Foram encontradas 160 questões.
Que alternativa completa as lacunas abaixo de acordo com a língua culta?
O grau de segurança ___________ se chegou com o desenvolvimento de novos equipamentos de segurança é o que nos possibilita enfrentar a violência ________ nos deparamos diariamente.
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As questões 04 e 05 referem-se ao texto a seguir.
Informe do Exército lido ontem para cerca de 300 mil soldados em todos os quartéis do país afirma que o movimento militar de 64 foi um ato de "coragem moral" para "restaurar a democracia". Contra a "insensatez" e o "destempero", diz a nota, os militares mantiveram-se ao lado da razão.
(Folha de S. Paulo, 01 abr. 2000.)
Qual alternativa conjuga corretamente o verbo manter na sentença abaixo?
Contra a insensatez e o destempero, diz a nota, o Exército ______________ ao lado da razão.
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As questões 04 e 05 referem-se ao texto a seguir.
Informe do Exército lido ontem para cerca de 300 mil soldados em todos os quartéis do país afirma que o movimento militar de 64 foi um ato de "coragem moral" para "restaurar a democracia". Contra a "insensatez" e o "destempero", diz a nota, os militares mantiveram-se ao lado da razão.
(Folha de S. Paulo, 01 abr. 2000.)
Marque a alternativa que justifica o uso das aspas no texto acima.
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As questões 01 a 03 referem-se ao texto a seguir.
Sempre que há um recrudescimento do terrorismo é natural que se procure uma explicação lógica para as atrocidades. Nesses momentos entra em ação um mecanismo de defesa, já estudado pela ciência, que ajuda as pessoas a tocar a vida, depois de verem cenas terríveis nos noticiários de televisão ou em fotografias de jornais e revistas. Esse mecanismo aparece, muitas vezes inconscientemente, nas rodas de conversa em família e no trabalho e mesmo nas argumentações de diplomatas e analistas experimentados. Quem não ouviu dizer que o brasileiro Sérgio Vieira de Mello foi morto em Bagdá porque os Estados Unidos invadiram o país e os iraquianos, furiosos com a situação, reagem contra todos os ocidentais? Esse tipo de racionalização é ilusório. "O terrorismo se nutre das justificativas que tiram dos ombros de seus autores o peso moral do crime que cometem", escreveu o americano Walter Laqueur, um dos mais respeitados estudiosos do fenômeno do terrorismo. Laqueur sustenta que cada ato terrorista deve merecer condenação independentemente da motivação de seus perpetradores e da justeza da causa que defendem. "O terror é um mal em si. Ele atenta contra a civilização e, em última análise, contra os próprios terroristas. O terror é um predador que termina devorando a si próprio", diz Laqueur.
Observe a concordância: ... os Estados Unidos invadiram o país.... Qual das expressões abaixo, que incluem nomes próprios, também levaria o verbo para o plural?
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As questões 01 a 03 referem-se ao texto a seguir.
Sempre que há um recrudescimento do terrorismo é natural que se procure uma explicação lógica para as atrocidades. Nesses momentos entra em ação um mecanismo de defesa, já estudado pela ciência, que ajuda as pessoas a tocar a vida, depois de verem cenas terríveis nos noticiários de televisão ou em fotografias de jornais e revistas. Esse mecanismo aparece, muitas vezes inconscientemente, nas rodas de conversa em família e no trabalho e mesmo nas argumentações de diplomatas e analistas experimentados. Quem não ouviu dizer que o brasileiro Sérgio Vieira de Mello foi morto em Bagdá porque os Estados Unidos invadiram o país e os iraquianos, furiosos com a situação, reagem contra todos os ocidentais? Esse tipo de racionalização é ilusório. "O terrorismo se nutre das justificativas que tiram dos ombros de seus autores o peso moral do crime que cometem", escreveu o americano Walter Laqueur, um dos mais respeitados estudiosos do fenômeno do terrorismo. Laqueur sustenta que cada ato terrorista deve merecer condenação independentemente da motivação de seus perpetradores e da justeza da causa que defendem. "O terror é um mal em si. Ele atenta contra a civilização e, em última análise, contra os próprios terroristas. O terror é um predador que termina devorando a si próprio", diz Laqueur.
Que frase atribuída a Laqueur sugere que o mecanismo de defesa de que fala o texto não é adequado?
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As questões 01 a 03 referem-se ao texto a seguir.
Sempre que há um recrudescimento do terrorismo é natural que se procure uma explicação lógica para as atrocidades. Nesses momentos entra em ação um mecanismo de defesa, já estudado pela ciência, que ajuda as pessoas a tocar a vida, depois de verem cenas terríveis nos noticiários de televisão ou em fotografias de jornais e revistas. Esse mecanismo aparece, muitas vezes inconscientemente, nas rodas de conversa em família e no trabalho e mesmo nas argumentações de diplomatas e analistas experimentados. Quem não ouviu dizer que o brasileiro Sérgio Vieira de Mello foi morto em Bagdá porque os Estados Unidos invadiram o país e os iraquianos, furiosos com a situação, reagem contra todos os ocidentais? Esse tipo de racionalização é ilusório. "O terrorismo se nutre das justificativas que tiram dos ombros de seus autores o peso moral do crime que cometem", escreveu o americano Walter Laqueur, um dos mais respeitados estudiosos do fenômeno do terrorismo. Laqueur sustenta que cada ato terrorista deve merecer condenação independentemente da motivação de seus perpetradores e da justeza da causa que defendem. "O terror é um mal em si. Ele atenta contra a civilização e, em última análise, contra os próprios terroristas. O terror é um predador que termina devorando a si próprio", diz Laqueur.
O texto considera ilusório(a):
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NÃO se inclui entre as "vantagens pecuniárias" do funcionário:
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Sobre os direitos dos servidores públicos, assinale a alternativa INCORRETA.
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Ao funcionário nomeado para o exercício de cargo em comissão é facultado optar pelo vencimento e demais vantagens do seu cargo efetivo, acrescido de gratificação fixa correspondente a uma percentagem do valor do símbolo do cargo em comissão respectivo. Essa percentagem é de:
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As questões 21 a 25 referem-se ao texto a seguir.
De olhos bem abertos
Não foram apenas as torres gêmeas do World Trade Center que desabaram após os atentados de 11 de setembro de 2001. Com elas ruiu um dos pilares da democracia, a privacidade. As armas tecnológicas que antes faziam parte do corolário de agentes secretos se voltaram contra a liberdade individual. Um projeto que tramita desde o início do ano passado no Congresso americano promete ampliar a rede de espionagem eletrônica. Chamado Sistema de Informações contra o Terrorismo (TIA, na sigla em inglês), ele permitiria o acesso à base de dados de empresas sempre que houvesse necessidade de saber mais sobre turistas, estudantes ou imigrantes. As fronteiras da vida privada parecem encolher a cada dia com a invasão dos computadores, telefones celulares e câmeras de vigilância. Em troca de facilidades de pagamento pelo cartão bancário em restaurantes, hotéis, supermercados ou pedágios, o cidadão deixa gravados seus rastros e preferências pelos hábitos de consumo. Como essas companhias operam em escala, sua capacidade de perscrutar chega a um nível de detalhe que inclui a freqüência com que as pessoas viajam, se gostam de chocolates ou de uísque, e até se levam uma vida sexual apimentada. Além, é claro, de dados banais como endereço, telefone, estado civil e saldo bancário. Pesquisadores do governo americano já trabalham em câmeras inteligentes capazes de identificar rostos e, pasme, avaliar se as pessoas estão alegres, tristes ou nervosas. O sistema funcionaria como o das cancelas de pedágio que liberam o acesso ao reconhecer veículos com permissão de avançar. Turistas também seriam identificados. O presidente George W. Bush determinou que até 2006 todos os passaportes sejam digitais, trazendo embutido um chip com informações como foto e impressão digital. Quando o viajante passar pela imigração, seus dados ficarão armazenados para que seu rosto seja reconhecido pelas lentes das milhares de câ
... ele permitiria o acesso à base de dados de empresas sempre que houvesse necessidade de saber mais sobre turistas, estudantes ou imigrantes... Indique a alternativa que NÃO mantém uma correlação de tempos adequada dos verbos grifados.
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