúvidas dos eleitores. Leia atentamente o trecho, preenchendo as lacunas:
Apenas os eleitores com deficiência ou podem contar com o auxílio de pessoa de sua confiança para votar, ainda que não tenham requerido isso antecipadamente . O eleitor pode, também, entrar na sala de votação com propaganda eleitoral estampada na roupa, desde que a manifestação seja e silenciosa, da preferência do eleitor por partido político, coligação ou candidato, revelada exclusivamente pelo uso de bandeiras, broches, e adesivos.
Preenche corretamente os espaços em branco:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: SUSTENTE
Orgão: TCE-PE
MELIPONICULTORES LANÇAM CARTA EM DEFESA DA SOBREVIVÊNCIA DA
ATIVIDADE
Femers afirma compromisso de defesa da meliponicultura e busca da sustentabilidade ambiental ...
Este foi o título da matéria publicada no mês de setembro de 2022, pela Agrolink & Assessoria, e inicia o texto com esses dizeres:
“Após o lançamento da última Expointer, a Federação das Associações de Meliponicultores do Estado do Rio Grande do Sul (Femers), como representante legal do setor no Estado, lança uma carta aberta, assinada pelo seu presidente, Nelson Angnes, à sociedade gaúcha, com a defesa da atividade. Segundo o documento, há um avançado grau de intervenção humana nos processos ecológicos essenciais que sustentam a vida e a biodiversidade, fato que tem causado, além de insegurança e apreensão aos povos, a extraordinária degradação dos “habitats” e ecossistemas, como a extinção em massa cada vez mais contundente e veloz das espécies...”
O evento tratou essencialmente de:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: SUSTENTE
Orgão: TCE-PE
A Tv Brasil veiculou matéria alusiva ao Dia Mundial sem Carro, comemorado no último dia 22 de setembro, na qual a bicicleta aparece como excelente veículo substituto no país.
A abordagem foi direcionada aos seguintes assuntos:
(1) A troca do carro pela bicicleta, através do programa Bicicleta Brasil.
(2) Possibilidade de observação de belas paisagens pelo trecho percorrido.
(3) Exemplos para os filhos, que também adotaram a troca dos veículos para irem à escola.
(4) Redução dos poluentes anteriormente deixados no meio ambiente pelos veículos.
(5) Alto custo da troca dos meios de transporte.
(6) Melhora da condição de saúde.
Assinale a alternativa correta:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: SUSTENTE
Orgão: TCE-PE
O Ministério das Comunicações promoveu no dia 22 de setembro de 2022, em Manaus, o Seminário que objetivou discutir a chegada da tecnologia 5G em Manaus. Nelson Azevedo, vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas, comentou a importância do evento, tendo em vista a relevância da chegada da tecnologia 5G para a indústria do Amazonas, já que esta nova forma de conexão é 20 vezes mais eficaz que a 4G e, portanto, abre espaço para criação de novos mercados e novas soluções tecnológicas.
A matéria elencou os assuntos abaixo, a exceção da:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: SUSTENTE
Orgão: TCE-PE

Fonte: https://ciclovivo.com.br/planeta/energia/brasil-atinge-a-marca-de-200-mil-instalacoes-deenergia- solar-fotovoltaica/
“A energia solar é a gerada por meio do sol. Essa fonte de energia é renovável e limpa, uma vez que possui ampla disponibilidade, além de gerar baixo impacto ambiental. Seu funcionamento dá-se por meio da transformação da energia térmica proveniente do Sol”. (CAMPOS, 2022, p.1).
No dia 21 de setembro último, o site Mercado Hoje anunciou que a Amazon terá fazenda solar no Brasil, com a expectativa de gerar 850 empregos no país durante fase de construção do projeto.
Segundo a reportagem:
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