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Um paciente de 35 anos de idade, que negava doenças prévias e uso regular de quaisquer medicações, praticante de atividade física regular (corrida de uma hora de duração, quatro vezes por semana, há quinze anos), trouxe à consulta médica (check up) de retorno o resultado de exame de eletrocardiograma de 24 horas (holter), feito para investigação de raras palpitações (não associadas a tonturas, síncopes ou exercício físico), no qual não foram constatadas alterações significativas, excetuando-se a observada na tira de ritmo cardíaco extraída desse exame (que, conforme relatório feito pelo paciente durante o holter, foi registrada durante período de sono), conforme mostrada abaixo.
(velocidade do papel = 25 mm/s, calibração 1 cm = 1 mV).

Internet: www.robots.ox.ac.uk, (com adaptações).
Com relação a esse caso clínico e com base na tira do ritmo eletrocardiográfica acima apresentada, julgue o item que se segue.
O principal diagnóstico eletrocardiográfico é bloqueio atrioventricular de terceiro grau.
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Um paciente de 35 anos de idade, que negava doenças prévias e uso regular de quaisquer medicações, praticante de atividade física regular (corrida de uma hora de duração, quatro vezes por semana, há quinze anos), trouxe à consulta médica (check up) de retorno o resultado de exame de eletrocardiograma de 24 horas (holter), feito para investigação de raras palpitações (não associadas a tonturas, síncopes ou exercício físico), no qual não foram constatadas alterações significativas, excetuando-se a observada na tira de ritmo cardíaco extraída desse exame (que, conforme relatório feito pelo paciente durante o holter, foi registrada durante período de sono), conforme mostrada abaixo.
(velocidade do papel = 25 mm/s, calibração 1 cm = 1 mV).

Internet: www.robots.ox.ac.uk, (com adaptações).
Com relação a esse caso clínico e com base na tira do ritmo eletrocardiográfica acima apresentada, julgue o item que se segue.
As alterações observadas nessa tira de ritmo expressam distúrbio na função dromotrópica do coração, uma propriedade eletrofisiológica elementar desse órgão.
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Um jovem de 22 anos de idade procurou atendimento de emergência, com queixa de dor retroesternal em aperto, intensa, com irradiação para o ombro esquerdo, associada a sudorese profusa, iniciada há quatro horas. Informou ser usuário de droga ilícita injetável. Exame clínico mostrou paciente ansioso, agitado, eupneico e afebril. Pressão arterial de 135 mmHg × 85 mmHg, frequência cardíaca de 60 bpm. Presença de ritmo cardíaco regular em três tempos, por quarta bulha, sem sopros ou atrito pericárdico. Murmúrio vesicular fisiológico, sem ruídos adventícios. Restante do exame sem anormalidades. O ECG convencional registrado na admissão é mostrado a seguir.
(velocidade do papel = 25 mm/s, calibração 1 cm = 1 mV).

Internet: www.ecg.bidmc.harvard.edu (com adaptações).
A respeito do caso clínico e do eletrocardiograma acima apresentados, julgue o item subsequente.
O principal diagnóstico nesse caso é infarto do miocárdio localizado na parede anterosseptal.
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Um jovem de 22 anos de idade procurou atendimento de emergência, com queixa de dor retroesternal em aperto, intensa, com irradiação para o ombro esquerdo, associada a sudorese profusa, iniciada há quatro horas. Informou ser usuário de droga ilícita injetável. Exame clínico mostrou paciente ansioso, agitado, eupneico e afebril. Pressão arterial de 135 mmHg × 85 mmHg, frequência cardíaca de 60 bpm. Presença de ritmo cardíaco regular em três tempos, por quarta bulha, sem sopros ou atrito pericárdico. Murmúrio vesicular fisiológico, sem ruídos adventícios. Restante do exame sem anormalidades. O ECG convencional registrado na admissão é mostrado a seguir.
(velocidade do papel = 25 mm/s, calibração 1 cm = 1 mV).

Internet: www.ecg.bidmc.harvard.edu (com adaptações).
A respeito do caso clínico e do eletrocardiograma acima apresentados, julgue o item subsequente.
A quarta bulha cardíaca constatada nesse paciente associa-se ao aumento da necessidade da contribuição atrial para o enchimento do ventrículo, que apresenta redução em sua complacência.
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Um morador de rua foi encontrado às 6 horas da manhã em coma e levado ao pronto-socorro.
No hospital, foi registrado o eletrocardiograma (ECG) mostrado abaixo (velocidade do papel = 25 mm/s, calibração 1 cm = 1 mV).

Internet: www.askdrwiki.com (com adaptações).
Considerando a situação hipotética e o eletrocardiograma acima, julgue o item subsequente.
O principal diagnóstico eletrocardiográfico é infarto do miocárdio anterior extenso.
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Um morador de rua foi encontrado às 6 horas da manhã em coma e levado ao pronto-socorro.
No hospital, foi registrado o eletrocardiograma (ECG) mostrado abaixo (velocidade do papel = 25 mm/s, calibração 1 cm = 1 mV).

Internet: www.askdrwiki.com (com adaptações).
Considerando a situação hipotética e o eletrocardiograma acima, julgue o item subsequente.
A bradicardia sinusal acentuada nessa situação clínica está associada a importante depressão do cronotropismo cardíaco, dependente da lentificação da corrente if de sódio na fase de despolarização diastólica lenta do potencial de ação das células formadoras e condutoras do estímulo cardíaco.
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Um homem de 42 anos de idade procurou atendimento médico no pronto-socorro, relatando febre alta contínua, iniciada há quatro dias, associada a calafrios, sudorese intensa, perda do apetite, diminuição do volume urinário e cefaleia holocraniana intensa. Relatou ter procurado o posto de saúde, onde foi medicado com analgésicos e antipiréticos. Disse ter estado, a trabalho, por seis semanas, em Moçambique (África), e ter retornado ao Brasil há duas semanas. Negou outras doenças. No exame clínico, estava em mau estado geral, lúcido, orientado, porém sonolento, hipocorado (++/4+), ictérico (++/4+), acianótico, taquipneico, taquicárdico, com extremidades frias e sudoreico. Temperatura axilar = 41 ºC. Pressão arterial de 100 mmHg × 60 mmHg, frequência cardíaca de 130 bpm, frequência respiratória de 40 irpm, ritmo cardíaco regular em dois tempos, bulhas hipofonéticas e taquicárdicas; auscultou-se atrito pericárdico na borda esternal esquerda baixa, pulsos arteriais palpáveis e filiformes, enchimento capilar lentificado e presença de livedos reticulares no abdome e nos membros inferiores, afebril. Murmúrio vesicular audível, sem ruídos adventícios. Abdome flácido, doloroso à palpação superficial e profunda globalmente, principalmente no andar superior, baço palpável 3 cm abaixo da borda costal esquerda, espaço de Traube ocupado, ruídos hidroaéreos presentes, sem sinais de irritação peritoneal. Exames laboratoriais: hemograma – hemoglobina = 10,2 g%, hematócrito = 30%, leucócitos = 5.300/mm3, com diferencial normal, plaquetas = 30.000/ mm3; Tempo de ativação da protrombina = 63%; bioquímica do sangue – glicemia = 48 mg/dL, sódio = 137 mEq/L, potássio = 7,0 mEq/L, ureia = 94 mg/dL, creatinina = 3,5 mg/dL, bilirrubinas totais = 6,0 mg/dL; TGO = 88 U/L; TGP = 40 U/L; gasometria arterial (ar ambiente) – pH = 7,20, pO2 = 89 mmHg; pCO2 = 29 mmHg, HCO!$ ^{-}_{3} !$ = 10 mEq/L, BE = - 12 mEq/L. O paciente trouxe exame complementar que permitiu confirmar o diagnóstico de malária.
Considerando o caso clínico acima apresentado, julgue o item a seguir.
Situações clínicas como a apresentada têm como principal agente etiológico o Plasmodium malarie.
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Um homem de 42 anos de idade procurou atendimento médico no pronto-socorro, relatando febre alta contínua, iniciada há quatro dias, associada a calafrios, sudorese intensa, perda do apetite, diminuição do volume urinário e cefaleia holocraniana intensa. Relatou ter procurado o posto de saúde, onde foi medicado com analgésicos e antipiréticos. Disse ter estado, a trabalho, por seis semanas, em Moçambique (África), e ter retornado ao Brasil há duas semanas. Negou outras doenças. No exame clínico, estava em mau estado geral, lúcido, orientado, porém sonolento, hipocorado (++/4+), ictérico (++/4+), acianótico, taquipneico, taquicárdico, com extremidades frias e sudoreico. Temperatura axilar = 41 ºC. Pressão arterial de 100 mmHg × 60 mmHg, frequência cardíaca de 130 bpm, frequência respiratória de 40 irpm, ritmo cardíaco regular em dois tempos, bulhas hipofonéticas e taquicárdicas; auscultou-se atrito pericárdico na borda esternal esquerda baixa, pulsos arteriais palpáveis e filiformes, enchimento capilar lentificado e presença de livedos reticulares no abdome e nos membros inferiores, afebril. Murmúrio vesicular audível, sem ruídos adventícios. Abdome flácido, doloroso à palpação superficial e profunda globalmente, principalmente no andar superior, baço palpável 3 cm abaixo da borda costal esquerda, espaço de Traube ocupado, ruídos hidroaéreos presentes, sem sinais de irritação peritoneal. Exames laboratoriais: hemograma – hemoglobina = 10,2 g%, hematócrito = 30%, leucócitos = 5.300/mm3, com diferencial normal, plaquetas = 30.000/ mm3; Tempo de ativação da protrombina = 63%; bioquímica do sangue – glicemia = 48 mg/dL, sódio = 137 mEq/L, potássio = 7,0 mEq/L, ureia = 94 mg/dL, creatinina = 3,5 mg/dL, bilirrubinas totais = 6,0 mg/dL; TGO = 88 U/L; TGP = 40 U/L; gasometria arterial (ar ambiente) – pH = 7,20, pO2 = 89 mmHg; pCO2 = 29 mmHg, HCO!$ ^{-}_{3} !$ = 10 mEq/L, BE = - 12 mEq/L. O paciente trouxe exame complementar que permitiu confirmar o diagnóstico de malária.
Considerando o caso clínico acima apresentado, julgue o item a seguir.
O exame complementar oficialmente adotado pelo Ministério da Saúde para a confirmação do diagnóstico em tela é o método da gota espessa, que se baseia na visibilização do parasito por meio de microscopia óptica, após coloração com corante vital (azul de metileno e Giemsa).
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Um homem de 42 anos de idade procurou atendimento médico no pronto-socorro, relatando febre alta contínua, iniciada há quatro dias, associada a calafrios, sudorese intensa, perda do apetite, diminuição do volume urinário e cefaleia holocraniana intensa. Relatou ter procurado o posto de saúde, onde foi medicado com analgésicos e antipiréticos. Disse ter estado, a trabalho, por seis semanas, em Moçambique (África), e ter retornado ao Brasil há duas semanas. Negou outras doenças. No exame clínico, estava em mau estado geral, lúcido, orientado, porém sonolento, hipocorado (++/4+), ictérico (++/4+), acianótico, taquipneico, taquicárdico, com extremidades frias e sudoreico. Temperatura axilar = 41 ºC. Pressão arterial de 100 mmHg × 60 mmHg, frequência cardíaca de 130 bpm, frequência respiratória de 40 irpm, ritmo cardíaco regular em dois tempos, bulhas hipofonéticas e taquicárdicas; auscultou-se atrito pericárdico na borda esternal esquerda baixa, pulsos arteriais palpáveis e filiformes, enchimento capilar lentificado e presença de livedos reticulares no abdome e nos membros inferiores, afebril. Murmúrio vesicular audível, sem ruídos adventícios. Abdome flácido, doloroso à palpação superficial e profunda globalmente, principalmente no andar superior, baço palpável 3 cm abaixo da borda costal esquerda, espaço de Traube ocupado, ruídos hidroaéreos presentes, sem sinais de irritação peritoneal. Exames laboratoriais: hemograma – hemoglobina = 10,2 g%, hematócrito = 30%, leucócitos = 5.300/mm3, com diferencial normal, plaquetas = 30.000/ mm3; Tempo de ativação da protrombina = 63%; bioquímica do sangue – glicemia = 48 mg/dL, sódio = 137 mEq/L, potássio = 7,0 mEq/L, ureia = 94 mg/dL, creatinina = 3,5 mg/dL, bilirrubinas totais = 6,0 mg/dL; TGO = 88 U/L; TGP = 40 U/L; gasometria arterial (ar ambiente) – pH = 7,20, pO2 = 89 mmHg; pCO2 = 29 mmHg, HCO!$ ^{-}_{3} !$ = 10 mEq/L, BE = - 12 mEq/L. O paciente trouxe exame complementar que permitiu confirmar o diagnóstico de malária.
Considerando o caso clínico acima apresentado, julgue o item a seguir.
Os dados clínico-laboratoriais permitem classificar a situação clínica como malária grave e complicada.
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Um homem de 42 anos de idade procurou atendimento médico no pronto-socorro, relatando febre alta contínua, iniciada há quatro dias, associada a calafrios, sudorese intensa, perda do apetite, diminuição do volume urinário e cefaleia holocraniana intensa. Relatou ter procurado o posto de saúde, onde foi medicado com analgésicos e antipiréticos. Disse ter estado, a trabalho, por seis semanas, em Moçambique (África), e ter retornado ao Brasil há duas semanas. Negou outras doenças. No exame clínico, estava em mau estado geral, lúcido, orientado, porém sonolento, hipocorado (++/4+), ictérico (++/4+), acianótico, taquipneico, taquicárdico, com extremidades frias e sudoreico. Temperatura axilar = 41 ºC. Pressão arterial de 100 mmHg × 60 mmHg, frequência cardíaca de 130 bpm, frequência respiratória de 40 irpm, ritmo cardíaco regular em dois tempos, bulhas hipofonéticas e taquicárdicas; auscultou-se atrito pericárdico na borda esternal esquerda baixa, pulsos arteriais palpáveis e filiformes, enchimento capilar lentificado e presença de livedos reticulares no abdome e nos membros inferiores, afebril. Murmúrio vesicular audível, sem ruídos adventícios. Abdome flácido, doloroso à palpação superficial e profunda globalmente, principalmente no andar superior, baço palpável 3 cm abaixo da borda costal esquerda, espaço de Traube ocupado, ruídos hidroaéreos presentes, sem sinais de irritação peritoneal. Exames laboratoriais: hemograma – hemoglobina = 10,2 g%, hematócrito = 30%, leucócitos = 5.300/mm3, com diferencial normal, plaquetas = 30.000/ mm3; Tempo de ativação da protrombina = 63%; bioquímica do sangue – glicemia = 48 mg/dL, sódio = 137 mEq/L, potássio = 7,0 mEq/L, ureia = 94 mg/dL, creatinina = 3,5 mg/dL, bilirrubinas totais = 6,0 mg/dL; TGO = 88 U/L; TGP = 40 U/L; gasometria arterial (ar ambiente) – pH = 7,20, pO2 = 89 mmHg; pCO2 = 29 mmHg, HCO!$ ^{-}_{3} !$ = 10 mEq/L, BE = - 12 mEq/L. O paciente trouxe exame complementar que permitiu confirmar o diagnóstico de malária.
Considerando o caso clínico acima apresentado, julgue o item a seguir.
Nesse caso, a monitorização eletrocardiográfica contínua deve ser realizada especialmente para mensuração do intervalo QT do eletrocardiograma, uma vez que todos os medicamentos antimaláricos têm potencial risco de prolongar essa variável eletrocardiográfica, o que está associado com maior risco de ocorrência de arritmias cardíacas graves.
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