Foram encontradas 380 questões.
Considere o trecho abaixo para responder às questões de 45 a 47.
Texto II
Sabemos que o processo trabalhista se
divide em dois tipos fundamentais não
coincidentes em todos os seus aspectos e
diferentes nos seus fins, dissídios individuais e
dissídios coletivos. Estes são da competência
originária dos órgãos de segundo grau.
Aqueles, da competência originária das Varas
do Trabalho ou nas localidades de onde não
existam, do juiz de direito da comarca. (Amauri
Mascaro Nascimento)
(VIANA, Joseval Martins. Manual de Redação
Forense e Prática Jurídica. São Paulo: Método,
2010, p.153)
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Ao versar sobre a “Sistemática externa da
lei”, o Manual de Redação da Presidência
da República (2018) estabelece as relações
entre dispositivos e seus desdobramentos.
Assinale a alternativa que apresenta uma
indicação incorreta dessa relação.
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O texto abaixo é a transcrição de um fragmento da parte intitulada “Mérito” de uma sentença trabalhista. Considere-o para responder às questões.
Texto I
Trata-se de reclamatória trabalhista em que a autora alega que foi dispensada por justa causa, requerendo a anulação do ato de demissão. A reclamada aponta de a dispensa ser regular e ter resultado do fato de a obreira ter se habilitado e recebido auxílio emergencial durante afastamento por licença de interesse particular.
Sendo a justa causa a pena capital na relação de trabalho, deve ser cabalmente provada pela empresa, sobretudo diante do princípio da continuidade da relação de emprego, que gera a presunção favorável ao empregado, nos termos da Súmula 212 do TST.
Assim, é da reclamada o ônus de provar a ocorrência da falta grave, fato extintivo do direito do autor, nos termos dos arts. 818 da CLT c/c art. 373, II, do CPC/2015. A prova do motivo da aplicação da penalidade máxima deve ser apresentada de forma robusta. Neste sentido, é a jurisprudência dos Tribunais Trabalhistas, inclusive do E. TRT da 11ª Região.
(Disponível em: https://portal.trt11.jus.br/images/Senten%C3%A7a.pdf. Acesso em 02/09/2022. Adaptado)
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O texto abaixo é a transcrição de um fragmento da parte intitulada “Mérito” de uma sentença trabalhista. Considere-o para responder às questões.
Texto I
Trata-se de reclamatória trabalhista em que a autora alega que foi dispensada por justa causa, requerendo a anulação do ato de demissão. A reclamada aponta de a dispensa ser regular e ter resultado do fato de a obreira ter se habilitado e recebido auxílio emergencial durante afastamento por licença de interesse particular.
Sendo a justa causa a pena capital na relação de trabalho, deve ser cabalmente provada pela empresa, sobretudo diante do princípio da continuidade da relação de emprego, que gera a presunção favorável ao empregado, nos termos da Súmula 212 do TST.
Assim, é da reclamada o ônus de provar a ocorrência da falta grave, fato extintivo do direito do autor, nos termos dos arts. 818 da CLT c/c art. 373, II, do CPC/2015. A prova do motivo da aplicação da penalidade máxima deve ser apresentada de forma robusta. Neste sentido, é a jurisprudência dos Tribunais Trabalhistas, inclusive do E. TRT da 11ª Região.
(Disponível em: https://portal.trt11.jus.br/images/Senten%C3%A7a.pdf. Acesso em 02/09/2022. Adaptado)
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O texto abaixo é a transcrição de um fragmento da parte intitulada “Mérito” de uma sentença trabalhista. Considere-o para responder às questões.
Texto I
Trata-se de reclamatória trabalhista em que a autora alega que foi dispensada por justa causa, requerendo a anulação do ato de demissão. A reclamada aponta de a dispensa ser regular e ter resultado do fato de a obreira ter se habilitado e recebido auxílio emergencial durante afastamento por licença de interesse particular.
Sendo a justa causa a pena capital na relação de trabalho, deve ser cabalmente provada pela empresa, sobretudo diante do princípio da continuidade da relação de emprego, que gera a presunção favorável ao empregado, nos termos da Súmula 212 do TST.
Assim, é da reclamada o ônus de provar a ocorrência da falta grave, fato extintivo do direito do autor, nos termos dos arts. 818 da CLT c/c art. 373, II, do CPC/2015. A prova do motivo da aplicação da penalidade máxima deve ser apresentada de forma robusta. Neste sentido, é a jurisprudência dos Tribunais Trabalhistas, inclusive do E. TRT da 11ª Região.
(Disponível em: https://portal.trt11.jus.br/images/Senten%C3%A7a.pdf. Acesso em 02/09/2022. Adaptado)
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Texto II
Tocar instrumento musical na infância deixa a
mente mais afiada na velhice
Pesquisadores da Universidade de
Edimburgo, na Escócia, descobriram uma ligação
entre aprender um instrumento musical na infância
ou adolescência e ter uma mente mais “jovem”
quando a idade já está bem avançada. Quanto
mais extensa em anos a experiência em tocar um
instrumento, mais as habilidades cognitivas
permanecem bem conservadas na velhice.
Esse estudo teve uma peculiaridade
incomum: aproveitou dados de outra pesquisa,
esquecida, feita em 1947. À época, todas as
crianças nascidas na Escócia em 1936 foram
obrigadas a fazer uma bateria de testes de
inteligência. No total, 70.805 crianças
participaram. Esse trabalho foi redescoberto há
alguns anos por um grupo de acadêmicos
escoceses, liderados pelo professor Ian Deary,
diretor do Centro de Envelhecimento Cognitivo e
Epidemiologia Cognitiva da universidade, que
pretendia estudar a mente. E os dados daquela
época vieram a calhar. Os estudiosos do presente
foram atrás dos voluntários do passado para
avaliar sua saúde mental hoje, e que hábitos
influenciaram nos aspectos positivos e negativos.
Para analisar a influência do aprendizado
musical, selecionaram uma amostra de habitantes
das cidades de Edimburgo e Lothians, que tinham
participado dos testes na década de 1940, quando
todos tinham 11 anos de idade. Dos 366
indivíduos analisados, 117 relataram alguma
experiência de tocar um instrumento musical –
principalmente quando ainda eram meninos e
meninas. [...]
(Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/tocar-instrumentomusical-na-infancia-deixa-a-mente-mais-afiada-na-velhice/ Acesso em 30/08/2022)
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Texto II
Tocar instrumento musical na infância deixa a
mente mais afiada na velhice
Pesquisadores da Universidade de
Edimburgo, na Escócia, descobriram uma ligação
entre aprender um instrumento musical na infância
ou adolescência e ter uma mente mais “jovem”
quando a idade já está bem avançada. Quanto
mais extensa em anos a experiência em tocar um
instrumento, mais as habilidades cognitivas
permanecem bem conservadas na velhice.
Esse estudo teve uma peculiaridade
incomum: aproveitou dados de outra pesquisa,
esquecida, feita em 1947. À época, todas as
crianças nascidas na Escócia em 1936 foram
obrigadas a fazer uma bateria de testes de
inteligência. No total, 70.805 crianças
participaram. Esse trabalho foi redescoberto há
alguns anos por um grupo de acadêmicos
escoceses, liderados pelo professor Ian Deary,
diretor do Centro de Envelhecimento Cognitivo e
Epidemiologia Cognitiva da universidade, que
pretendia estudar a mente. E os dados daquela
época vieram a calhar. Os estudiosos do presente
foram atrás dos voluntários do passado para
avaliar sua saúde mental hoje, e que hábitos
influenciaram nos aspectos positivos e negativos.
Para analisar a influência do aprendizado
musical, selecionaram uma amostra de habitantes
das cidades de Edimburgo e Lothians, que tinham
participado dos testes na década de 1940, quando
todos tinham 11 anos de idade. Dos 366
indivíduos analisados, 117 relataram alguma
experiência de tocar um instrumento musical –
principalmente quando ainda eram meninos e
meninas. [...]
(Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/tocar-instrumentomusical-na-infancia-deixa-a-mente-mais-afiada-na-velhice/ Acesso em 30/08/2022)
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Tocar instrumento musical na infância deixa a
mente mais afiada na velhice
Pesquisadores da Universidade de
Edimburgo, na Escócia, descobriram uma ligação
entre aprender um instrumento musical na infância
ou adolescência e ter uma mente mais “jovem”
quando a idade já está bem avançada. Quanto
mais extensa em anos a experiência em tocar um
instrumento, mais as habilidades cognitivas
permanecem bem conservadas na velhice.
Esse estudo teve uma peculiaridade
incomum: aproveitou dados de outra pesquisa,
esquecida, feita em 1947. À época, todas as
crianças nascidas na Escócia em 1936 foram
obrigadas a fazer uma bateria de testes de
inteligência. No total, 70.805 crianças
participaram. Esse trabalho foi redescoberto há
alguns anos por um grupo de acadêmicos
escoceses, liderados pelo professor Ian Deary,
diretor do Centro de Envelhecimento Cognitivo e
Epidemiologia Cognitiva da universidade, que
pretendia estudar a mente. E os dados daquela
época vieram a calhar. Os estudiosos do presente
foram atrás dos voluntários do passado para
avaliar sua saúde mental hoje, e que hábitos
influenciaram nos aspectos positivos e negativos.
Para analisar a influência do aprendizado
musical, selecionaram uma amostra de habitantes
das cidades de Edimburgo e Lothians, que tinham
participado dos testes na década de 1940, quando
todos tinham 11 anos de idade. Dos 366
indivíduos analisados, 117 relataram alguma
experiência de tocar um instrumento musical –
principalmente quando ainda eram meninos e
meninas. [...]
(Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/tocar-instrumentomusical-na-infancia-deixa-a-mente-mais-afiada-na-velhice/ Acesso em 30/08/2022)
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Texto II
Tocar instrumento musical na infância deixa a
mente mais afiada na velhice
Pesquisadores da Universidade de
Edimburgo, na Escócia, descobriram uma ligação
entre aprender um instrumento musical na infância
ou adolescência e ter uma mente mais “jovem”
quando a idade já está bem avançada. Quanto
mais extensa em anos a experiência em tocar um
instrumento, mais as habilidades cognitivas
permanecem bem conservadas na velhice.
Esse estudo teve uma peculiaridade
incomum: aproveitou dados de outra pesquisa,
esquecida, feita em 1947. À época, todas as
crianças nascidas na Escócia em 1936 foram
obrigadas a fazer uma bateria de testes de
inteligência. No total, 70.805 crianças
participaram. Esse trabalho foi redescoberto há
alguns anos por um grupo de acadêmicos
escoceses, liderados pelo professor Ian Deary,
diretor do Centro de Envelhecimento Cognitivo e
Epidemiologia Cognitiva da universidade, que
pretendia estudar a mente. E os dados daquela
época vieram a calhar. Os estudiosos do presente
foram atrás dos voluntários do passado para
avaliar sua saúde mental hoje, e que hábitos
influenciaram nos aspectos positivos e negativos.
Para analisar a influência do aprendizado
musical, selecionaram uma amostra de habitantes
das cidades de Edimburgo e Lothians, que tinham
participado dos testes na década de 1940, quando
todos tinham 11 anos de idade. Dos 366
indivíduos analisados, 117 relataram alguma
experiência de tocar um instrumento musical –
principalmente quando ainda eram meninos e
meninas. [...]
(Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/tocar-instrumentomusical-na-infancia-deixa-a-mente-mais-afiada-na-velhice/ Acesso em 30/08/2022)
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Considere a passagem “À época, todas as
crianças nascidas na Escócia em 1936
foram obrigadas a fazer uma bateria de
testes.” (2º§). Nela, é possível notar a
presença de duas preposições “a”. No
entanto, há crase apenas na primeira
ocorrência. Dentre as alternativas abaixo,
assinale a que deveria ter,
obrigatoriamente, o acento grave.
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