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Atenção: A questão baseia-se no texto apresentado abaixo.

Na pré-história, quando os homens eram apenas coletores e caçadores, não havia grande necessidade de regras, senão aquelas básicas, ditadas pela frágil condição humana diante das forças descomunais da natureza. A escassez de espaço e de comida no período subseqüente, que se encerrou há 11.000 anos, o da Idade do Gelo, desencadearia a criação de regras que acompanham a humanidade desde então.

Nossos antepassados tiveram a necessidade premente de estabelecer normas mais complexas de convivência. Foi nesse período que o Homo sapiens desenvolveu os conceitos de família, de religião e de convivência social. Esses homens legaram evidências arqueológicas de uma revolução criativa que inclui desde os espetaculares desenhos nas cavernas até os rituais de sepultamento dos mortos. “Naquele período era preciso definir quem pertencia à família ou não, e com quem se deveriam compartilhar os alimentos. Portanto, era necessário
criar regras específicas”, diz a arqueóloga Olga Soffer, da Universidade de Illinois. O antropólogo americano Ian Tattersall afirma ainda que as primeiras regras sobre propriedade foram criadas nessa fase. Enquanto o território pertencia ao grupo, algumas categorias de objetos passaram a ser individuais.

Boa parte das regras de convivência tem como base esse conjunto de normas ancestrais: não mate, não roube, respeite pai e mãe, proteja-se do desconhecido, tema o invisível ... As religiões, em seu aspecto comunitário, nada mais são do que criadoras e garantidoras do cumprimento de regras, sob pena de punição divina.

(Adaptado de Okky de Souza e Vanessa Vieira. Veja, 9 de janeiro de 2008, p. 55/56)

A afirmativa correta, de acordo com o texto, é:

 

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2798500 Ano: 2008
Disciplina: Arquitetura
Banca: FCC
Orgão: TRF-5
Lúcio Costa é autor de importante obra escrita que, em seu conjunto, deu à arquitetura brasileira traços definitivos, marcados por um olhar atento do presente, mas fortemente fundados em nossa herança pretérita.
Considere as seguintes noções de composição plástica, sugeridas por Lúcio Costa:
I. Partido é a escolha e a fixação do sentido geral a prevalecer na disposição dos pontos, das linhas, dos planos, dos volumes ou das cores.
II. Modenatura é o modo particular como é tratada, plasticamente, cada uma das partes da composição.
III. Ritmo são espaçamentos ou alturas desiguais uniformemente repetidos ou alternados.
IV. Harmonia é a subordinação de todas as partes a uma determinada lei.
Está correto o que se afirma em
 

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Atenção: A questão baseia-se no texto apresentado abaixo.

O Brasil abriga 13% das espécies da fauna e da flora existentes em todo o mundo – e a maior parte delas está na Amazônia. A floresta de 4,2 milhões de quilômetros quadrados é habitada por centenas de milhares de plantas, animais, fungos, bactérias. Um refúgio de suas matas ou um braço de seus rios pode conter mais espécies do que continentes inteiros.

As estimativas dos cientistas são de que só 10% das espécies existentes na Amazônia brasileira sejam conhecidas. Talvez menos. Ainda, assim, na escala amazônica, 10% já englobam números espantosos. Só de anfíbios são 250 espécies catalogadas, ante as 81 da Europa. Os mamíferos são 311, com mais de 20 espécies de macacos e 122 de morcegos. As abelhas são 3 mil; borboletas e lagartas, 1.800. Em uma única árvore da Amazônia já foram encontradas 95 espécies de formigas – 10 a menos do que em toda a Alemanha.

Mas há uma imensidão ainda a ser desbravada. E não é preciso ir longe para encontrar novas espécies: mesmo no rio Amazonas, o mais explorado da região, as descobertas são rotineiras – em 2005, foi identificado um exemplar de piraíba, que pode chegar a mais de dois metros. Levantamentos recentes feitos com redes de arrasto revelaram um universo de peixes elétricos e outros animais exóticos, que vivem nas áreas mais profundas do rio, em escuridão total.

A maior parte da Amazônia ainda é território inexplorado pela ciência. Estima-se que até 70% das coletas feitas sobre a biodiversidade estão restritas ao entorno de Manaus e Belém – onde estão o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), o Museu Goeldi e as principais universidades. Diante do tamanho e da heterogeneidade da região, é o mesmo que observá-la por um buraco de fechadura. Faltam respostas para perguntas básicas: quantas espécies existem na região? Como elas estão distribuídas? Qual o papel de cada uma na natureza? Ninguém sabe dizer ao certo. A maior biodiversidade do planeta é também a mais desconhecida.

(Adaptado de Herton Escobar. Amazônia. O Estado de S. Paulo, nov/dez 2007, p.30/31)

A concordância verbo-nominal está inteiramente correta na frase:

 

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Atenção: A questão baseia-se no texto apresentado abaixo.

O Brasil abriga 13% das espécies da fauna e da flora existentes em todo o mundo – e a maior parte delas está na Amazônia. A floresta de 4,2 milhões de quilômetros quadrados é habitada por centenas de milhares de plantas, animais, fungos, bactérias. Um refúgio de suas matas ou um braço de seus rios pode conter mais espécies do que continentes inteiros.

As estimativas dos cientistas são de que só 10% das espécies existentes na Amazônia brasileira sejam conhecidas. Talvez menos. Ainda, assim, na escala amazônica, 10% já englobam números espantosos. Só de anfíbios são 250 espécies catalogadas, ante as 81 da Europa. Os mamíferos são 311, com mais de 20 espécies de macacos e 122 de morcegos. As abelhas são 3 mil; borboletas e lagartas, 1.800. Em uma única árvore da Amazônia já foram encontradas 95 espécies de formigas – 10 a menos do que em toda a Alemanha.

Mas há uma imensidão ainda a ser desbravada. E não é preciso ir longe para encontrar novas espécies: mesmo no rio Amazonas, o mais explorado da região, as descobertas são rotineiras – em 2005, foi identificado um exemplar de piraíba, que pode chegar a mais de dois metros. Levantamentos recentes feitos com redes de arrasto revelaram um universo de peixes elétricos e outros animais exóticos, que vivem nas áreas mais profundas do rio, em escuridão total.

A maior parte da Amazônia ainda é território inexplorado pela ciência. Estima-se que até 70% das coletas feitas sobre a biodiversidade estão restritas ao entorno de Manaus e Belém – onde estão o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), o Museu Goeldi e as principais universidades. Diante do tamanho e da heterogeneidade da região, é o mesmo que observá-la por um buraco de fechadura. Faltam respostas para perguntas básicas: quantas espécies existem na região? Como elas estão distribuídas? Qual o papel de cada uma na natureza? Ninguém sabe dizer ao certo. A maior biodiversidade do planeta é também a mais desconhecida.

(Adaptado de Herton Escobar. Amazônia. O Estado de S. Paulo, nov/dez 2007, p.30/31)

A floresta de 4,2 milhões de quilômetros quadrados é habitada por centenas de milhares de plantas ... (1º parágrafo)

Transpondo para a voz ativa a frase acima, a forma verbal grifada passará a ser, corretamente:

 

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Atenção: A questão baseia-se no texto apresentado abaixo.

O Brasil abriga 13% das espécies da fauna e da flora existentes em todo o mundo – e a maior parte delas está na Amazônia. A floresta de 4,2 milhões de quilômetros quadrados é habitada por centenas de milhares de plantas, animais, fungos, bactérias. Um refúgio de suas matas ou um braço de seus rios pode conter mais espécies do que continentes inteiros.

As estimativas dos cientistas são de que só 10% das espécies existentes na Amazônia brasileira sejam conhecidas. Talvez menos. Ainda, assim, na escala amazônica, 10% já englobam números espantosos. Só de anfíbios são 250 espécies catalogadas, ante as 81 da Europa. Os mamíferos são 311, com mais de 20 espécies de macacos e 122 de morcegos. As abelhas são 3 mil; borboletas e lagartas, 1.800. Em uma única árvore da Amazônia já foram encontradas 95 espécies de formigas – 10 a menos do que em toda a Alemanha.

Mas há uma imensidão ainda a ser desbravada. E não é preciso ir longe para encontrar novas espécies: mesmo no rio Amazonas, o mais explorado da região, as descobertas são rotineiras – em 2005, foi identificado um exemplar de piraíba, que pode chegar a mais de dois metros. Levantamentos recentes feitos com redes de arrasto revelaram um universo de peixes elétricos e outros animais exóticos, que vivem nas áreas mais profundas do rio, em escuridão total.

A maior parte da Amazônia ainda é território inexplorado pela ciência. Estima-se que até 70% das coletas feitas sobre a biodiversidade estão restritas ao entorno de Manaus e Belém – onde estão o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), o Museu Goeldi e as principais universidades. Diante do tamanho e da heterogeneidade da região, é o mesmo que observá-la por um buraco de fechadura. Faltam respostas para perguntas básicas: quantas espécies existem na região? Como elas estão distribuídas? Qual o papel de cada uma na natureza? Ninguém sabe dizer ao certo. A maior biodiversidade do planeta é também a mais desconhecida.

(Adaptado de Herton Escobar. Amazônia. O Estado de S. Paulo, nov/dez 2007, p.30/31)

O Brasil abriga 13% das espécies da fauna e da flora existentes em todo o mundo... (início do texto)

O verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o do grifado acima está na frase:

 

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2798496 Ano: 2008
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: FCC
Orgão: TRF-5
Durante a execução de instalações prediais, vários cuidados devem ser tomados para que se evitem problemas futuros. Por conta disso, as frases abaixo são descrições de práticas de instalações executadas em uma obra residencial de dois pavimentos, de baixo custo.
I. O tubo de queda de águas pluviais foi instalado dentro de um dos pilares, evitando, assim, futuras quebras de parede e infiltrações de água de chuva.
II. Todas as instalações de água fria foram executadas com tubo de PVC marrom com bitola 3/4", diminuindo o custo da instalação.
III. Os circuitos de energia foram divididos por regiões da casa (sala + cozinha, quartos + banheiros; etc.) diminuindo o custo do quadro de luz.
De acordo com as normas de instalação vigentes, está INCORRETO o que se afirma em
 

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Atenção: A questão baseia-se no texto apresentado abaixo.

O Brasil abriga 13% das espécies da fauna e da flora existentes em todo o mundo – e a maior parte delas está na Amazônia. A floresta de 4,2 milhões de quilômetros quadrados é habitada por centenas de milhares de plantas, animais, fungos, bactérias. Um refúgio de suas matas ou um braço de seus rios pode conter mais espécies do que continentes inteiros.

As estimativas dos cientistas são de que só 10% das espécies existentes na Amazônia brasileira sejam conhecidas. Talvez menos. Ainda, assim, na escala amazônica, 10% já englobam números espantosos. Só de anfíbios são 250 espécies catalogadas, ante as 81 da Europa. Os mamíferos são 311, com mais de 20 espécies de macacos e 122 de morcegos. As abelhas são 3 mil; borboletas e lagartas, 1.800. Em uma única árvore da Amazônia já foram encontradas 95 espécies de formigas – 10 a menos do que em toda a Alemanha.

Mas há uma imensidão ainda a ser desbravada. E não é preciso ir longe para encontrar novas espécies: mesmo no rio Amazonas, o mais explorado da região, as descobertas são rotineiras – em 2005, foi identificado um exemplar de piraíba, que pode chegar a mais de dois metros. Levantamentos recentes feitos com redes de arrasto revelaram um universo de peixes elétricos e outros animais exóticos, que vivem nas áreas mais profundas do rio, em escuridão total.

A maior parte da Amazônia ainda é território inexplorado pela ciência. Estima-se que até 70% das coletas feitas sobre a biodiversidade estão restritas ao entorno de Manaus e Belém – onde estão o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), o Museu Goeldi e as principais universidades. Diante do tamanho e da heterogeneidade da região, é o mesmo que observá-la por um buraco de fechadura. Faltam respostas para perguntas básicas: quantas espécies existem na região? Como elas estão distribuídas? Qual o papel de cada uma na natureza? Ninguém sabe dizer ao certo. A maior biodiversidade do planeta é também a mais desconhecida.

(Adaptado de Herton Escobar. Amazônia. O Estado de S. Paulo, nov/dez 2007, p.30/31)

As abelhas são 3 mil; borboletas e lagartas, 1.800. Em uma única árvore da Amazônia já foram encontradas 95 espécies de formigas – 10 a menos do que em toda a Alemanha. (2º parágrafo)

Considere as afirmativas seguintes sobre os sinais de pontuação empregados no segmento transcrito.

I. O ponto-e-vírgula pode ser substituído por doispontos, sem alteração do sentido original.

II. A vírgula assinala a ausência do verbo na frase, cuja repetição é desnecessária, por ser o mesmo da frase anterior.

III. Uma vírgula pode ser empregada em substituição ao travessão, sem alterar o sentido original.

Está correto o que se afirma em

 

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2798494 Ano: 2008
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FCC
Orgão: TRF-5
Considere os requisitos da NR-18: Condições e Meio Ambiente de trabalho na indústria da Construção.
I. Nos alojamentos, as dimensões mínimas das camas devem ser de 0,80 m (oitenta centímetros) por 1,90 m (um metro e noventa centímetros) com distância entre o ripamento do estrado de 0,05 m (cinco centímetros), dispondo ainda de colchão com densidade mínima 26 (vinte e seis) e espessura mínima de 0,10 m (dez centímetros).
II. No alojamento é obrigatório o fornecimento de água potável, filtrada e fresca para os trabalhadores, por meio de bebedouros de jato inclinado ou equipamento similiar que garanta as mesmas condições, na proporção de 1 (um) para cada grupo de 25 (vinte e cinco) trabalhadores ou fração.
III. Quando houver cozinha no canteiro de obra, ela deve: ter pé-direito mínimo de 2,80 m (dois metros e oitenta centímetros), ou respeitando-se o Código de Obras do Município da obra, e possuir instalações sanitárias que não se comuniquem com a cozinha, de uso exclusivo dos profissionais responsáveis pela manipulação de gêneros alimentícios, refeições e utensílios, não devendo ser ligadas à caixa de gordura.
Em relação aos requisitos da NR 18, é correto o que se afirma em
 

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Atenção: A questão baseia-se no texto apresentado abaixo.

O Brasil abriga 13% das espécies da fauna e da flora existentes em todo o mundo – e a maior parte delas está na Amazônia. A floresta de 4,2 milhões de quilômetros quadrados é habitada por centenas de milhares de plantas, animais, fungos, bactérias. Um refúgio de suas matas ou um braço de seus rios pode conter mais espécies do que continentes inteiros.

As estimativas dos cientistas são de que só 10% das espécies existentes na Amazônia brasileira sejam conhecidas. Talvez menos. Ainda, assim, na escala amazônica, 10% já englobam números espantosos. Só de anfíbios são 250 espécies catalogadas, ante as 81 da Europa. Os mamíferos são 311, com mais de 20 espécies de macacos e 122 de morcegos. As abelhas são 3 mil; borboletas e lagartas, 1.800. Em uma única árvore da Amazônia já foram encontradas 95 espécies de formigas – 10 a menos do que em toda a Alemanha.

Mas há uma imensidão ainda a ser desbravada. E não é preciso ir longe para encontrar novas espécies: mesmo no rio Amazonas, o mais explorado da região, as descobertas são rotineiras – em 2005, foi identificado um exemplar de piraíba, que pode chegar a mais de dois metros. Levantamentos recentes feitos com redes de arrasto revelaram um universo de peixes elétricos e outros animais exóticos, que vivem nas áreas mais profundas do rio, em escuridão total.

A maior parte da Amazônia ainda é território inexplorado pela ciência. Estima-se que até 70% das coletas feitas sobre a biodiversidade estão restritas ao entorno de Manaus e Belém – onde estão o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), o Museu Goeldi e as principais universidades. Diante do tamanho e da heterogeneidade da região, é o mesmo que observá-la por um buraco de fechadura. Faltam respostas para perguntas básicas: quantas espécies existem na região? Como elas estão distribuídas? Qual o papel de cada uma na natureza? Ninguém sabe dizer ao certo. A maior biodiversidade do planeta é também a mais desconhecida.

(Adaptado de Herton Escobar. Amazônia. O Estado de S. Paulo, nov/dez 2007, p.30/31)

Só de anfíbios são 250 espécies catalogadas, ante as 81 da Europa. (2º parágrafo)

A afirmativa acima, no contexto, é um exemplo que

 

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O Brasil abriga 13% das espécies da fauna e da flora existentes em todo o mundo – e a maior parte delas está na Amazônia. A floresta de 4,2 milhões de quilômetros quadrados é habitada por centenas de milhares de plantas, animais, fungos, bactérias. Um refúgio de suas matas ou um braço de seus rios pode conter mais espécies do que continentes inteiros.

As estimativas dos cientistas são de que só 10% das espécies existentes na Amazônia brasileira sejam conhecidas. Talvez menos. Ainda, assim, na escala amazônica, 10% já englobam números espantosos. Só de anfíbios são 250 espécies catalogadas, ante as 81 da Europa. Os mamíferos são 311, com mais de 20 espécies de macacos e 122 de morcegos. As abelhas são 3 mil; borboletas e lagartas, 1.800. Em uma única árvore da Amazônia já foram encontradas 95 espécies de formigas – 10 a menos do que em toda a Alemanha.

Mas há uma imensidão ainda a ser desbravada. E não é preciso ir longe para encontrar novas espécies: mesmo no rio Amazonas, o mais explorado da região, as descobertas são rotineiras – em 2005, foi identificado um exemplar de piraíba, que pode chegar a mais de dois metros. Levantamentos recentes feitos com redes de arrasto revelaram um universo de peixes elétricos e outros animais exóticos, que vivem nas áreas mais profundas do rio, em escuridão total.

A maior parte da Amazônia ainda é território inexplorado pela ciência. Estima-se que até 70% das coletas feitas sobre a biodiversidade estão restritas ao entorno de Manaus e Belém – onde estão o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), o Museu Goeldi e as principais universidades. Diante do tamanho e da heterogeneidade da região, é o mesmo que observá-la por um buraco de fechadura. Faltam respostas para perguntas básicas: quantas espécies existem na região? Como elas estão distribuídas? Qual o papel de cada uma na natureza? Ninguém sabe dizer ao certo. A maior biodiversidade do planeta é também a mais desconhecida.

(Adaptado de Herton Escobar. Amazônia. O Estado de S. Paulo, nov/dez 2007, p.30/31)

Mas há uma imensidão ainda a ser desbravada. (3º parágrafo)

A frase do texto que reproduz o mesmo sentido da afirmativa acima é:

 

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