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I. No 2º parágrafo esboça-se a cena: no primeiro plano, o governador que começa a falar e, no segundo, a plateia, entre atenta e desinteressada.
II. O 5º parágrafo aponta a continuidade do discurso do governador, caracterizado pela valorização das medidas anunciadas e até mesmo por ímpetos literários.
III. Quase todo o 9º parágrafo induz o leitor à percepção de certo tom irônico, no aproveitamento sem compromissos da sombra, ou melhor, no simples conforto de estar à sombra da árvore.
Está correto o que se afirma em:
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II. E as palmas.
Em relação à presença do E nos segmentos acima, é INCORRETO afirmar que:
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Evitam-se as viciosas repetições do texto acima substituindo- se os elementos sublinhados, na ordem dada, por:
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O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo que o grifado acima está na frase:
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Reciclando ideias
Muitas pessoas, especialmente nos domínios dos
negócios e da ciência, dedicam-se à inovação. Pensam,
lecionam e escrevem sobre as maneiras pelas quais se pode
estimular, medir e gerir a inovação. Como e por que a inovação
acontece? - perguntam. Por que existem lugares e momentos
históricos mais favoráveis que outros à inovação?
Florença, durante o Renascimento, serve como exemplo;
ou a Inglaterra nos estágios iniciais da Revolução Industrial,
quando surgiram as máquinas têxteis e a locomotiva a vapor; ou
o Vale do Silício (Califórnia, EUA), na década de 70, plataforma
de tantos avanços na eletrônica e na informática... Algumas
pessoas acreditam que a inovação possa ser encorajada por
meio da criação de centros de pesquisa, outras, por meio da
meditação, sessão de discussão ou até mesmo softwares que
facilitariam a geração de ideias... Mas o que, exatamente, é
inovação?
Suspeito que a visão da era do romantismo continue a
prevalecer até hoje. De acordo com ela, a inovação é o trabalho
de um gênio solitário, muitas vezes um professor distraído, que
carrega uma ideia brilhante na cabeça - aquilo que meu tio, um
físico que trabalhava no setor industrial, costumava chamar de
“onda cerebral”. Caso de Isaac Newton, por exemplo, que
supostamente descobriu a gravidade quando uma maçã caiu
em sua cabeça. No entanto, existe uma visão alternativa da
inovação, da qual compartilho. De acordo com essa visão, a
inovação é gradual, em lugar de súbita, e coletiva, em vez de
individual. Não existe uma oposição acentuada entre tradição e
inovação. É possível até mesmo identificar tradições de
inovação, sustentadas ao longo de décadas, como no caso do
Vale do Silício, ou de séculos, como nos campos da pintura e
da escultura durante a Renascença florentina. Por isso, em vez
da metáfora da “onda cerebral”, talvez fosse mais esclarecedor
usar como metáfora a reciclagem, o reaproveitamento ou o uso
improvisado de materiais.
O caso da tecnologia serve como exemplo. Na metade
do século XV, Gutenberg inventou a máquina de impressão. No
entanto, prensas estavam em uso na produção de vinho havia
muito tempo. A brilhante ideia de Gutenberg representou uma
adaptação da prensa de vinho a uma nova função.

Está plenamente adequada a correlação entre tempos e modos verbais na frase: Muitas pessoas, especialmente nos domínios dos
negócios e da ciência, dedicam-se à inovação. Pensam,
lecionam e escrevem sobre as maneiras pelas quais se pode
estimular, medir e gerir a inovação. Como e por que a inovação
acontece? - perguntam. Por que existem lugares e momentos
históricos mais favoráveis que outros à inovação?
Florença, durante o Renascimento, serve como exemplo;
ou a Inglaterra nos estágios iniciais da Revolução Industrial,
quando surgiram as máquinas têxteis e a locomotiva a vapor; ou
o Vale do Silício (Califórnia, EUA), na década de 70, plataforma
de tantos avanços na eletrônica e na informática... Algumas
pessoas acreditam que a inovação possa ser encorajada por
meio da criação de centros de pesquisa, outras, por meio da
meditação, sessão de discussão ou até mesmo softwares que
facilitariam a geração de ideias... Mas o que, exatamente, é
inovação?
Suspeito que a visão da era do romantismo continue a
prevalecer até hoje. De acordo com ela, a inovação é o trabalho
de um gênio solitário, muitas vezes um professor distraído, que
carrega uma ideia brilhante na cabeça - aquilo que meu tio, um
físico que trabalhava no setor industrial, costumava chamar de
“onda cerebral”. Caso de Isaac Newton, por exemplo, que
supostamente descobriu a gravidade quando uma maçã caiu
em sua cabeça. No entanto, existe uma visão alternativa da
inovação, da qual compartilho. De acordo com essa visão, a
inovação é gradual, em lugar de súbita, e coletiva, em vez de
individual. Não existe uma oposição acentuada entre tradição e
inovação. É possível até mesmo identificar tradições de
inovação, sustentadas ao longo de décadas, como no caso do
Vale do Silício, ou de séculos, como nos campos da pintura e
da escultura durante a Renascença florentina. Por isso, em vez
da metáfora da “onda cerebral”, talvez fosse mais esclarecedor
usar como metáfora a reciclagem, o reaproveitamento ou o uso
improvisado de materiais.
O caso da tecnologia serve como exemplo. Na metade
do século XV, Gutenberg inventou a máquina de impressão. No
entanto, prensas estavam em uso na produção de vinho havia
muito tempo. A brilhante ideia de Gutenberg representou uma
adaptação da prensa de vinho a uma nova função.

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Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, na ordem dada:
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