Foram encontradas 70 questões.
Um psicólogo é solicitado a elaborar o relatório psicossocial de um adolescente em conflito com a lei. Na visão
de Penso e Conceição (em Hutz, 2020), esse documento
deve incluir, prioritariamente,
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Priscila é uma mãe pouco tolerante com condutas indisciplinadas da filha Isabela, de 4 anos. Nessas ocasiões,
ameaça sair de casa e abandonar a família. Na visão de
John Bowlby (2015), tal conduta materna favorece a formação, em Isabela, de
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Durante seu desenvolvimento cognitivo, a criança via de
regra confia nos adultos e nas interpretações da realidade que eles lhe apresentam, o que limita sua capacidade de compreender o real significado de uma situação
de vitimização sexual. A criança começará a ter alguma
capacidade de diferenciar entre o que é e o que não é
apropriado a partir do estágio
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Clara, mãe de Pedro, de 10 anos de idade, recorre a uma
psicóloga para obter orientação quanto à exposição de
seu filho a conteúdo sexual e erótico, nos meios de comunicação e nas redes sociais, e ao impacto decorrente
em sua conduta. A psicóloga, com base em Sanderson
(2005), aponta que, nessa faixa etária, um comportamento sexual atípico que poderia despertar preocupação seria a criança
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Wesley é um garoto de 10 anos que passou por experiências traumáticas em seus primeiros anos de vida, a ponto
de seus pais biológicos terem sido destituídos do poder
familiar. Diante da possibilidade de Wesley ser adotado,
a avaliação de seu potencial para a adoção deve
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Uma psicóloga avalia a qualificação do casal Joana, de
43 anos, e Luís, de 50 anos, para ingresso no Cadastro
Nacional de Adoção (CNA). Nessas circunstâncias, segundo Chaves, Silva e Frizzo (em Hutz, 2020), a psicóloga deverá
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Na visão de Michel Foucault, o exame psicológico, no
contexto jurídico,
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Lucas é um psicólogo que atende Ana, de 7 anos, em
psicoterapia. A mãe de Ana o consulta quanto à possibilidade de atuar como perito no processo de disputa de
guarda em que se vê envolvida. Nessas circunstâncias, o
fato de Lucas ser psicoterapeuta da criança é
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Assalto
Na feira, a senhora protestou a altos brados contra o preço do chuchu:
— Isto é um assalto!
Houve um rebuliço. Os que estavam perto fugiram. Alguém,
correndo, foi chamar o guarda. Um minuto depois, a rua inteira,
atravancada, mas provida de admirável serviço de comunicação espontânea, sabia que se estava perpetrando um assalto
ao banco. Mas que banco? Havia banco naquela rua? Evidente
que sim, pois do contrário como poderia ser assaltado?
— Um assalto! Um assalto! — a senhora continuava a
exclamar, e quem não tinha escutado escutou, multiplicando a
notícia. Aquela voz subindo do mar de barracas e legumes era
como a própria sirena policial, documentando, por seu uivo, a
ocorrência grave, que fatalmente se estaria consumando ali,
na claridade do dia, sem que ninguém pudesse evitá-la.
Moleques de carrinho corriam em todas as direções, atropelando-se uns aos outros. Queriam salvar as mercadorias
que transportavam. Não era o instinto de propriedade que
os impelia. Sentiam-se responsáveis pelo transporte. E no
atropelo da fuga, pacotes rasgavam-se, melancias rolavam,
tomates esborrachavam-se no asfalto. Se a fruta cai no chão,
já não é de ninguém; é de qualquer um, inclusive do transportador. Em ocasiões de assalto, quem é que vai reclamar uma
penca de bananas meio amassadas?
(Carlos Drummond de Andrade, 70 historinhas. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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Assalto
Na feira, a senhora protestou a altos brados contra o preço do chuchu:
— Isto é um assalto!
Houve um rebuliço. Os que estavam perto fugiram. Alguém,
correndo, foi chamar o guarda. Um minuto depois, a rua inteira,
atravancada, mas provida de admirável serviço de comunicação espontânea, sabia que se estava perpetrando um assalto
ao banco. Mas que banco? Havia banco naquela rua? Evidente
que sim, pois do contrário como poderia ser assaltado?
— Um assalto! Um assalto! — a senhora continuava a
exclamar, e quem não tinha escutado escutou, multiplicando a
notícia. Aquela voz subindo do mar de barracas e legumes era
como a própria sirena policial, documentando, por seu uivo, a
ocorrência grave, que fatalmente se estaria consumando ali,
na claridade do dia, sem que ninguém pudesse evitá-la.
Moleques de carrinho corriam em todas as direções, atropelando-se uns aos outros. Queriam salvar as mercadorias
que transportavam. Não era o instinto de propriedade que
os impelia. Sentiam-se responsáveis pelo transporte. E no
atropelo da fuga, pacotes rasgavam-se, melancias rolavam,
tomates esborrachavam-se no asfalto. Se a fruta cai no chão,
já não é de ninguém; é de qualquer um, inclusive do transportador. Em ocasiões de assalto, quem é que vai reclamar uma
penca de bananas meio amassadas?
(Carlos Drummond de Andrade, 70 historinhas. Adaptado)
• ... mas provida de admirável serviço de comunicação espontânea, sabia que se estava perpetrando um assalto ao banco... (3º parágrafo)
• Não era o instinto de propriedade que os impelia. (5º parágrafo)
Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
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