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Foram encontradas 160 questões.

1516912 Ano: 2003
Disciplina: Matemática
Banca: UFPR
Orgão: TJ-PR

Um cidadão decidiu que fará doações mensais a uma instituição beneficente. O valor da primeira doação será de R$ 100,00 e, a cada mês, esse valor será aumentado em R$ 10,00. Ao efetuar o pagamento do mês em que se completarem 5 anos de contribuição, o valor total doado terá sido de:

 

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1516911 Ano: 2003
Disciplina: Matemática
Banca: UFPR
Orgão: TJ-PR

Um grupo de amigos decidiu comprar um presente para o chefe, dividindo a despesa igualmente entre eles. Na hora de coletar o dinheiro, faltavam 3 pessoas do grupo inicial e, assim, cada um dos presentes teve que pagar R$ 2,00 a mais do que pagaria se o grupo estivesse completo. Sabendo que o valor a ser dividido era de R$ 120,00, o número de pessoas que pagaram foi:

 

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1516910 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: TJ-PR

As questões 21 a 25 referem-se ao texto a seguir.

De olhos bem abertos

Não foram apenas as torres gêmeas do World Trade Center que desabaram após os atentados de 11 de setembro de 2001. Com elas ruiu um dos pilares da democracia, a privacidade. As armas tecnológicas que antes faziam parte do corolário de agentes secretos se voltaram contra a liberdade individual. Um projeto que tramita desde o início do ano passado no Congresso americano promete ampliar a rede de espionagem eletrônica. Chamado Sistema de Informações contra o Terrorismo (TIA, na sigla em inglês), ele permitiria o acesso à base de dados de empresas sempre que houvesse necessidade de saber mais sobre turistas, estudantes ou imigrantes. As fronteiras da vida privada parecem encolher a cada dia com a invasão dos computadores, telefones celulares e câmeras de vigilância. Em troca de facilidades de pagamento pelo cartão bancário em restaurantes, hotéis, supermercados ou pedágios, o cidadão deixa gravados seus rastros e preferências pelos hábitos de consumo. Como essas companhias operam em escala, sua capacidade de perscrutar chega a um nível de detalhe que inclui a freqüência com que as pessoas viajam, se gostam de chocolates ou de uísque, e até se levam uma vida sexual apimentada. Além, é claro, de dados banais como endereço, telefone, estado civil e saldo bancário. Pesquisadores do governo americano já trabalham em câmeras inteligentes capazes de identificar rostos e, pasme, avaliar se as pessoas estão alegres, tristes ou nervosas. O sistema funcionaria como o das cancelas de pedágio que liberam o acesso ao reconhecer veículos com permissão de avançar. Turistas também seriam identificados. O presidente George W. Bush determinou que até 2006 todos os passaportes sejam digitais, trazendo embutido um chip com informações como foto e impressão digital. Quando o viajante passar pela imigração, seus dados ficarão armazenados para que seu rosto seja reconhecido pelas lentes das milhares de câ

O dicionário Houaiss apresenta as seguintes acepções para a palavra corolário:

1) coroa de folhas de ouro ou de outro metal que, na Roma antiga, era oferecida aos grandes atores, como reconhecimento e celebração do seu talento artístico;

2) proposição que deriva, em um encadeamento dedutivo, de uma asserção precedente;

3) verdade que decorre de outra, que é sua conseqüência necessária ou continuação natural;

4) prosseguimento de argumentação, reflexão ou afirmação.

Essa mesma palavra, usada no início do texto:

 

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1516908 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: TJ-PR

As questões 21 a 25 referem-se ao texto a seguir.

De olhos bem abertos

Não foram apenas as torres gêmeas do World Trade Center que desabaram após os atentados de 11 de setembro de 2001. Com elas ruiu um dos pilares da democracia, a privacidade. As armas tecnológicas que antes faziam parte do corolário de agentes secretos se voltaram contra a liberdade individual. Um projeto que tramita desde o início do ano passado no Congresso americano promete ampliar a rede de espionagem eletrônica. Chamado Sistema de Informações contra o Terrorismo (TIA, na sigla em inglês), ele permitiria o acesso à base de dados de empresas sempre que houvesse necessidade de saber mais sobre turistas, estudantes ou imigrantes. As fronteiras da vida privada parecem encolher a cada dia com a invasão dos computadores, telefones celulares e câmeras de vigilância. Em troca de facilidades de pagamento pelo cartão bancário em restaurantes, hotéis, supermercados ou pedágios, o cidadão deixa gravados seus rastros e preferências pelos hábitos de consumo. Como essas companhias operam em escala, sua capacidade de perscrutar chega a um nível de detalhe que inclui a freqüência com que as pessoas viajam, se gostam de chocolates ou de uísque, e até se levam uma vida sexual apimentada. Além, é claro, de dados banais como endereço, telefone, estado civil e saldo bancário. Pesquisadores do governo americano já trabalham em câmeras inteligentes capazes de identificar rostos e, pasme, avaliar se as pessoas estão alegres, tristes ou nervosas. O sistema funcionaria como o das cancelas de pedágio que liberam o acesso ao reconhecer veículos com permissão de avançar. Turistas também seriam identificados. O presidente George W. Bush determinou que até 2006 todos os passaportes sejam digitais, trazendo embutido um chip com informações como foto e impressão digital. Quando o viajante passar pela imigração, seus dados ficarão armazenados para que seu rosto seja reconhecido pelas lentes das milhares de câ

O texto faz uso da linguagem literal em:

 

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1516907 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: TJ-PR

As questões 21 a 25 referem-se ao texto a seguir.

De olhos bem abertos

Não foram apenas as torres gêmeas do World Trade Center que desabaram após os atentados de 11 de setembro de 2001. Com elas ruiu um dos pilares da democracia, a privacidade. As armas tecnológicas que antes faziam parte do corolário de agentes secretos se voltaram contra a liberdade individual. Um projeto que tramita desde o início do ano passado no Congresso americano promete ampliar a rede de espionagem eletrônica. Chamado Sistema de Informações contra o Terrorismo (TIA, na sigla em inglês), ele permitiria o acesso à base de dados de empresas sempre que houvesse necessidade de saber mais sobre turistas, estudantes ou imigrantes. As fronteiras da vida privada parecem encolher a cada dia com a invasão dos computadores, telefones celulares e câmeras de vigilância. Em troca de facilidades de pagamento pelo cartão bancário em restaurantes, hotéis, supermercados ou pedágios, o cidadão deixa gravados seus rastros e preferências pelos hábitos de consumo. Como essas companhias operam em escala, sua capacidade de perscrutar chega a um nível de detalhe que inclui a freqüência com que as pessoas viajam, se gostam de chocolates ou de uísque, e até se levam uma vida sexual apimentada. Além, é claro, de dados banais como endereço, telefone, estado civil e saldo bancário. Pesquisadores do governo americano já trabalham em câmeras inteligentes capazes de identificar rostos e, pasme, avaliar se as pessoas estão alegres, tristes ou nervosas. O sistema funcionaria como o das cancelas de pedágio que liberam o acesso ao reconhecer veículos com permissão de avançar. Turistas também seriam identificados. O presidente George W. Bush determinou que até 2006 todos os passaportes sejam digitais, trazendo embutido um chip com informações como foto e impressão digital. Quando o viajante passar pela imigração, seus dados ficarão armazenados para que seu rosto seja reconhecido pelas lentes das milhares de câ

Segundo o texto, o "Sistema de Informações contra o Terrorismo (TIA)" é:

 

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1516906 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: TJ-PR

As questões 21 a 25 referem-se ao texto a seguir.

De olhos bem abertos

Não foram apenas as torres gêmeas do World Trade Center que desabaram após os atentados de 11 de setembro de 2001. Com elas ruiu um dos pilares da democracia, a privacidade. As armas tecnológicas que antes faziam parte do corolário de agentes secretos se voltaram contra a liberdade individual. Um projeto que tramita desde o início do ano passado no Congresso americano promete ampliar a rede de espionagem eletrônica. Chamado Sistema de Informações contra o Terrorismo (TIA, na sigla em inglês), ele permitiria o acesso à base de dados de empresas sempre que houvesse necessidade de saber mais sobre turistas, estudantes ou imigrantes. As fronteiras da vida privada parecem encolher a cada dia com a invasão dos computadores, telefones celulares e câmeras de vigilância. Em troca de facilidades de pagamento pelo cartão bancário em restaurantes, hotéis, supermercados ou pedágios, o cidadão deixa gravados seus rastros e preferências pelos hábitos de consumo. Como essas companhias operam em escala, sua capacidade de perscrutar chega a um nível de detalhe que inclui a freqüência com que as pessoas viajam, se gostam de chocolates ou de uísque, e até se levam uma vida sexual apimentada. Além, é claro, de dados banais como endereço, telefone, estado civil e saldo bancário. Pesquisadores do governo americano já trabalham em câmeras inteligentes capazes de identificar rostos e, pasme, avaliar se as pessoas estão alegres, tristes ou nervosas. O sistema funcionaria como o das cancelas de pedágio que liberam o acesso ao reconhecer veículos com permissão de avançar. Turistas também seriam identificados. O presidente George W. Bush determinou que até 2006 todos os passaportes sejam digitais, trazendo embutido um chip com informações como foto e impressão digital. Quando o viajante passar pela imigração, seus dados ficarão armazenados para que seu rosto seja reconhecido pelas lentes das milhares de câ

O título do texto indica que:

 

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1516905 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: TJ-PR

As questões 19 e 20 referem-se ao texto a seguir.

Os chamados "reality shows" vêm marcando a cena cultural em diversos países nos últimos anos. Versões diferentes de gincanas dramáticas com participação de pessoas selecionadas dentre um contingente de milhares de candidatos circulam provocando polêmica por onde passam. Programas como "Big Brother Brasil" ou "Casa dos Artistas" – versões locais de matrizes estrangeiras – geram repercussão inédita na mídia. Durante os anos de 2000 e 2001, respeitáveis jornais diários, como "Le Monde", na França, ou "The Guardian", na Inglaterra, dedicaram páginas e páginas ao gênero televisivo. Vale lembrar que a curiosidade do público sobre a intimidade das personagens em cena pode ser saciada nos episódios editados e televisados em horário nobre – o número e a duração dos episódios variam conforme a edição do programa – mas também em canais a cabo ou sites que exibem o "copião" do drama, ou seja, 24 horas de gravação diária, em tempo real. O caráter global do fenômeno estimula a especulação, freqüentemente na chave moral. Discute-se a natureza perversa ou inofensiva do fascínio exercido por programas que explorariam a humilhação de "pessoas reais" diante das câmeras. A crítica acusa o voyeurismo que esses experimentos estimulariam. Mas o sucesso de público não necessariamente se deve à exibição de cenas aberrantes. A primeira edição de "Casa dos Artistas", por exemplo, parecia derivar seu apelo por, ao menos em parte, se dirigir à família reunida. Mas o frenesi que o programa inspira é parecido. Curiosamente, o resultado da exibição mais ou menos simultânea do mesmo gênero de programa em diversos países é que em cada um desses locais são discutidas mais ou menos as mesmas coisas. Há como que uma agenda comum vivida com especificidades ao redor do globo. Após alguns anos de debate, há quem arrisque afirmar que a onda da TV realidade já passou. Talvez seja mais sagaz pensar que esses formatos m

Entre as afirmações abaixo, apresentadas no texto, a que representa o ponto de vista da autora é:

 

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1516904 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: TJ-PR

As questões 19 e 20 referem-se ao texto a seguir.

Os chamados "reality shows" vêm marcando a cena cultural em diversos países nos últimos anos. Versões diferentes de gincanas dramáticas com participação de pessoas selecionadas dentre um contingente de milhares de candidatos circulam provocando polêmica por onde passam. Programas como "Big Brother Brasil" ou "Casa dos Artistas" – versões locais de matrizes estrangeiras – geram repercussão inédita na mídia. Durante os anos de 2000 e 2001, respeitáveis jornais diários, como "Le Monde", na França, ou "The Guardian", na Inglaterra, dedicaram páginas e páginas ao gênero televisivo. Vale lembrar que a curiosidade do público sobre a intimidade das personagens em cena pode ser saciada nos episódios editados e televisados em horário nobre – o número e a duração dos episódios variam conforme a edição do programa – mas também em canais a cabo ou sites que exibem o "copião" do drama, ou seja, 24 horas de gravação diária, em tempo real. O caráter global do fenômeno estimula a especulação, freqüentemente na chave moral. Discute-se a natureza perversa ou inofensiva do fascínio exercido por programas que explorariam a humilhação de "pessoas reais" diante das câmeras. A crítica acusa o voyeurismo que esses experimentos estimulariam. Mas o sucesso de público não necessariamente se deve à exibição de cenas aberrantes. A primeira edição de "Casa dos Artistas", por exemplo, parecia derivar seu apelo por, ao menos em parte, se dirigir à família reunida. Mas o frenesi que o programa inspira é parecido. Curiosamente, o resultado da exibição mais ou menos simultânea do mesmo gênero de programa em diversos países é que em cada um desses locais são discutidas mais ou menos as mesmas coisas. Há como que uma agenda comum vivida com especificidades ao redor do globo. Após alguns anos de debate, há quem arrisque afirmar que a onda da TV realidade já passou. Talvez seja mais sagaz pensar que esses formatos m

Nesse texto, a autora tem como objetivo principal:
 

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1516903 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: TJ-PR

As questões 14 a 18 referem-se ao texto a seguir.

Com poucas exceções, todos gostam de médicos, mas ninguém se sente muito confortável num consultório ou num hospital. Se admiramos aqueles que salvam nossas vidas � ou, no mínimo, trabalham duro para que nos sintamos melhor �, geralmente os procuramos apenas quando estamos doentes. E, não raro, o tratamento compete em incômodo com a doença, certo? Pense melhor e você verá que isso é um tanto injusto. Não faz tanto tempo assim, a expectativa de vida das pessoas não passava dos 40 anos, cirurgias eram feitas sem anestesia e qualquer problema de saúde era motivo para uma sangria ou lavagem intestinal. Os avanços das ciências médicas nos últimos 100 anos só não se comparam aos que devem vir nos próximos 100. Já não é delírio sonhar com uma época em que todos, desde o nascimento, terão sua carga genética analisada e corrigida para enganar de antemão os mecanismos perversos do câncer, do diabetes, do mal de Alzheimer. Até lá, ainda há uma longa estrada a ser percorrida. No caminho, surgirão drogas inteligentes, feitas sob encomendas para cada indivíduo e cada microorganismo. Terminará a escassez de órgãos e sangue para doação, com o aparecimento de substitutos orgânicos, eletrônicos e mistos. Chegará ao fim o sofrimento causado por agulhas, serras e toda a sorte de instrumentos que cortam, furam, incomodam. E, se os esforços da ciência na luta contra o tempo derem certo, eu e você viveremos o bastante para assistir à concretização de vários desses sonhos.

(NOGUEIRA, Marcos. Superinteressante, 191-B, 2003.)

Assinale a palavra que apresenta um prefixo equivalente ao prefixo da palavra injusto.

 

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1516902 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: TJ-PR

As questões 14 a 18 referem-se ao texto a seguir.

Com poucas exceções, todos gostam de médicos, mas ninguém se sente muito confortável num consultório ou num hospital. Se admiramos aqueles que salvam nossas vidas � ou, no mínimo, trabalham duro para que nos sintamos melhor �, geralmente os procuramos apenas quando estamos doentes. E, não raro, o tratamento compete em incômodo com a doença, certo? Pense melhor e você verá que isso é um tanto injusto. Não faz tanto tempo assim, a expectativa de vida das pessoas não passava dos 40 anos, cirurgias eram feitas sem anestesia e qualquer problema de saúde era motivo para uma sangria ou lavagem intestinal. Os avanços das ciências médicas nos últimos 100 anos só não se comparam aos que devem vir nos próximos 100. Já não é delírio sonhar com uma época em que todos, desde o nascimento, terão sua carga genética analisada e corrigida para enganar de antemão os mecanismos perversos do câncer, do diabetes, do mal de Alzheimer. Até lá, ainda há uma longa estrada a ser percorrida. No caminho, surgirão drogas inteligentes, feitas sob encomendas para cada indivíduo e cada microorganismo. Terminará a escassez de órgãos e sangue para doação, com o aparecimento de substitutos orgânicos, eletrônicos e mistos. Chegará ao fim o sofrimento causado por agulhas, serras e toda a sorte de instrumentos que cortam, furam, incomodam. E, se os esforços da ciência na luta contra o tempo derem certo, eu e você viveremos o bastante para assistir à concretização de vários desses sonhos.

(NOGUEIRA, Marcos. Superinteressante, 191-B, 2003.)

Assinale a alternativa em que a substituição da expressão grifada por aquela que está entre parênteses NÃO provoca alteração na concordância do verbo.

 

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