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Texto 2

“ A religião é acreditar na experiência de outra pessoa. A espiritualidade é ter a sua própria experiência. Deepak Chopra.

Conclui-se então que, religião é singular, fecha o foco e espiritualidade é pluralidade, abre o foco.”

Religiosidade e espiritualidade na saúde e na doença

A cura e a prevenção das doenças sempre estiveram ligadas às práticas religiosas. Porém, no Ocidente, com o aparecimento da ciência, elas foram separadas. Ainda assim, a religião não desapareceu e continua presente na vida das pessoas.

...........................................................................................................................................

A dimensão da espiritualidade como tema de estudo vem recebendo atenção expressiva em contexto de saúde e qualidade de vida, sobretudo na Europa e nos Estados Unidos, nos campos da psicologia, religião, medicina e enfermagem.

No Brasil, as investigações sobre esse tema vêm sendo desenvolvidas nas áreas de medicina e enfermagem. Elas confirmam a ótima relação entre espiritualidade e resultado em saúde. As crenças religiosas e espirituais têm se demonstrado um recurso auxiliar no enfrentamento de eventos estressores, como na prevenção de doenças, no próprio processo de adoecimento e no consequente tratamento.

...........................................................................................................................................

A espiritualidade é reconhecida como um fator contribuinte para a saúde de muitas pessoas. O conceito é amplo, encontrado em todas as culturas e sociedades. Espiritualidade é a busca pessoal pelo entendimento de respostas a questões sobre a vida, seu significado e relações com o sagrado e transcendente ( que podem, ou não, estarem ligadas a propostas de uma determinada religião). Ela pode ser entendida como um sentimento pessoal que traz significado à vida e permite à pessoa suportar as dificuldades e sofrimento; a busca por propósitos consigo e com os outros e a compreensão de que não se pode ser feliz, de fato, sem levar em consideração o bem-estar dos outros, dos animais e do planeta. Pode-se dizer que ela estimula a prática do cuidado e, consequentemente, promove comportamentos saudáveis, os quais se aplicam ao indivíduo e além dele. Desta forma, nos proporciona equilíbrio e bem-estar, harmoniza as relações interpessoais e propicia prazer em viver.

...........................................................................................................................................

A maneira de nos conectarmos com a nossa espiritualidade é pessoal, pois cada indivíduo deve perceber o que lhe é mais favorável. O importante é começar. A meditação auxilia nessa conexão e deve estar presente em sua rotina, certificando-se de estar vivendo o momento presente, fortaleça a sua relação com a natureza, esse contato nos revigora e renova nossas energias, promovendo melhoras da nossa saúde mental, física e espiritual.

...........................................................................................................................................

Por fim, a religiosidade e a espiritualidade são fortes aliados para nossa saúde. A tendência é de que, cada vez mais, os profissionais de saúde abordem essas dimensões no atendimento ao paciente.

Raquel Aparecida de Oliveira de Oliveira ( professora doutora da FCMS, da PUC-SP) https://wwwjornalcruzeiro.com.br acesso em 14 de setembro de 2022

A questão se refere ao texto acima.

Em epígrafe, há uma citação filosófica, acompanhada de uma observação. Sobre a abordagem existente, pode-se concluir apenas que:

I. Religião e espiritualidade possuem aspectos antagônicos, sempre divergentes.

II. A dimensão da religião tem um aspecto mais singular e espiritualidade, plural.

III. A religião introjeta ideias de outras pessoas, guardando-as; espiritualidade vivencia ideias a partir de uma modificação interna, espalhando-as.

IV. A religião, egoisticamente, veda seu olhar a outrem e a espiritualidade, altruístamente, busca ver o que há de bom, de certo, em cada ser.

Estão corretas apenas:

 

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Texto 1

Política e religião não se discutem? (Adaptado)

“Política e religião não se discutem” é uma regrinha utilizada para manter a paz da casa da avó ou o último verniz de civilidade nas reuniões de condomínio. Quando o assunto é “religião na política” o cenário tende a ficar mais explosivo, podendo atingir as proporções de uma batalha épica.

...........................................................................................................................................

No entanto, o sociólogo português Boaventura de Souza Santos, pode nos ajudar nesta tarefa. Ele chama de teologia política os discursos que reivindicam a presença da religião na esfera política, porém ele notou que as semelhanças entre os diversos grupos acabam aí e propôs uma tipologia para poder abordar a complexidade desta realidade.

Para entender tal tipologia é preciso lembrar que até cerca de dois séculos atrás religião e política andavam juntas. A coisa começou a mudar quando o iluminismo propôs que o Estado deveria ser laico, ou seja, pautado pela lógica racional. Esta filosofia animou várias correntes que, quando chegaram ao poder limitaram a influência política das religiões. Porém, até hoje as religiões tentam responder a isso, buscando reintroduzir os textos sagrados como elementos capazes de influenciar a vida pública e pelo que Boaventura percebeu tais respostas teológicas podem ser distribuídas entre dois extremos: Pluralistas e Fundamentalistas. Aqueles aceitam a autonomia política e de religião; estes são baseados em revelações e criam grupos radicais a exemplo dos grupos radicais islâmicos.

O sociólogo traça ainda um segundo eixo para classificar tais teologias de acordo com as intervenções políticas. As extremidades de tal eixo são: Tradicionalistas e Progressistas em que nestes, as desigualdade são desnaturalizadas e vistas como questões decorrentes de um sistema social e econômico que atenta contra os princípios da religião. Há um lado que se preocupa com os oprimidos e outro que ajuda a manter os privilégios de quem está no poder. Mas o Progressismo tem ainda uma tendência ecumênica e inter-religiosa.

https://www.politize.com.br acesso em 13 de setembro de 2022.

Texto 2

“ A religião é acreditar na experiência de outra pessoa. A espiritualidade é ter a sua própria experiência. Deepak Chopra.

Conclui-se então que, religião é singular, fecha o foco e espiritualidade é pluralidade, abre o foco.”

Religiosidade e espiritualidade na saúde e na doença

A cura e a prevenção das doenças sempre estiveram ligadas às práticas religiosas. Porém, no Ocidente, com o aparecimento da ciência, elas foram separadas. Ainda assim, a religião não desapareceu e continua presente na vida das pessoas.

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A dimensão da espiritualidade como tema de estudo vem recebendo atenção expressiva em contexto de saúde e qualidade de vida, sobretudo na Europa e nos Estados Unidos, nos campos da psicologia, religião, medicina e enfermagem.

No Brasil, as investigações sobre esse tema vêm sendo desenvolvidas nas áreas de medicina e enfermagem. Elas confirmam a ótima relação entre espiritualidade e resultado em saúde. As crenças religiosas e espirituais têm se demonstrado um recurso auxiliar no enfrentamento de eventos estressores, como na prevenção de doenças, no próprio processo de adoecimento e no consequente tratamento.

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A espiritualidade é reconhecida como um fator contribuinte para a saúde de muitas pessoas. O conceito é amplo, encontrado em todas as culturas e sociedades. Espiritualidade é a busca pessoal pelo entendimento de respostas a questões sobre a vida, seu significado e relações com o sagrado e transcendente ( que podem, ou não, estarem ligadas a propostas de uma determinada religião). Ela pode ser entendida como um sentimento pessoal que traz significado à vida e permite à pessoa suportar as dificuldades e sofrimento; a busca por propósitos consigo e com os outros e a compreensão de que não se pode ser feliz, de fato, sem levar em consideração o bem-estar dos outros, dos animais e do planeta. Pode-se dizer que ela estimula a prática do cuidado e, consequentemente, promove comportamentos saudáveis, os quais se aplicam ao indivíduo e além dele. Desta forma, nos proporciona equilíbrio e bem-estar, harmoniza as relações interpessoais e propicia prazer em viver.

...........................................................................................................................................

A maneira de nos conectarmos com a nossa espiritualidade é pessoal, pois cada indivíduo deve perceber o que lhe é mais favorável. O importante é começar. A meditação auxilia nessa conexão e deve estar presente em sua rotina, certificando-se de estar vivendo o momento presente, fortaleça a sua relação com a natureza, esse contato nos revigora e renova nossas energias, promovendo melhoras da nossa saúde mental, física e espiritual.

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Por fim, a religiosidade e a espiritualidade são fortes aliados para nossa saúde. A tendência é de que, cada vez mais, os profissionais de saúde abordem essas dimensões no atendimento ao paciente.

Raquel Aparecida de Oliveira de Oliveira ( professora doutora da FCMS, da PUC-SP) https://wwwjornalcruzeiro.com.br acesso em 14 de setembro de 2022

A questão se refere ao texto acima.

Comparando os textos 1 e 2 , pode-se apenas deduzir que :

 

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“...e criam grupos radicais a exemplo dos grupos radicais islâmicos.”

Analise as assertivas abaixo sobre o exposto acima, a fim de identificar a alternativa correta.

I. O sujeito do verbo em destaque é implícito e se refere aos pluralistas.

II. O sujeito de “criam” se refere tanto a fundamentalistas como a pluralistas.

III. Em “Antigamente, as crianças criam em fadas”. As formas verbais são idênticas e ambas são corretas.

IV. Nos dois casos, as palavras constituem homônimas perfeitas, por possuírem significados diferentes, mas grafia igual.

V. Em “criam em fadas”, a forma verbal se encontra no pretérito imperfeito e “criam grupos”, no presente, ambas do modo indicativo.

Está(ão) correta(s) apenas:

 

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Texto 1

Política e religião não se discutem? (Adaptado)

“Política e religião não se discutem” é uma regrinha utilizada para manter a paz da casa da avó ou o último verniz de civilidade nas reuniões de condomínio. Quando o assunto é “religião na política” o cenário tende a ficar mais explosivo, podendo atingir as proporções de uma batalha épica.

...........................................................................................................................................

No entanto, o sociólogo português Boaventura de Souza Santos, pode nos ajudar nesta tarefa. Ele chama de teologia política os discursos que reivindicam a presença da religião na esfera política, porém ele notou que as semelhanças entre os diversos grupos acabam aí e propôs uma tipologia para poder abordar a complexidade desta realidade.

Para entender tal tipologia é preciso lembrar que até cerca de dois séculos atrás religião e política andavam juntas. A coisa começou a mudar quando o iluminismo propôs que o Estado deveria ser laico, ou seja, pautado pela lógica racional. Esta filosofia animou várias correntes que, quando chegaram ao poder limitaram a influência política das religiões. Porém, até hoje as religiões tentam responder a isso, buscando reintroduzir os textos sagrados como elementos capazes de influenciar a vida pública e pelo que Boaventura percebeu tais respostas teológicas podem ser distribuídas entre dois extremos: Pluralistas e Fundamentalistas. Aqueles aceitam a autonomia política e de religião; estes são baseados em revelações e criam grupos radicais a exemplo dos grupos radicais islâmicos.

O sociólogo traça ainda um segundo eixo para classificar tais teologias de acordo com as intervenções políticas. As extremidades de tal eixo são: Tradicionalistas e Progressistas em que nestes, as desigualdade são desnaturalizadas e vistas como questões decorrentes de um sistema social e econômico que atenta contra os princípios da religião. Há um lado que se preocupa com os oprimidos e outro que ajuda a manter os privilégios de quem está no poder. Mas o Progressismo tem ainda uma tendência ecumênica e inter-religiosa.

https://www.politize.com.br acesso em 13 de setembro de 2022.

Entende-se pelo excerto que, quando o Iluminismo surgiu no mundo europeu, houve uma mudança sociopolítica e econômica em que:

 

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Texto 1

Política e religião não se discutem? (Adaptado)

“Política e religião não se discutem” é uma regrinha utilizada para manter a paz da casa da avó ou o último verniz de civilidade nas reuniões de condomínio. Quando o assunto é “religião na política” o cenário tende a ficar mais explosivo, podendo atingir as proporções de uma batalha épica.

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No entanto, o sociólogo português Boaventura de Souza Santos, pode nos ajudar nesta tarefa. Ele chama de teologia política os discursos que reivindicam a presença da religião na esfera política, porém ele notou que as semelhanças entre os diversos grupos acabam aí e propôs uma tipologia para poder abordar a complexidade desta realidade.

Para entender tal tipologia é preciso lembrar que até cerca de dois séculos atrás religião e política andavam juntas. A coisa começou a mudar quando o iluminismo propôs que o Estado deveria ser laico, ou seja, pautado pela lógica racional. Esta filosofia animou várias correntes que, quando chegaram ao poder limitaram a influência política das religiões. Porém, até hoje as religiões tentam responder a isso, buscando reintroduzir os textos sagrados como elementos capazes de influenciar a vida pública e pelo que Boaventura percebeu tais respostas teológicas podem ser distribuídas entre dois extremos: Pluralistas e Fundamentalistas. Aqueles aceitam a autonomia política e de religião; estes são baseados em revelações e criam grupos radicais a exemplo dos grupos radicais islâmicos.

O sociólogo traça ainda um segundo eixo para classificar tais teologias de acordo com as intervenções políticas. As extremidades de tal eixo são: Tradicionalistas e Progressistas em que nestes, as desigualdade são desnaturalizadas e vistas como questões decorrentes de um sistema social e econômico que atenta contra os princípios da religião. Há um lado que se preocupa com os oprimidos e outro que ajuda a manter os privilégios de quem está no poder. Mas o Progressismo tem ainda uma tendência ecumênica e inter-religiosa.

https://www.politize.com.br acesso em 13 de setembro de 2022.

Para entender tal tipologia é preciso lembrar que até cerca de dois séculos atrás religião e política andavam juntas. A coisa começou a mudar quando o iluminismo propôs que o Estado deveria ser laico, ou seja, pautado pela lógica racional. Esta filosofia animou várias correntes que quando chegaram ao poder limitaram a influência política das religiões. Porém, até hoje as religiões tentam responder a isso, buscando reintroduzir os textos sagrados como elementos capazes de influenciar a vida pública e pelo que Boaventura percebeu tais respostas teológicas podem ser distribuídas entre dois extremos: Pluralistas e Fundamentalistas. Aqueles aceitam a autonomia política e de religião; estes são baseados em revelações e criam grupos radicais a exemplo dos grupos radicais islâmicos.”

Sobre as expressões sublinhadas quanto aos sentidos estabelecidos no parágrafo, analise as assertivas abaixo, marcando a única alternativa correta.

 

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Texto 1

Política e religião não se discutem? (Adaptado)

“Política e religião não se discutem” é uma regrinha utilizada para manter a paz da casa da avó ou o último verniz de civilidade nas reuniões de condomínio. Quando o assunto é “religião na política” o cenário tende a ficar mais explosivo, podendo atingir as proporções de uma batalha épica.

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No entanto, o sociólogo português Boaventura de Souza Santos, pode nos ajudar nesta tarefa. Ele chama de teologia política os discursos que reivindicam a presença da religião na esfera política, porém ele notou que as semelhanças entre os diversos grupos acabam aí e propôs uma tipologia para poder abordar a complexidade desta realidade.

Para entender tal tipologia é preciso lembrar que até cerca de dois séculos atrás religião e política andavam juntas. A coisa começou a mudar quando o iluminismo propôs que o Estado deveria ser laico, ou seja, pautado pela lógica racional. Esta filosofia animou várias correntes que, quando chegaram ao poder limitaram a influência política das religiões. Porém, até hoje as religiões tentam responder a isso, buscando reintroduzir os textos sagrados como elementos capazes de influenciar a vida pública e pelo que Boaventura percebeu tais respostas teológicas podem ser distribuídas entre dois extremos: Pluralistas e Fundamentalistas. Aqueles aceitam a autonomia política e de religião; estes são baseados em revelações e criam grupos radicais a exemplo dos grupos radicais islâmicos.

O sociólogo traça ainda um segundo eixo para classificar tais teologias de acordo com as intervenções políticas. As extremidades de tal eixo são: Tradicionalistas e Progressistas em que nestes, as desigualdade são desnaturalizadas e vistas como questões decorrentes de um sistema social e econômico que atenta contra os princípios da religião. Há um lado que se preocupa com os oprimidos e outro que ajuda a manter os privilégios de quem está no poder. Mas o Progressismo tem ainda uma tendência ecumênica e inter-religiosa.

https://www.politize.com.br acesso em 13 de setembro de 2022.

“O sociólogo traça ainda um segundo eixo para classificar tais teologias de acordo com as intervenções políticas. As extremidades de tal eixo são: Tradicionalistas e Progressistas em que nestes as desigualdade são desnaturalizadas e vistas como questões decorrentes de um sistema social e econômico que atenta contra os princípios da religião. Há um lado que se preocupa com os oprimidos e outro que ajuda a manter os privilégios de quem está no poder. Mas o Progressismo tem ainda uma tendência ecumênica e inter-religiosa.”

Considerando no parágrafo acima, os aspectos relativos à semântica e à sintaxe identifique a única alternativa correta.

 

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Texto 1

Política e religião não se discutem? (Adaptado)

“Política e religião não se discutem” é uma regrinha utilizada para manter a paz da casa da avó ou o último verniz de civilidade nas reuniões de condomínio. Quando o assunto é “religião na política” o cenário tende a ficar mais explosivo, podendo atingir as proporções de uma batalha épica.

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No entanto, o sociólogo português Boaventura de Souza Santos, pode nos ajudar nesta tarefa. Ele chama de teologia política os discursos que reivindicam a presença da religião na esfera política, porém ele notou que as semelhanças entre os diversos grupos acabam aí e propôs uma tipologia para poder abordar a complexidade desta realidade.

Para entender tal tipologia é preciso lembrar que até cerca de dois séculos atrás religião e política andavam juntas. A coisa começou a mudar quando o iluminismo propôs que o Estado deveria ser laico, ou seja, pautado pela lógica racional. Esta filosofia animou várias correntes que, quando chegaram ao poder limitaram a influência política das religiões. Porém, até hoje as religiões tentam responder a isso, buscando reintroduzir os textos sagrados como elementos capazes de influenciar a vida pública e pelo que Boaventura percebeu tais respostas teológicas podem ser distribuídas entre dois extremos: Pluralistas e Fundamentalistas. Aqueles aceitam a autonomia política e de religião; estes são baseados em revelações e criam grupos radicais a exemplo dos grupos radicais islâmicos.

O sociólogo traça ainda um segundo eixo para classificar tais teologias de acordo com as intervenções políticas. As extremidades de tal eixo são: Tradicionalistas e Progressistas em que nestes, as desigualdade são desnaturalizadas e vistas como questões decorrentes de um sistema social e econômico que atenta contra os princípios da religião. Há um lado que se preocupa com os oprimidos e outro que ajuda a manter os privilégios de quem está no poder. Mas o Progressismo tem ainda uma tendência ecumênica e inter-religiosa.

https://www.politize.com.br acesso em 13 de setembro de 2022.

“O sociólogo traça ainda um segundo eixo para classificar tais teologias de acordo com as intervenções políticas. As extremidades de tal eixo são: Tradicionalistas e Progressistas em que nestes as desigualdade são desnaturalizadas e vistas como questões decorrentes de um sistema social e econômico que atenta contra os princípios da religião. Há um lado que se preocupa com os oprimidos e outro que ajuda a manter os privilégios de quem está no poder. Mas o Progressismo tem ainda uma tendência ecumênica e inter-religiosa.”

Sobre o parágrafo acima, existem várias afirmações, analise-as, marcando, em seguida, a única alternativa sem falha.

 

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Texto 1

Política e religião não se discutem? (Adaptado)

“Política e religião não se discutem” é uma regrinha utilizada para manter a paz da casa da avó ou o último verniz de civilidade nas reuniões de condomínio. Quando o assunto é “religião na política” o cenário tende a ficar mais explosivo, podendo atingir as proporções de uma batalha épica.

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No entanto, o sociólogo português Boaventura de Souza Santos, pode nos ajudar nesta tarefa. Ele chama de teologia política os discursos que reivindicam a presença da religião na esfera política, porém ele notou que as semelhanças entre os diversos grupos acabam aí e propôs uma tipologia para poder abordar a complexidade desta realidade.

Para entender tal tipologia é preciso lembrar que até cerca de dois séculos atrás religião e política andavam juntas. A coisa começou a mudar quando o iluminismo propôs que o Estado deveria ser laico, ou seja, pautado pela lógica racional. Esta filosofia animou várias correntes que, quando chegaram ao poder limitaram a influência política das religiões. Porém, até hoje as religiões tentam responder a isso, buscando reintroduzir os textos sagrados como elementos capazes de influenciar a vida pública e pelo que Boaventura percebeu tais respostas teológicas podem ser distribuídas entre dois extremos: Pluralistas e Fundamentalistas. Aqueles aceitam a autonomia política e de religião; estes são baseados em revelações e criam grupos radicais a exemplo dos grupos radicais islâmicos.

O sociólogo traça ainda um segundo eixo para classificar tais teologias de acordo com as intervenções políticas. As extremidades de tal eixo são: Tradicionalistas e Progressistas em que nestes, as desigualdade são desnaturalizadas e vistas como questões decorrentes de um sistema social e econômico que atenta contra os princípios da religião. Há um lado que se preocupa com os oprimidos e outro que ajuda a manter os privilégios de quem está no poder. Mas o Progressismo tem ainda uma tendência ecumênica e inter-religiosa.

https://www.politize.com.br acesso em 13 de setembro de 2022.

A questão se relaciona com o texto acima.

O texto pode ser observado sob vários aspectos. Identifique a única alternativa correta quanto àqueles que se encontram abaixo expostos.

 

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Texto 1

Política e religião não se discutem? (Adaptado)

“Política e religião não se discutem” é uma regrinha utilizada para manter a paz da casa da avó ou o último verniz de civilidade nas reuniões de condomínio. Quando o assunto é “religião na política” o cenário tende a ficar mais explosivo, podendo atingir as proporções de uma batalha épica.

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No entanto, o sociólogo português Boaventura de Souza Santos, pode nos ajudar nesta tarefa. Ele chama de teologia política os discursos que reivindicam a presença da religião na esfera política, porém ele notou que as semelhanças entre os diversos grupos acabam aí e propôs uma tipologia para poder abordar a complexidade desta realidade.

Para entender tal tipologia é preciso lembrar que até cerca de dois séculos atrás religião e política andavam juntas. A coisa começou a mudar quando o iluminismo propôs que o Estado deveria ser laico, ou seja, pautado pela lógica racional. Esta filosofia animou várias correntes que, quando chegaram ao poder limitaram a influência política das religiões. Porém, até hoje as religiões tentam responder a isso, buscando reintroduzir os textos sagrados como elementos capazes de influenciar a vida pública e pelo que Boaventura percebeu tais respostas teológicas podem ser distribuídas entre dois extremos: Pluralistas e Fundamentalistas. Aqueles aceitam a autonomia política e de religião; estes são baseados em revelações e criam grupos radicais a exemplo dos grupos radicais islâmicos.

O sociólogo traça ainda um segundo eixo para classificar tais teologias de acordo com as intervenções políticas. As extremidades de tal eixo são: Tradicionalistas e Progressistas em que nestes, as desigualdade são desnaturalizadas e vistas como questões decorrentes de um sistema social e econômico que atenta contra os princípios da religião. Há um lado que se preocupa com os oprimidos e outro que ajuda a manter os privilégios de quem está no poder. Mas o Progressismo tem ainda uma tendência ecumênica e inter-religiosa.

https://www.politize.com.br acesso em 13 de setembro de 2022.

A questão se relaciona com o texto acima.

Verifique as afirmações abaixo sobre o texto em geral:

I.Apresenta elementos estruturais, contendo discurso indireto livre, com argumentos pertinentes ao tipo dissertativo.

II.Os argumentos empregados, embora válidos, contêm algo conotativo, aspecto empregado no tipo narrativo.

III.O texto, analisado com discernimento, afasta-se tanto do tipo dissertativo, como do narrativo, assemelhando-se ao tipo descritivo.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmação(ões):

 

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Política e religião não se discutem? (Adaptado)

“Política e religião não se discutem” é uma regrinha utilizada para manter a paz da casa da avó ou o último verniz de civilidade nas reuniões de condomínio. Quando o assunto é “religião na política” o cenário tende a ficar mais explosivo, podendo atingir as proporções de uma batalha épica.

...........................................................................................................................................

No entanto, o sociólogo português Boaventura de Souza Santos, pode nos ajudar nesta tarefa. Ele chama de teologia política os discursos que reivindicam a presença da religião na esfera política, porém ele notou que as semelhanças entre os diversos grupos acabam aí e propôs uma tipologia para poder abordar a complexidade desta realidade.

Para entender tal tipologia é preciso lembrar que até cerca de dois séculos atrás religião e política andavam juntas. A coisa começou a mudar quando o iluminismo propôs que o Estado deveria ser laico, ou seja, pautado pela lógica racional. Esta filosofia animou várias correntes que, quando chegaram ao poder limitaram a influência política das religiões. Porém, até hoje as religiões tentam responder a isso, buscando reintroduzir os textos sagrados como elementos capazes de influenciar a vida pública e pelo que Boaventura percebeu tais respostas teológicas podem ser distribuídas entre dois extremos: Pluralistas e Fundamentalistas. Aqueles aceitam a autonomia política e de religião; estes são baseados em revelações e criam grupos radicais a exemplo dos grupos radicais islâmicos.

O sociólogo traça ainda um segundo eixo para classificar tais teologias de acordo com as intervenções políticas. As extremidades de tal eixo são: Tradicionalistas e Progressistas em que nestes, as desigualdade são desnaturalizadas e vistas como questões decorrentes de um sistema social e econômico que atenta contra os princípios da religião. Há um lado que se preocupa com os oprimidos e outro que ajuda a manter os privilégios de quem está no poder. Mas o Progressismo tem ainda uma tendência ecumênica e inter-religiosa.

https://www.politize.com.br acesso em 13 de setembro de 2022.

A questão se relaciona com o texto acima.

I- O texto é jornalístico por isso possui predominância de prolixidade, daí haver poucos elementos coesivos.

II- Trata-se de um artigo, contendo elementos, em quase sua totalidade, empregados denotativamente, baseado em argumentos advindos de informações verídicas.

A alternativa correta em relação às assertivas acima se encontra em:

 

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