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Foram encontradas 60 questões.

440321 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FCC
Orgão: TJ-AP
Vou à academia todos os dias da semana e corro três dias na semana. Uma afirmação que corresponde à negação lógica da afirmação anterior é
 

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440319 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FCC
Orgão: TJ-AP
Juliano começou a assistir um filme às 20 horas e 35 minutos. A duração do filme era de 148 minutos. Juliano terminou de assistir às
 

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440318 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FCC
Orgão: TJ-AP
Uma empresa contrata dois novos funcionários. O primeiro começará a trabalhar no dia primeiro de outubro, uma segunda-feira, com um regime de trabalho no qual ele trabalha quatro dias e folga no quinto dia, volta a trabalhar quatro dias e folga no quinto e assim sucessivamente. O segundo funcionário começará a trabalhar no dia 3, desse mesmo mês, uma quarta-feira, com um regime de trabalho no qual ele trabalha cinco dias e folga no sexto dia, volta a trabalhar cinco dias e folga no sexto dia e assim sucessivamente. A segunda vez em que os dois novos funcionários tirarão a folga no mesmo dia é o dia
 

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440317 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FCC
Orgão: TJ-AP
Léo e Bia gostam de caminhar em uma praça redonda. Eles começam a caminhada em posições diametralmente opostas no mesmo instante, e caminham em sentidos contrários. Quanto ao ritmo das caminhadas enquanto Bia dá uma volta completa, Léo dá exatamente duas voltas completas. Cada um deles mantém o próprio ritmo durante todo o período da caminhada. Após o início da caminhada, Bia havia dado quatro voltas quando ambos pararam. Nesse dia, os dois se cruzaram durante a caminhada, sem ser nos pontos iniciais da caminhada, um número de vezes igual a
 

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440315 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FCC
Orgão: TJ-AP
Nove pessoas estão sentadas em volta de uma mesa redonda. Essas pessoas serão nomeadas com as primeiras letras do alfabeto e estão sentadas, considerando o sentido anti-horário e iniciando pela pessoa A, do seguinte modo: A; B; C; D; E; F; G; H; I. São realizadas quatro mudanças de lugar entre algumas dessas pessoas, nessa ordem:

1a mudança: as pessoas C e E trocam de lugar entre si; em seguida,
2a mudança: as pessoas D e H trocam de lugar entre si; em seguida,
3a mudança: as pessoas G e I trocam de lugar entre si; em seguida,
4a mudança: as pessoas H e A trocam de lugar entre si.

Após essas quatro mudanças, a disposição dessas pessoas em volta da mesa, no sentido horário e iniciando pela pessoa A, é
 

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440314 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FCC
Orgão: TJ-AP
Três amigos exercem profissões diferentes e praticam esportes diferentes. As profissões exercidas por eles são: advocacia, engenharia e medicina. Os esportes praticados são: futebol, basquetebol e voleibol. Sabe-se que Alberto não é médico e Carlos não é médico. Ou o Bruno pratica voleibol ou o Bruno pratica basquetebol. Se o Bruno não pratica futebol, então Alberto não é advogado. Carlos pratica voleibol. Com essas informações é possível determinar corretamente que
 

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440310 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FCC
Orgão: TJ-AP
Cada termo da sequência a seguir é formado por seis vogais:

(AAAEEI; EEEIIO; IIIOOU; OOOUUA; UUUAAE; AAAEEI; EEEIIO; . . . )

Mantido o mesmo padrão de formação da sequência, se forem escritos os 12º , 24º, 36º e 45º termos, o número de vezes que a vogal U será escrita nesses termos é igual a
 

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440308 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FCC
Orgão: TJ-AP
Quatro senhoras trabalham em uma seção e seus nomes são Marina, Cleuza, Lúcia e Débora. Cada uma está calçando um tipo de calçado diferente e que são: tênis, sandália, sapato de salto alto e sapato baixo, não necessariamente nessa ordem. Sabe-se que Marina não está calçando sandália e que Débora só usa sapato de salto alto. Lúcia é amiga da senhora que está com sapato baixo e nenhuma delas é amiga de Marina. Sendo assim, pode-se concluir corretamente que
 

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440275 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TJ-AP
Uma história em comum

Os povos indígenas que hoje habitam a faixa de terras que vai do Amapá ao norte do Pará possuem uma história comum de relações comerciais, políticas, matrimoniais e rituais que remonta a pelo menos três séculos. Essas relações até hoje não deixaram de existir nem se deixaram restringir aos limites das fronteiras nacionais, estendendo-se à Guiana-Francesa e ao Suriname.

Essa amplitude das redes de relações regionais faz da história desses povos uma história rica em ganhos e não em perdas culturais, como muitas vezes divulgam os livros didáticos que retratam a história dos índios no Brasil. No caso específico desta região do Amapá e norte do Pará, são séculos de acúmulo de experiências de contato entre si que redundaram em inúmeros processos, ora de separação, ora de fusão grupal, ora de substituição, ora de aquisição de novos itens culturais. Processos estes que se somam às diferentes experiências de contato vividas pelos distintos grupos indígenas com cada um dos agentes e agências que entre eles chegaram, dos quais existem registros a partir do século XVII.

É assim que, enquanto pressupomos que nós descobrimos os índios e achamos que, por esse motivo, eles dependem de nosso apoio para sobreviver, com um pouco mais de conhecimento sobre a história da região podemos constatar que os povos indígenas dessa parte da Amazônia nunca viveram isolados entre si. E, também, que o avanço de frentes de colonização em suas terras não resulta necessariamente num processo de submissão crescente aos novos conhecimentos, tecnologias e bens a que passaram a ter acesso, como à primeira vista pode nos parecer. Ao contrário disso, tudo o que esses povos aprenderam e adquiriram em suas novas experiências de relacionamento com os não-índios insere-se num processo de ampliação de suas redes de intercâmbio, que não apaga - apenas redefine - a importância das relações que esses povos mantêm entre si, há muitos séculos, “apesar” de nossa interferência
.

(Adaptado de: GALLOIS, Dominique Tilkin; GRUPIONI, Denise Fajardo. Povos indígenas no Amapá e Norte do Pará: quem são, onde estão, quantos são, como vivem e o que pensam? São Paulo: Iepé, 2003, p.8-9)
Os pronomes destacados no último parágrafo - nós, nosso, nos, nossa - fazem referência
 

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440272 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TJ-AP
Uma história em comum

Os povos indígenas que hoje habitam a faixa de terras que vai do Amapá ao norte do Pará possuem uma história comum de relações comerciais, políticas, matrimoniais e rituais que remonta a pelo menos três séculos. Essas relações até hoje não deixaram de existir nem se deixaram restringir aos limites das fronteiras nacionais, estendendo-se à Guiana-Francesa e ao Suriname.

Essa amplitude das redes de relações regionais faz da história desses povos uma história rica em ganhos e não em perdas culturais, como muitas vezes divulgam os livros didáticos que retratam a história dos índios no Brasil. No caso específico desta região do Amapá e norte do Pará, são séculos de acúmulo de experiências de contato entre si que redundaram em inúmeros processos, ora de separação, ora de fusão grupal, ora de substituição, ora de aquisição de novos itens culturais. Processos estes que se somam às diferentes experiências de contato vividas pelos distintos grupos indígenas com cada um dos agentes e agências que entre eles chegaram, dos quais existem registros a partir do século XVII.

É assim que, enquanto pressupomos que nós descobrimos os índios e achamos que, por esse motivo, eles dependem de nosso apoio para sobreviver, com um pouco mais de conhecimento sobre a história da região podemos constatar que os povos indígenas dessa parte da Amazônia nunca viveram isolados entre si. E, também, que o avanço de frentes de colonização em suas terras não resulta necessariamente num processo de submissão crescente aos novos conhecimentos, tecnologias e bens a que passaram a ter acesso, como à primeira vista pode nos parecer. Ao contrário disso, tudo o que esses povos aprenderam e adquiriram em suas novas experiências de relacionamento com os não-índios insere-se num processo de ampliação de suas redes de intercâmbio, que não apaga - apenas redefine - a importância das relações que esses povos mantêm entre si, há muitos séculos, “apesar” de nossa interferência
.

(Adaptado de: GALLOIS, Dominique Tilkin; GRUPIONI, Denise Fajardo. Povos indígenas no Amapá e Norte do Pará: quem são, onde estão, quantos são, como vivem e o que pensam? São Paulo: Iepé, 2003, p.8-9)
As culturas dos povos indígenas do Amapá e norte do Pará foram enriquecidas devido
 

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