Foram encontradas 397 questões.
- Ataques e Golpes e AmeaçasEngenharia Social
- Ataques e Golpes e AmeaçasPhishing Scam
- Segurança LógicaSegurança em Correio Eletrônico
Um funcionário de um Tribunal do Trabalho recebe um e-mail solicitando a atualização de seus dados pessoais através de um link que direciona para uma página idêntica ao site do seu banco, mas com um endereço ligeiramente diferente. O tipo de ataque que o funcionário está sofrendo é
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- AAA: Autenticação, Autorização e AuditoriaAutenticação de Usuários
- AAA: Autenticação, Autorização e AuditoriaFatores de Autenticação2FA e MFA
O sistema de autenticação de dois fatores — 2FA tem o objetivo principal de
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Um Tribunal do Trabalho deseja conectar todos os computadores de seus diferentes departamentos em uma única rede local, permitindo o compartilhamento de arquivos e impressoras. O dispositivo de rede mais adequado para essa tarefa é o
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O produto das idades de José e seu pai é 2010. Sabendo-se que o pai de José tem menos de 100 anos, a soma das idades dos dois é
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Em um exame, o candidato A acertou 85% das questões e o candidato B acertou 90% das questões. Se B acertou duas questões a mais do que A, o número total de questões desse exame é
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Um advogado perguntou aos seus três estagiários quantos processos deveriam ser despachados naquela semana. Às respostas foram 70, 63 e 61. O advogado disse que eles erraram por 4, 6 e 3, mas não necessariamente nessa ordem. O número de processos que deveriam ser despachados naquela semana é
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Atenção: Para responder às questões de números 11 a 14, leia o texto abaixo.
Há algum tempo venho percebendo que as recordações começam a falhar. Os fatos do passado se embaralham e embaçam minha compreensão. Por isso, antes de sumirem por completo, tomei coragem para reviver as histórias que povoaram minha infância e adolescência. Aqui, na cidade de Paris, em que vivo há mais de cinquenta anos, distante cerca de 7,5 mil quilômetros do bairro Paripiranga, decidi escrever o que aconteceu comigo até o dia de minha partida, no final de 1960, quando os tropeços com a realidade me obrigaram a entrar, sem volta, no mundo dos adultos. Não que minha vida mereça um romance, Não, Eu vivi uma vida feijão com arroz, uma vida simplória, sem glamour, sem feitos nem confeitos. Não fui protagonista. Fui testemunha. Prometi para mim mesma que, se um dia descobrisse alguma lasca de talento, escreveria um livro contando minha história. Como o estalo de Vieira nunca se manifestou, cansei de esperar o surto de genialidade e resolvi simplesmente contar alguns fatos que presenciei ou ouvi. Dispensei o computador porque o texto só ganhou fluência quando passei a escrevê-lo à mão. Descobri que, apesar da distância espacial e temporal, o bairro onde titia enterrou meu umbigo continuava vivo dentro de mim. Bastou iniciar o registro das primeiras reminiscências e me vi transportada para um tempo que ficou grudado nas bordas da lembrança. Então cavouquei ainda mais e raspei do tacho da memória histórias que eu nem sabia que havia guardado. Um assunto puxava outro e às vezes bastava uma palavra para os casos brotarem da raiz da minha cabeça.
(Adaptado de: CORREIA, Tina. Essa menina. Editora Alfaguara, 2016)
Por isso, antes sumirem de por completo, tomei coragem para reviver as histórias que povoaram minha infância e adolescência. No contexto em que se insere, a oração sublinhada expressa ideia de:
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Atenção: Para responder às questões de números 11 a 14, leia o texto abaixo.
Há algum tempo venho percebendo que as recordações começam a falhar. Os fatos do passado se embaralham e embaçam minha compreensão. Por isso, antes de sumirem por completo, tomei coragem para reviver as histórias que povoaram minha infância e adolescência. Aqui, na cidade de Paris, em que vivo há mais de cinquenta anos, distante cerca de 7,5 mil quilômetros do bairro Paripiranga, decidi escrever o que aconteceu comigo até o dia de minha partida, no final de 1960, quando os tropeços com a realidade me obrigaram a entrar, sem volta, no mundo dos adultos. Não que minha vida mereça um romance, Não, Eu vivi uma vida feijão com arroz, uma vida simplória, sem glamour, sem feitos nem confeitos. Não fui protagonista. Fui testemunha. Prometi para mim mesma que, se um dia descobrisse alguma lasca de talento, escreveria um livro contando minha história. Como o estalo de Vieira nunca se manifestou, cansei de esperar o surto de genialidade e resolvi simplesmente contar alguns fatos que presenciei ou ouvi. Dispensei o computador porque o texto só ganhou fluência quando passei a escrevê-lo à mão. Descobri que, apesar da distância espacial e temporal, o bairro onde titia enterrou meu umbigo continuava vivo dentro de mim. Bastou iniciar o registro das primeiras reminiscências e me vi transportada para um tempo que ficou grudado nas bordas da lembrança. Então cavouquei ainda mais e raspei do tacho da memória histórias que eu nem sabia que havia guardado. Um assunto puxava outro e às vezes bastava uma palavra para os casos brotarem da raiz da minha cabeça.
(Adaptado de: CORREIA, Tina. Essa menina. Editora Alfaguara, 2016)
Considerando o período em que ocorre no texto, o termo “que” é utilizado como conjunção em:
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Atenção: Para responder às questões de números 11 a 14, leia o texto abaixo.
Há algum tempo venho percebendo que as recordações começam a falhar. Os fatos do passado se embaralham e embaçam minha compreensão. Por isso, antes de sumirem por completo, tomei coragem para reviver as histórias que povoaram minha infância e adolescência. Aqui, na cidade de Paris, em que vivo há mais de cinquenta anos, distante cerca de 7,5 mil quilômetros do bairro Paripiranga, decidi escrever o que aconteceu comigo até o dia de minha partida, no final de 1960, quando os tropeços com a realidade me obrigaram a entrar, sem volta, no mundo dos adultos. Não que minha vida mereça um romance, Não, Eu vivi uma vida feijão com arroz, uma vida simplória, sem glamour, sem feitos nem confeitos. Não fui protagonista. Fui testemunha. Prometi para mim mesma que, se um dia descobrisse alguma lasca de talento, escreveria um livro contando minha história. Como o estalo de Vieira nunca se manifestou, cansei de esperar o surto de genialidade e resolvi simplesmente contar alguns fatos que presenciei ou ouvi. Dispensei o computador porque o texto só ganhou fluência quando passei a escrevê-lo à mão. Descobri que, apesar da distância espacial e temporal, o bairro onde titia enterrou meu umbigo continuava vivo dentro de mim. Bastou iniciar o registro das primeiras reminiscências e me vi transportada para um tempo que ficou grudado nas bordas da lembrança. Então cavouquei ainda mais e raspei do tacho da memória histórias que eu nem sabia que havia guardado. Um assunto puxava outro e às vezes bastava uma palavra para os casos brotarem da raiz da minha cabeça.
(Adaptado de: CORREIA, Tina. Essa menina. Editora Alfaguara, 2016)
Aa mencionar que possui uma vida feijão com arroz, uma vida simplória, sem glamour, sem feitos nem confeitos, a narradora
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Atenção: Para responder às questões de números 11 a 14, leia o texto abaixo.
Há algum tempo venho percebendo que as recordações começam a falhar. Os fatos do passado se embaralham e embaçam minha compreensão. Por isso, antes de sumirem por completo, tomei coragem para reviver as histórias que povoaram minha infância e adolescência. Aqui, na cidade de Paris, em que vivo há mais de cinquenta anos, distante cerca de 7,5 mil quilômetros do bairro Paripiranga, decidi escrever o que aconteceu comigo até o dia de minha partida, no final de 1960, quando os tropeços com a realidade me obrigaram a entrar, sem volta, no mundo dos adultos. Não que minha vida mereça um romance, Não, Eu vivi uma vida feijão com arroz, uma vida simplória, sem glamour, sem feitos nem confeitos. Não fui protagonista. Fui testemunha. Prometi para mim mesma que, se um dia descobrisse alguma lasca de talento, escreveria um livro contando minha história. Como o estalo de Vieira nunca se manifestou, cansei de esperar o surto de genialidade e resolvi simplesmente contar alguns fatos que presenciei ou ouvi. Dispensei o computador porque o texto só ganhou fluência quando passei a escrevê-lo à mão. Descobri que, apesar da distância espacial e temporal, o bairro onde titia enterrou meu umbigo continuava vivo dentro de mim. Bastou iniciar o registro das primeiras reminiscências e me vi transportada para um tempo que ficou grudado nas bordas da lembrança. Então cavouquei ainda mais e raspei do tacho da memória histórias que eu nem sabia que havia guardado. Um assunto puxava outro e às vezes bastava uma palavra para os casos brotarem da raiz da minha cabeça.
(Adaptado de: CORREIA, Tina. Essa menina. Editora Alfaguara, 2016)
De acordo com o trecho Os fatos do passado se embaralham e embaçam minha compreensão, depreende-se que a narradora
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