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Se, para cada número natural n, é definido f(n) como sendo igual ao algarismo das unidades de 1 + 2 +....... + n, então, o valor da soma f(1) + f(2) + f(3) + ....... + f(10) é
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A figura abaixo representa um retângulo formado pela justaposição de três quadrados.

Assim, as medidas dos segmentos AB, BC, CD, EF, FG, GH, AE, BF, CG e DH são iguais. Nestas condições, podemos afirmar corretamente que a soma das medidas, em graus, dos ângulos CÊH e DÊH é igual a
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Sejam !$ f !$, !$ g:R \rightarrow R !$ funções definidas por !$ f(x)=2^x !$ e !$ g(x)=3^x !$ e P o ponto de interseção entre o gráfico de f e o gráfico de g. A medida da distância, em unidades de comprimento, entre o ponto P e a reta cuja equação é !$ 3x+4y-64=0 !$ é
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Se P é um ponto no interior de um triângulo equilátero cuja medida de cada um dos lados é !$ \sqrt{12}m !$, então, a soma das distâncias de P aos lados do triângulo é
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Se a e b são números racionais tais que !$ (1-\sqrt2)^3=a-b \sqrt2 !$, então, a.b é igual a
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Se as raízes da equação !$ x^2 + px + q = 0 !$ são números inteiros positivos e se uma delas é o dobro da outra, pode-se afirmar corretamente que
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Se as equações das circunferências M e P, no sistema de coordenadas cartesianas usual, são respectivamente !$ x^2+y^2-6x-10y+18=0 !$ e !$ x^2+y^2-12x-8y+36=0 !$, pode-se afirmar corretamente que
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Sejam !$ x !$ um número real e i o número complexo tal que !$ i^2=-1 !$.
Se !$ p=x+i !$ e !$ q=x-i !$, então, !$ p+q+pq !$ é igual a
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Quantos são os inteiros positivos n com três dígitos tais que !$ \large{n \over 3} !$ e 3n são inteiros positivos com três dígitos?
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O texto 2 (subdividido em seções) faz uma reflexão sobre a maneira como se comporta, em determinado momento, a sociedade brasileira, que, mais cedo ou mais tarde, teria que integrar negros e mulatos.
Texto 2
José Paulo Florenzano
FUTEBOL E RACISMO: O MITO DA DEMOCRACIA EM CAMPO A história do futebol brasileiro contém, ao longo de quase um século, registros de episódios marcados pelo racismo. Eis o paradoxo: se de um lado a atividade futebolística era depreciada aos olhos da “boa sociedade” enquanto profissão destinada a pobres, negros e marginais, de outro ela se achava investida do poder de representar e projetar a nação em escala mundial.
VÍNCULO MENOS ASSIMÉTRICO ENTRE NEGROS E BRANCOS O trem do futebol descortinava perspectivas promissoras no terreno das relações sociais. Mas embora transportasse ricos e pobres, negros e brancos, ele o fazia alocando os diversos grupos em vagões separados. Enquanto a juventude privilegiada agia de modo a reforçar as divisões internas da composição, a mocidade alegre dos subúrbios buscava franquear a passagem a fim de enriquecer a experiência da viagem. Caberia, nesse sentido, um papel de destaque aos jogadores que logravam transitar entre os diversos compartimentos.
LEÔNIDAS DA SILVA: IDENTIDADE AMBÍGUA DO ATLETA Seria nesta conjuntura adversa que Leônidas da Silva pegaria o bonde da história. Símbolo da proeminência adquirida pelo boleiro em detrimento do sportsman, ele encarnava a mudança destinada a apagar os últimos vestígios da marca refinada, esnobe e excludente que a juventude privilegiada procurara atribuir à prática do esporte inglês, substituindo-a gradativamente por uma feição mais popular do jogo, por uma dimensão mais nacional do futebol, por uma identidade mais ambígua do atleta.
RISCOS SIMBÓLICOS A realização da Copa do Brasil em 1950 viria a se constituir, neste sentido, em uma rara oportunidade. No dia da decisão contra o Uruguai sobreveio o inesperado revés. Foi, então, que os torcedores descobriram os riscos simbólicos envolvidos na tarefa de reimaginar a nação dentro das quatro linhas do campo. As reportagens da crônica esportiva elegiam o goleiro Barbosa e o defensor Bigode como bodes expiatórios, exprimindo a vontade de “descarregar nas costas” dos referidos jogadores os “prejuízos” acarretados pela derrota. Uma chibata moral, eis a sentença proferida no tribunal dos brancos.
A REVOLTA DA CHIBATA Nos anos 1970, por não atender às expectativas normativas suscitadas pelo estereótipo do “bom negro”, Paulo César Lima foi classificado como “jogador-problema”. Responsabilizado pelo fracasso do Brasil na Copa da Alemanha, pleiteava o direito de voltar a vestir a camisa verde e amarela. O rumor de que o banimento tinha o respaldo de um ministro de Estado, não o surpreendia: “Se for, mais uma vez vou ter a certeza de que sou um negro que incomoda muita gente”. E acrescentava: “Não vou ser um negro tímido, quieto, com medo e temor das pessoas”. Dessa maneira, nas páginas de O Estado de S. Paulo, Paulo César esboçava a revolta da chibata no futebol brasileiro. Enquanto Barbosa e Bigode, sem alternativa, suportaram com dignidade o linchamento moral na derrota de 1950, Paulo César contra-atacava os que pretendiam condená-lo pelo insucesso de 1974, reeditando as acusações de “covarde” e de “mercenário” – as mesmas dirigidas a Leônidas no passado. Paulo César, no entanto, assumia, sem ambiguidades, as cores e as causas defendidas pela esquadra dos pretos em todas as esferas da vida social. “Sinto na pele esse racismo subjacente”, revelou certa vez à imprensa francesa: “Isto é, ninguém ousa pronunciar a palavra racismo. Mas posso garantir que ele existe, mesmo na Seleção Brasileira”. Sua ousadia consistiu em pronunciar a palavra interdita no espaço simbólico utilizado pelo discurso oficial para reafirmar o mito da democracia racial.
José Paulo Florenzano é professor de Antropologia da PUC-SP e autor do livro “A Democracia Corinthiana” (2009). Texto adaptado.
A seção de número 2 do texto 2 intitula-se VÍNCULO MENOS ASSIMÉTRICO ENTRE NEGROS E BRANCOS. A expressão que mais se aproxima do significado da expressão VÍNCULO MENOS ASSIMÉTRICO, no texto, é
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