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Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FUNDATEC
Orgão: TJ-RS
(X NOT = 5) AND (Y NOT < 7) AND (Z > 4) OR
(X NOT = 5) AND (Y < 7) AND (Z NOT > 4) OR
(X = 5) AND (Y NOT < 7) AND (Z > 4) THEN ...
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- Engenharia de SoftwareCiclo de Vida de Software
- Engenharia de SoftwareDocumentação de Software
- Engenharia de SoftwareFerramentas CASE
- Engenharia de SoftwarePrincípios de Engenharia de Software
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Sobre as normas estatutárias e legais que regem a responsabilidade do servidor público civil do Estado, considere as assertivas abaixo.
I - Se, por uma determinada infração funcional, o servidor for condenado criminalmente, não caberá punição administrativa, pois esta estará absorvida por aquela.
II - A responsabilidade civil-administrativa resulta de ato omissivo ou comissivo praticado no desempenho do cargo ou função.
III - Somente se o servidor agiu de forma dolosa, ao praticar dano a terceiro, no exercício do cargo ou função, responderá perante a Fazenda Pública, em ação regressiva.
Quais são corretas?
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Instrução: Para responder à questão, leia o texto abaixo.
A Grande Viagem
Cada vez fica mais fácil deslocar-se de um ponto a outro do globo. No mundo antigo, mesmo a viagem mais curta transformava-se numa aventura de contornos imprevisíveis; hoje, ao contrário, visitamos com facilidade os lugares mais distantes, já informados de tudo que vamos encontrar – o clima, a comida, o caráter dos nativos e as coisas que devemos fotografar. A não ser pelo capricho de algum vulcão intrometido, tudo está previsto – menos, é claro, o que vamos descobrir sobre nós mesmos.
O pior é que podemos partir sem partir. Há os que percorrem longos trajetos de ida e de volta sem acrescentar uma gota à experiência ou ao conhecimento ______ saíram de casa; para eles vale o comentário de Sócrates, quando foram lhe dizer que alguém, apesar das inúmeras viagens que fazia, não tinha melhorado em nada: “Nem poderia, pois ele sempre leva a si mesmo consigo”. Não se trata, é claro – como se fosse possível! – de deixar para trás aquilo que somos, assim como deixamos com o vizinho nosso gato ou nossa samambaia, mas de abrandar nossos preconceitos, a fim de enxergar com um jeito novo aquilo que for oferecido a nossos olhos.
Esta é a verdadeira arte de viajar – abrir-se para o mundo, adotar uma atitude atenta e receptiva para o espetáculo do universo. Os pensadores gregos, por exemplo, visitavam o Egito sempre dispostos a aprender; o contato com uma civilização muito mais antiga do que a sua constituía, para eles, uma salutar lição de humildade e modéstia, virtudes que consideravam indispensáveis para atingir a sabedoria. Foi com esse mesmo espírito que os jovens aristocratas britânicos, do século 18 em diante, passaram a completar sua educação com uma peregrinação cultural através do continente europeu – especialmente da Itália, por causa do legado clássico e .......... . Dependendo das posses e do tempo disponíveis, esta viagem – significativamente denominada de “Grand Tour” – durava de um a vários anos e era vista como um fator indispensável para o crescimento interior dos jovens .........., futuros dirigentes do império que dominava o planeta.
Nunca sabemos o que a viagem vai fazer de nós. Ela pode formar, pode transformar, pode apontar um caminho que não tínhamos percebido, como fez com Zênon, filósofo estoico. Aos 30 anos, trabalhava com o pai, transportando mercadorias entre a Ásia e a Grécia, numa rotina deprimente. Um dia, seu navio naufragou já perto de Atenas; nadando, Zênon conseguiu chegar à cidade e subitamente se viu numa livraria, a .......... o livro que Xenofonte escreveu sobre a vida de Sócrates. Encantado, exclamou: “Como eu gostaria de conhecer um homem assim!”. “Pois então segue aquele lá”, disse o livreiro, apontando um filósofo que passava por ali. Esse encontro mudou para sempre a vida de Zênon, que costumava dizer – e não estava brincando: “Tive uma péssima travessia, mas um excelente naufrágio”.
(Adaptado de MORENO, Cláudio. Zero Hora, junho de 2010)
Assinale a forma verbal que preenche corretamente a lacuna da frase abaixo, inspirada no texto.
Desejamos que, para eles, .......... o comentário de Sócrates sobre a conexão entre aperfeiçoamento interior e experiência de viagem.
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Instrução: Para responder à questão, leia o texto abaixo.
A Grande Viagem
Cada vez fica mais fácil deslocar-se de um ponto a outro do globo. No mundo antigo, mesmo a viagem mais curta transformava-se numa aventura de contornos imprevisíveis; hoje, ao contrário, visitamos com facilidade os lugares mais distantes, já informados de tudo que vamos encontrar – o clima, a comida, o caráter dos nativos e as coisas que devemos fotografar. A não ser pelo capricho de algum vulcão intrometido, tudo está previsto – menos, é claro, o que vamos descobrir sobre nós mesmos.
O pior é que podemos partir sem partir. Há os que percorrem longos trajetos de ida e de volta sem acrescentar uma gota à experiência ou ao conhecimento ______ saíram de casa; para eles vale o comentário de Sócrates, quando foram lhe dizer que alguém, apesar das inúmeras viagens que fazia, não tinha melhorado em nada: “Nem poderia, pois ele sempre leva a si mesmo consigo”. Não se trata, é claro – como se fosse possível! – de deixar para trás aquilo que somos, assim como deixamos com o vizinho nosso gato ou nossa samambaia, mas de abrandar nossos preconceitos, a fim de enxergar com um jeito novo aquilo que for oferecido a nossos olhos.
Esta é a verdadeira arte de viajar – abrir-se para o mundo, adotar uma atitude atenta e receptiva para o espetáculo do universo. Os pensadores gregos, por exemplo, visitavam o Egito sempre dispostos a aprender; o contato com uma civilização muito mais antiga do que a sua constituía, para eles, uma salutar lição de humildade e modéstia, virtudes que consideravam indispensáveis para atingir a sabedoria. Foi com esse mesmo espírito que os jovens aristocratas britânicos, do século 18 em diante, passaram a completar sua educação com uma peregrinação cultural através do continente europeu – especialmente da Itália, por causa do legado clássico e .......... . Dependendo das posses e do tempo disponíveis, esta viagem – significativamente denominada de “Grand Tour” – durava de um a vários anos e era vista como um fator indispensável para o crescimento interior dos jovens .........., futuros dirigentes do império que dominava o planeta.
Nunca sabemos o que a viagem vai fazer de nós. Ela pode formar, pode transformar, pode apontar um caminho que não tínhamos percebido, como fez com Zênon, filósofo estoico. Aos 30 anos, trabalhava com o pai, transportando mercadorias entre a Ásia e a Grécia, numa rotina deprimente. Um dia, seu navio naufragou já perto de Atenas; nadando, Zênon conseguiu chegar à cidade e subitamente se viu numa livraria, a .......... o livro que Xenofonte escreveu sobre a vida de Sócrates. Encantado, exclamou: “Como eu gostaria de conhecer um homem assim!”. “Pois então segue aquele lá”, disse o livreiro, apontando um filósofo que passava por ali. Esse encontro mudou para sempre a vida de Zênon, que costumava dizer – e não estava brincando: “Tive uma péssima travessia, mas um excelente naufrágio”.
(Adaptado de MORENO, Cláudio. Zero Hora, junho de 2010)
Qual das palavras abaixo poderia substituir apesar, conservando a estrutura frasal e o significado contextual?
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Instrução: Para responder à questão, leia o texto abaixo.
A Grande Viagem
Cada vez fica mais fácil deslocar-se de um ponto a outro do globo. No mundo antigo, mesmo a viagem mais curta transformava-se numa aventura de contornos imprevisíveis; hoje, ao contrário, visitamos com facilidade os lugares mais distantes, já informados de tudo que vamos encontrar – o clima, a comida, o caráter dos nativos e as coisas que devemos fotografar. A não ser pelo capricho de algum vulcão intrometido, tudo está previsto – menos, é claro, o que vamos descobrir sobre nós mesmos.
O pior é que podemos partir sem partir. Há os que percorrem longos trajetos de ida e de volta sem acrescentar uma gota à experiência ou ao conhecimento ______ saíram de casa; para eles vale o comentário de Sócrates, quando foram lhe dizer que alguém, apesar das inúmeras viagens que fazia, não tinha melhorado em nada: “Nem poderia, pois ele sempre leva a si mesmo consigo”. Não se trata, é claro – como se fosse possível! – de deixar para trás aquilo que somos, assim como deixamos com o vizinho nosso gato ou nossa samambaia, mas de abrandar nossos preconceitos, a fim de enxergar com um jeito novo aquilo que for oferecido a nossos olhos.
Esta é a verdadeira arte de viajar – abrir-se para o mundo, adotar uma atitude atenta e receptiva para o espetáculo do universo. Os pensadores gregos, por exemplo, visitavam o Egito sempre dispostos a aprender; o contato com uma civilização muito mais antiga do que a sua constituía, para eles, uma salutar lição de humildade e modéstia, virtudes que consideravam indispensáveis para atingir a sabedoria. Foi com esse mesmo espírito que os jovens aristocratas britânicos, do século 18 em diante, passaram a completar sua educação com uma peregrinação cultural através do continente europeu – especialmente da Itália, por causa do legado clássico e .......... . Dependendo das posses e do tempo disponíveis, esta viagem – significativamente denominada de “Grand Tour” – durava de um a vários anos e era vista como um fator indispensável para o crescimento interior dos jovens .........., futuros dirigentes do império que dominava o planeta.
Nunca sabemos o que a viagem vai fazer de nós. Ela pode formar, pode transformar, pode apontar um caminho que não tínhamos percebido, como fez com Zênon, filósofo estoico. Aos 30 anos, trabalhava com o pai, transportando mercadorias entre a Ásia e a Grécia, numa rotina deprimente. Um dia, seu navio naufragou já perto de Atenas; nadando, Zênon conseguiu chegar à cidade e subitamente se viu numa livraria, a .......... o livro que Xenofonte escreveu sobre a vida de Sócrates. Encantado, exclamou: “Como eu gostaria de conhecer um homem assim!”. “Pois então segue aquele lá”, disse o livreiro, apontando um filósofo que passava por ali. Esse encontro mudou para sempre a vida de Zênon, que costumava dizer – e não estava brincando: “Tive uma péssima travessia, mas um excelente naufrágio”.
(Adaptado de MORENO, Cláudio. Zero Hora, junho de 2010)
Se a palavra viagem fosse substituída por percurso, quantas outras palavras da frase deveriam necessariamente sofrer ajustes para fins de concordância?
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