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Foram encontradas 30 questões.

2535476 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: UPA
Orgão: TRE-RN
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2535475 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: UPA
Orgão: TRE-RN
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Assinale a alternativa cujas palavras devem receber acento gráfico:
 

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1302703 Ano: 2016
Disciplina: Arquivologia
Banca: UPA
Orgão: TRE-RN
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Com relação aos tipos de arquivo analise as afirmativas a seguir:
I. A inclusão de dados sobre o documento em uma base de dados é conhecida como registro de documentos e faz parte das atividades de protocolo, vinculadas aos arquivos correntes.
II. Os arquivos correntes são constituídos de documentos com pouca frequência de uso que, pelo valor informativo que apresentam, são mantidos próximos de quem os recebe ou os produz.
III. Os arquivos intermediários são formados por documentos semiativos, que não precisam ser mantidos próximos aos usuários diretos.
IV. O armazenamento dos documentos dos arquivos correntes deve, pelas características dessa fase, ser centralizado em um único lugar no órgão público ou empresa privada.
Estão incorretos os itens:
 

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1295643 Ano: 2016
Disciplina: História
Banca: UPA
Orgão: TRE-RN
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Após fissuras menos traumáticas vivenciadas em diversas ocasiões ao longo da República Velha, o colapso da economia cafeeira acarretado pela crise de 1929, oportunizou a quebra da estrutura oligárquica de forma tão profunda a ponto de possibilitar a ascensão de Vargas ao Poder.
O enunciado faz referência:
 

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979918 Ano: 2016
Disciplina: Arquivologia
Banca: UPA
Orgão: TRE-RN
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Para uma correta organização arquivística é de fundamental importância que sejam obedecidos os principais princípios da Arquivologia. De acordo com a temática dos princípios arquivísticos, marque a opção que identifica corretamente o significado da PROVENIÊNCIA.
 

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979891 Ano: 2016
Disciplina: História
Banca: UPA
Orgão: TRE-RN
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Após quinze anos ininterruptos a frente do comando do país. Getúlio Vargas era deposto. No entanto, ao contrário de outros líderes decaídos, não fora exilado, nem assassinado. Ao contrário. Firma-se como a figura central na política brasileira, por sinal elegendo-se deputado e senador por diversos Estados. Sua proeminência foi vital na eleição do seu sucessor.
Considerando o texto marque a opção que representa a conjuntura que favoreceu a deposição de Vargas:
 

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Caminhos alternativos
Pensar a mobilidade exige alternativas de inserção segura e confortável de todos na dinâmica da cidade.
José Carlos de Souza
Mobilidade urbana é um conceito que essencialmente se refere à ideia de deslocamento de uma pessoa de um ponto a outro da cidade. Numa abordagem mais ampla, ele ainda abrange o conjunto de aspectos que determinam as circunstâncias em que esse deslocamento se realiza: infraestrutura, gestão de trânsito, segurança. No entanto, a forma como esse conceito vem sendo problematizado, em razão do desafio em que se transformou o deslocamento das pessoas nos grandes centros urbanos, exige uma ampliação de seu significado.
O crescimento desordenado das cidades brasileiras, o adensamento populacional dos grandes centros urbanos, a priorização do carro em detrimento das alternativas de transporte coletivo e a falta de investimentos na infraestrutura viária criaram nos últimos anos um cenário caótico no que diz respeito ao deslocamento das pessoas.
Nos últimos dez anos, grande parte da população dobrou o tempo necessário para ir e vir do trabalho. O resultado é menos tempo para o lazer, para a educação, para o convívio com a família e amigos: uma verdadeira circunstância de exclusão social.
O preço pago pela sociedade por essa situação desastrosa em que se transformou a questão da mobilidade urbana é algo difícil de dimensionar, mas não há dúvidas de que, se nada for feito, a situação ainda pode piorar. Daí, o motivo pelo qual a discussão sobre mobilidade urbana precisa ser realizada com seriedade e urgência tanto pelas autoridades quanto pelo cidadão comum.
Pensar mobilidade urbana vai muito além de restringir a circulação de automóveis, ampliar o número de ciclovias ou de linhas de metrô, de priorizar o transporte coletivo em detrimento do particular.
Significa também encontrar alternativas de inserção segura e confortável de todas as pessoas na dinâmica da cidade, oferecendo múltiplas possibilidades para que elas possam ocupar o espaço público e por ele circular, transformando esse processo numa experiência rica de interação e integração social.
Esse talvez seja o sentido mais profundo que o conceito de mobilidade urbana deva ganhar, enriquecendo o próprio significado que se possa atribuir à ideia de urbanidade e cidadania.
(extraído de http://www.cartaeducacao.com.br/aulas/caminhos-alternativos/15.10.2015)
O período “No entanto, a forma como esse conceito vem sendo problematizado” transposto para a voz ativa teria a seguinte re-escritura:
 

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Caminhos alternativos
Pensar a mobilidade exige alternativas de inserção segura e confortável de todos na dinâmica da cidade.
José Carlos de Souza
Mobilidade urbana é um conceito que essencialmente se refere à ideia de deslocamento de uma pessoa de um ponto a outro da cidade. Numa abordagem mais ampla, ele ainda abrange o conjunto de aspectos que determinam as circunstâncias em que esse deslocamento se realiza: infraestrutura, gestão de trânsito, segurança. No entanto, a forma como esse conceito vem sendo problematizado, em razão do desafio em que se transformou o deslocamento das pessoas nos grandes centros urbanos, exige uma ampliação de seu significado.
O crescimento desordenado das cidades brasileiras, o adensamento populacional dos grandes centros urbanos, a priorização do carro em detrimento das alternativas de transporte coletivo e a falta de investimentos na infraestrutura viária criaram nos últimos anos um cenário caótico no que diz respeito ao deslocamento das pessoas.
Nos últimos dez anos, grande parte da população dobrou o tempo necessário para ir e vir do trabalho. O resultado é menos tempo para o lazer, para a educação, para o convívio com a família e amigos: uma verdadeira circunstância de exclusão social.
O preço pago pela sociedade por essa situação desastrosa em que se transformou a questão da mobilidade urbana é algo difícil de dimensionar, mas não há dúvidas de que, se nada for feito, a situação ainda pode piorar. Daí, o motivo pelo qual a discussão sobre mobilidade urbana precisa ser realizada com seriedade e urgência tanto pelas autoridades quanto pelo cidadão comum.
Pensar mobilidade urbana vai muito além de restringir a circulação de automóveis, ampliar o número de ciclovias ou de linhas de metrô, de priorizar o transporte coletivo em detrimento do particular.
Significa também encontrar alternativas de inserção segura e confortável de todas as pessoas na dinâmica da cidade, oferecendo múltiplas possibilidades para que elas possam ocupar o espaço público e por ele circular, transformando esse processo numa experiência rica de interação e integração social.
Esse talvez seja o sentido mais profundo que o conceito de mobilidade urbana deva ganhar, enriquecendo o próprio significado que se possa atribuir à ideia de urbanidade e cidadania.
(extraído de http://www.cartaeducacao.com.br/aulas/caminhos-alternativos/15.10.2015)
O emprego do acento indicador de crase no trecho “Esse talvez seja o sentido mais profundo que o conceito de mobilidade urbana deva ganhar, enriquecendo o próprio significado que se possa atribuir à ideia de urbanidade e cidadania” dá-se para marcar a fusão da preposição “A” com o artigo definido “A”. A exigência da preposição se faz por:
 

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Caminhos alternativos
Pensar a mobilidade exige alternativas de inserção segura e confortável de todos na dinâmica da cidade.
José Carlos de Souza
Mobilidade urbana é um conceito que essencialmente se refere à ideia de deslocamento de uma pessoa de um ponto a outro da cidade. Numa abordagem mais ampla, ele ainda abrange o conjunto de aspectos que determinam as circunstâncias em que esse deslocamento se realiza: infraestrutura, gestão de trânsito, segurança. No entanto, a forma como esse conceito vem sendo problematizado, em razão do desafio em que se transformou o deslocamento das pessoas nos grandes centros urbanos, exige uma ampliação de seu significado.
O crescimento desordenado das cidades brasileiras, o adensamento populacional dos grandes centros urbanos, a priorização do carro em detrimento das alternativas de transporte coletivo e a falta de investimentos na infraestrutura viária criaram nos últimos anos um cenário caótico no que diz respeito ao deslocamento das pessoas.
Nos últimos dez anos, grande parte da população dobrou o tempo necessário para ir e vir do trabalho. O resultado é menos tempo para o lazer, para a educação, para o convívio com a família e amigos: uma verdadeira circunstância de exclusão social.
O preço pago pela sociedade por essa situação desastrosa em que se transformou a questão da mobilidade urbana é algo difícil de dimensionar, mas não há dúvidas de que, se nada for feito, a situação ainda pode piorar. Daí, o motivo pelo qual a discussão sobre mobilidade urbana precisa ser realizada com seriedade e urgência tanto pelas autoridades quanto pelo cidadão comum.
Pensar mobilidade urbana vai muito além de restringir a circulação de automóveis, ampliar o número de ciclovias ou de linhas de metrô, de priorizar o transporte coletivo em detrimento do particular.
Significa também encontrar alternativas de inserção segura e confortável de todas as pessoas na dinâmica da cidade, oferecendo múltiplas possibilidades para que elas possam ocupar o espaço público e por ele circular, transformando esse processo numa experiência rica de interação e integração social.
Esse talvez seja o sentido mais profundo que o conceito de mobilidade urbana deva ganhar, enriquecendo o próprio significado que se possa atribuir à ideia de urbanidade e cidadania.
(extraído de http://www.cartaeducacao.com.br/aulas/caminhos-alternativos/15.10.2015)
O autor atribui uma circunstância de exclusão social a:
 

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