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A Política Nacional de Saúde Bucal propõe garantir as ações de promoção, prevenção e recuperação da saúde bucal dos brasileiros, entendendo que esta é fundamental para a saúde geral e a qualidade de vida da população. Suas metas perseguem a reorganização da prática e a qualificação das ações e serviços oferecidos, no âmbito do fortalecimento da atenção básica, reunindo uma série de ações em saúde bucal, com ampliação do acesso ao tratamento odontológico gratuito aos brasileiros, por meio do SUS.
Internet: <www.portal.saude.gov.br> (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item seguinte, relativo aos programas de saúde pública implementados no Brasil.
O Projeto SBBrasil 2010 tem como objetivo principal a realização de estudos epidemiológicos que permitam conhecer as condições de saúde bucal da população brasileira em 2010, subsidiar o planejamento e a avaliação das ações e serviços junto ao Sistema Único de Saúde e manter uma base de dados eletrônica para o componente de vigilância à saúde da Política Nacional de Saúde Bucal.
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A Política Nacional de Saúde Bucal propõe garantir as ações de promoção, prevenção e recuperação da saúde bucal dos brasileiros, entendendo que esta é fundamental para a saúde geral e a qualidade de vida da população. Suas metas perseguem a reorganização da prática e a qualificação das ações e serviços oferecidos, no âmbito do fortalecimento da atenção básica, reunindo uma série de ações em saúde bucal, com ampliação do acesso ao tratamento odontológico gratuito aos brasileiros, por meio do SUS.
Internet: <www.portal.saude.gov.br> (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item seguinte, relativo aos programas de saúde pública implementados no Brasil.
Todas as equipes de saúde bucal, na denominada Estratégia Saúde da Família, incluem a participação do cirurgião dentista, do auxiliar em saúde bucal e do técnico em saúde bucal.
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A Política Nacional de Saúde Bucal propõe garantir as ações de promoção, prevenção e recuperação da saúde bucal dos brasileiros, entendendo que esta é fundamental para a saúde geral e a qualidade de vida da população. Suas metas perseguem a reorganização da prática e a qualificação das ações e serviços oferecidos, no âmbito do fortalecimento da atenção básica, reunindo uma série de ações em saúde bucal, com ampliação do acesso ao tratamento odontológico gratuito aos brasileiros, por meio do SUS.
Internet: <www.portal.saude.gov.br> (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item seguinte, relativo aos programas de saúde pública implementados no Brasil.
Com base nas evidências científicas mais recentes, programas de saúde pública no Brasil, no nível coletivo, estão incentivando a implementação da fluoretação do sal de consumo e do leite, como medida preventiva para melhoramento das condições de saúde bucal da população brasileira.
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No século XIX, enfatizou-se, nos mais diversos domínios, a busca de explicações sobre as origens — dos homens, das sociedades, das nações. Foi dentro desse quadro que se procurou conhecer e dar sentido explicativo ao Brasil, enfatizando-se ora aspectos selvagens e naturais, ora aspectos civilizados — civilização versus barbárie.
À natureza se conferiu papel importante nas representações que foram sendo elaboradas ao longo de sua história — natureza em grande parte tropical, que, ao mesmo tempo em que seduz, desconcerta. Ora, se o mundo civilizado é visto como distante e pensado como contraponto ao mundo natural, o Brasil, consideradas a sua natureza e a sua população em meio a essa natureza, encontrava-se perigosamente afastado da civilização.
O ponto de partida desse enfoque tomou como contraposição dominante os polos estabelecidos a partir de cidade e campo — luz e treva, civilização e barbárie, oposição que faz parte, também, de um contexto mais amplo, com a identificação da cidade com técnica e artificialidade —, a cidade como expressão do maior domínio da natureza pelo homem, espaço diferenciado, destinado ao exercício da civilidade; o campo como símbolo da rusticidade, do não inteiramente civilizado, espaço intermediário entre a civilização e o mundo natural propriamente dito.
Ora, se o campo se encontra mais perto do natural, pode ser associado à paz, à inocência, à virtude, a cidade, então, por sua vez, seria a expressão de “barbárie” — e isso deriva do entrelaçamento de significados que podem ser atribuídos aos qualificativos, ou seja, aos polos, a depender do sentido que se lhes atribui ou ao sentimento a eles associado, ou, ainda, ao que está, momentaneamente, sendo entrevisto. As formas de representação realizam outras mediações, constituem outras projeções e, carregadas de dubiedade e ambivalência, podem alcançar o homem (cidade versus campo; intelecto versus coração; razão versus sensibilidade), o povo, a Nação. No século XIX, o Brasil foi representado como um verdadeiro caleidoscópio.
Márcia Regina Capelar Naxara. Cientificismo e sensibilidade romântica.
Brasília: Ed. Universidade de Brasília, 2004, p. 24-35 (com adaptações).
Com relação ao texto acima, julgue o item.
Acarretaria alteração de sentido e prejuízo para a correção gramatical do texto o emprego da vírgula antes da palavra “que” no trecho “oposição que faz parte”.
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No século XIX, enfatizou-se, nos mais diversos domínios, a busca de explicações sobre as origens — dos homens, das sociedades, das nações. Foi dentro desse quadro que se procurou conhecer e dar sentido explicativo ao Brasil, enfatizando-se ora aspectos selvagens e naturais, ora aspectos civilizados — civilização versus barbárie.
À natureza se conferiu papel importante nas representações que foram sendo elaboradas ao longo de sua história — natureza em grande parte tropical, que, ao mesmo tempo em que seduz, desconcerta. Ora, se o mundo civilizado é visto como distante e pensado como contraponto ao mundo natural, o Brasil, consideradas a sua natureza e a sua população em meio a essa natureza, encontrava-se perigosamente afastado da civilização.
O ponto de partida desse enfoque tomou como contraposição dominante os polos estabelecidos a partir de cidade e campo — luz e treva, civilização e barbárie, oposição que faz parte, também, de um contexto mais amplo, com a identificação da cidade com técnica e artificialidade —, a cidade como expressão do maior domínio da natureza pelo homem, espaço diferenciado, destinado ao exercício da civilidade; o campo como símbolo da rusticidade, do não inteiramente civilizado, espaço intermediário entre a civilização e o mundo natural propriamente dito.
Ora, se o campo se encontra mais perto do natural, pode ser associado à paz, à inocência, à virtude, a cidade, então, por sua vez, seria a expressão de “barbárie” — e isso deriva do entrelaçamento de significados que podem ser atribuídos aos qualificativos, ou seja, aos polos, a depender do sentido que se lhes atribui ou ao sentimento a eles associado, ou, ainda, ao que está, momentaneamente, sendo entrevisto. As formas de representação realizam outras mediações, constituem outras projeções e, carregadas de dubiedade e ambivalência, podem alcançar o homem (cidade versus campo; intelecto versus coração; razão versus sensibilidade), o povo, a Nação. No século XIX, o Brasil foi representado como um verdadeiro caleidoscópio.
Márcia Regina Capelar Naxara. Cientificismo e sensibilidade romântica.
Brasília: Ed. Universidade de Brasília, 2004, p. 24-35 (com adaptações).
Com relação ao texto acima, julgue o item.
No período iniciado em "Ora, se o mundo..." e no iniciado em "Ora, se o campo...", são usados elementos que introduzem implicação lógica para falsear o conteúdo das proposições.
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No século XIX, enfatizou-se, nos mais diversos domínios, a busca de explicações sobre as origens — dos homens, das sociedades, das nações. Foi dentro desse quadro que se procurou conhecer e dar sentido explicativo ao Brasil, enfatizando-se ora aspectos selvagens e naturais, ora aspectos civilizados — civilização versus barbárie.
À natureza se conferiu papel importante nas representações que foram sendo elaboradas ao longo de sua história — natureza em grande parte tropical, que, ao mesmo tempo em que seduz, desconcerta. Ora, se o mundo civilizado é visto como distante e pensado como contraponto ao mundo natural, o Brasil, consideradas a sua natureza e a sua população em meio a essa natureza, encontrava-se perigosamente afastado da civilização.
O ponto de partida desse enfoque tomou como contraposição dominante os polos estabelecidos a partir de cidade e campo — luz e treva, civilização e barbárie, oposição que faz parte, também, de um contexto mais amplo, com a identificação da cidade com técnica e artificialidade —, a cidade como expressão do maior domínio da natureza pelo homem, espaço diferenciado, destinado ao exercício da civilidade; o campo como símbolo da rusticidade, do não inteiramente civilizado, espaço intermediário entre a civilização e o mundo natural propriamente dito.
Ora, se o campo se encontra mais perto do natural, pode ser associado à paz, à inocência, à virtude, a cidade, então, por sua vez, seria a expressão de “barbárie” — e isso deriva do entrelaçamento de significados que podem ser atribuídos aos qualificativos, ou seja, aos polos, a depender do sentido que se lhes atribui ou ao sentimento a eles associado, ou, ainda, ao que está, momentaneamente, sendo entrevisto. As formas de representação realizam outras mediações, constituem outras projeções e, carregadas de dubiedade e ambivalência, podem alcançar o homem (cidade versus campo; intelecto versus coração; razão versus sensibilidade), o povo, a Nação. No século XIX, o Brasil foi representado como um verdadeiro caleidoscópio.
Márcia Regina Capelar Naxara. Cientificismo e sensibilidade romântica.
Brasília: Ed. Universidade de Brasília, 2004, p. 24-35 (com adaptações).
Com relação ao texto acima, julgue o item.
O emprego de acento gráfico no vocábulo “barbárie” deve-se à mesma regra que se observa no emprego de acento em “caleidoscópio”.
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No século XIX, enfatizou-se, nos mais diversos domínios, a busca de explicações sobre as origens — dos homens, das sociedades, das nações. Foi dentro desse quadro que se procurou conhecer e dar sentido explicativo ao Brasil, enfatizando-se ora aspectos selvagens e naturais, ora aspectos civilizados — civilização versus barbárie.
À natureza se conferiu papel importante nas representações que foram sendo elaboradas ao longo de sua história — natureza em grande parte tropical, que, ao mesmo tempo em que seduz, desconcerta. Ora, se o mundo civilizado é visto como distante e pensado como contraponto ao mundo natural, o Brasil, consideradas a sua natureza e a sua população em meio a essa natureza, encontrava-se perigosamente afastado da civilização.
O ponto de partida desse enfoque tomou como contraposição dominante os polos estabelecidos a partir de cidade e campo — luz e treva, civilização e barbárie, oposição que faz parte, também, de um contexto mais amplo, com a identificação da cidade com técnica e artificialidade —, a cidade como expressão do maior domínio da natureza pelo homem, espaço diferenciado, destinado ao exercício da civilidade; o campo como símbolo da rusticidade, do não inteiramente civilizado, espaço intermediário entre a civilização e o mundo natural propriamente dito.
Ora, se o campo se encontra mais perto do natural, pode ser associado à paz, à inocência, à virtude, a cidade, então, por sua vez, seria a expressão de “barbárie” — e isso deriva do entrelaçamento de significados que podem ser atribuídos aos qualificativos, ou seja, aos polos, a depender do sentido que se lhes atribui ou ao sentimento a eles associado, ou, ainda, ao que está, momentaneamente, sendo entrevisto. As formas de representação realizam outras mediações, constituem outras projeções e, carregadas de dubiedade e ambivalência, podem alcançar o homem (cidade versus campo; intelecto versus coração; razão versus sensibilidade), o povo, a Nação. No século XIX, o Brasil foi representado como um verdadeiro caleidoscópio.
Márcia Regina Capelar Naxara. Cientificismo e sensibilidade romântica.
Brasília: Ed. Universidade de Brasília, 2004, p. 24-35 (com adaptações).
Com relação ao texto acima, julgue o item.
A estrutura sintática “constituem outras projeções” pode ser substituída, mantendo-se a correção gramatical e o sentido original do texto, por constituindo projeções.
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No século XIX, enfatizou-se, nos mais diversos domínios, a busca de explicações sobre as origens — dos homens, das sociedades, das nações. Foi dentro desse quadro que se procurou conhecer e dar sentido explicativo ao Brasil, enfatizando-se ora aspectos selvagens e naturais, ora aspectos civilizados — civilização versus barbárie.
À natureza se conferiu papel importante nas representações que foram sendo elaboradas ao longo de sua história — natureza em grande parte tropical, que, ao mesmo tempo em que seduz, desconcerta. Ora, se o mundo civilizado é visto como distante e pensado como contraponto ao mundo natural, o Brasil, consideradas a sua natureza e a sua população em meio a essa natureza, encontrava-se perigosamente afastado da civilização.
O ponto de partida desse enfoque tomou como contraposição dominante os polos estabelecidos a partir de cidade e campo — luz e treva, civilização e barbárie, oposição que faz parte, também, de um contexto mais amplo, com a identificação da cidade com técnica e artificialidade —, a cidade como expressão do maior domínio da natureza pelo homem, espaço diferenciado, destinado ao exercício da civilidade; o campo como símbolo da rusticidade, do não inteiramente civilizado, espaço intermediário entre a civilização e o mundo natural propriamente dito.
Ora, se o campo se encontra mais perto do natural, pode ser associado à paz, à inocência, à virtude, a cidade, então, por sua vez, seria a expressão de “barbárie” — e isso deriva do entrelaçamento de significados que podem ser atribuídos aos qualificativos, ou seja, aos polos, a depender do sentido que se lhes atribui ou ao sentimento a eles associado, ou, ainda, ao que está, momentaneamente, sendo entrevisto. As formas de representação realizam outras mediações, constituem outras projeções e, carregadas de dubiedade e ambivalência, podem alcançar o homem (cidade versus campo; intelecto versus coração; razão versus sensibilidade), o povo, a Nação. No século XIX, o Brasil foi representado como um verdadeiro caleidoscópio.
Márcia Regina Capelar Naxara. Cientificismo e sensibilidade romântica.
Brasília: Ed. Universidade de Brasília, 2004, p. 24-35 (com adaptações).
Com relação ao texto acima, julgue o item.
Mantêm-se a correção gramatical e o sentido original do texto ao se substituir “podem ser atribuídos aos qualificativos” por atribuem aos qualificativos.
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No século XIX, enfatizou-se, nos mais diversos domínios, a busca de explicações sobre as origens — dos homens, das sociedades, das nações. Foi dentro desse quadro que se procurou conhecer e dar sentido explicativo ao Brasil, enfatizando-se ora aspectos selvagens e naturais, ora aspectos civilizados — civilização versus barbárie.
À natureza se conferiu papel importante nas representações que foram sendo elaboradas ao longo de sua história — natureza em grande parte tropical, que, ao mesmo tempo em que seduz, desconcerta. Ora, se o mundo civilizado é visto como distante e pensado como contraponto ao mundo natural, o Brasil, consideradas a sua natureza e a sua população em meio a essa natureza, encontrava-se perigosamente afastado da civilização.
O ponto de partida desse enfoque tomou como contraposição dominante os polos estabelecidos a partir de cidade e campo — luz e treva, civilização e barbárie, oposição que faz parte, também, de um contexto mais amplo, com a identificação da cidade com técnica e artificialidade —, a cidade como expressão do maior domínio da natureza pelo homem, espaço diferenciado, destinado ao exercício da civilidade; o campo como símbolo da rusticidade, do não inteiramente civilizado, espaço intermediário entre a civilização e o mundo natural propriamente dito.
Ora, se o campo se encontra mais perto do natural, pode ser associado à paz, à inocência, à virtude, a cidade, então, por sua vez, seria a expressão de “barbárie” — e isso deriva do entrelaçamento de significados que podem ser atribuídos aos qualificativos, ou seja, aos polos, a depender do sentido que se lhes atribui ou ao sentimento a eles associado, ou, ainda, ao que está, momentaneamente, sendo entrevisto. As formas de representação realizam outras mediações, constituem outras projeções e, carregadas de dubiedade e ambivalência, podem alcançar o homem (cidade versus campo; intelecto versus coração; razão versus sensibilidade), o povo, a Nação. No século XIX, o Brasil foi representado como um verdadeiro caleidoscópio.
Márcia Regina Capelar Naxara. Cientificismo e sensibilidade romântica.
Brasília: Ed. Universidade de Brasília, 2004, p. 24-35 (com adaptações).
Com relação ao texto acima, julgue o item.
Com base na relação de significado que “cidade” e “campo” mantêm entre si e com “natureza”, seria coerente com a argumentação do texto estender os sentidos associados às representações “civilização” versus “barbárie”, ao par homem do campo e homem da cidade.
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No século XIX, enfatizou-se, nos mais diversos domínios, a busca de explicações sobre as origens — dos homens, das sociedades, das nações. Foi dentro desse quadro que se procurou conhecer e dar sentido explicativo ao Brasil, enfatizando-se ora aspectos selvagens e naturais, ora aspectos civilizados — civilização versus barbárie.
À natureza se conferiu papel importante nas representações que foram sendo elaboradas ao longo de sua história — natureza em grande parte tropical, que, ao mesmo tempo em que seduz, desconcerta. Ora, se o mundo civilizado é visto como distante e pensado como contraponto ao mundo natural, o Brasil, consideradas a sua natureza e a sua população em meio a essa natureza, encontrava-se perigosamente afastado da civilização.
O ponto de partida desse enfoque tomou como contraposição dominante os polos estabelecidos a partir de cidade e campo — luz e treva, civilização e barbárie, oposição que faz parte, também, de um contexto mais amplo, com a identificação da cidade com técnica e artificialidade —, a cidade como expressão do maior domínio da natureza pelo homem, espaço diferenciado, destinado ao exercício da civilidade; o campo como símbolo da rusticidade, do não inteiramente civilizado, espaço intermediário entre a civilização e o mundo natural propriamente dito.
Ora, se o campo se encontra mais perto do natural, pode ser associado à paz, à inocência, à virtude, a cidade, então, por sua vez, seria a expressão de “barbárie” — e isso deriva do entrelaçamento de significados que podem ser atribuídos aos qualificativos, ou seja, aos polos, a depender do sentido que se lhes atribui ou ao sentimento a eles associado, ou, ainda, ao que está, momentaneamente, sendo entrevisto. As formas de representação realizam outras mediações, constituem outras projeções e, carregadas de dubiedade e ambivalência, podem alcançar o homem (cidade versus campo; intelecto versus coração; razão versus sensibilidade), o povo, a Nação. No século XIX, o Brasil foi representado como um verdadeiro caleidoscópio.
Márcia Regina Capelar Naxara. Cientificismo e sensibilidade romântica.
Brasília: Ed. Universidade de Brasília, 2004, p. 24-35 (com adaptações).
Com relação ao texto acima, julgue o item.
Os trechos “se o mundo civilizado é visto como distante e pensado como contraponto ao mundo natural” e “um verdadeiro caleidoscópio” reforçam a ideia de dubiedade do enfoque com que se procurou dar um sentido explicativo ao Brasil, no século XIX, o que denunciaria o caráter não científico do texto.
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