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Foram encontradas 165 questões.

3914820 Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IBFC
Orgão: TJ-PE
Carla é paulista ou Renata não é cearense se e somente se Carla não é paulista e Renata é cearense. A respeito da proposição composta pela operação lógica bicondicional, assinale a alternativa correta.
 

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3914819 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: IBFC
Orgão: TJ-PE
Uma pesquisa realizada com 250 pessoas mostrou que, entre elas, 40% trabalha e o restante estuda. Entre as que trabalham, 30% se deslocam utilizando automóvel próprio e o restante se desloca usando transporte público. Já entre os que estudam, 90% se deslocam usando transporte público e o restante se desloca usando automóvel próprio. Assinale a alternativa que apresenta a probabilidade de uma pessoa se deslocar usando automóvel próprio.
 

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3914818 Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IBFC
Orgão: TJ-PE
Analise as seguintes proposições compostas.

I. Meu irmão é alto e minha irmã é a caçula entre os irmãos.
II. Se minha irmã é a caçula entre os irmãos, então meu primo não é casado.
III. Minha irmã não é a caçula entre os irmãos ou minha prima é médica.
IV. Ou meu irmão é alto ou meu primo é casado.

Considerando que todas as proposições compostas são verdadeiras, assinale a alternativa correta.
 

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3914817 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: IBFC
Orgão: TJ-PE
Numa mesa retangular de jantar serão acomodadas 8 pessoas, da seguinte maneira: o casal anfitrião será acomodado nas cabeceiras da mesa. Os convidados serão acomodados nas laterais da mesa, metade deles em cada uma das laterais. Assinale a alternativa que apresenta o número de maneiras diferentes que os convidados podem ser acomodados à mesa.
 

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3914816 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: TJ-PE

Analise o texto a seguir e responda à questão.

Texto II


Entre o bizarro e o extraordinário

Pesquisas aparentemente absurdas escondem descobertas geniais

Ao se deparar com cientistas fazendo cócegas em ratos, você pode se revoltar com o desperdício de tempo e dinheiro em algo que à primeira vista não traz retorno para a sociedade. Para muitos, a ciência só tem valor se tiver aplicação imediata e evidente.

Acontece que existe um valor inerente ao conhecimento que muitas vezes não se revela em uma única pesquisa. A chamada "ciência básica", que se dedica a investigar os fundamentos de fenômenos naturais, pode viabilizar soluções para problemas complexos.

Pesquisadores que passaram anos fazendo cócegas em ratos, por exemplo, compreenderam melhor as respostas neurológicas à alegria e ao prazer, ao identificar vocalizações ultrassônicas comparáveis às gargalhadas humanas. Uma descoberta que nos ajuda a desvendar mistérios como: por que sentimos cócegas? Por que algumas partes do corpo são mais sensíveis?

Ao investigar o córtex somatossensorial dos ratos, responsável por receber e processar informações sensoriais, os cientistas identificaram células que respondiam às cócegas e a outros estímulos, como brincadeiras. Se ansiosos, os ratos sentiam menos cócegas e a atividade dessas células era reduzida. São achados que ajudam a compreender a base neurobiológica das emoções positivas e abrem caminho para tratamentos contra a ansiedade e a depressão.

Não por acaso, o prêmio IgNobel, uma sátira ao Nobel, homenageia pesquisas aparentemente bizarras que "fazem as pessoas rirem e depois pensarem". Entre os premiados estão estudos que avaliaram os fenômenos físicos responsáveis pelos escorregões em cascas de banana; o motivo pelo qual pica-paus não têm dor de cabeça; por que os cocôs de pequenos marsupiais são cúbicos, entre outros.

Na história da ciência não faltam exemplos de descobertas revolucionárias que nasceram de pesquisas "inúteis". Depois de anos investigando uma espécie de água-viva bioluminescente, o químico Osamu Shimomura conseguiu isolar a proteína fluorescente verde (GPF), feito que provocaria uma revolução na medicina. Com os avanços da engenharia genética, cientistas passaram a inserir o gene que comanda a produção da GFP em células e em animais de laboratório, permitindo rastrear processos celulares em tempo real. A descoberta rendeu o Nobel de Química ao cientista, tornando-se uma ferramenta fundamental na criação de tratamentos e diagnósticos para seres humanos. [...]

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/cienciafundamental/2025/08/entre-o-bizarro-e-o-extraordinario.shtml. Acesso em 06 de agosto de 2025)

Considere o fragmento abaixo para responder à questão.

“Pesquisadores que passaram anos fazendo cócegas em ratos, por exemplo, compreenderam melhor as respostas neurológicas à alegria e ao prazer [...]. Uma descoberta que nos ajuda a desvendar mistérios como: por que sentimos cócegas?” (3º§).

A partir da observação dos elementos linguísticos, é correto afirmar que, na passagem, ocorre o predomínio de uma função da linguagem que:
 

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3914815 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: TJ-PE

Analise o texto a seguir e responda à questão.

Texto II


Entre o bizarro e o extraordinário

Pesquisas aparentemente absurdas escondem descobertas geniais

Ao se deparar com cientistas fazendo cócegas em ratos, você pode se revoltar com o desperdício de tempo e dinheiro em algo que à primeira vista não traz retorno para a sociedade. Para muitos, a ciência só tem valor se tiver aplicação imediata e evidente.

Acontece que existe um valor inerente ao conhecimento que muitas vezes não se revela em uma única pesquisa. A chamada "ciência básica", que se dedica a investigar os fundamentos de fenômenos naturais, pode viabilizar soluções para problemas complexos.

Pesquisadores que passaram anos fazendo cócegas em ratos, por exemplo, compreenderam melhor as respostas neurológicas à alegria e ao prazer, ao identificar vocalizações ultrassônicas comparáveis às gargalhadas humanas. Uma descoberta que nos ajuda a desvendar mistérios como: por que sentimos cócegas? Por que algumas partes do corpo são mais sensíveis?

Ao investigar o córtex somatossensorial dos ratos, responsável por receber e processar informações sensoriais, os cientistas identificaram células que respondiam às cócegas e a outros estímulos, como brincadeiras. Se ansiosos, os ratos sentiam menos cócegas e a atividade dessas células era reduzida. São achados que ajudam a compreender a base neurobiológica das emoções positivas e abrem caminho para tratamentos contra a ansiedade e a depressão.

Não por acaso, o prêmio IgNobel, uma sátira ao Nobel, homenageia pesquisas aparentemente bizarras que "fazem as pessoas rirem e depois pensarem". Entre os premiados estão estudos que avaliaram os fenômenos físicos responsáveis pelos escorregões em cascas de banana; o motivo pelo qual pica-paus não têm dor de cabeça; por que os cocôs de pequenos marsupiais são cúbicos, entre outros.

Na história da ciência não faltam exemplos de descobertas revolucionárias que nasceram de pesquisas "inúteis". Depois de anos investigando uma espécie de água-viva bioluminescente, o químico Osamu Shimomura conseguiu isolar a proteína fluorescente verde (GPF), feito que provocaria uma revolução na medicina. Com os avanços da engenharia genética, cientistas passaram a inserir o gene que comanda a produção da GFP em células e em animais de laboratório, permitindo rastrear processos celulares em tempo real. A descoberta rendeu o Nobel de Química ao cientista, tornando-se uma ferramenta fundamental na criação de tratamentos e diagnósticos para seres humanos. [...]

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/cienciafundamental/2025/08/entre-o-bizarro-e-o-extraordinario.shtml. Acesso em 06 de agosto de 2025)

Considere o fragmento abaixo para responder à questão.

“Pesquisadores que passaram anos fazendo cócegas em ratos, por exemplo, compreenderam melhor as respostas neurológicas à alegria e ao prazer [...]. Uma descoberta que nos ajuda a desvendar mistérios como: por que sentimos cócegas?” (3º§).

No fragmento em destaque, considerando as relações que se estabelecem entre os termos, pode-se afirmar que o sintagma “à alegria e ao prazer” exerce a função sintática de:
 

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3914814 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: TJ-PE

Analise o texto a seguir e responda à questão.

Texto II


Entre o bizarro e o extraordinário

Pesquisas aparentemente absurdas escondem descobertas geniais

Ao se deparar com cientistas fazendo cócegas em ratos, você pode se revoltar com o desperdício de tempo e dinheiro em algo que à primeira vista não traz retorno para a sociedade. Para muitos, a ciência só tem valor se tiver aplicação imediata e evidente.

Acontece que existe um valor inerente ao conhecimento que muitas vezes não se revela em uma única pesquisa. A chamada "ciência básica", que se dedica a investigar os fundamentos de fenômenos naturais, pode viabilizar soluções para problemas complexos.

Pesquisadores que passaram anos fazendo cócegas em ratos, por exemplo, compreenderam melhor as respostas neurológicas à alegria e ao prazer, ao identificar vocalizações ultrassônicas comparáveis às gargalhadas humanas. Uma descoberta que nos ajuda a desvendar mistérios como: por que sentimos cócegas? Por que algumas partes do corpo são mais sensíveis?

Ao investigar o córtex somatossensorial dos ratos, responsável por receber e processar informações sensoriais, os cientistas identificaram células que respondiam às cócegas e a outros estímulos, como brincadeiras. Se ansiosos, os ratos sentiam menos cócegas e a atividade dessas células era reduzida. São achados que ajudam a compreender a base neurobiológica das emoções positivas e abrem caminho para tratamentos contra a ansiedade e a depressão.

Não por acaso, o prêmio IgNobel, uma sátira ao Nobel, homenageia pesquisas aparentemente bizarras que "fazem as pessoas rirem e depois pensarem". Entre os premiados estão estudos que avaliaram os fenômenos físicos responsáveis pelos escorregões em cascas de banana; o motivo pelo qual pica-paus não têm dor de cabeça; por que os cocôs de pequenos marsupiais são cúbicos, entre outros.

Na história da ciência não faltam exemplos de descobertas revolucionárias que nasceram de pesquisas "inúteis". Depois de anos investigando uma espécie de água-viva bioluminescente, o químico Osamu Shimomura conseguiu isolar a proteína fluorescente verde (GPF), feito que provocaria uma revolução na medicina. Com os avanços da engenharia genética, cientistas passaram a inserir o gene que comanda a produção da GFP em células e em animais de laboratório, permitindo rastrear processos celulares em tempo real. A descoberta rendeu o Nobel de Química ao cientista, tornando-se uma ferramenta fundamental na criação de tratamentos e diagnósticos para seres humanos. [...]

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/cienciafundamental/2025/08/entre-o-bizarro-e-o-extraordinario.shtml. Acesso em 06 de agosto de 2025)

Com base nos tempos e modos verbais do fragmento “Acontece que existe um valor inerente ao conhecimento que muitas vezes não se revela em uma única pesquisa.” (2º§), assinale a alternativa correta.
 

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3914813 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: TJ-PE

Analise o texto a seguir e responda à questão.

Texto II


Entre o bizarro e o extraordinário

Pesquisas aparentemente absurdas escondem descobertas geniais

Ao se deparar com cientistas fazendo cócegas em ratos, você pode se revoltar com o desperdício de tempo e dinheiro em algo que à primeira vista não traz retorno para a sociedade. Para muitos, a ciência só tem valor se tiver aplicação imediata e evidente.

Acontece que existe um valor inerente ao conhecimento que muitas vezes não se revela em uma única pesquisa. A chamada "ciência básica", que se dedica a investigar os fundamentos de fenômenos naturais, pode viabilizar soluções para problemas complexos.

Pesquisadores que passaram anos fazendo cócegas em ratos, por exemplo, compreenderam melhor as respostas neurológicas à alegria e ao prazer, ao identificar vocalizações ultrassônicas comparáveis às gargalhadas humanas. Uma descoberta que nos ajuda a desvendar mistérios como: por que sentimos cócegas? Por que algumas partes do corpo são mais sensíveis?

Ao investigar o córtex somatossensorial dos ratos, responsável por receber e processar informações sensoriais, os cientistas identificaram células que respondiam às cócegas e a outros estímulos, como brincadeiras. Se ansiosos, os ratos sentiam menos cócegas e a atividade dessas células era reduzida. São achados que ajudam a compreender a base neurobiológica das emoções positivas e abrem caminho para tratamentos contra a ansiedade e a depressão.

Não por acaso, o prêmio IgNobel, uma sátira ao Nobel, homenageia pesquisas aparentemente bizarras que "fazem as pessoas rirem e depois pensarem". Entre os premiados estão estudos que avaliaram os fenômenos físicos responsáveis pelos escorregões em cascas de banana; o motivo pelo qual pica-paus não têm dor de cabeça; por que os cocôs de pequenos marsupiais são cúbicos, entre outros.

Na história da ciência não faltam exemplos de descobertas revolucionárias que nasceram de pesquisas "inúteis". Depois de anos investigando uma espécie de água-viva bioluminescente, o químico Osamu Shimomura conseguiu isolar a proteína fluorescente verde (GPF), feito que provocaria uma revolução na medicina. Com os avanços da engenharia genética, cientistas passaram a inserir o gene que comanda a produção da GFP em células e em animais de laboratório, permitindo rastrear processos celulares em tempo real. A descoberta rendeu o Nobel de Química ao cientista, tornando-se uma ferramenta fundamental na criação de tratamentos e diagnósticos para seres humanos. [...]

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/cienciafundamental/2025/08/entre-o-bizarro-e-o-extraordinario.shtml. Acesso em 06 de agosto de 2025)

Em “Na história da ciência não faltam exemplos de descobertas revolucionárias que nasceram de pesquisas ‘inúteis’.” (6º§), considere o verbo em destaque e, com base nas regras de concordância verbal, assinale a alternativa correta.
 

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3914812 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: TJ-PE

Analise o texto a seguir e responda à questão.

Texto II


Entre o bizarro e o extraordinário

Pesquisas aparentemente absurdas escondem descobertas geniais

Ao se deparar com cientistas fazendo cócegas em ratos, você pode se revoltar com o desperdício de tempo e dinheiro em algo que à primeira vista não traz retorno para a sociedade. Para muitos, a ciência só tem valor se tiver aplicação imediata e evidente.

Acontece que existe um valor inerente ao conhecimento que muitas vezes não se revela em uma única pesquisa. A chamada "ciência básica", que se dedica a investigar os fundamentos de fenômenos naturais, pode viabilizar soluções para problemas complexos.

Pesquisadores que passaram anos fazendo cócegas em ratos, por exemplo, compreenderam melhor as respostas neurológicas à alegria e ao prazer, ao identificar vocalizações ultrassônicas comparáveis às gargalhadas humanas. Uma descoberta que nos ajuda a desvendar mistérios como: por que sentimos cócegas? Por que algumas partes do corpo são mais sensíveis?

Ao investigar o córtex somatossensorial dos ratos, responsável por receber e processar informações sensoriais, os cientistas identificaram células que respondiam às cócegas e a outros estímulos, como brincadeiras. Se ansiosos, os ratos sentiam menos cócegas e a atividade dessas células era reduzida. São achados que ajudam a compreender a base neurobiológica das emoções positivas e abrem caminho para tratamentos contra a ansiedade e a depressão.

Não por acaso, o prêmio IgNobel, uma sátira ao Nobel, homenageia pesquisas aparentemente bizarras que "fazem as pessoas rirem e depois pensarem". Entre os premiados estão estudos que avaliaram os fenômenos físicos responsáveis pelos escorregões em cascas de banana; o motivo pelo qual pica-paus não têm dor de cabeça; por que os cocôs de pequenos marsupiais são cúbicos, entre outros.

Na história da ciência não faltam exemplos de descobertas revolucionárias que nasceram de pesquisas "inúteis". Depois de anos investigando uma espécie de água-viva bioluminescente, o químico Osamu Shimomura conseguiu isolar a proteína fluorescente verde (GPF), feito que provocaria uma revolução na medicina. Com os avanços da engenharia genética, cientistas passaram a inserir o gene que comanda a produção da GFP em células e em animais de laboratório, permitindo rastrear processos celulares em tempo real. A descoberta rendeu o Nobel de Química ao cientista, tornando-se uma ferramenta fundamental na criação de tratamentos e diagnósticos para seres humanos. [...]

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/blogs/cienciafundamental/2025/08/entre-o-bizarro-e-o-extraordinario.shtml. Acesso em 06 de agosto de 2025)

O texto faz uso de vocabulário técnico e formal comum ao gênero de divulgação científica, como se observa nas palavras “ultrassônicas”, “neurobiológica” e “bioluminescente”. Com base nas normas atuais do português, assinale a alternativa que apresenta ambas as palavras grafadas corretamente.
 

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3914811 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBFC
Orgão: TJ-PE
Analise o texto a seguir para responder à questão.
Texto I

visitantes na mina
Terno, gravata, colete, camisa.
Cinto combinado com o sapato, e a meia.
Abotoadura, lenço e suspensório, já que isso faz tempo.
São todos iguais e somam bem uns dez, talvez mais.
Engenheiros, na época em que engenheiro era importante.
Mas, chiques de morrer, estão numa mina de carvão.
Algo a ver com as ordens para abrir uma nova galeria.
É muito engraçada a cena.
Kafka pode ser muito engraçado.
Esses caras, por exemplo, descendo numa mina de carvão.
Arrumadíssimos e tentando não se sujar.
Os mineiros, pretos de carvão até a cara, se encostam nas paredes.
À medida que a comitiva passa, tentam não estourar de rir.
Porque não é só a roupa e as mãos bem cuidadas e a cara de nojo.
É também o que eles fazem ou fingem fazer.
[...]
(VIGNA, Elvira. Kafkianas. São Paulo: Todavia, 2018, p. 44) 
No início do texto, ocorre uma enumeração de substantivos. Analise o efeito expressivo dessa sequência e assinale a alternativa que melhor caracteriza sua função.
 

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