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Foram encontradas 80 questões.

2406997 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
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Tendo em vista as atribuições do Ministério Público e da Defensoria Pública, previstas, respectivamente, nos artigos 109 e 121 da Constituição do Estado do Rio Grande do Sul, assinale a atribuição que cabe apenas aos membros do Ministério Público.

 

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2406996 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
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Assinale a afirmação correta sobre o controle de constitucionalidade de leis ou atos normativos estaduais e municipais, conforme a Constituição do Estado do Rio Grande do Sul.

 

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2406995 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
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Assinale a afirmação correta em relação ao Poder Judiciário, segundo o capítulo III do título IV da Constituição da República Federativa do Brasil.

 

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2406994 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
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Assinale a afirmação correta quanto às funções essenciais à justiça, previstas nos artigos 127 a 135 da Constituição da República Federativa do Brasil.

 

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2406993 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
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Considere as seguintes afirmações com relação ao serviço público, tendo em vista o artigo 37 da Constituição da República Federativa do Brasil.

I - O prazo de validade do concurso público será de até 3 (três) anos, prorrogável uma vez, por igual período.

II - A lei estabelecerá os casos de contratação de servidor por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público.

III - Os cargos em comissão devem ser exercidos exclusivamente por servidores efetivos.

IV - A lei reservará percentual dos cargos e empregos públicos para portadores de deficiência e definirá os critérios de sua admissão.

Quais estão corretas?

 

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2406992 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
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Na relação dos direitos sociais expressos no caput do artigo 6º da Constituição da República Federativa do Brasil, NÃO consta o direito à

 

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2405193 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Uma em cada 4 pessoas usam a internet no mundo tem uma conta no Facebook. Esse meio bilhão de pessoas publicam 14 milhões de fotos diariamente. Os 100 milhões de usuários do Twitter postam 2 bilhões de mensagens por mês. Dê um google no nome de alguém e os tweets dele vão estar lá. Pesquisadores cunham termos bonitos como a "era da hipertransparência" para tentar falar que há xeretas e exibicionistas demais hoje.

E a maior rede social do planeta deu um passo grande rumo à tal hipertransparência: em maio, o Facebook mudou as regras sobre o quanto que estranhos podem saber da sua vida. "Estamos construindo uma internet padrão é ser sociável", decretou Mark Zuckerberg, criador e presidente do site, ao anunciar as mudanças. Utopia sociológica à parte, interessa para ele que usuários de seu serviço possam ser encontrados com mais facilidade. Se você não está no Facebook e encontra aquele amor antigo da escola ali, tende a entrar para a rede social. E, quanto mais gente lá, mais Zuckerberg pode faturar com publicidade.

As mudanças, de cara, parecem bem sutis. Antes, não dava para ver a foto de perfil ou a idade de uma pessoa pesquisada, por exemplo. Agora, a não ser que o usuário mude as configurações no braço, um resumo de sua ficha ficará exposto na internet. Não é pouca coisa. Pense em quem teve um término de relacionamento conturbado e quer manter distância de namorados maníacos; ou em um adolescente que mudou de escola por causa de bullying e corre o risco tudo comece de novo se os novos colegas descobrirem isso; em quem sofre de assédio moral no trabalho ou foi testemunha de um crime; em quem não quer que os pais descubram detalhes de sua vida sexual. Para todos eles, qualquer detalhe que o Facebook divulgue pode fazer uma grande diferença.

Não fica nisso. Um dos maiores problemas é que a internet não "esquece" nada. E agora que ela faz parte da vida de praticamente todo mundo há uma década, qualquer vacilo do passado pode causar um problema no presente. Fotos ousadas num fotolog de anos atrás vão complicar você na disputa por um emprego. Uma troca infeliz de scraps no Orkut, como uma discussão com um ex, pode estar ao alcance de qualquer um. As redes sociais baseadas em GPS, como a Fousquare, colocam mais pimenta nesse molho, já que elas mostram num mapa onde os usuários estão a cada momento. Em suma, nunca existiram tantas possibilidades de exposição pública. E sim: sempre vai ter alguém que você não esperava bisbilhotando você.

É natural. O desejo de cavucar a vida alheia existe desde sempre. "Na maior parte da história humana, as pessoas viveram em pequenas tribos todas as pessoas sabiam tudo o que todo mundo fazia. E de alguma forma estamos nos tornando uma vila global. Pode ser que descobriremos que a privacidade, no fim das contas, sempre foi uma anomalia", afirma o professor Thomas W. Malone, do Centro de Estudos de Inteligência Coletiva do MIT.

Seja como for, trata-se de uma anomalia de que todo mundo gosta. E por isso mesmo um movimento ganha cada vez mais força: há uma preocupação maior com a bisbilhotice. Na prática, está acontecendo o contrário do que Zuckerberg imagina. Estamos menos "sociais".

Hoje, a quantidade de dados que as pessoas deixam aberta na rede para todo mundo ver é, por cabeça, bem menor do que há 5, 6 anos. É raro encontrar quem deixe suas fotos escancaradas numa rede social. Scraps públicos no Orkut já são parte de um passado remoto... Um estudo da Universidade da Califórnia mostra essa mudança: os entrevistados disseram tomar mais cuidado com o que postam online hoje do que há 5 anos. Na mesma pesquisa, 88% dos jovens de 18 a 24 anos manifestaram-se a favor de uma lei que forçasse os sites a apagarem informações pessoais depois de algum tempo.

Enquanto não chegam leis concretas, as pessoas reagem por conta própria. Trinta mil usuários cancelaram suas contas no Facebook no dia 31 de maio, para protestar contra aquela mudança na configuração de privacidade. Compare isso com a reação que as pessoas tiveram em 2006, quando o Orkut passou a identificar quem visitava o seu perfil. Não faltaram reações de indignação. "Qual é a graça se não dá mais para espionar a vida dos outros escondido?", perguntavam os usuários.

É difícil imaginar algo assim hoje. Aprendemos a nos comportar na rede como nos comportamos em público. Porque, cada vez mais, estamos mesmo.

Adaptado de: BURGOS, Pedro. O fim do fim da privacidade. Revista Super Interessante - Edição 280, junho de 2010. Disponível em http://super.abril.com.br/tecnologia/fimfim- privacidade-580993.shtm.

Considere as seguintes propostas de reescrita do trecho abaixo.

"(...) Pode ser que descobriremos que a privacidade, no fim das contas, sempre foi uma anomalia"

I - "(...) Pode ser que descubramos, afinal, que a privacidade foi uma anomalia sempre."

II - "(...) Descobriremos, possivelmente, no fim das contas, que a privacidade foi sempre uma anomalia."

III - "(...) Pode-se acabar descobrindo, finalmente, que a privacidade foi, sempre, uma anomalia."

Quais propostas conservam o sentido original e estão corretas do ponto de vista da norma gramatical?

 

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2405168 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Uma em cada 4 pessoas usam a internet no mundo tem uma conta no Facebook. Esse meio bilhão de pessoas publicam 14 milhões de fotos diariamente. Os 100 milhões de usuários do Twitter postam 2 bilhões de mensagens por mês. Dê um google no nome de alguém e os tweets dele vão estar lá. Pesquisadores cunham termos bonitos como a "era da hipertransparência" para tentar falar que há xeretas e exibicionistas demais hoje.

E a maior rede social do planeta deu um passo grande rumo à tal hipertransparência: em maio, o Facebook mudou as regras sobre o quanto que estranhos podem saber da sua vida. "Estamos construindo uma internet padrão é ser sociável", decretou Mark Zuckerberg, criador e presidente do site, ao anunciar as mudanças. Utopia sociológica à parte, interessa para ele que usuários de seu serviço possam ser encontrados com mais facilidade. Se você não está no Facebook e encontra aquele amor antigo da escola ali, tende a entrar para a rede social. E, quanto mais gente lá, mais Zuckerberg pode faturar com publicidade.

As mudanças, de cara, parecem bem sutis. Antes, não dava para ver a foto de perfil ou a idade de uma pessoa pesquisada, por exemplo. Agora, a não ser que o usuário mude as configurações no braço, um resumo de sua ficha ficará exposto na internet. Não é pouca coisa. Pense em quem teve um término de relacionamento conturbado e quer manter distância de namorados maníacos; ou em um adolescente que mudou de escola por causa de bullying e corre o risco tudo comece de novo se os novos colegas descobrirem isso; em quem sofre de assédio moral no trabalho ou foi testemunha de um crime; em quem não quer que os pais descubram detalhes de sua vida sexual. Para todos eles, qualquer detalhe que o Facebook divulgue pode fazer uma grande diferença.

Não fica nisso. Um dos maiores problemas é que a internet não "esquece" nada. E agora que ela faz parte da vida de praticamente todo mundo há uma década, qualquer vacilo do passado pode causar um problema no presente. Fotos ousadas num fotolog de anos atrás vão complicar você na disputa por um emprego. Uma troca infeliz de scraps no Orkut, como uma discussão com um ex, pode estar ao alcance de qualquer um. As redes sociais baseadas em GPS, como a Fousquare, colocam mais pimenta nesse molho, já que elas mostram num mapa onde os usuários estão a cada momento. Em suma, nunca existiram tantas possibilidades de exposição pública. E sim: sempre vai ter alguém que você não esperava bisbilhotando você.

É natural. O desejo de cavucar a vida alheia existe desde sempre. "Na maior parte da história humana, as pessoas viveram em pequenas tribos todas as pessoas sabiam tudo o que todo mundo fazia. E de alguma forma estamos nos tornando uma vila global. Pode ser que descobriremos que a privacidade, no fim das contas, sempre foi uma anomalia", afirma o professor Thomas W. Malone, do Centro de Estudos de Inteligência Coletiva do MIT.

Seja como for, trata-se de uma anomalia de que todo mundo gosta. E por isso mesmo um movimento ganha cada vez mais força: há uma preocupação maior com a bisbilhotice. Na prática, está acontecendo o contrário do que Zuckerberg imagina. Estamos menos "sociais".

Hoje, a quantidade de dados que as pessoas deixam aberta na rede para todo mundo ver é, por cabeça, bem menor do que há 5, 6 anos. É raro encontrar quem deixe suas fotos escancaradas numa rede social. Scraps públicos no Orkut já são parte de um passado remoto... Um estudo da Universidade da Califórnia mostra essa mudança: os entrevistados disseram tomar mais cuidado com o que postam online hoje do que há 5 anos. Na mesma pesquisa, 88% dos jovens de 18 a 24 anos manifestaram-se a favor de uma lei que forçasse os sites a apagarem informações pessoais depois de algum tempo.

Enquanto não chegam leis concretas, as pessoas reagem por conta própria. Trinta mil usuários cancelaram suas contas no Facebook no dia 31 de maio, para protestar contra aquela mudança na configuração de privacidade. Compare isso com a reação que as pessoas tiveram em 2006, quando o Orkut passou a identificar quem visitava o seu perfil. Não faltaram reações de indignação. "Qual é a graça se não dá mais para espionar a vida dos outros escondido?", perguntavam os usuários.

É difícil imaginar algo assim hoje. Aprendemos a nos comportar na rede como nos comportamos em público. Porque, cada vez mais, estamos mesmo.

Adaptado de: BURGOS, Pedro. O fim do fim da privacidade. Revista Super Interessante - Edição 280, junho de 2010. Disponível em http://super.abril.com.br/tecnologia/fimfim- privacidade-580993.shtm.

O texto trata, essencialmente,

 

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2404588 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
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Instrução: A questão refere -se ao texto abaixo.

Nada como a iminência de uma catástrofe ambiental em escala planetária para corrigir os maus hábitos de uma comunidade. Sou do tempo em que leite, refrigerante e cerveja eram vendidos em boas garrafas de vidro, reutilizáveis. Para ir feira ou ao supermercado, as donas de casa utilizavam sacolas de lona. O cafezinho era servido em xícaras de louça. A água era bebida em copos de vidro. Pratos e talheres eram feitos de louça e aço inox. Capa de chuva era confeccionada em gabardine.

Tudo isso ficou fora de moda da noite para o dia com o advento das garrafas pet, das sacolas, dos copos, talheres e até das capas de chuva de plástico – tudo descartável. “Moderno” passou a ser usar uma vez só o que quer que fosse, e jogar fora em seguida. Até bens mais duráveis, como computadores, eletrodomésticos e celulares, tornaram-se nos últimos anos descartáveis. A obsolescência programada se incorporou aos objetos do nosso cotidiano de forma tão natural, que quase nem percebemos.

Felizmente, estamos nos dando conta de que esse modo de vida absurdo, importado acriticamente dos EUA e do Japão, cobra um alto preço da natureza, exaurindo os recursos naturais do planeta e transformando o mundo em que vivemos em um grande lixão. O que até pouco era considerado “antigo”, agora é moderníssimo. A Coca-Cola, por exemplo, já oferece em supermercados e bares garrafas pet reutilizáveis após reciclagem, com um bom desconto no preço do refrigerante. Supermercados estimulam o uso de sacolas de pano. Empresas substituem copos descartáveis por canecas de louça ou vidro e reduzem o consumo interno de papel. Crescem, nos EUA e na Europa, movimentos como os da Simplicidade Voluntária, da Casa Pequena, do Consumo Consciente, e outros, que propõem um novo estilo de vida, baseado na frugalidade, na reciclagem e na sustentabilidade. Moderninha, fashion mesmo, era minha avó.

Os praticantes desta nova filosofia de vida não são new hippies. Também não pretendem acabar com o capitalismo. Não se trata de um retorno nostálgico a Woodstock ou de uma nova utopia regressiva. Nada disso. São pessoas comuns, como eu e você, que, um dia, perceberam que o consumo desenfreado não entrega felicidade prometida pela publicidade. Gente que, com seu trabalho de formiguinha, tenta evitar não apenas o aquecimento global, mas a completa exaustão do planeta.

Felizmente, as novas gerações já estão mais atentas urgência de economizar recursos naturais. Não me surpreenderia se, dentro de alguns anos, comprar e descartar objetos compulsivamente, como ainda fazemos, venha a ser algo tão malvisto socialmente como é hoje o consumo de cigarro ou de drogas. A diferença é que, quando se trata do meio ambiente, as conseqüências de nossos atos atingem a todos. Sem exceção.

Adaptado de: GUARNIER FILHO, Irineu. Fashion era minha avó. ZERO HORA. 17 de janeiro de 2010, n° 16218.

Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas das linhas 02, 11, 18 e 20.

 

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2403912 Ano: 2010
Disciplina: Direito Processual Penal
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
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Assinale a afirmação correta no que se refere ao Juizado Especial Criminal.
 

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