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Foram encontradas 332 questões.

2656576 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ
Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
E, subitamente, é a era do Automóvel. O monstro transformador irrompeu, bufando, por entre os descombros da cidade velha, e como nas mágicas e na natureza, aspérrima educadora, tudo transformou com aparências novas e novas aspirações. Quando os meus olhos se abriram para as agruras e também para os prazeres da vida, a cidade, toda estreita e toda de mau piso, eriçava o pedregulho contra o animal de lenda, que acabava de ser inventado em França. Só pelas ruas esguias dois pequenos e lamentáveis corredores tinham tido a ousadia de aparecer. Um, o primeiro, de Patrocínio, quando chegou, foi motivo de escandalosa atenção. Gente de guarda-chuva debaixo do braço parava estarrecida como se tivesse visto um bicho de Marte ou um aparelho de morte imediata. Oito dias depois, o jornalista e alguns amigos, acreditando voar com três quilômetros por hora, rebentavam a máquina de encontro às árvores da rua da Passagem. O outro, tão lento e parado que mais parecia uma tartaruga bulhenta, deitava tanta fumaça que, ao vê-lo passar, várias damas sufocavam. A imprensa, arauto do progresso, e a elegância, modelo do esnobismo, eram os precursores da era automobílica. Mas ninguém adivinhava essa era. Quem poderia pensar na futura influência do Automóvel diante da máquina quebrada de Patrocínio? Quem imaginaria velocidades enormes na corriola dificultosa que o conde Guerra Duval cedia aos clubes infantis como um brinco idêntico aos baloiços e aos pôneis mansos? Ninguém! Absolutamente ninguém. [...]
Para que a era se firmasse fora preciso a transfiguração da cidade. [...] Ruas arrasaram-se, avenidas surgiram, os impostos aduaneiros caíram, e triunfal e desabrido o automóvel entrou, arrastando desvairadamente uma catadupa de automóveis. Agora, nós vivemos positivamente nos momentos do automóvel, em que o chofer é rei, é soberano, é tirano.
(João do Rio. A era do automóvel. Crônicas. São Paulo:
Companhia das Letras. 2005. p. 17-18)
Com as questões apresentadas no final do 1º parágrafo do texto, o autor
 

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2656575 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ
Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
E, subitamente, é a era do Automóvel. O monstro transformador irrompeu, bufando, por entre os descombros da cidade velha, e como nas mágicas e na natureza, aspérrima educadora, tudo transformou com aparências novas e novas aspirações. Quando os meus olhos se abriram para as agruras e também para os prazeres da vida, a cidade, toda estreita e toda de mau piso, eriçava o pedregulho contra o animal de lenda, que acabava de ser inventado em França. Só pelas ruas esguias dois pequenos e lamentáveis corredores tinham tido a ousadia de aparecer. Um, o primeiro, de Patrocínio, quando chegou, foi motivo de escandalosa atenção. Gente de guarda-chuva debaixo do braço parava estarrecida como se tivesse visto um bicho de Marte ou um aparelho de morte imediata. Oito dias depois, o jornalista e alguns amigos, acreditando voar com três quilômetros por hora, rebentavam a máquina de encontro às árvores da rua da Passagem. O outro, tão lento e parado que mais parecia uma tartaruga bulhenta, deitava tanta fumaça que, ao vê-lo passar, várias damas sufocavam. A imprensa, arauto do progresso, e a elegância, modelo do esnobismo, eram os precursores da era automobílica. Mas ninguém adivinhava essa era. Quem poderia pensar na futura influência do Automóvel diante da máquina quebrada de Patrocínio? Quem imaginaria velocidades enormes na corriola dificultosa que o conde Guerra Duval cedia aos clubes infantis como um brinco idêntico aos baloiços e aos pôneis mansos? Ninguém! Absolutamente ninguém. [...]
Para que a era se firmasse fora preciso a transfiguração da cidade. [...] Ruas arrasaram-se, avenidas surgiram, os impostos aduaneiros caíram, e triunfal e desabrido o automóvel entrou, arrastando desvairadamente uma catadupa de automóveis. Agora, nós vivemos positivamente nos momentos do automóvel, em que o chofer é rei, é soberano, é tirano.
(João do Rio. A era do automóvel. Crônicas. São Paulo:
Companhia das Letras. 2005. p. 17-18)
É correto perceber na crônica de João do Rio
 

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2656574 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ
Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
E, subitamente, é a era do Automóvel. O monstro transformador irrompeu, bufando, por entre os descombros da cidade velha, e como nas mágicas e na natureza, aspérrima educadora, tudo transformou com aparências novas e novas aspirações. Quando os meus olhos se abriram para as agruras e também para os prazeres da vida, a cidade, toda estreita e toda de mau piso, eriçava o pedregulho contra o animal de lenda, que acabava de ser inventado em França. Só pelas ruas esguias dois pequenos e lamentáveis corredores tinham tido a ousadia de aparecer. Um, o primeiro, de Patrocínio, quando chegou, foi motivo de escandalosa atenção. Gente de guarda-chuva debaixo do braço parava estarrecida como se tivesse visto um bicho de Marte ou um aparelho de morte imediata. Oito dias depois, o jornalista e alguns amigos, acreditando voar com três quilômetros por hora, rebentavam a máquina de encontro às árvores da rua da Passagem. O outro, tão lento e parado que mais parecia uma tartaruga bulhenta, deitava tanta fumaça que, ao vê-lo passar, várias damas sufocavam. A imprensa, arauto do progresso, e a elegância, modelo do esnobismo, eram os precursores da era automobílica. Mas ninguém adivinhava essa era. Quem poderia pensar na futura influência do Automóvel diante da máquina quebrada de Patrocínio? Quem imaginaria velocidades enormes na corriola dificultosa que o conde Guerra Duval cedia aos clubes infantis como um brinco idêntico aos baloiços e aos pôneis mansos? Ninguém! Absolutamente ninguém. [...]
Para que a era se firmasse fora preciso a transfiguração da cidade. [...] Ruas arrasaram-se, avenidas surgiram, os impostos aduaneiros caíram, e triunfal e desabrido o automóvel entrou, arrastando desvairadamente uma catadupa de automóveis. Agora, nós vivemos positivamente nos momentos do automóvel, em que o chofer é rei, é soberano, é tirano.
(João do Rio. A era do automóvel. Crônicas. São Paulo:
Companhia das Letras. 2005. p. 17-18)
A afirmativa correta é:
 

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2656573 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ
Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
Receita de casa
Juro que entendo alguma coisa de arquitetura urbana, embora alguns pobres arquitetos profissionais achem que não.
Assim vos direi que a primeira coisa a respeito de uma casa é que ela deve ter um porão, um bom porão com entrada pela frente e saída pelos fundos. Esse porão deve ser habitável porém inabitado; e ter alguns quartos sem iluminação alguma, onde se devem amontoar móveis antigos, quebrados, objetos desprezados e baús esquecidos. Deve ser o cemitério das coisas. Ali, sob os pés da família, como se fosse no subconsciente dos vivos, jazerão os leques, as cadeiras, as fantasias do carnaval do ano de 1920, as gravatas manchadas, os sapatos que outrora andaram em caminhos longe.
(Adaptado de Rubem Braga, Casa dos Braga – Memórias de infância)
A frase em que ambos os elementos sublinhados são complementos verbais é:
 

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2656572 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ
Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
Receita de casa
Juro que entendo alguma coisa de arquitetura urbana, embora alguns pobres arquitetos profissionais achem que não.
Assim vos direi que a primeira coisa a respeito de uma casa é que ela deve ter um porão, um bom porão com entrada pela frente e saída pelos fundos. Esse porão deve ser habitável porém inabitado; e ter alguns quartos sem iluminação alguma, onde se devem amontoar móveis antigos, quebrados, objetos desprezados e baús esquecidos. Deve ser o cemitério das coisas. Ali, sob os pés da família, como se fosse no subconsciente dos vivos, jazerão os leques, as cadeiras, as fantasias do carnaval do ano de 1920, as gravatas manchadas, os sapatos que outrora andaram em caminhos longe.
(Adaptado de Rubem Braga, Casa dos Braga – Memórias de infância)
Está plenamente correta a pontuação do seguinte período:
 

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2656571 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ
Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
Receita de casa
Juro que entendo alguma coisa de arquitetura urbana, embora alguns pobres arquitetos profissionais achem que não.
Assim vos direi que a primeira coisa a respeito de uma casa é que ela deve ter um porão, um bom porão com entrada pela frente e saída pelos fundos. Esse porão deve ser habitável porém inabitado; e ter alguns quartos sem iluminação alguma, onde se devem amontoar móveis antigos, quebrados, objetos desprezados e baús esquecidos. Deve ser o cemitério das coisas. Ali, sob os pés da família, como se fosse no subconsciente dos vivos, jazerão os leques, as cadeiras, as fantasias do carnaval do ano de 1920, as gravatas manchadas, os sapatos que outrora andaram em caminhos longe.
(Adaptado de Rubem Braga, Casa dos Braga – Memórias de infância)
O porão, ao ser caracterizado pelo autor, reveste-se de qualidades tais que o aproximam da condição humana, tal como sugerem os elementos
 

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2656570 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ
Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.
Receita de casa
Juro que entendo alguma coisa de arquitetura urbana, embora alguns pobres arquitetos profissionais achem que não.
Assim vos direi que a primeira coisa a respeito de uma casa é que ela deve ter um porão, um bom porão com entrada pela frente e saída pelos fundos. Esse porão deve ser habitável porém inabitado; e ter alguns quartos sem iluminação alguma, onde se devem amontoar móveis antigos, quebrados, objetos desprezados e baús esquecidos. Deve ser o cemitério das coisas. Ali, sob os pés da família, como se fosse no subconsciente dos vivos, jazerão os leques, as cadeiras, as fantasias do carnaval do ano de 1920, as gravatas manchadas, os sapatos que outrora andaram em caminhos longe.
(Adaptado de Rubem Braga, Casa dos Braga – Memórias de infância)
Depreende-se do texto que, para o autor, o porão é o espaço de uma casa
 

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2656569 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ
Ana Maria Bambrilla, em 22.07.2007, escrevia que
... há tempo um fato não repercutia tão polemicamente no meio jornalístico: no auge da cobertura do desastre aéreo com o vôo JJ 3054 da TAM, no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, o UOL publica a imagem de uma pessoa se jogando do alto do hangar da companhia aérea em meio às chamas. O conteúdo teria sido enviado por um internauta que atendia ao chamado do portal: "Você manda: a tragédia em Congonhas". Vinte e oito minutos mais tarde, outro (?) internauta alerta o UOL de que se tratava apenas de uma montagem e que a cena do corpo caindo naquela foto não passava de um trabalho amador em Photoshop. O portal admitiu o erro publicamente e retirou a imagem do ar - e ainda levou um puxão de orelha da ombudsman Tereza Rangel. Pelo menos!
(http://www.jornalistasdaweb.com.br/index)
O episódio provocou questionamentos sobre a eficácia do jornalismo
 

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2656568 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ
A escolha da tipologia para composição gráfica depende de vários critérios. Entre eles o público. Um dos grandes jornais brasileiros, por exemplo, usava tipos da família lapidária para personalizar os títulos de seu caderno de esportes. O exemplo que é composto com tipos da família lapidária é:
 

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2656567 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FCC
Orgão: TJ-RJ
Ao catalogar a obra cuja página de rosto aparece abaixo, usando o AACR2, um bibliotecário escolheu corretamente a seguinte entrada principal:
Carlos e Mário
Correspondência de
Carlos Drummond de Andrade e
Mário de Andrade
Organização: Lélia Coelho Frota
Prefácio e notas: Silviano Santiago
 

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