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Foram encontradas 305 questões.

Entre os sinais que marcam um país como subdesenvolvido, ninguém mais discute, há muito tempo, que o baixo nível da educação está na linha de frente. Não dá para disfarçar; é uma ferida bem no meio da testa. Há muitas outras marcas desse tipo, claro, todas visíveis quando se presta um mínimo de atenção à paisagem pública, e nenhuma delas está em falta no Brasil que se pode ver à nossa volta. São coisas muito simples. Todo país subdesenvolvido, por exemplo, tem mosca; não há exceções. Os aeroportos, em vez de terem à sua volta hotéis operados pelas grandes cadeias internacionais, são cercados por favelas. Homicidas confessos podem começar o cumprimento de suas penas onze anos após o crime que cometeram, quando não são "cidadãos comuns". É uma estrada que vai longe. A cada realidade dessas, é como se uma placa de sinalização avisasse: "Atenção: você está num país subdesenvolvido". Não adianta, aí, ter um PIB que passa dos 2 trilhões de dólares, assistir ao lançamento de imóveis com preços de Manhattan ou anotar o que diz a máquina de propaganda do governo. O atraso continua do mesmo tamanho, indiferente a tudo isso - e não vai mudar, por mais que se avance aqui ou ali, enquanto esses sinais estiverem presentes. Não vai mudar, para começo de conversa, enquanto a educação pública no Brasil for o que é hoje.

(J. R. Guzzo. O ministro não conta. Veja, 8 de junho de 2011)

Assinale a alternativa contendo afirmação correta acerca deste trecho:

Homicidas confessos podem começar o cumprimento de suas penas onze anos após o crime que cometeram, quando não são "cidadãos comuns".
 

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Enunciado 180555-1
A palavra "educação", na tira, tem sentidos diferentes para as personagens. É correto afirmar que o adulto a emprega com o sentido de
 

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Entre os sinais que marcam um país como subdesenvolvido, ninguém mais discute, há muito tempo, que o baixo nível da educação está na linha de frente. Não dá para disfarçar; é uma ferida bem no meio da testa. Há muitas outras marcas desse tipo, claro, todas visíveis quando se presta um mínimo de atenção à paisagem pública, e nenhuma delas está em falta no Brasil que se pode ver à nossa volta. São coisas muito simples. Todo país subdesenvolvido, por exemplo, tem mosca; não há exceções. Os aeroportos, em vez de terem à sua volta hotéis operados pelas grandes cadeias internacionais, são cercados por favelas. Homicidas confessos podem começar o cumprimento de suas penas onze anos após o crime que cometeram, quando não são "cidadãos comuns". É uma estrada que vai longe. A cada realidade dessas, é como se uma placa de sinalização avisasse: "Atenção: você está num país subdesenvolvido". Não adianta, aí, ter um PIB que passa dos 2 trilhões de dólares, assistir ao lançamento de imóveis com preços de Manhattan ou anotar o que diz a máquina de propaganda do governo. O atraso continua do mesmo tamanho, indiferente a tudo isso - e não vai mudar, por mais que se avance aqui ou ali, enquanto esses sinais estiverem presentes. Não vai mudar, para começo de conversa, enquanto a educação pública no Brasil for o que é hoje.

(J. R. Guzzo. O ministro não conta. Veja, 8 de junho de 2011)

Assinale a alternativa em que a passagem do texto, reescrita, apresenta emprego de pronomes de acordo com a norma padrão da língua escrita.
 

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180552 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: TJM-SP

Ismael odiava beijos em público. Era uma coisa que o deixava perturbado desde a infância na casa dos seus pais. Mas vibrava de alegria ao ficar sabendo de eventual repressão a algum beijoqueiro. A notícia que ouviu pelo rádio, na casa de um vizinho, sobre o jogador de vôlei que havia sido repreendido por um membro da organização do Mundial de Clubes de Vôlei por beijar em público sua mulher, após a conquista de um título, deixou-o simplesmente eufórico.

Os amigos ficavam espantados diante dessa insólita situação, mesmo porque, aos 17 anos, poderia facilmente arrumar uma namorada - e beijá-la à vontade, se fosse o caso.

Não era o caso, ele achava o beijo em público uma conduta afrontosa. Jurava para si próprio que jamais casal algum se beijaria perto dele. Mas como evitar que isso acontecesse? Não poderia, claro, recorrer à violência, conforme conselho recebido de alguns professores que elogiavam essa sua ideia sobre o beijo. Eles evitavam atos de violência. Teria de recorrer a algum meio eficiente, mas não agressivo para expressar a sua repulsa. E aí lhe ocorreu: a tosse! Uma forma fácil de advertir pessoas inconvenientes. Naquele mesmo dia fez a primeira experiência. Avistou, na escola, um jovem casal se beijando. Colocou-se atrás dos jovens e começou a tossir escandalosamente - até que eles pararam.

O rapaz, depois de uma breve reclamação, levantou-se e saiu resmungando. Mas a moça, que, aliás, já conhecia, Sofia, moradora da sua rua, olhou-o até com simpatia. Ele estranhou. Deu as costas e foi embora.

À noite, estava sozinho em casa, quando alguém bateu à porta. Abriu, era Sofia. Sorrindo, ela lhe estendeu um frasco: era xarope contra a tosse. Num impulso, ele puxou-a para si e deu-lhe um doce e apaixonado beijo. O primeiro e decisivo beijo de sua vida.

Estão namorando (e beijando muito). Quanto ao xarope, deu-o a um amigo. Descobriu o que é bom para a tosse, ao menos para a tosse que nasce da neurose: é o beijo. Grande, grande remédio!

(Moacyr Scliar, Folha de S.Paulo, 16.11.09. Adaptado)

De acordo com o texto, Ismael ficou sabendo da advertencia recebida pelo jogador de vôlei por meio de
 

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Enunciado 180551-1
As informações da tira permitem afirmar que
 

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A politica nunca foi tão cabeluda

Uma ideia tentadora vem mexendo com a cabeça de políticos brasileiros - do alto e do baixo clero, da esquerda e da direita, de diferentes idades e dos mais variados estados da federação. Trata-se de uma operação cabeluda, ____________rastros os envolvidos se esforçam para ocultar. Feita entre quatro paredes, conta sempre com pouquíssimas testemunhas e apresenta risco baixissimo. Já o resultado é altamente compensador, segundo os que já participaram dela. E eles nunca foram tantos. No mundo inteiro, a cirurgia de implante capilar cresceu 50% entre 2004 e 2008. ( Veja, 25.05.2011)
Garantindo a coesão e a coerência do texto, a lacuna deve ser preenchida com
 

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Ismael odiava beijos em público. Era uma coisa que o deixava perturbado desde a infância na casa dos seus pais. Mas vibrava de alegria ao ficar sabendo de eventual repressão a algum beijoqueiro. A notícia que ouviu pelo rádio, na casa de um vizinho, sobre o jogador de vôlei que havia sido repreendido por um membro da organização do Mundial de Clubes de Vôlei por beijar em público sua mulher, após a conquista de um título, deixou-o simplesmente eufórico.

Os amigos ficavam espantados diante dessa insólita situação, mesmo porque, aos 17 anos, poderia facilmente arrumar uma namorada - e beijá-la à vontade, se fosse o caso.

Não era o caso, ele achava o beijo em público uma conduta afrontosa. Jurava para si próprio que jamais casal algum se beijaria perto dele. Mas como evitar que isso acontecesse? Não poderia, claro, recorrer à violência, conforme conselho recebido de alguns professores que elogiavam essa sua ideia sobre o beijo. Eles evitavam atos de violência. Teria de recorrer a algum meio eficiente, mas não agressivo para expressar a sua repulsa. E aí lhe ocorreu: a tosse! Uma forma fácil de advertir pessoas inconvenientes. Naquele mesmo dia fez a primeira experiência. Avistou, na escola, um jovem casal se beijando. Colocou-se atrás dos jovens e começou a tossir escandalosamente - até que eles pararam.

O rapaz, depois de uma breve reclamação, levantou-se e saiu resmungando. Mas a moça, que, aliás, já conhecia, Sofia, moradora da sua rua, olhou-o até com simpatia. Ele estranhou. Deu as costas e foi embora.

À noite, estava sozinho em casa, quando alguém bateu à porta. Abriu, era Sofia. Sorrindo, ela lhe estendeu um frasco: era xarope contra a tosse. Num impulso, ele puxou-a para si e deu-lhe um doce e apaixonado beijo. O primeiro e decisivo beijo de sua vida.

Estão namorando (e beijando muito). Quanto ao xarope, deu-o a um amigo. Descobriu o que é bom para a tosse, ao menos para a tosse que nasce da neurose: é o beijo. Grande, grande remédio!

(Moacyr Scliar, Folha de S.Paulo, 16.11.09. Adaptado)

Em- O rapaz, depois de uma breve reclamação, levantou-se.. ( 4.° parágrafo) - a palavra destacada significa
 

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Ismael odiava beijos em público. Era uma coisa que o deixava perturbado desde a infância na casa dos seus pais. Mas vibrava de alegria ao ficar sabendo de eventual repressão a algum beijoqueiro. A notícia que ouviu pelo rádio, na casa de um vizinho, sobre o jogador de vôlei que havia sido repreendido por um membro da organização do Mundial de Clubes de Vôlei por beijar em público sua mulher, após a conquista de um título, deixou-o simplesmente eufórico.

Os amigos ficavam espantados diante dessa insólita situação, mesmo porque, aos 17 anos, poderia facilmente arrumar uma namorada - e beijá-la à vontade, se fosse o caso.

Não era o caso, ele achava o beijo em público uma conduta afrontosa. Jurava para si próprio que jamais casal algum se beijaria perto dele. Mas como evitar que isso acontecesse? Não poderia, claro, recorrer à violência, conforme conselho recebido de alguns professores que elogiavam essa sua ideia sobre o beijo. Eles evitavam atos de violência. Teria de recorrer a algum meio eficiente, mas não agressivo para expressar a sua repulsa. E aí lhe ocorreu: a tosse! Uma forma fácil de advertir pessoas inconvenientes. Naquele mesmo dia fez a primeira experiência. Avistou, na escola, um jovem casal se beijando. Colocou-se atrás dos jovens e começou a tossir escandalosamente - até que eles pararam.

O rapaz, depois de uma breve reclamação, levantou-se e saiu resmungando. Mas a moça, que, aliás, já conhecia, Sofia, moradora da sua rua, olhou-o até com simpatia. Ele estranhou. Deu as costas e foi embora.

À noite, estava sozinho em casa, quando alguém bateu à porta. Abriu, era Sofia. Sorrindo, ela lhe estendeu um frasco: era xarope contra a tosse. Num impulso, ele puxou-a para si e deu-lhe um doce e apaixonado beijo. O primeiro e decisivo beijo de sua vida.

Estão namorando (e beijando muito). Quanto ao xarope, deu-o a um amigo. Descobriu o que é bom para a tosse, ao menos para a tosse que nasce da neurose: é o beijo. Grande, grande remédio!

(Moacyr Scliar, Folha de S.Paulo, 16.11.09. Adaptado)

No trecho - Ele estranhou (4.° parágrafo) - colocando-se a frase no plural com o verbo no tempo futuro, obtém-se: Eles
 

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Entre os sinais que marcam um país como subdesenvolvido, ninguém mais discute, há muito tempo, que o baixo nível da educação está na linha de frente. Não dá para disfarçar; é uma ferida bem no meio da testa. Há muitas outras marcas desse tipo, claro, todas visíveis quando se presta um mínimo de atenção à paisagem pública, e nenhuma delas está em falta no Brasil que se pode ver à nossa volta. São coisas muito simples. Todo país subdesenvolvido, por exemplo, tem mosca; não há exceções. Os aeroportos, em vez de terem à sua volta hotéis operados pelas grandes cadeias internacionais, são cercados por favelas. Homicidas confessos podem começar o cumprimento de suas penas onze anos após o crime que cometeram, quando não são "cidadãos comuns". É uma estrada que vai longe. A cada realidade dessas, é como se uma placa de sinalização avisasse: "Atenção: você está num país subdesenvolvido". Não adianta, aí, ter um PIB que passa dos 2 trilhões de dólares, assistir ao lançamento de imóveis com preços de Manhattan ou anotar o que diz a máquina de propaganda do governo. O atraso continua do mesmo tamanho, indiferente a tudo isso - e não vai mudar, por mais que se avance aqui ou ali, enquanto esses sinais estiverem presentes. Não vai mudar, para começo de conversa, enquanto a educação pública no Brasil for o que é hoje.

(J. R. Guzzo. O ministro não conta. Veja, 8 de junho de 2011)

É correto afirmar que o juízo do autor acerca dos fatos que comenta mostra
 

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Ismael odiava beijos em público. Era uma coisa que o deixava perturbado desde a infância na casa dos seus pais. Mas vibrava de alegria ao ficar sabendo de eventual repressão a algum beijoqueiro. A notícia que ouviu pelo rádio, na casa de um vizinho, sobre o jogador de vôlei que havia sido repreendido por um membro da organização do Mundial de Clubes de Vôlei por beijar em público sua mulher, após a conquista de um título, deixou-o simplesmente eufórico.

Os amigos ficavam espantados diante dessa insólita situação, mesmo porque, aos 17 anos, poderia facilmente arrumar uma namorada - e beijá-la à vontade, se fosse o caso.

Não era o caso, ele achava o beijo em público uma conduta afrontosa. Jurava para si próprio que jamais casal algum se beijaria perto dele. Mas como evitar que isso acontecesse? Não poderia, claro, recorrer à violência, conforme conselho recebido de alguns professores que elogiavam essa sua ideia sobre o beijo. Eles evitavam atos de violência. Teria de recorrer a algum meio eficiente, mas não agressivo para expressar a sua repulsa. E aí lhe ocorreu: a tosse! Uma forma fácil de advertir pessoas inconvenientes. Naquele mesmo dia fez a primeira experiência. Avistou, na escola, um jovem casal se beijando. Colocou-se atrás dos jovens e começou a tossir escandalosamente - até que eles pararam.

O rapaz, depois de uma breve reclamação, levantou-se e saiu resmungando. Mas a moça, que, aliás, já conhecia, Sofia, moradora da sua rua, olhou-o até com simpatia. Ele estranhou. Deu as costas e foi embora.

À noite, estava sozinho em casa, quando alguém bateu à porta. Abriu, era Sofia. Sorrindo, ela lhe estendeu um frasco: era xarope contra a tosse. Num impulso, ele puxou-a para si e deu-lhe um doce e apaixonado beijo. O primeiro e decisivo beijo de sua vida.

Estão namorando (e beijando muito). Quanto ao xarope, deu-o a um amigo. Descobriu o que é bom para a tosse, ao menos para a tosse que nasce da neurose: é o beijo. Grande, grande remédio!

(Moacyr Scliar, Folha de S.Paulo, 16.11.09. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o trecho -... eventual repressão a algum beijoqueiro. (1.° parágrafo) - está escrito corretamente no plural.
 

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