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Carta
Nela [terra], até agora, não pudemos saber [A] que haja ouro, nem [A] prata, nem [A] coisa alguma de metal ou ferro; nem [A] lho vimos. Porém a terra em si é de muito bons ares, assim frios e temperados, como os de Entre Douro e Minho, porque neste tempo de agora os achávamos como os de lá.
As águas são muitas; infindas. E em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo, por bem das águas que tem.
Porém o melhor fruto, que nela se pode fazer, me parece que será salvar esta gente. E esta deve ser a principal semente que Vossa Alteza em ela deve lançar.
E que aí não houvesse mais que ter aqui esta pousada para esta navegação de Calecute, bastaria. Quando mais disposição para se nela cumprir e fazer o que Vossa Alteza tanto deseja, a saber, acrescentamento da nossa santa fé.
(CAMINHA, Pero Vaz de. “Carta”. In: PEREIRA, Paulo Roberto Dias. (Org.) Os três únicos testemunhos do descobrimento do Brasil. Rio de Janeiro: Lacerda Ed., 1999, p. 58.)
Assinale a alternativa INCORRETA sobre o trecho da “Carta” de Pero Vaz de Caminha:
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Uma cuba de ondas, de profundidade constante, contém água até a altura 20 cm.
A partir de determinado instante, dois estiletes, E1 e E2, que funcionam como fontes de ondas circulares, vibrando em oposição de fase com frequência de 5 HZ , produzem ondas de amplitudes de 2 cm na superfície da água, que se propagam com velocidade de 10 cm/s.

No ponto P, indicado na figura acima, uma rolha de cortiça ao ser atingida pelas duas ondas poderá ter sua posição vertical y, em função do tempo t, descrita pela equação
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Por duas vezes, observa-se o movimento de um bloco, sem resistência do ar, sobre um plano inclinado, conforme ilustra figura seguinte:

O coeficiente de atrito cinético entre as superfícies do bloco e do plano inclinado é !$ \large{\sqrt{3} \over 2} !$.
No primeiro lançamento, em que !$ \theta !$ = 30º, o tempo que o bloco gasta até parar, sobre o plano inclinado, é t. No segundo lançamento, que se dá com mesma velocidade inicial do primeiro, !$ \theta !$ = 60º e o tempo gasto pelo bloco até parar, também sobre o plano inclinado, é t’.
Nessas condições, a razão entre os tempos !$ \large{t \over t'} !$ é igual a
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Uma partícula é lançada obliquamente e descreve um movimento parabólico, sem resistência do ar. No momento do lançamento dessa partícula, o vetor velocidade (!$ \vec{\text{v}}_0 !$) faz o ângulo !$ \theta !$ com a horizontal e, ao atingir a altura máxima de sua trajetória, o vetor posição (!$ \vec{H} !$) da partícula faz um ângulo !$ \alpha !$ com essa mesma horizontal, conforme ilustra figura a seguir:

Nessas condições, a razão entre as tangentes de !$ \theta !$ e !$ \alpha !$, !$ \large{tg \ \theta \over tg \ \alpha} !$, vale
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Três canaletas planas e horizontais, sendo as duas primeiras semicirculares e a terceira com perfil de um quarto de circunferência, são dispostas conforme figura a seguir. Nas entradas de cada canaleta encontram-se três partículas, A, B e C, de massas m, m e 2m, respectivamente.

O sistema composto pelas canaletas e partículas é conservativo e todas as colisões são frontais, sendo que, entre A e B, perfeitamente elástica(s), e entre, B e C, parcialmente elástica(s), com coeficiente de restituição igual a 0,5.
No instante inicial, a partícula A é lançada com velocidade !$ \vec{\text{v}} !$, e B e C estão em repouso, conforme indica a figura. O impulso sofrido pelo conjunto de partículas, desde o lançamento de A até a saída de C, na terceira canaleta, tem módulo igual a
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O maior valor do campo elétrico que um dielétrico suporta, sem tornar-se condutor, é chamado rigidez dielétrica.
A rigidez dielétrica varia de material para material, e para o ar, em condições normais, é de 3 !$ \cdot !$ 106 N/C.
O potencial máximo, em kV, para se manter carregada uma esfera metálica de 10 cm de diâmetro, imersa no ar, longe de quaisquer outros objetos, sem que ela descarregue, é igual a
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Um cubo de gelo está completamente submerso em 3,45 kg de água e preso por meio de um fio ideal de capacidade térmica desprezível, ao fundo de um recipiente adiabático, conforme representado na figura seguinte:

Inicialmente, a água está a 16 ºC e o gelo a 0 ºC e observa-se uma tração no fio de 1,0 N.
Considere que ocorra troca de calor exclusivamente entre a água e o gelo e que, à medida em que o gelo derrete, o fio continue prendendo o cubo de gelo ao fundo do recipiente, sem exercer pressão sobre o gelo.
Nessas condições, ao ser atingido o equilíbrio térmico no interior do recipiente, a tração, em N, sentida pelo fio, será igual a
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Partículas instáveis, denominadas mésons !$ \mu !$, são produzidas pela incidência de raios cósmicos sobre as elevadas regiões da atmosfera terrestre.
Para um referencial R’, em repouso em relação a esses mésons, tais partículas deveriam se desintegrar muito rapidamente após seu surgimento, durando apenas um intervalo de tempo !$ \Delta !$t’ e não deveriam ser detectadas na superfície da Terra. No entanto, são detectadas e em abundância! Esse “problema” só é compreendido sob a interpretação relativística do movimento dos mésons, já que eles se movem a altíssimas velocidades em relação à superfície da Terra.
Ao se observar o movimento de um méson !$ \mu !$, a partir da superfície da Terra, mede-se seu tempo de vida como sendo !$ \Delta !$t = 15,9 ∙ !$ \Delta !$t’. Considerando que, em relação à R’, esse méson percorre 660 m, então, para um observador na superfície da Terra, tal méson percorre, em m, uma distância igual a
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Uma partícula, livre de resistência do ar, é lançada em A sobre uma superfície sem atrito e descreve a trajetória, mostrada na figura a seguir, contida em um plano vertical:

A velocidade dessa partícula, ao longo da sua trajetória, em função da abcissa x, é indicada pelo gráfico seguinte:

Sejam h1 e h2, respectivamente, as maiores altura e profundidade atingidas pela partícula ao longo de sua trajetória. Nessas condições, e sendo constante a aceleração da gravidade local, a razão !$ \large{h_2 \over h_1} !$ é igual a
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Em uma parede P está incrustada uma lâmpada puntiforme L acesa. Em frente à parede P existe um espelho plano e vertical AB que reflete a luz proveniente de L, iluminando a região A’B’ de P, conforme ilustrado na figura seguinte:

A partir de certo instante, o espelho passa a oscilar em movimento harmônico simples, cuja posição x obedece à equação horária x = 0,2 cos(2t + !$ \pi !$), permanecendo ainda vertical e paralelo à parede P.
Nessas condições, a velocidade de A’ em relação a B’ terá módulo
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