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Foram encontradas 70 questões.

O Poder Judiciário tem por característica central a estática ou o não-agir por impulso próprio (ne procedat iudex ex officio). Age por provocação das partes, do que decorre ser próprio do Direito Positivo este ponto de fragilidade: quem diz o que seja ‘de Direito’ não o diz senão a partir de impulso externo. Não é isso o que se dá com o Ministério Público. Este age de ofício e assim confere ao Direito um elemento de dinamismo compensador daquele primeiro ponto jurisdicional de fragilidade.”

(HC 97.969, Rel. Min. Ayres Britto, Segunda Turma, publ.

DJE de 23-5-2011).

Uma das funções institucionais atribuídas pela Constituição da República ao Ministério Público que evidencia a característica acima apontada consiste em

 

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2656599 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ
Analise o seguinte exemplo de planilha eletrônica do editor de planilhas Calc do pacote BR Office.
A B C
1 1 2 3
2 1 2 3
3 2 4 6
A fórmula necessária para efetuar a soma das células B3 e C1, somando apenas os números que sejam positivos nestas células é:
 

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2656598 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ
Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
Manuel Bandeira publicou diversos textos durante o “mês modernista”, espaço aberto para o movimento no jornal carioca A Noite, em dezembro de 1925. O poeta era então assíduo frequentador do restaurante Reis, no velho centro do Rio. Eram dias de vida boêmia, e, apesar de todo o resguardo que tocava a um “tísico profissional”, Bandeira descia do morro do Curvelo ao sorvedouro da Lapa e vizinhanças, à vida pobre e corriqueira aos pés da Glória, onde a poesia se mesclava a um pouco de tudo. O poeta já não é o ser exclusivamente voltado para si mesmo, na busca da expressão da pura subjetividade, mas antes um sujeito que se abre ao mundo.
Uma tal atitude, cheia de consequências para a poesia brasileira, tinha enormes implicações. Implicava algo geral e, ao mesmo tempo, muito particular: uma abertura maior da vida do espírito para a realidade de um país largamente desconhecido de si mesmo e para a novidade de fatos palpáveis da existência material de todo dia, tal como afloravam chocantes no espaço modernizado das cidades.
A fratura da antiga convenção poética coincidia com a brecha do novo, por onde os fatos do dia penetravam no universo da arte, exigindo um tratamento artístico igualmente renovado.
(Adaptado de Davi Arrigucci. Humildade, paixão e morte. São
Paulo: Cia. das Letras, 1990. p.92-93)
Em épocas passadas, alguns poetas se ...... atrelados a convenções literárias tão rígidas que, em alguns casos, os ..... de encontrar uma voz original e única.
Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, na ordem dada:
 

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2656597 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ
Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
Manuel Bandeira publicou diversos textos durante o “mês modernista”, espaço aberto para o movimento no jornal carioca A Noite, em dezembro de 1925. O poeta era então assíduo frequentador do restaurante Reis, no velho centro do Rio. Eram dias de vida boêmia, e, apesar de todo o resguardo que tocava a um “tísico profissional”, Bandeira descia do morro do Curvelo ao sorvedouro da Lapa e vizinhanças, à vida pobre e corriqueira aos pés da Glória, onde a poesia se mesclava a um pouco de tudo. O poeta já não é o ser exclusivamente voltado para si mesmo, na busca da expressão da pura subjetividade, mas antes um sujeito que se abre ao mundo.
Uma tal atitude, cheia de consequências para a poesia brasileira, tinha enormes implicações. Implicava algo geral e, ao mesmo tempo, muito particular: uma abertura maior da vida do espírito para a realidade de um país largamente desconhecido de si mesmo e para a novidade de fatos palpáveis da existência material de todo dia, tal como afloravam chocantes no espaço modernizado das cidades.
A fratura da antiga convenção poética coincidia com a brecha do novo, por onde os fatos do dia penetravam no universo da arte, exigindo um tratamento artístico igualmente renovado.
(Adaptado de Davi Arrigucci. Humildade, paixão e morte. São
Paulo: Cia. das Letras, 1990. p.92-93)
... e, apesar de todo o resguardo que tocava a um “tísico profissional”...
Mantendo-se a correção e a lógica, o verbo grifado acima pode ser substituído por:
 

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2656596 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ
Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
Manuel Bandeira publicou diversos textos durante o “mês modernista”, espaço aberto para o movimento no jornal carioca A Noite, em dezembro de 1925. O poeta era então assíduo frequentador do restaurante Reis, no velho centro do Rio. Eram dias de vida boêmia, e, apesar de todo o resguardo que tocava a um “tísico profissional”, Bandeira descia do morro do Curvelo ao sorvedouro da Lapa e vizinhanças, à vida pobre e corriqueira aos pés da Glória, onde a poesia se mesclava a um pouco de tudo. O poeta já não é o ser exclusivamente voltado para si mesmo, na busca da expressão da pura subjetividade, mas antes um sujeito que se abre ao mundo.
Uma tal atitude, cheia de consequências para a poesia brasileira, tinha enormes implicações. Implicava algo geral e, ao mesmo tempo, muito particular: uma abertura maior da vida do espírito para a realidade de um país largamente desconhecido de si mesmo e para a novidade de fatos palpáveis da existência material de todo dia, tal como afloravam chocantes no espaço modernizado das cidades.
A fratura da antiga convenção poética coincidia com a brecha do novo, por onde os fatos do dia penetravam no universo da arte, exigindo um tratamento artístico igualmente renovado.
(Adaptado de Davi Arrigucci. Humildade, paixão e morte. São
Paulo: Cia. das Letras, 1990. p.92-93)
O restaurante Reis, ...... o poeta era assíduo frequentador, ficava no velho centro do Rio.
Preenche corretamente a lacuna da frase acima:
 

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2656595 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ
Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
Manuel Bandeira publicou diversos textos durante o “mês modernista”, espaço aberto para o movimento no jornal carioca A Noite, em dezembro de 1925. O poeta era então assíduo frequentador do restaurante Reis, no velho centro do Rio. Eram dias de vida boêmia, e, apesar de todo o resguardo que tocava a um “tísico profissional”, Bandeira descia do morro do Curvelo ao sorvedouro da Lapa e vizinhanças, à vida pobre e corriqueira aos pés da Glória, onde a poesia se mesclava a um pouco de tudo. O poeta já não é o ser exclusivamente voltado para si mesmo, na busca da expressão da pura subjetividade, mas antes um sujeito que se abre ao mundo.
Uma tal atitude, cheia de consequências para a poesia brasileira, tinha enormes implicações. Implicava algo geral e, ao mesmo tempo, muito particular: uma abertura maior da vida do espírito para a realidade de um país largamente desconhecido de si mesmo e para a novidade de fatos palpáveis da existência material de todo dia, tal como afloravam chocantes no espaço modernizado das cidades.
A fratura da antiga convenção poética coincidia com a brecha do novo, por onde os fatos do dia penetravam no universo da arte, exigindo um tratamento artístico igualmente renovado.
(Adaptado de Davi Arrigucci. Humildade, paixão e morte. São
Paulo: Cia. das Letras, 1990. p.92-93)
Atente para as afirmações abaixo.
I. Uma tal atitude, cheia de consequências para a poesia brasileira, tinha enormes implicações.
As vírgulas poderiam ser substituídas por travessões, sem prejuízo para a correção e a lógica.
II. O poeta já não é o ser exclusivamente voltado para si mesmo, na busca da expressão da pura subjetividade, mas antes um sujeito que se abre ao mundo.
As vírgulas poderiam ser suprimidas, sem prejuízo para a correção e a lógica.
III. A fratura da antiga convenção poética coincidia com a brecha do novo, por onde os fatos do dia penetravam no universo da arte, exigindo um tratamento artístico igualmente renovado.
A vírgula colocada imediatamente depois de arte poderia ser substituída por dois-pontos, sem prejuízo para a correção e a lógica.
Está correto o que se afirma APENAS em
 

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2656594 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ
Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
Manuel Bandeira publicou diversos textos durante o “mês modernista”, espaço aberto para o movimento no jornal carioca A Noite, em dezembro de 1925. O poeta era então assíduo frequentador do restaurante Reis, no velho centro do Rio. Eram dias de vida boêmia, e, apesar de todo o resguardo que tocava a um “tísico profissional”, Bandeira descia do morro do Curvelo ao sorvedouro da Lapa e vizinhanças, à vida pobre e corriqueira aos pés da Glória, onde a poesia se mesclava a um pouco de tudo. O poeta já não é o ser exclusivamente voltado para si mesmo, na busca da expressão da pura subjetividade, mas antes um sujeito que se abre ao mundo.
Uma tal atitude, cheia de consequências para a poesia brasileira, tinha enormes implicações. Implicava algo geral e, ao mesmo tempo, muito particular: uma abertura maior da vida do espírito para a realidade de um país largamente desconhecido de si mesmo e para a novidade de fatos palpáveis da existência material de todo dia, tal como afloravam chocantes no espaço modernizado das cidades.
A fratura da antiga convenção poética coincidia com a brecha do novo, por onde os fatos do dia penetravam no universo da arte, exigindo um tratamento artístico igualmente renovado.
(Adaptado de Davi Arrigucci. Humildade, paixão e morte. São
Paulo: Cia. das Letras, 1990. p.92-93)
A atitude a que o autor se refere no início do 2º parágrafo é a de
 

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2656593 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ
Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
Fim de linha
A invenção da máquina de escrever é atribuída ao inglês Henry Mills, em 1713. Era destinada a cegos, chegou a ser patenteada, mas jamais saiu do papel. A partir daí, a intermediação da mecânica no milenar ofício de escrever empunhando pincéis, penas, tintas, lápis, carvão e tantos outros artefatos manuais foi dando saltos. Assiste-se, agora, ao fechamento da última fábrica de máquina de escrever mecânica do mundo.
Ainda há gente, como o professor de filosofia Richard Polt, de Cincinatti, que a usa. “Frequentemente desligo o computador para escrever o primeiro esboço de algum trabalho mais sério numa máquina mecânica. É a maneira mais garantida de não cair na tentação de abrir e-mails ou ficar me distraindo na internet. O bom das máquinas antigas é que você só pode fazer uma coisa com elas: escrever.”
Polt mantém um site na internet que abriga material de consolo para quem sofre de abstinência de conquistas passadas. “Máquinas de escrever manuais são para os ousados, os audaciosos, os que arriscam. Os perfeccionistas, em suma. Por quê? Uma vez que uma tecla é acionada, não há mais volta. Se você errar, só lhe restará recolher-se à sua vergonha e tentar camuflar o erro”, escreveu um frequentador assíduo.
Mas ainda há linhas de montagem de máquinas de escrever elétricas e eletrônicas que continuam a pleno vapor. Sua principal clientela é cativa. Literalmente: vive atrás das grades. Proibida de usar computador, a população carcerária americana é garantia de longa vida para uma indústria tão confinada quanto seus usuários.
(Adaptado da revista Piauí 57, junho de 2011)
O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do plural para preencher adequadamente a lacuna da frase:
 

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2656592 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ
Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
Fim de linha
A invenção da máquina de escrever é atribuída ao inglês Henry Mills, em 1713. Era destinada a cegos, chegou a ser patenteada, mas jamais saiu do papel. A partir daí, a intermediação da mecânica no milenar ofício de escrever empunhando pincéis, penas, tintas, lápis, carvão e tantos outros artefatos manuais foi dando saltos. Assiste-se, agora, ao fechamento da última fábrica de máquina de escrever mecânica do mundo.
Ainda há gente, como o professor de filosofia Richard Polt, de Cincinatti, que a usa. “Frequentemente desligo o computador para escrever o primeiro esboço de algum trabalho mais sério numa máquina mecânica. É a maneira mais garantida de não cair na tentação de abrir e-mails ou ficar me distraindo na internet. O bom das máquinas antigas é que você só pode fazer uma coisa com elas: escrever.”
Polt mantém um site na internet que abriga material de consolo para quem sofre de abstinência de conquistas passadas. “Máquinas de escrever manuais são para os ousados, os audaciosos, os que arriscam. Os perfeccionistas, em suma. Por quê? Uma vez que uma tecla é acionada, não há mais volta. Se você errar, só lhe restará recolher-se à sua vergonha e tentar camuflar o erro”, escreveu um frequentador assíduo.
Mas ainda há linhas de montagem de máquinas de escrever elétricas e eletrônicas que continuam a pleno vapor. Sua principal clientela é cativa. Literalmente: vive atrás das grades. Proibida de usar computador, a população carcerária americana é garantia de longa vida para uma indústria tão confinada quanto seus usuários.
(Adaptado da revista Piauí 57, junho de 2011)
NÃO admite transposição para a voz passiva o que se lê em:
I. A partir daí, a intermediação da mecânica foi dando saltos.
II. Ainda há quem a usa.
III. Máquinas de escrever mecânicas são para os ousados.
IV. Sua principal clientela é cativa.
Atende corretamente ao enunciado APENAS o que está em
 

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2656591 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ
Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
Fim de linha
A invenção da máquina de escrever é atribuída ao inglês Henry Mills, em 1713. Era destinada a cegos, chegou a ser patenteada, mas jamais saiu do papel. A partir daí, a intermediação da mecânica no milenar ofício de escrever empunhando pincéis, penas, tintas, lápis, carvão e tantos outros artefatos manuais foi dando saltos. Assiste-se, agora, ao fechamento da última fábrica de máquina de escrever mecânica do mundo.
Ainda há gente, como o professor de filosofia Richard Polt, de Cincinatti, que a usa. “Frequentemente desligo o computador para escrever o primeiro esboço de algum trabalho mais sério numa máquina mecânica. É a maneira mais garantida de não cair na tentação de abrir e-mails ou ficar me distraindo na internet. O bom das máquinas antigas é que você só pode fazer uma coisa com elas: escrever.”
Polt mantém um site na internet que abriga material de consolo para quem sofre de abstinência de conquistas passadas. “Máquinas de escrever manuais são para os ousados, os audaciosos, os que arriscam. Os perfeccionistas, em suma. Por quê? Uma vez que uma tecla é acionada, não há mais volta. Se você errar, só lhe restará recolher-se à sua vergonha e tentar camuflar o erro”, escreveu um frequentador assíduo.
Mas ainda há linhas de montagem de máquinas de escrever elétricas e eletrônicas que continuam a pleno vapor. Sua principal clientela é cativa. Literalmente: vive atrás das grades. Proibida de usar computador, a população carcerária americana é garantia de longa vida para uma indústria tão confinada quanto seus usuários.
(Adaptado da revista Piauí 57, junho de 2011)
Máquinas de escrever manuais são para os audaciosos.
Uma vez que a tecla é acionada, não há mais volta.
O trecho acima foi reconstruído de modo a não comprometer a correção e a coerência da forma original em:
 

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