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Foram encontradas 522 questões.

2798511 Ano: 2008
Disciplina: Arquitetura
Banca: FCC
Orgão: TRF-5
O projeto acústico para edifícios semelhantes e com uso similar deve sempre obedecer a um roteiro, onde podem ser destacados os seguintes objetivos:
I. Estabelecimento do ruído médio admissível.
II. Cálculo do índice de amplificação e resposta.
III. Cálculo do índice de redução acústica.
IV. Cálculo dos tempos de reverberação.
Está correto o que se afirma em
 

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2798510 Ano: 2008
Disciplina: Arquitetura
Banca: FCC
Orgão: TRF-5
Analise as seguintes terminologias das fontes de luz e lâmpadas:
I. Fonte secundária – superfície ou objeto que emite luz, produzida por uma conversão de energia de uma fonte primária.
II. Lâmpada fluorescente – lâmpada a descarga do tipo vapor de mercúrio a baixa pressão, na qual a maior parte da luz é emitida por uma camada de substâncias fluorescentes, excitadas pela radiação ultravioleta da descarga.
III. Lâmpada halógena – lâmpada incandescente a gás com filamento de tungstênio, que contém certa proporção de halogênios ou de halogênios compostos.
IV. Queda catódica – passagem de corrente através de um gás, reduzindo a tensão de ignição da fonte de luz.
Está correto o que se afirma APENAS em
 

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Atenção: A questão baseia-se no texto apresentado abaixo.

Na pré-história, quando os homens eram apenas coletores e caçadores, não havia grande necessidade de regras, senão aquelas básicas, ditadas pela frágil condição humana diante das forças descomunais da natureza. A escassez de espaço e de comida no período subseqüente, que se encerrou há 11.000 anos, o da Idade do Gelo, desencadearia a criação de regras que acompanham a humanidade desde então.

Nossos antepassados tiveram a necessidade premente de estabelecer normas mais complexas de convivência. Foi nesse período que o Homo sapiens desenvolveu os conceitos de família, de religião e de convivência social. Esses homens legaram evidências arqueológicas de uma revolução criativa que inclui desde os espetaculares desenhos nas cavernas até os rituais de sepultamento dos mortos. “Naquele período era preciso definir quem pertencia à família ou não, e com quem se deveriam compartilhar os alimentos. Portanto, era necessário
criar regras específicas”, diz a arqueóloga Olga Soffer, da Universidade de Illinois. O antropólogo americano Ian Tattersall afirma ainda que as primeiras regras sobre propriedade foram criadas nessa fase. Enquanto o território pertencia ao grupo, algumas categorias de objetos passaram a ser individuais.

Boa parte das regras de convivência tem como base esse conjunto de normas ancestrais: não mate, não roube, respeite pai e mãe, proteja-se do desconhecido, tema o invisível ... As religiões, em seu aspecto comunitário, nada mais são do que criadoras e garantidoras do cumprimento de regras, sob pena de punição divina.

(Adaptado de Okky de Souza e Vanessa Vieira. Veja, 9 de janeiro de 2008, p. 55/56)

É impossível imaginar o avanço da civilização humana sem a existência de normas.

As regras de convivência trouxeram a humanidade a seu estágio atual de desenvolvimento.

As regras garantem a ordem social e a transmissão do conhecimento.

As frases acima formam um único período com clareza, correção e lógica em:

 

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2798508 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TRF-5
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Atenção: A questão baseia-se no texto apresentado abaixo.

Na pré-história, quando os homens eram apenas coletores e caçadores, não havia grande necessidade de regras, senão aquelas básicas, ditadas pela frágil condição humana diante das forças descomunais da natureza. A escassez de espaço e de comida no período subseqüente, que se encerrou há 11.000 anos, o da Idade do Gelo, desencadearia a criação de regras que acompanham a humanidade desde então.

Nossos antepassados tiveram a necessidade premente de estabelecer normas mais complexas de convivência. Foi nesse período que o Homo sapiens desenvolveu os conceitos de família, de religião e de convivência social. Esses homens legaram evidências arqueológicas de uma revolução criativa que inclui desde os espetaculares desenhos nas cavernas até os rituais de sepultamento dos mortos. “Naquele período era preciso definir quem pertencia à família ou não, e com quem se deveriam compartilhar os alimentos. Portanto, era necessário
criar regras específicas”, diz a arqueóloga Olga Soffer, da Universidade de Illinois. O antropólogo americano Ian Tattersall afirma ainda que as primeiras regras sobre propriedade foram criadas nessa fase. Enquanto o território pertencia ao grupo, algumas categorias de objetos passaram a ser individuais.

Boa parte das regras de convivência tem como base esse conjunto de normas ancestrais: não mate, não roube, respeite pai e mãe, proteja-se do desconhecido, tema o invisível ... As religiões, em seu aspecto comunitário, nada mais são do que criadoras e garantidoras do cumprimento de regras, sob pena de punição divina.

(Adaptado de Okky de Souza e Vanessa Vieira. Veja, 9 de janeiro de 2008, p. 55/56)

A frase em que se encontram palavras escritas de modo INCORRETO é:

 

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Atenção: A questão baseia-se no texto apresentado abaixo.

Na pré-história, quando os homens eram apenas coletores e caçadores, não havia grande necessidade de regras, senão aquelas básicas, ditadas pela frágil condição humana diante das forças descomunais da natureza. A escassez de espaço e de comida no período subseqüente, que se encerrou há 11.000 anos, o da Idade do Gelo, desencadearia a criação de regras que acompanham a humanidade desde então.

Nossos antepassados tiveram a necessidade premente de estabelecer normas mais complexas de convivência. Foi nesse período que o Homo sapiens desenvolveu os conceitos de família, de religião e de convivência social. Esses homens legaram evidências arqueológicas de uma revolução criativa que inclui desde os espetaculares desenhos nas cavernas até os rituais de sepultamento dos mortos. “Naquele período era preciso definir quem pertencia à família ou não, e com quem se deveriam compartilhar os alimentos. Portanto, era necessário
criar regras específicas”, diz a arqueóloga Olga Soffer, da Universidade de Illinois. O antropólogo americano Ian Tattersall afirma ainda que as primeiras regras sobre propriedade foram criadas nessa fase. Enquanto o território pertencia ao grupo, algumas categorias de objetos passaram a ser individuais.

Boa parte das regras de convivência tem como base esse conjunto de normas ancestrais: não mate, não roube, respeite pai e mãe, proteja-se do desconhecido, tema o invisível ... As religiões, em seu aspecto comunitário, nada mais são do que criadoras e garantidoras do cumprimento de regras, sob pena de punição divina.

(Adaptado de Okky de Souza e Vanessa Vieira. Veja, 9 de janeiro de 2008, p. 55/56)

O respeito ...... uma série de regras foi fundamental ...... organização dos grupos sociais, permitindo, dessa forma, ...... evolução da humanidade.

As lacunas da frase acima estarão corretamente preenchidas, respectivamente, por:

 

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2798506 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TRF-5
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Atenção: A questão baseia-se no texto apresentado abaixo.

Na pré-história, quando os homens eram apenas coletores e caçadores, não havia grande necessidade de regras, senão aquelas básicas, ditadas pela frágil condição humana diante das forças descomunais da natureza. A escassez de espaço e de comida no período subseqüente, que se encerrou há 11.000 anos, o da Idade do Gelo, desencadearia a criação de regras que acompanham a humanidade desde então.

Nossos antepassados tiveram a necessidade premente de estabelecer normas mais complexas de convivência. Foi nesse período que o Homo sapiens desenvolveu os conceitos de família, de religião e de convivência social. Esses homens legaram evidências arqueológicas de uma revolução criativa que inclui desde os espetaculares desenhos nas cavernas até os rituais de sepultamento dos mortos. “Naquele período era preciso definir quem pertencia à família ou não, e com quem se deveriam compartilhar os alimentos. Portanto, era necessário
criar regras específicas”, diz a arqueóloga Olga Soffer, da Universidade de Illinois. O antropólogo americano Ian Tattersall afirma ainda que as primeiras regras sobre propriedade foram criadas nessa fase. Enquanto o território pertencia ao grupo, algumas categorias de objetos passaram a ser individuais.

Boa parte das regras de convivência tem como base esse conjunto de normas ancestrais: não mate, não roube, respeite pai e mãe, proteja-se do desconhecido, tema o invisível ... As religiões, em seu aspecto comunitário, nada mais são do que criadoras e garantidoras do cumprimento de regras, sob pena de punição divina.

(Adaptado de Okky de Souza e Vanessa Vieira. Veja, 9 de janeiro de 2008, p. 55/56)

O verbo que aparece originalmente no singular, mas poderia ser corretamente empregado no plural, está grifado na frase:

 

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2798505 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TRF-5
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Atenção: A questão baseia-se no texto apresentado abaixo.

Na pré-história, quando os homens eram apenas coletores e caçadores, não havia grande necessidade de regras, senão aquelas básicas, ditadas pela frágil condição humana diante das forças descomunais da natureza. A escassez de espaço e de comida no período subseqüente, que se encerrou há 11.000 anos, o da Idade do Gelo, desencadearia a criação de regras que acompanham a humanidade desde então.

Nossos antepassados tiveram a necessidade premente de estabelecer normas mais complexas de convivência. Foi nesse período que o Homo sapiens desenvolveu os conceitos de família, de religião e de convivência social. Esses homens legaram evidências arqueológicas de uma revolução criativa que inclui desde os espetaculares desenhos nas cavernas até os rituais de sepultamento dos mortos. “Naquele período era preciso definir quem pertencia à família ou não, e com quem se deveriam compartilhar os alimentos. Portanto, era necessário
criar regras específicas”, diz a arqueóloga Olga Soffer, da Universidade de Illinois. O antropólogo americano Ian Tattersall afirma ainda que as primeiras regras sobre propriedade foram criadas nessa fase. Enquanto o território pertencia ao grupo, algumas categorias de objetos passaram a ser individuais.

Boa parte das regras de convivência tem como base esse conjunto de normas ancestrais: não mate, não roube, respeite pai e mãe, proteja-se do desconhecido, tema o invisível ... As religiões, em seu aspecto comunitário, nada mais são do que criadoras e garantidoras do cumprimento de regras, sob pena de punição divina.

(Adaptado de Okky de Souza e Vanessa Vieira. Veja, 9 de janeiro de 2008, p. 55/56)

... respeite pai e mãe... (último parágrafo)

O verbo flexionado de modo idêntico ao do grifado acima está também grifado na frase:

 

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Na pré-história, quando os homens eram apenas coletores e caçadores, não havia grande necessidade de regras, senão aquelas básicas, ditadas pela frágil condição humana diante das forças descomunais da natureza. A escassez de espaço e de comida no período subseqüente, que se encerrou há 11.000 anos, o da Idade do Gelo, desencadearia a criação de regras que acompanham a humanidade desde então.

Nossos antepassados tiveram a necessidade premente de estabelecer normas mais complexas de convivência. Foi nesse período que o Homo sapiens desenvolveu os conceitos de família, de religião e de convivência social. Esses homens legaram evidências arqueológicas de uma revolução criativa que inclui desde os espetaculares desenhos nas cavernas até os rituais de sepultamento dos mortos. “Naquele período era preciso definir quem pertencia à família ou não, e com quem se deveriam compartilhar os alimentos. Portanto, era necessário
criar regras específicas”, diz a arqueóloga Olga Soffer, da Universidade de Illinois. O antropólogo americano Ian Tattersall afirma ainda que as primeiras regras sobre propriedade foram criadas nessa fase. Enquanto o território pertencia ao grupo, algumas categorias de objetos passaram a ser individuais.

Boa parte das regras de convivência tem como base esse conjunto de normas ancestrais: não mate, não roube, respeite pai e mãe, proteja-se do desconhecido, tema o invisível ... As religiões, em seu aspecto comunitário, nada mais são do que criadoras e garantidoras do cumprimento de regras, sob pena de punição divina.

(Adaptado de Okky de Souza e Vanessa Vieira. Veja, 9 de janeiro de 2008, p. 55/56)

Portanto, era necessário criar regras específicas”. (2º parágrafo)

O sentido que a conjunção grifada acima introduz no contexto é o de

 

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2798503 Ano: 2008
Disciplina: Arquitetura
Banca: FCC
Orgão: TRF-5
Observe o Reservatório de Água na Universidade de Aveiro (1988-1989), projeto do arquiteto português de Álvaro Siza Vieira.
Enunciado 3249742-1
Enunciado 3249742-2
Analisando-se a relação entre estrutura e forma arquitetônica, constata-se que:
I. A estrutura de apoio é formada por duas colunas de comportamento estrutural muito diferente, sobretudo para ações transversais ao plano definido pelos seus eixos.
II. A coluna parede apóia-se na coluna cilíndrica através dos elementos tubulares, transferindo para esta a ação do vento que sobre ela atua e também a responsabilidade pela sua resistência à instabilidade elástica.
III. O projeto decorre de uma estreita relação entre arquiteto e engenheiro, como se de um só autor se tratasse.
Está correto o que se afirma em
 

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Atenção: A questão baseia-se no texto apresentado abaixo.

Na pré-história, quando os homens eram apenas coletores e caçadores, não havia grande necessidade de regras, senão aquelas básicas, ditadas pela frágil condição humana diante das forças descomunais da natureza. A escassez de espaço e de comida no período subseqüente, que se encerrou há 11.000 anos, o da Idade do Gelo, desencadearia a criação de regras que acompanham a humanidade desde então.

Nossos antepassados tiveram a necessidade premente de estabelecer normas mais complexas de convivência. Foi nesse período que o Homo sapiens desenvolveu os conceitos de família, de religião e de convivência social. Esses homens legaram evidências arqueológicas de uma revolução criativa que inclui desde os espetaculares desenhos nas cavernas até os rituais de sepultamento dos mortos. “Naquele período era preciso definir quem pertencia à família ou não, e com quem se deveriam compartilhar os alimentos. Portanto, era necessário
criar regras específicas”, diz a arqueóloga Olga Soffer, da Universidade de Illinois. O antropólogo americano Ian Tattersall afirma ainda que as primeiras regras sobre propriedade foram criadas nessa fase. Enquanto o território pertencia ao grupo, algumas categorias de objetos passaram a ser individuais.

Boa parte das regras de convivência tem como base esse conjunto de normas ancestrais: não mate, não roube, respeite pai e mãe, proteja-se do desconhecido, tema o invisível ... As religiões, em seu aspecto comunitário, nada mais são do que criadoras e garantidoras do cumprimento de regras, sob pena de punição divina.

(Adaptado de Okky de Souza e Vanessa Vieira. Veja, 9 de janeiro de 2008, p. 55/56)

De acordo com o texto, o surgimento de normas de convivência decorreu

 

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