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ASSINALE A RESPOSTA CORRETA.
As palavras e as coisas
Antônio Prata
Entre as sugestões que vieram da editora sobre meu novo livro, havia a
de trocar "índios" por "indígenas". Sempre fui um defensor do politicamente correto. Algumas mudanças na ética verbal, porém, me parecem contraproducentes.
Em certo momento dos anos 90, "favela" virou "comunidade". "Favelado"
era um termo pejorativo e é compreensível que os moradores destas áreas não
quisessem ser chamados assim, mas mudar para "morador de comunidade", embora amacie na semântica, não leva água encanada, esgoto e luz para ninguém.
Pelo contrário.
A gente ouve "comunidade" e dá a impressão de que aquelas pessoas
estão todas de mãos dadas fazendo uma ciranda em torno da horta orgânica, não
apinhando-se em condições sub-humanas, sem esgoto, asfalto, educação, saúde.
Talvez fosse bom deixarmos o incômodo nos tomar toda vez que disséssemos ou ouvíssemos "favela" ou "favelados". Nosso objetivo deveria ser dar condições de vida decente praquela gente, não nos sentirmos confortáveis ao mencioná-la.
O mesmo vale para "morador em situação de rua". Parece que o cara teve
um problema pra voltar pra casa numa terça, dormiu "em situação de rua" num
4
ponto de ônibus e na quarta vai retornar ao conforto do lar. É mentira. A pessoa
que mora na rua tá ferrada, é alguém que perdeu tudo na vida, até virar "mendigo".
"Mendigo" é um termo horrível não porque as vogais e consoantes se juntem de forma deselegante, mas pelo que ele nomeia: gente que dorme na calçada,
revira lixo pra comer, não tem sequer acesso a um banheiro. Mas quando a gente
fala "morador em situação de rua" vem junto o mesmo morninho no coração de
"comunidade": essa situação, pensamos, é temporária. Vai mudar. Logo, logo, ele
estará em outra.
Não, não estará se não nos indignarmos com a indigência e agirmos. Algumas palavras têm que doer, porque a realidade dói. Do contrário, a linguagem
deixa de ser uma ferramenta que busca representar a vida como ela é e se torna
um tapume nos impedindo de enxergá-la.
Sobre "índios" e "indígenas", li alguns textos. Os argumentos giram em
torno do fato de "índio" ter se tornado um termo pejorativo, ligado aos preconceitos
que os brancos sempre tiveram com os povos originários da América: preguiçosos,
atrasados, primitivos.
Tá certo. Mas o problema, pensei, não tá no termo "índio", tá no preconceito do branco. Outro dia ouvi num podcast americano um escritor judeu indignado porque ele, que sempre chamou os de sua religião de "jews" (judeus), agora
tinha que dizer "jewish people" (pessoas judias). Como se houvesse algo de errado
em ser judeu, ele disse. Como se a mudança na nomenclatura incorporasse o preconceito, quando deveria ser justamente o contrário, feito os negros americanos
dos anos 70 dizendo "say it loud, I’m black and I’m proud!" ("diga alto, sou preto e
tenho orgulho!").
Eu estava errado. Fui salvo da ignorância por minha querida prima antropóloga, Florência Ferrari, e pelo mestre Sérgio Rodrigues. "Indígena" vem de "endógeno", aquele que pertence a um lugar. Ou seja: "povos indígenas" dão uma
ideia da multiplicidade de etnias que aqui estavam. "Índio" é uma generalização
preconceituosa, tipo "paraíba", no Rio, para se referir a qualquer nordestino ou
nortista. Maravilha. Sai "índio". Entra "indígena". Viva a Paraíba.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2022/07/aspalavras-e-as-coisas.shtml (Adaptado) Acesso em: 22 set. 2022,
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As palavras e as coisas
Antônio Prata
Entre as sugestões que vieram da editora sobre meu novo livro, havia a
de trocar "índios" por "indígenas". Sempre fui um defensor do politicamente correto. Algumas mudanças na ética verbal, porém, me parecem contraproducentes.
Em certo momento dos anos 90, "favela" virou "comunidade". "Favelado"
era um termo pejorativo e é compreensível que os moradores destas áreas não
quisessem ser chamados assim, mas mudar para "morador de comunidade", embora amacie na semântica, não leva água encanada, esgoto e luz para ninguém.
Pelo contrário.
A gente ouve "comunidade" e dá a impressão de que aquelas pessoas
estão todas de mãos dadas fazendo uma ciranda em torno da horta orgânica, não
apinhando-se em condições sub-humanas, sem esgoto, asfalto, educação, saúde.
Talvez fosse bom deixarmos o incômodo nos tomar toda vez que disséssemos ou ouvíssemos "favela" ou "favelados". Nosso objetivo deveria ser dar condições de vida decente praquela gente, não nos sentirmos confortáveis ao mencioná-la.
O mesmo vale para "morador em situação de rua". Parece que o cara teve
um problema pra voltar pra casa numa terça, dormiu "em situação de rua" num
4
ponto de ônibus e na quarta vai retornar ao conforto do lar. É mentira. A pessoa
que mora na rua tá ferrada, é alguém que perdeu tudo na vida, até virar "mendigo".
"Mendigo" é um termo horrível não porque as vogais e consoantes se juntem de forma deselegante, mas pelo que ele nomeia: gente que dorme na calçada,
revira lixo pra comer, não tem sequer acesso a um banheiro. Mas quando a gente
fala "morador em situação de rua" vem junto o mesmo morninho no coração de
"comunidade": essa situação, pensamos, é temporária. Vai mudar. Logo, logo, ele
estará em outra.
Não, não estará se não nos indignarmos com a indigência e agirmos. Algumas palavras têm que doer, porque a realidade dói. Do contrário, a linguagem
deixa de ser uma ferramenta que busca representar a vida como ela é e se torna
um tapume nos impedindo de enxergá-la.
Sobre "índios" e "indígenas", li alguns textos. Os argumentos giram em
torno do fato de "índio" ter se tornado um termo pejorativo, ligado aos preconceitos
que os brancos sempre tiveram com os povos originários da América: preguiçosos,
atrasados, primitivos.
Tá certo. Mas o problema, pensei, não tá no termo "índio", tá no preconceito do branco. Outro dia ouvi num podcast americano um escritor judeu indignado porque ele, que sempre chamou os de sua religião de "jews" (judeus), agora
tinha que dizer "jewish people" (pessoas judias). Como se houvesse algo de errado
em ser judeu, ele disse. Como se a mudança na nomenclatura incorporasse o preconceito, quando deveria ser justamente o contrário, feito os negros americanos
dos anos 70 dizendo "say it loud, I’m black and I’m proud!" ("diga alto, sou preto e
tenho orgulho!").
Eu estava errado. Fui salvo da ignorância por minha querida prima antropóloga, Florência Ferrari, e pelo mestre Sérgio Rodrigues. "Indígena" vem de "endógeno", aquele que pertence a um lugar. Ou seja: "povos indígenas" dão uma
ideia da multiplicidade de etnias que aqui estavam. "Índio" é uma generalização
preconceituosa, tipo "paraíba", no Rio, para se referir a qualquer nordestino ou
nortista. Maravilha. Sai "índio". Entra "indígena". Viva a Paraíba.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2022/07/aspalavras-e-as-coisas.shtml (Adaptado) Acesso em: 22 set. 2022,
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As palavras e as coisas
Antônio Prata
Entre as sugestões que vieram da editora sobre meu novo livro, havia a
de trocar "índios" por "indígenas". Sempre fui um defensor do politicamente correto. Algumas mudanças na ética verbal, porém, me parecem contraproducentes.
Em certo momento dos anos 90, "favela" virou "comunidade". "Favelado"
era um termo pejorativo e é compreensível que os moradores destas áreas não
quisessem ser chamados assim, mas mudar para "morador de comunidade", embora amacie na semântica, não leva água encanada, esgoto e luz para ninguém.
Pelo contrário.
A gente ouve "comunidade" e dá a impressão de que aquelas pessoas
estão todas de mãos dadas fazendo uma ciranda em torno da horta orgânica, não
apinhando-se em condições sub-humanas, sem esgoto, asfalto, educação, saúde.
Talvez fosse bom deixarmos o incômodo nos tomar toda vez que disséssemos ou ouvíssemos "favela" ou "favelados". Nosso objetivo deveria ser dar condições de vida decente praquela gente, não nos sentirmos confortáveis ao mencioná-la.
O mesmo vale para "morador em situação de rua". Parece que o cara teve
um problema pra voltar pra casa numa terça, dormiu "em situação de rua" num
4
ponto de ônibus e na quarta vai retornar ao conforto do lar. É mentira. A pessoa
que mora na rua tá ferrada, é alguém que perdeu tudo na vida, até virar "mendigo".
"Mendigo" é um termo horrível não porque as vogais e consoantes se juntem de forma deselegante, mas pelo que ele nomeia: gente que dorme na calçada,
revira lixo pra comer, não tem sequer acesso a um banheiro. Mas quando a gente
fala "morador em situação de rua" vem junto o mesmo morninho no coração de
"comunidade": essa situação, pensamos, é temporária. Vai mudar. Logo, logo, ele
estará em outra.
Não, não estará se não nos indignarmos com a indigência e agirmos. Algumas palavras têm que doer, porque a realidade dói. Do contrário, a linguagem
deixa de ser uma ferramenta que busca representar a vida como ela é e se torna
um tapume nos impedindo de enxergá-la.
Sobre "índios" e "indígenas", li alguns textos. Os argumentos giram em
torno do fato de "índio" ter se tornado um termo pejorativo, ligado aos preconceitos
que os brancos sempre tiveram com os povos originários da América: preguiçosos,
atrasados, primitivos.
Tá certo. Mas o problema, pensei, não tá no termo "índio", tá no preconceito do branco. Outro dia ouvi num podcast americano um escritor judeu indignado porque ele, que sempre chamou os de sua religião de "jews" (judeus), agora
tinha que dizer "jewish people" (pessoas judias). Como se houvesse algo de errado
em ser judeu, ele disse. Como se a mudança na nomenclatura incorporasse o preconceito, quando deveria ser justamente o contrário, feito os negros americanos
dos anos 70 dizendo "say it loud, I’m black and I’m proud!" ("diga alto, sou preto e
tenho orgulho!").
Eu estava errado. Fui salvo da ignorância por minha querida prima antropóloga, Florência Ferrari, e pelo mestre Sérgio Rodrigues. "Indígena" vem de "endógeno", aquele que pertence a um lugar. Ou seja: "povos indígenas" dão uma
ideia da multiplicidade de etnias que aqui estavam. "Índio" é uma generalização
preconceituosa, tipo "paraíba", no Rio, para se referir a qualquer nordestino ou
nortista. Maravilha. Sai "índio". Entra "indígena". Viva a Paraíba.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2022/07/aspalavras-e-as-coisas.shtml (Adaptado) Acesso em: 22 set. 2022,
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As palavras e as coisas
Antônio Prata
Entre as sugestões que vieram da editora sobre meu novo livro, havia a
de trocar "índios" por "indígenas". Sempre fui um defensor do politicamente correto. Algumas mudanças na ética verbal, porém, me parecem contraproducentes.
Em certo momento dos anos 90, "favela" virou "comunidade". "Favelado"
era um termo pejorativo e é compreensível que os moradores destas áreas não
quisessem ser chamados assim, mas mudar para "morador de comunidade", embora amacie na semântica, não leva água encanada, esgoto e luz para ninguém.
Pelo contrário.
A gente ouve "comunidade" e dá a impressão de que aquelas pessoas
estão todas de mãos dadas fazendo uma ciranda em torno da horta orgânica, não
apinhando-se em condições sub-humanas, sem esgoto, asfalto, educação, saúde.
Talvez fosse bom deixarmos o incômodo nos tomar toda vez que disséssemos ou ouvíssemos "favela" ou "favelados". Nosso objetivo deveria ser dar condições de vida decente praquela gente, não nos sentirmos confortáveis ao mencioná-la.
O mesmo vale para "morador em situação de rua". Parece que o cara teve
um problema pra voltar pra casa numa terça, dormiu "em situação de rua" num
4
ponto de ônibus e na quarta vai retornar ao conforto do lar. É mentira. A pessoa
que mora na rua tá ferrada, é alguém que perdeu tudo na vida, até virar "mendigo".
"Mendigo" é um termo horrível não porque as vogais e consoantes se juntem de forma deselegante, mas pelo que ele nomeia: gente que dorme na calçada,
revira lixo pra comer, não tem sequer acesso a um banheiro. Mas quando a gente
fala "morador em situação de rua" vem junto o mesmo morninho no coração de
"comunidade": essa situação, pensamos, é temporária. Vai mudar. Logo, logo, ele
estará em outra.
Não, não estará se não nos indignarmos com a indigência e agirmos. Algumas palavras têm que doer, porque a realidade dói. Do contrário, a linguagem
deixa de ser uma ferramenta que busca representar a vida como ela é e se torna
um tapume nos impedindo de enxergá-la.
Sobre "índios" e "indígenas", li alguns textos. Os argumentos giram em
torno do fato de "índio" ter se tornado um termo pejorativo, ligado aos preconceitos
que os brancos sempre tiveram com os povos originários da América: preguiçosos,
atrasados, primitivos.
Tá certo. Mas o problema, pensei, não tá no termo "índio", tá no preconceito do branco. Outro dia ouvi num podcast americano um escritor judeu indignado porque ele, que sempre chamou os de sua religião de "jews" (judeus), agora
tinha que dizer "jewish people" (pessoas judias). Como se houvesse algo de errado
em ser judeu, ele disse. Como se a mudança na nomenclatura incorporasse o preconceito, quando deveria ser justamente o contrário, feito os negros americanos
dos anos 70 dizendo "say it loud, I’m black and I’m proud!" ("diga alto, sou preto e
tenho orgulho!").
Eu estava errado. Fui salvo da ignorância por minha querida prima antropóloga, Florência Ferrari, e pelo mestre Sérgio Rodrigues. "Indígena" vem de "endógeno", aquele que pertence a um lugar. Ou seja: "povos indígenas" dão uma
ideia da multiplicidade de etnias que aqui estavam. "Índio" é uma generalização
preconceituosa, tipo "paraíba", no Rio, para se referir a qualquer nordestino ou
nortista. Maravilha. Sai "índio". Entra "indígena". Viva a Paraíba.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2022/07/aspalavras-e-as-coisas.shtml (Adaptado) Acesso em: 22 set. 2022,
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A instalação sanitária deve ser constituída de lavatório, vaso sanitário e mictório,
bem como de chuveiro, de conformidade com o previsto na NR 18. Considerando
o vaso sanitário.
Analise as afirmativas, com relação ao local destinado ao vaso sanitário (gabinete
sanitário).
I. Deve ter área mínima de 1,00 m2 (um metro quadrado).
II. Deve ser provido de porta com trinco interno e borda inferior de, no mínimo, 0,15 m (quinze centímetros) de altura.
III. Deve ter divisórias com altura mínima de 1,80 m (um metro e oitenta centímetros).
IV. Deve ter recipiente com tampa, para depósito de papéis usados, sendo obrigatório o fornecimento de papel higiênico.
V. Deve ser ligado à rede geral de esgotos ou à fossa séptica, com interposição de sifões hidráulicos.
Em relação às afirmativas, a opção CORRETA é:
I. Deve ter área mínima de 1,00 m2 (um metro quadrado).
II. Deve ser provido de porta com trinco interno e borda inferior de, no mínimo, 0,15 m (quinze centímetros) de altura.
III. Deve ter divisórias com altura mínima de 1,80 m (um metro e oitenta centímetros).
IV. Deve ter recipiente com tampa, para depósito de papéis usados, sendo obrigatório o fornecimento de papel higiênico.
V. Deve ser ligado à rede geral de esgotos ou à fossa séptica, com interposição de sifões hidráulicos.
Em relação às afirmativas, a opção CORRETA é:
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Com relação à Lei Nº 6.515, de 22 de dezembro de 1977, que altera o Capítulo V
do título II da consolidação das Leis do Trabalho, relativo à segurança e medicina
do trabalho, analise as seguintes afirmaivas:
I. A observância, em todos os locais de trabalho, do disposto neste Capitulo, não desobriga as empresas do cumprimento de outras disposições que, com relação à matéria, sejam incluídas em códigos de obras ou regulamentos sanitários dos Estados ou Municípios em que se situem os respectivos estabelecimentos, bem como daquelas oriundas de convenções coletivas de trabalho.
II. Incumbe ao órgão de âmbito nacional competente em matéria de segurança e medicina do trabalho promover a fiscalização do cumprimento das normas de segurança e medicina do trabalho.
III. Cabe às empresas adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente.
IV. Compete especialmente às Delegacias Regionais do Trabalho, nos limites de sua jurisdição, cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho.
V. Mediante convênio autorizado pelo Ministro do Trabalho, poderão ser delegadas a outros órgãos federais, estaduais ou municipais atribuições de fiscalização ou orientação às empresas quanto ao cumprimento das disposições constantes do Capítulo V.
Sobre as afirmativas, a opção CORRETA é:
I. A observância, em todos os locais de trabalho, do disposto neste Capitulo, não desobriga as empresas do cumprimento de outras disposições que, com relação à matéria, sejam incluídas em códigos de obras ou regulamentos sanitários dos Estados ou Municípios em que se situem os respectivos estabelecimentos, bem como daquelas oriundas de convenções coletivas de trabalho.
II. Incumbe ao órgão de âmbito nacional competente em matéria de segurança e medicina do trabalho promover a fiscalização do cumprimento das normas de segurança e medicina do trabalho.
III. Cabe às empresas adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente.
IV. Compete especialmente às Delegacias Regionais do Trabalho, nos limites de sua jurisdição, cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho.
V. Mediante convênio autorizado pelo Ministro do Trabalho, poderão ser delegadas a outros órgãos federais, estaduais ou municipais atribuições de fiscalização ou orientação às empresas quanto ao cumprimento das disposições constantes do Capítulo V.
Sobre as afirmativas, a opção CORRETA é:
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O choque na rede de Alta Tensão geralmente leva à morte, já que a tensão elétrica
é muito alta e a corrente que circula é, muitas vezes, maior do que o corpo humano
ou de um animal pode suportar. O principal cuidado com as redes de Alta Tensão
é a prevenção. Cercas de arame farpado e liso próximas às redes de Alta Tensão
devem ser cuidadas preventivamente, atendendo às recomendações da NR 10 –
Eletricidade no Meio Rural.

Fonte: SENAR 222
Em relação a esse assunto, é INCORRETO afirmar:

Fonte: SENAR 222
Em relação a esse assunto, é INCORRETO afirmar:
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A NBR ISO 31000, de 2009, na subseção 5.3.5, diz que convém que a organização
defina os critérios a serem utilizados para avaliar a significância do risco e que os
critérios reflitam os valores, objetivos e recursos da organização. Ao definir os critérios de risco, convém que aos fatores a serem considerados inclua o seguinte
aspecto:
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Atendendo à Lei 8.213, de 24 de julho de 1991, a empresa ou o empregador doméstico deverão comunicar o acidente do trabalho à Previdência Social até o primeiro dia útil seguinte ao da ocorrência e, em caso de morte, de imediato, à autoridade competente, sob pena de multa variável entre o limite mínimo e o limite
máximo do salário de contribuição, sucessivamente aumentada nas reincidências,
aplicada e cobrada pela Previdência Social.
NÃO corresponde a uma afirmação verdadeira com relação a essa situação:
NÃO corresponde a uma afirmação verdadeira com relação a essa situação:
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A Lei 18.213, de 24 de julho de 1991, que dispõe sobre os Planos de Benefícios
da Previdência Social e dá outras providências, estabelece que se equiparam também ao acidente do trabalho, para efeitos desta Lei, o acidente sofrido pelo segurado no local e no horário do trabalho, em consequência de fatos abaixo relatados,
EXCETO:
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