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Foram encontradas 335 questões.

1198464 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: UECE
Orgão: UECE
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Seja n um número inteiro positivo. Se os três menores divisores positivos de n são os números 1, 3 e 13, e se a soma dos três maiores divisores de n é igual a 3905, então, n é igual a

 

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1198463 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: UECE
Orgão: UECE
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No plano, com o sistema de coordenadas cartesiano usual com origem no ponto O, as retas representadas pelas equações !$ y=x !$ e !$ y+4x-20=0 !$ e cortam no ponto X. Se Y é a interseção da reta !$ y+4x-20=0 !$ com o eixo dos x (eixo horizontal), então, a medida da área do triângulo YOX é igual a

 

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1198462 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: UECE
Orgão: UECE
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Seja !$ f:R \rightarrow R\ !$ a função quadrática definida por !$ f(x)=x^2+bx+c !$. Se f assume o menor valor para !$ x=-1 !$ e se 2 uma raiz da equação !$ f(x)=0 !$, então, a soma !$ b+c !$ é igual a

 

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1198461 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: UECE
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TEXTO 4

Não Espere Pelo Fim

Foi com palavras aprazíveis e um ingênuo sorriso que o homem de rosto enrugado e cabelos acinzentados dirigiu-se à sua ranzinza colega de abrigoA):

– A vida não acabou. Não é chegada a hora de postar-se diante do túmulo como se

a morte estivesse à espreita. É tempo de se renovar, tomar novas escolhas e trilhar por novos caminhos. Alimente os sonhos! Seja jovem novamente!

Tão rápido, naquele dia, nasceu uma inesperada paixão entre os doisB). Aquele carinho que Emanuel sempre sentira por Maria das Dores enfim foi retribuídoD).

Quem disse que os velhos não podem se apaixonar?

Maldito preconceito que cria raízes profundas, inclusive na alma dos segregados!

E, assim, tão logo o tempo passouC). Anos de risos fáceis.

No entanto, não foi com lágrimas de arrependimento que Maria fitou o epitáfio de Emanuel, mas sim com olhos aquosos de saudade e uma profunda paz em seu coração renovado.

JONES, Sebastião. Não Espere Pelo Fim. Disponível em: http://autoressaconcursosliterarios.blogspot.com/2013/05/o s-20-minicontos-classificados.html. [online]. 2013. Acessado em 26 de abril de 2019.

Dentre as expressões sublinhadas nas opções abaixo, assinale a que NÃO tem a função sintática de sujeito.

 

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1198460 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: UECE
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TEXTO 4

Não Espere Pelo Fim

Foi com palavras aprazíveis e um ingênuo sorriso que o homem de rosto enrugado e cabelos acinzentados dirigiu-se à sua ranzinza colega de abrigo:

– A vida não acabou. Não é chegada a hora de postar-se diante do túmulo como se

a morte estivesse à espreita. É tempo de se renovar, tomar novas escolhas e trilhar por novos caminhos. Alimente os sonhos! Seja jovem novamente!

Tão rápido, naquele dia, nasceu uma inesperada paixão entre os dois. Aquele carinho que Emanuel sempre sentira por Maria das Dores enfim foi retribuído.

Quem disse que os velhos não podem se apaixonar?

Maldito preconceito que cria raízes profundas, inclusive na alma dos segregados!

E, assim, tão logo o tempo passou. Anos de risos fáceis.

No entanto, não foi com lágrimas de arrependimento que Maria fitou o epitáfio de Emanuel, mas sim com olhos aquosos de saudade e uma profunda paz em seu coração renovado.

JONES, Sebastião. Não Espere Pelo Fim. Disponível em: http://autoressaconcursosliterarios.blogspot.com/2013/05/o s-20-minicontos-classificados.html. [online]. 2013. Acessado em 26 de abril de 2019.

Com base no texto 4, é INCORRETO afirmar que

 

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1198459 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: UECE
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TEXTO 4

Não Espere Pelo Fim

Foi com palavras aprazíveis e um ingênuo sorriso que o homem de rosto enrugado e cabelos acinzentados dirigiu-se à sua ranzinza colega de abrigo:

– A vida não acabou. Não é chegada a hora de postar-se diante do túmulo como se

a morte estivesse à espreita. É tempo de se renovar, tomar novas escolhas e trilhar por novos caminhos. Alimente os sonhos! Seja jovem novamente!

Tão rápido, naquele dia, nasceu uma inesperada paixão entre os dois. Aquele carinho que Emanuel sempre sentira por Maria das Dores enfim foi retribuído.

Quem disse que os velhos não podem se apaixonar?

Maldito preconceito que cria raízes profundas, inclusive na alma dos segregados!

E, assim, tão logo o tempo passou. Anos de risos fáceis.

No entanto, não foi com lágrimas de arrependimento que Maria fitou o epitáfio de Emanuel, mas sim com olhos aquosos de saudade e uma profunda paz em seu coração renovado.

JONES, Sebastião. Não Espere Pelo Fim. Disponível em: http://autoressaconcursosliterarios.blogspot.com/2013/05/o s-20-minicontos-classificados.html. [online]. 2013. Acessado em 26 de abril de 2019.

O texto 4, o miniconto do pseudônimo Sebastião Jones, intitulado Não Espere Pelo Fim, tem como propósito principal

 

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1198458 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: UECE
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TEXTO 3

No Mundo das Letras

Vem à livraria nas horas de maior movimento, mas isso, já se sabe, é de propósito: facilita-lhe o trabalho.

Rouba livros. Faz isso há muitos anos, desde a infância, praticamente. Começou roubando um texto escolar que precisava para o colégio: foi tão fácil que gostou; e passou a roubar romances de aventura, livros de ficção científica, textos sobre arte, política, ciência, economia. Aperfeiçoou tanto a técnica que chegava a furtar quatro, cinco livros de uma vez. Roubou livros em todas as cidades por onde passou. Em Londres, uma vez, quase o pegaram; um incidente que recorda com divertida emoção.

No início, lia os livros que roubava. Depois, a leitura deixou de lhe interessar. A coisa era roubar por roubar, por amor à arte; dava os livros de presente ou simplesmente os jogava fora. Mas cada vez tinha menos tempo para ir às livrarias; os negócios o absorviam demais. Além disso, não podia, como empresário, correr o risco de um flagrante. Um problema – que ele resolveu

como resolve todos os problemas, com argúcia, com arrojo, com imaginação.

Zás! Acabou de surrupiar um. Nada de espetacular nessa operação: simplesmente pegou um pequeno livro e o enfiou no bolso. Olha para os lados; aparentemente ninguém notou nada. Cumprimenta-me e se vai.

Um minuto depois retorna. Como é que me saí, pergunta, não sem ansiedade. Perfeito, respondo, e ele sorri, agradecido. O que me deixa satisfeito; elogiá-lo é não apenas um ato de compaixão, é também uma medida de prudência. Afinal, ele é o dono da livraria.

SCLIAR, Moacyr. No Mundo das Letras. In: SCLIAR, Moacyr; FONSECA, Rubem; MIRANDA, Ana. Pipocas. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.

Uma forma de retomar fragmentos, ao longo do texto, é usar expressões que apresentam uma paráfrase para resumir o que se precede ou sucede. Considerando esse aspecto, no trecho “[...] um incidente que recorda com divertida emoção” , a expressão sublinhada refere-se ao

 

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1198457 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UECE
Orgão: UECE
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TEXTO 3

No Mundo das Letras

Vem à livraria nas horas de maior movimento, mas isso, já se sabe, é de propósito: facilita-lhe o trabalho.

Rouba livros. Faz isso há muitos anos, desde a infância, praticamente. Começou roubando um texto escolar que precisava para o colégio: foi tão fácil que gostou; e passou a roubar romances de aventura, livros de ficção científica, textos sobre arte, política, ciência, economia. Aperfeiçoou tanto a técnica que chegava a furtar quatro, cinco livros de uma vez. Roubou livros em todas as cidades por onde passou. Em Londres, uma vez, quase o pegaram; um incidente que recorda com divertida emoção.

No início, lia os livros que roubava. Depois, a leitura deixou de lhe interessar. A coisa era roubar por roubar, por amor à arte; dava os livros de presente ou simplesmente os jogava fora. Mas cada vez tinha menos tempo para ir às livrarias; os negócios o absorviam demais. Além disso, não podia, como empresário, correr o risco de um flagrante. Um problema – que ele resolveu

como resolve todos os problemas, com argúcia, com arrojo, com imaginação.

Zás! Acabou de surrupiar um. Nada de espetacular nessa operação: simplesmente pegou um pequeno livro e o enfiou no bolso. Olha para os lados; aparentemente ninguém notou nada. Cumprimenta-me e se vai.

Um minuto depois retorna. Como é que me saí, pergunta, não sem ansiedade. Perfeito, respondo, e ele sorri, agradecido. O que me deixa satisfeito; elogiá-lo é não apenas um ato de compaixão, é também uma medida de prudência. Afinal, ele é o dono da livraria.

SCLIAR, Moacyr. No Mundo das Letras. In: SCLIAR, Moacyr; FONSECA, Rubem; MIRANDA, Ana. Pipocas. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.

Moacyr Scliar, autor da crônica No Mundo das Letras, é gaúcho e ganhou alguns prêmios, tais como Prêmio Jabuti e Prêmio José Lins do Rego. Atente para as seguintes afirmações sobre o autor:

I. O estilo de Moacyr Scliar é leve e irônico.

II. O autor faz parte da literatura contemporânea.

III. Os textos de Moacyr Scliar são diretos e com escrita simples.

Está correto o que se afirma em

 

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1198456 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: UECE
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TEXTO 2

Em Busca de Novas Armas Contra o Aedes Aegypt

O infectologista Rivaldo Venâncio da Cunha já foi diagnosticado com dengue duas vezes. Nenhuma surpresa. O coordenador de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência da Fundação Oswaldo CruzI) (Fiocruz) e professor da MedicinaII) da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul vive no Brasil, país castigado pela doença nas últimas três décadas e por outras também transmitidas pelo Aedes aegypt. Essas epidemias, explica o pesquisador nesta entrevista, devem continuar décadas adiante: “Ainda utilizamos o modelo de controle do mosquito que foi exitoso há 110 anos com Oswaldo Cruz”. Nem as águas de março que acabaram de fechar o verão são promessa de uma trégua. “Temos observado que, em algumas localidades do Brasil, o padrão de ocorrência da dengue tem se mantido estável mesmo fora do verão. Isso aponta o óbvio: a população e as autoridades sanitárias têm de atuar durante todo o ano, e não somente no verão. Infelizmente, isso não ocorre em um padrão homogêneo”, ensina Cunha, que comemora, no entanto, abordagens promissoras para o controle do mosquito e vê uma melhora da vigilância nas últimas décadas.

Ciência Hoje: O Brasil sofreu recentemente com grandes surtos de dengue, zika e febre amarela. Devemos esperar novos surtos em breve? O que dizem os dados epidemiológicos? Rivaldo Venâncio da Cunha: As doenças transmitidas pelo Aedes continuarão ocorrendo nos próximos 20 ou 30 anos. Por que continuarão ocorrendo? Porque utilizamos o modelo de controle do mosquito que foi exitoso há 110 anos com Oswaldo Cruz e, depois, com Clementino Fraga e outros. Se não houver uma nova abordagem para controle do vetor, continuaremos tendo epidemias, porque, infelizmente, as questões estruturais da sociedade permanecem praticamente inalteradas. Essa bárbara segregação social que o Brasil tem, esse apartheid social, que é fruto de séculos, criou condições para haver comunidades extremamente vulneráveis, onde a coleta do lixo, quando existe, é feita de forma inadequada, e nas quais o fornecimento de água é irregular. São lugares onde o EstadoIII) inexiste. Há comunidades em que policiais não podem entrar a qualquer hora, imagine um agente de controle de vetores. Essa complexidade urbana não aparenta que será modificada nos próximos anos.

CUNHA, Rivaldo Venâncio da. Em Busca de Novas Armas Contra o Aedes Aegypt. Ciência Hoje, São Paulo, n.353, abr. 2019. Entrevista concedida a Valquíria Daher. Disponível em: http://cienciahoje.org.br/artigo/em-busca-de-novasarmas- contra-o-aedes-aegypt/. Acessado em 27 de abril de 2019.

Quanto à utilização de letras maiúsculas no texto 2, atente para as seguintes assertivas:

I. A expressão “Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência da Fundação Oswaldo Cruz” é utilizada com letras maiúsculas para realçar o nome da instituição em questão.

II. A palavra “Medicina” é grafada, no texto 2, com letra maiúscula, porque o autor considera esse termo como uma área do saber, diferenciando-a das demais áreas.

III. O termo “Estado” aparece, no texto 2, com letra maiúscula, porque significa uma entidade de direito público administrativo que congrega várias instâncias do poder público.

Está correto o que se afirma em

 

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1198455 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: UECE
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TEXTO 2

Em Busca de Novas Armas Contra o Aedes Aegypt

O infectologista Rivaldo Venâncio da Cunha já foi diagnosticado com dengue duas vezes. Nenhuma surpresa. O coordenador de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e professor da Medicina da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul vive no Brasil, país castigado pela doença nas últimas três décadas e por outras também transmitidas pelo Aedes aegypt. Essas epidemias, explica o pesquisador nesta entrevista, devem continuar décadas adiante: “Ainda utilizamos o modelo de controle do mosquito que foi exitoso há 110 anos com Oswaldo Cruz”. Nem as águas de março que acabaram de fechar o verão são promessa de uma trégua. “Temos observado que, em algumas localidades do Brasil, o padrão de ocorrência da dengue tem se mantido estável mesmo fora do verão. Isso aponta o óbvio: a população e as autoridades sanitárias têm de atuar durante todo o ano, e não somente no verão. Infelizmente, isso não ocorre em um padrão homogêneo”, ensina Cunha, que comemora, no entanto, abordagens promissoras para o controle do mosquito e vê uma melhora da vigilância nas últimas décadas.

Ciência Hoje: O Brasil sofreu recentemente com grandes surtos de dengue, zika e febre amarela. Devemos esperar novos surtos em breve? O que dizem os dados epidemiológicos? Rivaldo Venâncio da Cunha: As doenças transmitidas pelo Aedes continuarão ocorrendo nos próximos 20 ou 30 anos. Por que continuarão ocorrendo? Porque utilizamos o modelo de controle do mosquito que foi exitoso há 110 anos com Oswaldo Cruz e, depois, com Clementino Fraga e outros. Se não houver uma nova abordagem para controle do vetor, continuaremos tendo epidemias, porque, infelizmente, as questões estruturais da sociedade permanecem praticamente inalteradas. Essa bárbara segregação social que o Brasil tem, esse apartheid social, que é fruto de séculos, criou condições para haver comunidades extremamente vulneráveis, onde a coleta do lixo, quando existe, é feita de forma inadequada, e nas quais o fornecimento de água é irregular. São lugares onde o Estado inexiste. Há comunidades em que policiais não podem entrar a qualquer hora, imagine um agente de controle de vetores. Essa complexidade urbana não aparenta que será modificada nos próximos anos.

CUNHA, Rivaldo Venâncio da. Em Busca de Novas Armas Contra o Aedes Aegypt. Ciência Hoje, São Paulo, n.353, abr. 2019. Entrevista concedida a Valquíria Daher. Disponível em: http://cienciahoje.org.br/artigo/em-busca-de-novasarmas- contra-o-aedes-aegypt/. Acessado em 27 de abril de 2019.

Um texto deve manter seus elementos ligados entre si como forma de assegurar sua coesão. Sendo assim, existem várias formas de manutenção da coesão textual. Considerando esse aspecto, é correto afirmar, sobre a entrevista (texto 2), que

 

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