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Foram encontradas 397 questões.

3567817 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TRT-20

Atenção: Para responder às questões de números 7 a 10, leia o texto abaixo.

Quando abri os olhos, vi o vulto de uma mulher e o de uma criança. As duas figuras estavam inertes diante de mim, e a claridade indecisa da manhã nublada devolvia os dois corpos ao sono e ao cansaço de uma noite maldormida. Sem perceber, tinha me afastado do lugar escolhido para dormir e ingressado numa espécie de gruta vegetal, entre o globo de luz e o caramanchão que dá acesso aos fundos da casa. Deitada na grama, com o corpo encolhido por causa do sereno, sentia na pele a roupa úmida e tinha as mãos repousadas nas páginas também úmidas de um caderno aberto, onde rabiscara, meio sonolenta, algumas impressões do voo noturno. Lembro que adormecera observando o perfil da casa fechada e quase deserta, tentando visualizar os dois leões de pedra entre as mangueiras perfiladas no outro lado da rua. A mulher se aproximou de mim e. sem dizer uma palavra, afastou com o pé uma boneca de pano que estava entre o alfoje e o meu rosto; depois continuou imóvel, com o olhar perdido na escuridão da gruta, enquanto a criança apanhava o corpo de pano e, correndo em zigue-zague, alcançava o interior da casa. Eu procurava reconhecer o rosto daquela mulher. Talvez em algum lugar da infância tivesse convivido com ela, mas não encontrei nenhum traço familiar, nenhum sinal que acenasse ao passado.

(Adaptado de HATOUM, Milton. Relato de um certo Oriente. São Paulo: Companhia das Letras, 2008)

No trecho As duas figuras estavam inertes diante de mim, o termo “inertes” pode ser substituído, sem alterar o sentido da frase, por:

 

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3567816 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TRT-20

Atenção: Para responder às questões de números 7 a 10, leia o texto abaixo.

Quando abri os olhos, vi o vulto de uma mulher e o de uma criança. As duas figuras estavam inertes diante de mim, e a claridade indecisa da manhã nublada devolvia os dois corpos ao sono e ao cansaço de uma noite maldormida. Sem perceber, tinha me afastado do lugar escolhido para dormir e ingressado numa espécie de gruta vegetal, entre o globo de luz e o caramanchão que dá acesso aos fundos da casa. Deitada na grama, com o corpo encolhido por causa do sereno, sentia na pele a roupa úmida e tinha as mãos repousadas nas páginas também úmidas de um caderno aberto, onde rabiscara, meio sonolenta, algumas impressões do voo noturno. Lembro que adormecera observando o perfil da casa fechada e quase deserta, tentando visualizar os dois leões de pedra entre as mangueiras perfiladas no outro lado da rua. A mulher se aproximou de mim e. sem dizer uma palavra, afastou com o pé uma boneca de pano que estava entre o alfoje e o meu rosto; depois continuou imóvel, com o olhar perdido na escuridão da gruta, enquanto a criança apanhava o corpo de pano e, correndo em zigue-zague, alcançava o interior da casa. Eu procurava reconhecer o rosto daquela mulher. Talvez em algum lugar da infância tivesse convivido com ela, mas não encontrei nenhum traço familiar, nenhum sinal que acenasse ao passado.

(Adaptado de HATOUM, Milton. Relato de um certo Oriente. São Paulo: Companhia das Letras, 2008)

No texto, a figura da mulher expressa a ideia de

 

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3567815 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TRT-20

Atenção: Para responder às questões de números 7 a 10, leia o texto abaixo.

Quando abri os olhos, vi o vulto de uma mulher e o de uma criança. As duas figuras estavam inertes diante de mim, e a claridade indecisa da manhã nublada devolvia os dois corpos ao sono e ao cansaço de uma noite maldormida. Sem perceber, tinha me afastado do lugar escolhido para dormir e ingressado numa espécie de gruta vegetal, entre o globo de luz e o caramanchão que dá acesso aos fundos da casa. Deitada na grama, com o corpo encolhido por causa do sereno, sentia na pele a roupa úmida e tinha as mãos repousadas nas páginas também úmidas de um caderno aberto, onde rabiscara, meio sonolenta, algumas impressões do voo noturno. Lembro que adormecera observando o perfil da casa fechada e quase deserta, tentando visualizar os dois leões de pedra entre as mangueiras perfiladas no outro lado da rua. A mulher se aproximou de mim e. sem dizer uma palavra, afastou com o pé uma boneca de pano que estava entre o alfoje e o meu rosto; depois continuou imóvel, com o olhar perdido na escuridão da gruta, enquanto a criança apanhava o corpo de pano e, correndo em zigue-zague, alcançava o interior da casa. Eu procurava reconhecer o rosto daquela mulher. Talvez em algum lugar da infância tivesse convivido com ela, mas não encontrei nenhum traço familiar, nenhum sinal que acenasse ao passado.

(Adaptado de HATOUM, Milton. Relato de um certo Oriente. São Paulo: Companhia das Letras, 2008)

No contexto da narrativa, a expressão gruta vegetal descreve

 

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3567814 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TRT-20

Atenção: Para responder às questões de números 7 a 10, leia o texto abaixo.

Quando abri os olhos, vi o vulto de uma mulher e o de uma criança. As duas figuras estavam inertes diante de mim, e a claridade indecisa da manhã nublada devolvia os dois corpos ao sono e ao cansaço de uma noite maldormida. Sem perceber, tinha me afastado do lugar escolhido para dormir e ingressado numa espécie de gruta vegetal, entre o globo de luz e o caramanchão que dá acesso aos fundos da casa. Deitada na grama, com o corpo encolhido por causa do sereno, sentia na pele a roupa úmida e tinha as mãos repousadas nas páginas também úmidas de um caderno aberto, onde rabiscara, meio sonolenta, algumas impressões do voo noturno. Lembro que adormecera observando o perfil da casa fechada e quase deserta, tentando visualizar os dois leões de pedra entre as mangueiras perfiladas no outro lado da rua. A mulher se aproximou de mim e. sem dizer uma palavra, afastou com o pé uma boneca de pano que estava entre o alfoje e o meu rosto; depois continuou imóvel, com o olhar perdido na escuridão da gruta, enquanto a criança apanhava o corpo de pano e, correndo em zigue-zague, alcançava o interior da casa. Eu procurava reconhecer o rosto daquela mulher. Talvez em algum lugar da infância tivesse convivido com ela, mas não encontrei nenhum traço familiar, nenhum sinal que acenasse ao passado.

(Adaptado de HATOUM, Milton. Relato de um certo Oriente. São Paulo: Companhia das Letras, 2008)

De acordo com o texto, o narrador

 

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3567813 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TRT-20

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 6, leia o poema de Fausto Cardoso.

O Poeta

Quando surges sonhando e tua lira canta,

Inveja abrindo vai, como esfaimado corvo,

As asas negras pelo abobadado e torvo

Horizonte, em que o Deus da rima se levanta!...

Reatas a obra a imortal da caravana santa

Dos teus mortos irmãos, vencendo o mesmo estorvo,

Tragando o mesmo fel, haurindo o mesmo sorvo

Do veneno letal, que aos cobardes quebranta!

Omas a Terra e a Terra, ingrata, te apedreja,

Porque o Infinito tens na mente e os pões no verso,

A sustentar, cantando, intérmina peleja.

É um louco! — brada o mundo em tua luz imerso,

Mas segue o raio astral, que pelo Azul dardeja

Doirando as almas como o sol doira o Universo!

(Adaptado de: CARDOSO, Fausto. Esparsos e inéditos.

v.1-Poesia. Org. de Jackson da Silva Lima.

Aracaju: Secretaria de Educação, Subsecretaria de Cultura,

Govemo do Estado de Sergipe, 1980)

Horizonte, em que o Deus da rima se levanta!...

Considerando o sentido e a regência verbal, a expressão “em que” pode ser substituída por

 

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3567812 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TRT-20

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 6, leia o poema de Fausto Cardoso.

O Poeta

Quando surges sonhando e tua lira canta,

Inveja abrindo vai, como esfaimado corvo,

As asas negras pelo abobadado e torvo

Horizonte, em que o Deus da rima se levanta!...

Reatas a obra a imortal da caravana santa

Dos teus mortos irmãos, vencendo o mesmo estorvo,

Tragando o mesmo fel, haurindo o mesmo sorvo

Do veneno letal, que aos cobardes quebranta!

Omas a Terra e a Terra, ingrata, te apedreja,

Porque o Infinito tens na mente e os pões no verso,

A sustentar, cantando, intérmina peleja.

É um louco! — brada o mundo em tua luz imerso,

Mas segue o raio astral, que pelo Azul dardeja

Doirando as almas como o sol doira o Universo!

(Adaptado de: CARDOSO, Fausto. Esparsos e inéditos.

v.1-Poesia. Org. de Jackson da Silva Lima.

Aracaju: Secretaria de Educação, Subsecretaria de Cultura,

Govemo do Estado de Sergipe, 1980)

Uma pontuação alternativa para um trecho do poema, em que se mantém a correção gramatical, está em:

 

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3567811 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TRT-20

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 6, leia o poema de Fausto Cardoso.

O Poeta

Quando surges sonhando e tua lira canta,

Inveja abrindo vai, como esfaimado corvo,

As asas negras pelo abobadado e torvo

Horizonte, em que o Deus da rima se levanta!...

Reatas a obra a imortal da caravana santa

Dos teus mortos irmãos, vencendo o mesmo estorvo,

Tragando o mesmo fel, haurindo o mesmo sorvo

Do veneno letal, que aos cobardes quebranta!

Omas a Terra e a Terra, ingrata, te apedreja,

Porque o Infinito tens na mente e os pões no verso,

A sustentar, cantando, intérmina peleja.

É um louco! — brada o mundo em tua luz imerso,

Mas segue o raio astral, que pelo Azul dardeja

Doirando as almas como o sol doira o Universo!

(Adaptado de: CARDOSO, Fausto. Esparsos e inéditos.

v.1-Poesia. Org. de Jackson da Silva Lima.

Aracaju: Secretaria de Educação, Subsecretaria de Cultura,

Govemo do Estado de Sergipe, 1980)

a Terra, ingrata, te apedreja,

A alternativa que apresenta figura de linguagem semelhante à presente no trecho acima é:

 

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3567810 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TRT-20

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 6, leia o poema de Fausto Cardoso.

O Poeta

Quando surges sonhando e tua lira canta,

Inveja abrindo vai, como esfaimado corvo,

As asas negras pelo abobadado e torvo

Horizonte, em que o Deus da rima se levanta!...

Reatas a obra a imortal da caravana santa

Dos teus mortos irmãos, vencendo o mesmo estorvo,

Tragando o mesmo fel, haurindo o mesmo sorvo

Do veneno letal, que aos cobardes quebranta!

Omas a Terra e a Terra, ingrata, te apedreja,

Porque o Infinito tens na mente e os pões no verso,

A sustentar, cantando, intérmina peleja.

É um louco! — brada o mundo em tua luz imerso,

Mas segue o raio astral, que pelo Azul dardeja

Doirando as almas como o sol doira o Universo!

(Adaptado de: CARDOSO, Fausto. Esparsos e inéditos.

v.1-Poesia. Org. de Jackson da Silva Lima.

Aracaju: Secretaria de Educação, Subsecretaria de Cultura,

Govemo do Estado de Sergipe, 1980)

A imagem poética da caravana santa se relaciona à

 

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3567809 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TRT-20

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 6, leia o poema de Fausto Cardoso.

O Poeta

Quando surges sonhando e tua lira canta,

Inveja abrindo vai, como esfaimado corvo,

As asas negras pelo abobadado e torvo

Horizonte, em que o Deus da rima se levanta!...

Reatas a obra a imortal da caravana santa

Dos teus mortos irmãos, vencendo o mesmo estorvo,

Tragando o mesmo fel, haurindo o mesmo sorvo

Do veneno letal, que aos cobardes quebranta!

Omas a Terra e a Terra, ingrata, te apedreja,

Porque o Infinito tens na mente e os pões no verso,

A sustentar, cantando, intérmina peleja.

É um louco! — brada o mundo em tua luz imerso,

Mas segue o raio astral, que pelo Azul dardeja

Doirando as almas como o sol doira o Universo!

(Adaptado de: CARDOSO, Fausto. Esparsos e inéditos.

v.1-Poesia. Org. de Jackson da Silva Lima.

Aracaju: Secretaria de Educação, Subsecretaria de Cultura,

Govemo do Estado de Sergipe, 1980)

As metáforas do Deus da nima e do raio astral têm a função de

 

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3567808 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TRT-20

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 6, leia o poema de Fausto Cardoso.

O Poeta

Quando surges sonhando e tua lira canta,

Inveja abrindo vai, como esfaimado corvo,

As asas negras pelo abobadado e torvo

Horizonte, em que o Deus da rima se levanta!...

Reatas a obra a imortal da caravana santa

Dos teus mortos irmãos, vencendo o mesmo estorvo,

Tragando o mesmo fel, haurindo o mesmo sorvo

Do veneno letal, que aos cobardes quebranta!

Omas a Terra e a Terra, ingrata, te apedreja,

Porque o Infinito tens na mente e os pões no verso,

A sustentar, cantando, intérmina peleja.

É um louco! — brada o mundo em tua luz imerso,

Mas segue o raio astral, que pelo Azul dardeja

Doirando as almas como o sol doira o Universo!

(Adaptado de: CARDOSO, Fausto. Esparsos e inéditos.

v.1-Poesia. Org. de Jackson da Silva Lima.

Aracaju: Secretaria de Educação, Subsecretaria de Cultura,

Govemo do Estado de Sergipe, 1980)

No poema, diante da incompreensão do mundo, o poeta é representado como

 

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