Foram encontradas 50 questões.
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: CETAP
Orgão: TCM-PA
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TV e tablet, com moderação
Para muitos pais, é dificil resistir à tentação de deixar a criança por algum tempo em frente à TV. Em geral, elas se acalmam e permanecem quietas. Esse sucesso pode ser atribuído aos cortes rápidos e ao excesso de cores primârias-características de qualquer video infantil. "O interesse das crianças pelos eletrônicos relaciona-se com o colorido, o movimento, a sucessão de cenas e o controle que possuem sobre os aparelhos, que modificam e até encerram diante de alguma frustração", diz Saul Cypel, neuropediatra da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal. No cérebro, as imagens ativam o lobo occipital (associado à percepção da imagem) e agem nas regiões pré-frontal e límbica, responsáveis pela atenção, pela emoção, pelo prazer e pelo planejamento.
Apesar de educativos e lúdicos, esses vídeos podem, sim, interferir no desenvolvimento das crianças. A academia Ameicana de Pediatria não recomenda nenhum acesso a programas de TV antes dos 2 anos de idade. Estudos já demonstraram que bebês com idade entre 8 e 16 meses que passam mais tempo diante da TV possuem repertório de linguagem menor. Ficar duas ou mais horas em frente à tela está relacionado a um risco seis vezes maior de ter atraso de linguagem.
Há problemas também para o desenvolvimento da atenção. Antes dos 10 meses, o mecanismo de atenção voluntária do bebê não está completamente desenvolvida. Ou seja, para ele não é tão simples escolher onde focar sua atenção, e deixá-lo em frente à TV pode atrapalhar essa transição. Outra pesquisa mostrou que crianças que assistiram a programas violentos antes de 3 anos tinham duas vezes mais risco de desenvolver transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) entre os 5 e os 8 anos. Quanto ao tablet, faltam estudos específicos para avaliar seus possíveis danos. O que os médicos dizem é que nem sempre o uso de tecnologia é completamente condenável - desde que seja mediado pelos país. Dependendo da forma como foi utilizado, o tablet poderá ser uma ferramenta para ensinar as crianças e ajudar no aprendizado. Não é recomendável utilizar-se sempre dele para evitar a interação com a criança, deixando assim de ensiná-la.
(Fonte: Revista Veja. 2408 ed. São Paulo: Abril 14/01/2015.)
Em "(...) em frente à tela (...), foi empregado o acento grave obedecendo à norma culta, o que ocorre também em:
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TV e tablet, com moderação
Para muitos pais, é dificil resistir à tentação de deixar a criança por algum tempo em frente à TV. Em geral, elas se acalmam e permanecem quietas. Esse sucesso pode ser atribuído aos cortes rápidos e ao excesso de cores primârias-características de qualquer video infantil. "O interesse das crianças pelos eletrônicos relaciona-se com o colorido, o movimento, a sucessão de cenas e o controle que possuem sobre os aparelhos, que modificam e até encerram diante de alguma frustração", diz Saul Cypel, neuropediatra da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal. No cérebro, as imagens ativam o lobo occipital (associado à percepção da imagem) e agem nas regiões pré-frontal e límbica, responsáveis pela atenção, pela emoção, pelo prazer e pelo planejamento.
Apesar de educativos e lúdicos, esses vídeos podem, sim, interferir no desenvolvimento das crianças. A academia Ameicana de Pediatria não recomenda nenhum acesso a programas de TV antes dos 2 anos de idade. Estudos já demonstraram que bebês com idade entre 8 e 16 meses que passam mais tempo diante da TV possuem repertório de linguagem menor. Ficar duas ou mais horas em frente à tela está relacionado a um risco seis vezes maior de ter atraso de linguagem.
Há problemas também para o desenvolvimento da atenção. Antes dos 10 meses, o mecanismo de atenção voluntária do bebê não está completamente desenvolvida. Ou seja, para ele não é tão simples escolher onde focar sua atenção, e deixá-lo em frente à TV pode atrapalhar essa transição. Outra pesquisa mostrou que crianças que assistiram a programas violentos antes de 3 anos tinham duas vezes mais risco de desenvolver transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) entre os 5 e os 8 anos. Quanto ao tablet, faltam estudos específicos para avaliar seus possíveis danos. O que os médicos dizem é que nem sempre o uso de tecnologia é completamente condenável - desde que seja mediado pelos país. Dependendo da forma como foi utilizado, o tablet poderá ser uma ferramenta para ensinar as crianças e ajudar no aprendizado. Não é recomendável utilizar-se sempre dele para evitar a interação com a criança, deixando assim de ensiná-la.
(Fonte: Revista Veja. 2408 ed. São Paulo: Abril 14/01/2015.)
No título do texto, foi usada a virgula:
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TV e tablet, com moderação
Para muitos pais, é dificil resistir à tentação de deixar a criança por algum tempo em frente à TV. Em geral, elas se acalmam e permanecem quietas. Esse sucesso pode ser atribuído aos cortes rápidos e ao excesso de cores primârias-características de qualquer video infantil. "O interesse das crianças pelos eletrônicos relaciona-se com o colorido, o movimento, a sucessão de cenas e o controle que possuem sobre os aparelhos, que modificam e até encerram diante de alguma frustração", diz Saul Cypel, neuropediatra da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal. No cérebro, as imagens ativam o lobo occipital (associado à percepção da imagem) e agem nas regiões pré-frontal e límbica, responsáveis pela atenção, pela emoção, pelo prazer e pelo planejamento.
Apesar de educativos e lúdicos, esses vídeos podem, sim, interferir no desenvolvimento das crianças. A academia Ameicana de Pediatria não recomenda nenhum acesso a programas de TV antes dos 2 anos de idade. Estudos já demonstraram que bebês com idade entre 8 e 16 meses que passam mais tempo diante da TV possuem repertório de linguagem menor. Ficar duas ou mais horas em frente à tela está relacionado a um risco seis vezes maior de ter atraso de linguagem.
Há problemas também para o desenvolvimento da atenção. Antes dos 10 meses, o mecanismo de atenção voluntária do bebê não está completamente desenvolvida. Ou seja, para ele não é tão simples escolher onde focar sua atenção, e deixá-lo em frente à TV pode atrapalhar essa transição. Outra pesquisa mostrou que crianças que assistiram a programas violentos antes de 3 anos tinham duas vezes mais risco de desenvolver transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) entre os 5 e os 8 anos. Quanto ao tablet, faltam estudos específicos para avaliar seus possíveis danos. O que os médicos dizem é que nem sempre o uso de tecnologia é completamente condenável - desde que seja mediado pelos país. Dependendo da forma como foi utilizado, o tablet poderá ser uma ferramenta para ensinar as crianças e ajudar no aprendizado. Não é recomendável utilizar-se sempre dele para evitar a interação com a criança, deixando assim de ensiná-la.
(Fonte: Revista Veja. 2408 ed. São Paulo: Abril 14/01/2015.)
Assinale a alternativa em que a palavra apresenta a mesma regra de acentuação de "babá":
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- Gestão da Informação e ConhecimentoTecnologia e AdministraçãoSIG: Sistemas de Informações Gerenciais
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TV e tablet, com moderação
Para muitos pais, é dificil resistir à tentação de deixar a criança por algum tempo em frente à TV. Em geral, elas se acalmam e permanecem quietas. Esse sucesso pode ser atribuído aos cortes rápidos e ao excesso de cores primârias-características de qualquer video infantil. "O interesse das crianças pelos eletrônicos relaciona-se com o colorido, o movimento, a sucessão de cenas e o controle que possuem sobre os aparelhos, que modificam e até encerram diante de alguma frustração", diz Saul Cypel, neuropediatra da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal. No cérebro, as imagens ativam o lobo occipital (associado à percepção da imagem) e agem nas regiões pré-frontal e límbica, responsáveis pela atenção, pela emoção, pelo prazer e pelo planejamento.
Apesar de educativos e lúdicos, esses vídeos podem, sim, interferir no desenvolvimento das crianças. A academia Ameicana de Pediatria não recomenda nenhum acesso a programas de TV antes dos 2 anos de idade. Estudos já demonstraram que bebês com idade entre 8 e 16 meses que passam mais tempo diante da TV possuem repertório de linguagem menor. Ficar duas ou mais horas em frente à tela está relacionado a um risco seis vezes maior de ter atraso de linguagem.
Há problemas também para o desenvolvimento da atenção. Antes dos 10 meses, o mecanismo de atenção voluntária do bebê não está completamente desenvolvida. Ou seja, para ele não é tão simples escolher onde focar sua atenção, e deixá-lo em frente à TV pode atrapalhar essa transição. Outra pesquisa mostrou que crianças que assistiram a programas violentos antes de 3 anos tinham duas vezes mais risco de desenvolver transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) entre os 5 e os 8 anos. Quanto ao tablet, faltam estudos específicos para avaliar seus possíveis danos. O que os médicos dizem é que nem sempre o uso de tecnologia é completamente condenável - desde que seja mediado pelos país. Dependendo da forma como foi utilizado, o tablet poderá ser uma ferramenta para ensinar as crianças e ajudar no aprendizado. Não é recomendável utilizar-se sempre dele para evitar a interação com a criança, deixando assim de ensiná-la.
(Fonte: Revista Veja. 2408 ed. São Paulo: Abril 14/01/2015.)
Sobre o texto: "TV e tablet, com moderação", é inadequado afirmar:
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