Foram encontradas 149 questões.
Considere a situação hipotética apresentada abaixo que retrata a situação de um elevador de carga em uma obra de edificação.
I - A plataforma do elevador é dotada de contenções laterais com cerca de 1,0 m de altura nos lados em que não há carga ou descarga.
II - O elevador possui cobertura fixa para evitar riscos durante as operações de carga e descarga de materiais.
III - A torre do guincho está firmemente fixada à estrutura da edificação a cada dois pavimentos com ganchos metálicos deixados na estrutura durante a concretagem.
Segundo a norma NR-18, o elevador acima descrito está
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Assinale a alternativa que corresponde ao tipo de parecer a que se refere o modelo abaixo.
MODELO
PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES
PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES
DESTINATÁRIO
(1) Examinamos os balanços patrimoniais da Empresa ABC, levantados em 31 de dezembro de 19X1 e de 19X0, e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e das origens e aplicações de recursos correspondentes aos exercícios findos naquelas datas, elaborados sob a responsabilidade de sua administração. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis.
(2) Nossos exames foram conduzidos de acordo com as normas de auditoria e compreenderam: a) o planejamento dos trabalhos, considerando a relevância dos saldos, o volume de transações e o sistema contábil e de controles internos da entidade; b) a constatação, com base em testes, das evidências e dos registros que suportam os valores e as informações contábeis divulgados; e c) a avaliação das práticas e das estimativas contábeis mais representativas adotadas pela administração da entidade, bem como da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.
(3) Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Empresa ABC em 31 de dezembro de 19X1 e de 19X0, o resultado de suas operações, as mutações de seu patrimônio líquido e as origens e aplicações de seus recursos referentes aos exercícios findos naquelas datas, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.
Local e data
Assinatura
Nome do auditor-responsável técnico
Contador Nº de registro no CRC
Nome do auditor-responsável técnico
Contador Nº de registro no CRC
Nome da empresa de auditoria
Nº de registro cadastral no CRC
Nº de registro cadastral no CRC
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Com relação aos processos de tratamentos de esgotos, são feitas as seguintes afirmações.
I - O reator seqüencial em batelada é um sistema de lodos ativados em que as etapas de aeração e sedimentação ocorrem em um mesmo tanque.
II - Lodos ativados convencionais são projetados para remoção de sólidos em suspensão, matéria orgânica, nitrogênio e fósforo.
III - Lagoa de maturação é um processo natural de tratamento, usado para remoção de microorganismos patogênicos presentes nos esgotos.
IV - Reatores UASB (Upflow Anaerobic Sludge Blanket) substituem o decantador primário, o adensador e o digestor de lodos em estações de tratamento de esgotos.
Quais estão corretas?
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- Certificado DigitalFundamentos: Certificado Digital
- Certificado DigitalInfraestrutura de Chaves Públicas (PKI)
- Certificado DigitalPadrão X.509
- CriptografiaCriptografia AssimétricaChave Pública
Qual o principal componente NÃO criptografado de um certificado digital?
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Extremme Programming (XP), Model Driven Architecture (MDA) e Feature-Driven Development (FDD) são exemplos de
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Considere as afirmações sobre o processo de obtenção e avaliação das informações relativas aos objetivos e ao alcance da Auditoria Interna.
I - A informação suficiente é aquela que é factual e convincente, de tal forma que uma pessoa prudente e informada possa entendê-la da mesma forma que o auditor interno.
II - A informação adequada é aquela que, sendo confiável, propicia a melhor evidência alcançável, por meio do uso apropriado das técnicas de Auditoria Interna.
III - A informação útil é a que dá suporte às conclusões e às recomendações da Auditoria Interna.
IV - A informação relevante é a que auxilia a entidade a atingir suas metas.
Quais estão corretas?
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Mentira e conseqüência
O revolucionário russo Alexander Herzen costumava dizer que o problema central dos povos eslavos estava num excesso de geografia e num déficit de história. Um século depois, o filósofo britânico Isaiah Berlin resolvia inverter essa máxima para ilustrar o “problema judaico”. Para Berlin, o problema dos judeus era um excesso de história e uma dramática falta de geografia: dois milênios de tragédias e vilanias que só uma casa – no sentido físico e até espiritual – poderia resolver completamente.
Essa é, numa simplificação necessária, a visão primeira do primeiro sionista, Theodor Herzl. Mas se Herzl estabeleceu as bases do sionismo moderno, um fato acabaria por tornar Israel uma inevitabilidade prática, e não apenas teórica. Na Segunda Guerra Mundial, um dos mais sistemáticos e radicais programas de extermínio mostrava como a longa história do anti-semitismo só seria travada se os judeus tivessem essa casa sem mais demoras: um espaço de reconciliação que pudessem chamar de seu. Mesmo que não desejassem, como, efetivamente, muitos não desejaram, regressar a ele.
Israel só existe porque o Holocausto existiu. Ou, inversamente e na lógica do anti-semitismo, Israel não tem direito à existência se o Holocausto foi uma farsa. Não adianta lembrar a um fanático que cinco décadas de historiografia séria, com testemunhos pessoais, físicos e documentais, estabeleceram os contornos do inominável. Na mentalidade de revisionistas e negacionistas, se o Holocausto não existiu, o Estado Judaico não tem direito a existir.
A legitimação de uma mentira é um primeiro passo para deslegitimar Israel. Trata-se, no fundo, de uma velha técnica de desumanização progressiva que o Terceiro Reich cultivou com sucesso: se retirarmos de um ser humano a sua basilar humanidade, nada impede que possa ser humilhado e destruído.
É esse filme de mentira e conseqüência que atualmente está em cena no Irã. No momento em que escrevo, trinta países estão representados numa “conferência internacional” em Teerã, com o nobre propósito de indagar veracidade do Holocausto. Os promotores garantem pluralismo, ou seja, rédea livre revisionistas e negacionistas para questionar os campos de concentração, as câmaras de gás e o “mito” dos seis milhões.
Um representante do governo iraniano defende o circo como crítica necessária censura que reina no Ocidente (infelizmente, uma estupidez sem defesa, que só confere trunfos aos fanáticos), onde revisionistas e negacionistas são silenciados e presos. Mas é preciso ouvir um negacionista verdadeiro para encontrar a resposta ironicamente verdadeira. Convidado a pronunciar-se sobre o encontro, Frederick Toben, que apresenta aos congressistas a comunicação As alegadas câmaras de gás de Auschwitz - Uma análise técnica e química, afirma sem hesitar: “O Holocausto equivale a uma mentira.
Conseqüentemente, Israel é uma mentira”. Estão enganados os que pensam nessa conferência como um simpático encontro de lunáticos. Enquanto os “especialistas” negam o Holocausto, o Irã inicia a expansão do seu programa de enriquecimento de urânio. O Conselho de Segurança das Nações Unidas persiste na sua farsa diplomática e numa absoluta, e já lendária, incapacidade punitiva. E os Estados Unidos, tradicionalmente aliados de Israel, aceitam um Irã com capacidade nuclear, capitulação evidente, que pode implicar, em linguagem bem prosaica, a simples venda de Israel a Teerã.
Adaptado de: COUTINHO, João Pereira. Mentira e conseqüência. Folha Online, São Paulo, 11 dez 2006. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/ult2707u52.shtml. Acesso em: 12 jan. 2007.
Sobre passagens do texto, são feitas as afirmações abaixo.
I - Ao afirmar Israel só existe porque o Holocausto existiu, o autor pretende oferecer apoio à afirmação Israel não tem direito à existência se o Holocausto foi uma farsa.
II - Com a afirmação Não adianta lembrar a um fanático que cinco décadas de historiografia séria, com testemunhos pessoais, físicos e documentais, estabeleceram os contornos do inominável., o autor apresenta um argumento contra a alegação de inexistência do Holocausto.
III - Com a frase Na mentalidade de revisionistas e negacionistas, se o Holocausto não existiu, o Estado judaico não tem direito a existir., o autor do texto pretende identificar- se com o ponto de vista dos revisionistas e negacionistas.
Quais estão corretas?
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O processador de texto MS-WORD e alguns similares têm recursos que permitem escrever equações matemáticas, como X3- 4x2+ 6x = 0, e fórmulas químicas, como H2SO4. Tais recursos nos processadores de texto são conhecidos, respectivamente, como
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Mentira e conseqüência
O revolucionário russo Alexander Herzen costumava dizer que o problema central dos povos eslavos estava num excesso de geografia e num déficit de história. Um século depois, o filósofo britânico Isaiah Berlin resolvia inverter essa máxima para ilustrar o “problema judaico”. Para Berlin, o problema dos judeus era um excesso de história e uma dramática falta de geografia: dois milênios de tragédias e vilanias que só uma casa – no sentido físico e até espiritual – poderia resolver completamente.
Essa é, numa simplificação necessária, a visão primeira do primeiro sionista, Theodor Herzl. Mas se Herzl estabeleceu as bases do sionismo moderno, um fato acabaria por tornar Israel uma inevitabilidade prática, e não apenas teórica. Na Segunda Guerra Mundial, um dos mais sistemáticos e radicais programas de extermínio mostrava como a longa história do anti-semitismo só seria travada se os judeus tivessem essa casa sem mais demoras: um espaço de reconciliação que pudessem chamar de seu. Mesmo que não desejassem, como, efetivamente, muitos não desejaram, regressar a ele.
Israel só existe porque o Holocausto existiu. Ou, inversamente e na lógica do anti-semitismo, Israel não tem direito à existência se o Holocausto foi uma farsa. Não adianta lembrar a um fanático que cinco décadas de historiografia séria, com testemunhos pessoais, físicos e documentais, estabeleceram os contornos do inominável. Na mentalidade de revisionistas e negacionistas, se o Holocausto não existiu, o Estado Judaico não tem direito a existir.
A legitimação de uma mentira é um primeiro passo para deslegitimar Israel. Trata-se, no fundo, de uma velha técnica de desumanização progressiva que o Terceiro Reich cultivou com sucesso: se retirarmos de um ser humano a sua basilar humanidade, nada impede que possa ser humilhado e destruído.
É esse filme de mentira e conseqüência que atualmente está em cena no Irã. No momento em que escrevo, trinta países estão representados numa “conferência internacional” em Teerã, com o nobre propósito de indagar veracidade do Holocausto. Os promotores garantem pluralismo, ou seja, rédea livre revisionistas e negacionistas para questionar os campos de concentração, as câmaras de gás e o “mito” dos seis milhões.
Um representante do governo iraniano defende o circo como crítica necessária censura que reina no Ocidente (infelizmente, uma estupidez sem defesa, que só confere trunfos aos fanáticos), onde revisionistas e negacionistas são silenciados e presos. Mas é preciso ouvir um negacionista verdadeiro para encontrar a resposta ironicamente verdadeira. Convidado a pronunciar-se sobre o encontro, Frederick Toben, que apresenta aos congressistas a comunicação As alegadas câmaras de gás de Auschwitz - Uma análise técnica e química, afirma sem hesitar: “O Holocausto equivale a uma mentira.
Conseqüentemente, Israel é uma mentira”. Estão enganados os que pensam nessa conferência como um simpático encontro de lunáticos. Enquanto os “especialistas” negam o Holocausto, o Irã inicia a expansão do seu programa de enriquecimento de urânio. O Conselho de Segurança das Nações Unidas persiste na sua farsa diplomática e numa absoluta, e já lendária, incapacidade punitiva. E os Estados Unidos, tradicionalmente aliados de Israel, aceitam um Irã com capacidade nuclear, capitulação evidente, que pode implicar, em linguagem bem prosaica, a simples venda de Israel a Teerã.
Adaptado de: COUTINHO, João Pereira. Mentira e conseqüência. Folha Online, São Paulo, 11 dez 2006. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/ult2707u52.shtml. Acesso em: 12 jan. 2007.
Considere as afirmações abaixo sobre modificações propostas para frases do texto.
I - Na frase Essa é, numa simplificação necessária, a visão primeira do primeiro sionista, Theodor Herzl., a expressão numa simplificação necessária pode ser deslocada para o início, seguida por vírgula, sem que haja alteração no sentido do período.
II - Na frase Na Segunda Guerra Mundial, um dos mais sistemáticos e radicais programas de extermínio mostrava como a longa história do anti-semitismo só seria travada se os judeus tivessem essa casa sem mais demoras: um espaço de reconciliação que pudessem chamar de seu., a expressão na Segunda Guerra Mundial pode ser deslocada para depois da palavra travada sem que haja alteração no sentido do período.
III - Na frase Na mentalidade de revisionistas e negacionistas, se o Holocausto não existiu, o Estado Judaico não tem direito a existir., a expressão na mentalidade de revisionistas e negacionistas pode ser deslocada para o final da frase, antecedida por vírgula, sem que haja alteração no sentido do período.
Quais estão corretas?
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Considere os itens abaixo.
I - Os sistemas administrativo e operacional de controle interno utilizados na gestão orçamentária, financeira e patrimonial.
II - Os atos administrativos de que resultem direitos e obrigações para a administração privada, especialmente os relacionados com a contração de empréstimos internos ou externos e com a concessão de avais.
III - Os contratos firmados por entidades privadas para a prestação de serviços, execução de obras e fornecimento de materiais.
IV - Os processos de licitação, sua dispensa ou inexigibilidade.
Quais deles são abrangidos pela Auditoria Governamental?
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