Foram encontradas 729 questões.
A Política Nacional de Humanização, destaca o fortalecimento de trabalho em equipe multiprofissional, fomentando, dentre outros, a transversalidade que é
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Dentre os primeiros cuidados a uma vítima de acidente de motocicleta, é importante.
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Durante orientação prestada, sobre a autopalpação de mamas às pacientes na unidade de atendimento ambulatorial, o técnico de enfermagem deve ressaltar que este procedimento
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Ao auxiliar o enfermeiro na administração dos recursos materiais utilizados na unidade de trabalho, o técnico de enfermagem realiza a previsão de materiais levando-se em conta o perfil de consumo de cada material. Considerando que o consumo de seringas de 10 mililitros, nos últimos 4 meses, foi de 560 unidades e o estoque de segurança é de 15%, para manter a demanda da unidade, a cota mensal desta seringa deve ser, em unidades, igual a
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Os modelos ágeis de desenvolvimento de software têm menos ênfase nas definições de atividades e mais ênfase na pragmática e nos fatores humanos do desenvolvimento. Um destes modelos enfatiza o uso de orientação a objetos e possui apenas duas grandes fases: 1 - Concepção e Planejamento e 2 - Construção. A fase de Concepção e Planejamento possui três disciplinas (chamadas de processos): Desenvolver Modelo Abrangente, Construir Lista de Funcionalidades e Planejar por funcionalidade. Já a fase de Construção incorpora duas disciplinas (processos): Detalhar por Funcionalidade e Construir por Funcionalidade.
O texto acima apresenta a metodologia ágil conhecida como
O texto acima apresenta a metodologia ágil conhecida como
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Considere as seguintes atividades:
1. Compreensão do domínio: os analistas devem desenvolver sua compreensão do domínio da aplicação.
2. Coleta de requisitos: processo de interagir com os stakeholders do sistema para descobrir seus requisitos.
3. Classificação: atividade que considera o conjunto não estruturado dos requisitos e os organiza em grupos coerentes.
4. Resolução de conflitos: Solucionar conflitos decorrentes do envolvimento de múltiplos stakeholders.
5. Definição das prioridades: envolve a interação com os stakeholders para a definição dos requisitos mais importantes.
6. Descarte de requisitos: atividade de descartar requisitos menos importantes, baseando-se nas indicações dos stakeholders.
7. Verificação de requisitos: os requisitos são verificados para descobrir se estão completos e consistentes e se estão em concordância com o que os stakeholders desejam do sistema.
8. Modelagem de requisitos: os requisitos são modelados utilizando-se o diagrama de casos de uso e de sequência da UML.
Faz parte do processo de levantamento e análise de requisitos o que consta em APENAS 1, 2,
1. Compreensão do domínio: os analistas devem desenvolver sua compreensão do domínio da aplicação.
2. Coleta de requisitos: processo de interagir com os stakeholders do sistema para descobrir seus requisitos.
3. Classificação: atividade que considera o conjunto não estruturado dos requisitos e os organiza em grupos coerentes.
4. Resolução de conflitos: Solucionar conflitos decorrentes do envolvimento de múltiplos stakeholders.
5. Definição das prioridades: envolve a interação com os stakeholders para a definição dos requisitos mais importantes.
6. Descarte de requisitos: atividade de descartar requisitos menos importantes, baseando-se nas indicações dos stakeholders.
7. Verificação de requisitos: os requisitos são verificados para descobrir se estão completos e consistentes e se estão em concordância com o que os stakeholders desejam do sistema.
8. Modelagem de requisitos: os requisitos são modelados utilizando-se o diagrama de casos de uso e de sequência da UML.
Faz parte do processo de levantamento e análise de requisitos o que consta em APENAS 1, 2,
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A utilização de ferramentas CASE para modelagem de dados é muito importante para a qualidade do modelo, bem como para garantir uma documentação atualizada e maior facilidade de manutenção de sistemas em produção. Existem no mercado várias ferramentas CASE para este propósito, entre comerciais e gratuitas como as citadas abaixo:
I. É uma ferramenta gratuita e de código aberto para modelagem de dados que trabalha com o modelo lógico, desenvolvida pela fabFORCE sob a licença GNU GPL. É um software multiplataforma (Windows e Linux) implementado em Delphi/Kylix. Além de permitir a modelagem, criação e manutenção de bancos de dados, esta ferramenta possibilita também a engenharia reversa, gerando o modelo de dados a partir de um banco existente, e ainda possibilita o sincronismo entre o modelo e o banco. Foi construída originalmente para oferecer suporte ao MySQL, porém também suporta outros SGBDs como Oracle, SQL Server, SQLite e outros que permitam acesso via ODBC.
II. É uma ferramenta desenvolvida pela empresa Popkin Software. Tem a vantagem de ser uma ferramenta flexível para a empresa que trabalha com a Análise Estruturada de Sistemas. Tem como característica importante o fato de ser uma ferramenta workgroup, ou seja, é possível compartilhar um mesmo projeto entre diversos analistas de desenvolvimento. Em um único repositório são colocadas todas as informações do projeto. Os projetos podem ser agrupados por sistemas e subsistemas; existe uma enciclopédia do SA correspondente a cada um deles. Essas enciclopédias ficam armazenadas na rede de acordo com as áreas de trabalho dos analistas.
III. É uma ferramenta CASE para modelagem de dados relacional e dimensional, que permite a construção de modelos de dados lógicos e modelos de dados físicos, comercializada pela CA (Computer Associates). Permite ao usuário trabalhar com três tipos de modelos de dados: somente lógico (Logical Only), somente físico (Physical Only) ou lógico e físico (Logical/Physical). Antes da versão 4, todo modelo de dados tinha, obrigatoriamente, o modelo lógico e o modelo físico juntos, ou seja, o modelo sempre era do tipo Logical/Physical. Em versão recente, foi incluído o recurso de derivação de modelos que permite gerar um modelo de dados a partir de outro. Também oferece o recurso de sincronização entre os modelos de dados (Sync with Model Source).
As ferramentas CASE I, II e III são, respectivamente:
I. É uma ferramenta gratuita e de código aberto para modelagem de dados que trabalha com o modelo lógico, desenvolvida pela fabFORCE sob a licença GNU GPL. É um software multiplataforma (Windows e Linux) implementado em Delphi/Kylix. Além de permitir a modelagem, criação e manutenção de bancos de dados, esta ferramenta possibilita também a engenharia reversa, gerando o modelo de dados a partir de um banco existente, e ainda possibilita o sincronismo entre o modelo e o banco. Foi construída originalmente para oferecer suporte ao MySQL, porém também suporta outros SGBDs como Oracle, SQL Server, SQLite e outros que permitam acesso via ODBC.
II. É uma ferramenta desenvolvida pela empresa Popkin Software. Tem a vantagem de ser uma ferramenta flexível para a empresa que trabalha com a Análise Estruturada de Sistemas. Tem como característica importante o fato de ser uma ferramenta workgroup, ou seja, é possível compartilhar um mesmo projeto entre diversos analistas de desenvolvimento. Em um único repositório são colocadas todas as informações do projeto. Os projetos podem ser agrupados por sistemas e subsistemas; existe uma enciclopédia do SA correspondente a cada um deles. Essas enciclopédias ficam armazenadas na rede de acordo com as áreas de trabalho dos analistas.
III. É uma ferramenta CASE para modelagem de dados relacional e dimensional, que permite a construção de modelos de dados lógicos e modelos de dados físicos, comercializada pela CA (Computer Associates). Permite ao usuário trabalhar com três tipos de modelos de dados: somente lógico (Logical Only), somente físico (Physical Only) ou lógico e físico (Logical/Physical). Antes da versão 4, todo modelo de dados tinha, obrigatoriamente, o modelo lógico e o modelo físico juntos, ou seja, o modelo sempre era do tipo Logical/Physical. Em versão recente, foi incluído o recurso de derivação de modelos que permite gerar um modelo de dados a partir de outro. Também oferece o recurso de sincronização entre os modelos de dados (Sync with Model Source).
As ferramentas CASE I, II e III são, respectivamente:
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Utilize o programa C# abaixo para responder a questão seguinte.
Os números à esquerda não fazem parte do programa, apenas indicam os números das linhas.


Considerando o programa e a linguagem C#, é correto afirmar:
Os números à esquerda não fazem parte do programa, apenas indicam os números das linhas.


Considerando o programa e a linguagem C#, é correto afirmar:
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A figura abaixo mostra os quadrantes de testes ágeis.

Considere as definições dos quadrantes de testes ágeis:
I. Testes que focam no negócio e criticam o produto: são os testes de aceitação feitos na homologação do produto ou de suas partes, testes betas e testes exploratórios. São testes feitos não com o objetivo de dizer que o software funciona, mas de encontrar defeitos. Bons analistas de testes possuem técnicas para encontrar defeitos que poucos desenvolvedores conhecem.
II. Testes que focam na arquitetura e suportam o time: são os testes unitários e de componentes. Estes são realizados e são de responsabilidade dos próprios desenvolvedores. O papel do analista de testes nesse quadrante é o de apoiar, suportar e expandir conhecimentos entre os desenvolvedores sempre que necessário. De preferência isso é feito em par com o desenvolvedor no momento de elaborar os testes unitários automatizados.
III. Testes que focam na arquitetura e criticam o produto: são os testes de performance, de carga e de segurança. Esses são de responsabilidade dos analistas de testes e costumam ser feitos quando partes da aplicação já estão prontas e, especialmente, antes da entrada de um release em produção.
IV. Testes que focam no negócio e suportam o time: são testes funcionais diferenciados, que idealmente utilizam a técnica de Behavior-Driven Development e Acceptance Test-Driven Development. Isto é, são testes e cenários de exemplo realizados pelos testadores em conjunto com os clientes, usuários e analistas de negócio. Com base nesses exemplos e cenários os desenvolvedores terão melhores condições de desenvolver e entender os requisitos.O foco desses testes não é encontrar o maior número de defeitos e sim ajudar clientes e desenvolvedores a se entenderem melhor.
A associação correta entre as definições I, II, III e IV e os quadrantes Q1, Q2, Q3 e Q4 é apresentada em

Considere as definições dos quadrantes de testes ágeis:
I. Testes que focam no negócio e criticam o produto: são os testes de aceitação feitos na homologação do produto ou de suas partes, testes betas e testes exploratórios. São testes feitos não com o objetivo de dizer que o software funciona, mas de encontrar defeitos. Bons analistas de testes possuem técnicas para encontrar defeitos que poucos desenvolvedores conhecem.
II. Testes que focam na arquitetura e suportam o time: são os testes unitários e de componentes. Estes são realizados e são de responsabilidade dos próprios desenvolvedores. O papel do analista de testes nesse quadrante é o de apoiar, suportar e expandir conhecimentos entre os desenvolvedores sempre que necessário. De preferência isso é feito em par com o desenvolvedor no momento de elaborar os testes unitários automatizados.
III. Testes que focam na arquitetura e criticam o produto: são os testes de performance, de carga e de segurança. Esses são de responsabilidade dos analistas de testes e costumam ser feitos quando partes da aplicação já estão prontas e, especialmente, antes da entrada de um release em produção.
IV. Testes que focam no negócio e suportam o time: são testes funcionais diferenciados, que idealmente utilizam a técnica de Behavior-Driven Development e Acceptance Test-Driven Development. Isto é, são testes e cenários de exemplo realizados pelos testadores em conjunto com os clientes, usuários e analistas de negócio. Com base nesses exemplos e cenários os desenvolvedores terão melhores condições de desenvolver e entender os requisitos.O foco desses testes não é encontrar o maior número de defeitos e sim ajudar clientes e desenvolvedores a se entenderem melhor.
A associação correta entre as definições I, II, III e IV e os quadrantes Q1, Q2, Q3 e Q4 é apresentada em
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Considerando a linguagem C# e o programa em C#, é correto afirmar:
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