Foram encontradas 70 questões.
Instrução: Os dados abaixo servem de base para as questão.
Suponha uma linha de transporte coletivo com 2 terminais (TC e TB) e 3 paradas intermediárias (P1, P2 e P3), com a seguinte disposição seqüencial: TC, P1, P2, P3, TB. Ainda, no sentido de TC para TB, são os seguintes os totais de embarques e desembarques por terminal/parada durante a hora pico: o primeiro valor representa o número de passageiros embarcando, e o segundo, o número de passageiros desembarcando em cada terminal/parada (200 / 0; 150 / 50; 170 / 40; 125 / 130; 0 / 425). Ainda, a linha é operada por veículos com capacidade para 40 passageiros sentados e 32 passageiros em pé, e o tempo de ciclo veicular completo é de 30 minutos (o tempo de ciclo veicular completo leva em conta tanto o tempo de deslocamento na ida e na volta como o tempo gasto em todas as paradas e terminais).
Qual a freqüência horária para atender a linha de acordo com o padrão de demanda?
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Com relação a seleção e projeto da impermeabilização de uma edificação, de acordo com a NBR 9575:2003, é INCORRETO afirmar que
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Suponha uma rodovia tipo freeway com 3 faixas por sentido de circulação, que apresente um volume horário observado de 90 veículos/minuto no sentido cidade– campo, com os veículos operando a uma velocidade média de 100 km/h.
Qual a densidade no sentido cidade-campo?
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Em relação ao Tribunal de Contas de União, são feitas as seguintes afirmações.
I - É integrado por 11 (onze) Ministros.
II - Todos os Ministros são escolhidos pelo Presidente da República.
III - Em termos de vencimentos, seus Ministros são equiparados aos Ministros do Supremo Tribunal Federal.
IV - Dentre outras condições, os Ministros serão nomeados dentre os brasileiros com mais de 35 (trinta e cinco) anos e menos de 65 (sessenta e cinco) anos de idade.
Quais estão corretas?
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Para avaliar a durabilidade de agregados para pavimentação face às solicitações impostas pelo tráfego ou pelo clima, podem ser realizados todos os ensaios abaixo, EXCETO
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Considere a situação hipotética apresentada abaixo que retrata a situação de um elevador de carga em uma obra de edificação.
I - A plataforma do elevador é dotada de contenções laterais com cerca de 1,0 m de altura nos lados em que não há carga ou descarga.
II - O elevador possui cobertura fixa para evitar riscos durante as operações de carga e descarga de materiais.
III - A torre do guincho está firmemente fixada à estrutura da edificação a cada dois pavimentos com ganchos metálicos deixados na estrutura durante a concretagem.
Segundo a norma NR-18, o elevador acima descrito está
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Com relação aos processos de tratamentos de esgotos, são feitas as seguintes afirmações.
I - O reator seqüencial em batelada é um sistema de lodos ativados em que as etapas de aeração e sedimentação ocorrem em um mesmo tanque.
II - Lodos ativados convencionais são projetados para remoção de sólidos em suspensão, matéria orgânica, nitrogênio e fósforo.
III - Lagoa de maturação é um processo natural de tratamento, usado para remoção de microorganismos patogênicos presentes nos esgotos.
IV - Reatores UASB (Upflow Anaerobic Sludge Blanket) substituem o decantador primário, o adensador e o digestor de lodos em estações de tratamento de esgotos.
Quais estão corretas?
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Mentira e conseqüência
O revolucionário russo Alexander Herzen costumava dizer que o problema central dos povos eslavos estava num excesso de geografia e num déficit de história. Um século depois, o filósofo britânico Isaiah Berlin resolvia inverter essa máxima para ilustrar o “problema judaico”. Para Berlin, o problema dos judeus era um excesso de história e uma dramática falta de geografia: dois milênios de tragédias e vilanias que só uma casa – no sentido físico e até espiritual – poderia resolver completamente.
Essa é, numa simplificação necessária, a visão primeira do primeiro sionista, Theodor Herzl. Mas se Herzl estabeleceu as bases do sionismo moderno, um fato acabaria por tornar Israel uma inevitabilidade prática, e não apenas teórica. Na Segunda Guerra Mundial, um dos mais sistemáticos e radicais programas de extermínio mostrava como a longa história do anti-semitismo só seria travada se os judeus tivessem essa casa sem mais demoras: um espaço de reconciliação que pudessem chamar de seu. Mesmo que não desejassem, como, efetivamente, muitos não desejaram, regressar a ele.
Israel só existe porque o Holocausto existiu. Ou, inversamente e na lógica do anti-semitismo, Israel não tem direito à existência se o Holocausto foi uma farsa. Não adianta lembrar a um fanático que cinco décadas de historiografia séria, com testemunhos pessoais, físicos e documentais, estabeleceram os contornos do inominável. Na mentalidade de revisionistas e negacionistas, se o Holocausto não existiu, o Estado Judaico não tem direito a existir.
A legitimação de uma mentira é um primeiro passo para deslegitimar Israel. Trata-se, no fundo, de uma velha técnica de desumanização progressiva que o Terceiro Reich cultivou com sucesso: se retirarmos de um ser humano a sua basilar humanidade, nada impede que possa ser humilhado e destruído.
É esse filme de mentira e conseqüência que atualmente está em cena no Irã. No momento em que escrevo, trinta países estão representados numa “conferência internacional” em Teerã, com o nobre propósito de indagar veracidade do Holocausto. Os promotores garantem pluralismo, ou seja, rédea livre revisionistas e negacionistas para questionar os campos de concentração, as câmaras de gás e o “mito” dos seis milhões.
Um representante do governo iraniano defende o circo como crítica necessária censura que reina no Ocidente (infelizmente, uma estupidez sem defesa, que só confere trunfos aos fanáticos), onde revisionistas e negacionistas são silenciados e presos. Mas é preciso ouvir um negacionista verdadeiro para encontrar a resposta ironicamente verdadeira. Convidado a pronunciar-se sobre o encontro, Frederick Toben, que apresenta aos congressistas a comunicação As alegadas câmaras de gás de Auschwitz - Uma análise técnica e química, afirma sem hesitar: “O Holocausto equivale a uma mentira.
Conseqüentemente, Israel é uma mentira”. Estão enganados os que pensam nessa conferência como um simpático encontro de lunáticos. Enquanto os “especialistas” negam o Holocausto, o Irã inicia a expansão do seu programa de enriquecimento de urânio. O Conselho de Segurança das Nações Unidas persiste na sua farsa diplomática e numa absoluta, e já lendária, incapacidade punitiva. E os Estados Unidos, tradicionalmente aliados de Israel, aceitam um Irã com capacidade nuclear, capitulação evidente, que pode implicar, em linguagem bem prosaica, a simples venda de Israel a Teerã.
Adaptado de: COUTINHO, João Pereira. Mentira e conseqüência. Folha Online, São Paulo, 11 dez 2006. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/ult2707u52.shtml. Acesso em: 12 jan. 2007.
Sobre passagens do texto, são feitas as afirmações abaixo.
I - Ao afirmar Israel só existe porque o Holocausto existiu, o autor pretende oferecer apoio à afirmação Israel não tem direito à existência se o Holocausto foi uma farsa.
II - Com a afirmação Não adianta lembrar a um fanático que cinco décadas de historiografia séria, com testemunhos pessoais, físicos e documentais, estabeleceram os contornos do inominável., o autor apresenta um argumento contra a alegação de inexistência do Holocausto.
III - Com a frase Na mentalidade de revisionistas e negacionistas, se o Holocausto não existiu, o Estado judaico não tem direito a existir., o autor do texto pretende identificar- se com o ponto de vista dos revisionistas e negacionistas.
Quais estão corretas?
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O processador de texto MS-WORD e alguns similares têm recursos que permitem escrever equações matemáticas, como X3- 4x2+ 6x = 0, e fórmulas químicas, como H2SO4. Tais recursos nos processadores de texto são conhecidos, respectivamente, como
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Mentira e conseqüência
O revolucionário russo Alexander Herzen costumava dizer que o problema central dos povos eslavos estava num excesso de geografia e num déficit de história. Um século depois, o filósofo britânico Isaiah Berlin resolvia inverter essa máxima para ilustrar o “problema judaico”. Para Berlin, o problema dos judeus era um excesso de história e uma dramática falta de geografia: dois milênios de tragédias e vilanias que só uma casa – no sentido físico e até espiritual – poderia resolver completamente.
Essa é, numa simplificação necessária, a visão primeira do primeiro sionista, Theodor Herzl. Mas se Herzl estabeleceu as bases do sionismo moderno, um fato acabaria por tornar Israel uma inevitabilidade prática, e não apenas teórica. Na Segunda Guerra Mundial, um dos mais sistemáticos e radicais programas de extermínio mostrava como a longa história do anti-semitismo só seria travada se os judeus tivessem essa casa sem mais demoras: um espaço de reconciliação que pudessem chamar de seu. Mesmo que não desejassem, como, efetivamente, muitos não desejaram, regressar a ele.
Israel só existe porque o Holocausto existiu. Ou, inversamente e na lógica do anti-semitismo, Israel não tem direito à existência se o Holocausto foi uma farsa. Não adianta lembrar a um fanático que cinco décadas de historiografia séria, com testemunhos pessoais, físicos e documentais, estabeleceram os contornos do inominável. Na mentalidade de revisionistas e negacionistas, se o Holocausto não existiu, o Estado Judaico não tem direito a existir.
A legitimação de uma mentira é um primeiro passo para deslegitimar Israel. Trata-se, no fundo, de uma velha técnica de desumanização progressiva que o Terceiro Reich cultivou com sucesso: se retirarmos de um ser humano a sua basilar humanidade, nada impede que possa ser humilhado e destruído.
É esse filme de mentira e conseqüência que atualmente está em cena no Irã. No momento em que escrevo, trinta países estão representados numa “conferência internacional” em Teerã, com o nobre propósito de indagar veracidade do Holocausto. Os promotores garantem pluralismo, ou seja, rédea livre revisionistas e negacionistas para questionar os campos de concentração, as câmaras de gás e o “mito” dos seis milhões.
Um representante do governo iraniano defende o circo como crítica necessária censura que reina no Ocidente (infelizmente, uma estupidez sem defesa, que só confere trunfos aos fanáticos), onde revisionistas e negacionistas são silenciados e presos. Mas é preciso ouvir um negacionista verdadeiro para encontrar a resposta ironicamente verdadeira. Convidado a pronunciar-se sobre o encontro, Frederick Toben, que apresenta aos congressistas a comunicação As alegadas câmaras de gás de Auschwitz - Uma análise técnica e química, afirma sem hesitar: “O Holocausto equivale a uma mentira.
Conseqüentemente, Israel é uma mentira”. Estão enganados os que pensam nessa conferência como um simpático encontro de lunáticos. Enquanto os “especialistas” negam o Holocausto, o Irã inicia a expansão do seu programa de enriquecimento de urânio. O Conselho de Segurança das Nações Unidas persiste na sua farsa diplomática e numa absoluta, e já lendária, incapacidade punitiva. E os Estados Unidos, tradicionalmente aliados de Israel, aceitam um Irã com capacidade nuclear, capitulação evidente, que pode implicar, em linguagem bem prosaica, a simples venda de Israel a Teerã.
Adaptado de: COUTINHO, João Pereira. Mentira e conseqüência. Folha Online, São Paulo, 11 dez 2006. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/ult2707u52.shtml. Acesso em: 12 jan. 2007.
Considere as afirmações abaixo sobre modificações propostas para frases do texto.
I - Na frase Essa é, numa simplificação necessária, a visão primeira do primeiro sionista, Theodor Herzl., a expressão numa simplificação necessária pode ser deslocada para o início, seguida por vírgula, sem que haja alteração no sentido do período.
II - Na frase Na Segunda Guerra Mundial, um dos mais sistemáticos e radicais programas de extermínio mostrava como a longa história do anti-semitismo só seria travada se os judeus tivessem essa casa sem mais demoras: um espaço de reconciliação que pudessem chamar de seu., a expressão na Segunda Guerra Mundial pode ser deslocada para depois da palavra travada sem que haja alteração no sentido do período.
III - Na frase Na mentalidade de revisionistas e negacionistas, se o Holocausto não existiu, o Estado Judaico não tem direito a existir., a expressão na mentalidade de revisionistas e negacionistas pode ser deslocada para o final da frase, antecedida por vírgula, sem que haja alteração no sentido do período.
Quais estão corretas?
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