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Foram encontradas 341 questões.

1937868 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: UECE
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TEXTO 5

Pela primeira vez na história, nova geração tem QI mais baixo que seus antecessores

A BBC News Brasil publicou uma matéria explicando um novo fenômeno em que a geração atual está demonstrando um QI (Quociente de inteligência) mais baixo do que a anterior. Conhecidos como "nativos digitais", esses são os primeiros filhos com QI inferior aos pais e estão sendo registrados em diversos países ao redor do mundo, incluindo Noruega, Dinamarca, Finlândia, Holanda, França, etc. De acordo com o neurocientista francês Michel Desmurget, o QI diminui proporcionalmente ao uso da TV e videogame.

Os testes de QI têm apontado que as novas gerações são menos inteligentes que as anteriores, mas ainda não há uma comprovação do porquê isso está acontecendo. Desmurget diz que a poluição e exposição a telas podem ser fatores muito influentes atualmente. A saúde, concentração e memória, que contribuem para um QI mais alto, podem ser facilmente prejudicadas por pesticidas inalados no ar e perturbação do sono, respectivamente.

O neurocientista deu outros exemplos do porquê o uso de dispositivos digitais pode afetar nossa inteligência. Quanto mais tempo passamos num computador ou celular, temos menos interações pessoais reais, a prática de outros exercícios e atividades diminuem e a qualidade do sono é reduzida. Isso resulta em distúrbios na concentração, aprendizagem e impulsividade, além do sedentarismo que pode afetar a maturação cerebral.

O neurocientista também diz que nosso cotidiano contribui para a evolução do nosso QI. A nossa forma de vida modifica tanto a estrutura quanto o funcionamento do cérebro. Por isso, o tempo em frente a uma tela poderia diminuir o trabalho intelectual, já que não estaríamos praticando outras atividades para manter nosso cérebro sempre bem treinado em outras funções.

Apesar da análise, Desmurget defende que a revolução digital não é maléfica ou algo que deve ser interrompido. Muitas pessoas trabalham com ferramentas digitais. Softwares e soluções como a internet vieram para facilitar nossos trabalhos, interações à longa distância e cotidiano também. A crítica feita pelo neurocientista é relacionada à falta de "exercitação" do cérebro das gerações atuais, o que resultou em um QI mais baixo que a anterior pela primeira vez na história.

CANCELIER, Mariela. Pela primeira vez na história, nova geração tem QI mais baixo que seus antecessores. Mundo conectado.com.br. 31 de outubro de 2020.

No texto 5, a frase “A nossa forma de vida modifica tanto a estrutura quanto o funcionamento do cérebro” (linhas 139-141) relaciona-se a uma série de argumentos apontados pelo neurocientista Michel Desmurget. Atente para os trechos do texto apresentados a seguir e assinale o que NÃO corresponde a um fator para o QI das gerações atuais ser mais baixo do que o das anteriores.

 

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1937867 Ano: 2020
Disciplina: Física
Banca: UECE
Orgão: UECE
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Um objeto em movimento, cujas dimensões podem ser desprezadas em relação ao tamanho de sua trajetória, tem sua energia cinética mudada de 5J para 3J pela ação de uma única força. O trabalho total realizado sobre esse corpo durante essa mudança em sua energia cinética é, em J,

 

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1937866 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: UECE
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TEXTO 5

Pela primeira vez na história, nova geração tem QI mais baixo que seus antecessores

A BBC News Brasil publicou uma matéria explicando um novo fenômeno em que a geração atual está demonstrando um QI (Quociente de inteligência) mais baixo do que a anterior. Conhecidos como "nativos digitais", esses são os primeiros filhos com QI inferior aos pais e estão sendo registrados em diversos países ao redor do mundo, incluindo Noruega, Dinamarca, Finlândia, Holanda, França, etc. De acordo com o neurocientista francês Michel Desmurget, o QI diminui proporcionalmente ao uso da TV e videogame.

Os testes de QI têm apontado que as novas gerações são menos inteligentes que as anteriores, mas ainda não há uma comprovação do porquê isso está acontecendo. Desmurget diz que a poluição e exposição a telas podem ser fatores muito influentes atualmente. A saúde, concentração e memória, que contribuem para um QI mais alto, podem ser facilmente prejudicadas por pesticidas inalados no ar e perturbação do sono, respectivamente.

O neurocientista deu outros exemplos do porquê o uso de dispositivos digitais pode afetar nossa inteligência. Quanto mais tempo passamos num computador ou celular, temos menos interações pessoais reais, a prática de outros exercícios e atividades diminuem e a qualidade do sono é reduzida. Isso resulta em distúrbios na concentração, aprendizagem e impulsividade, além do sedentarismo que pode afetar a maturação cerebral.

O neurocientista também diz que nosso cotidiano contribui para a evolução do nosso QI. A nossa forma de vida modifica tanto a estrutura quanto o funcionamento do cérebro. Por isso, o tempo em frente a uma tela poderia diminuir o trabalho intelectual, já que não estaríamos praticando outras atividades para manter nosso cérebro sempre bem treinado em outras funções.

Apesar da análise, Desmurget defende que a revolução digital não é maléfica ou algo que deve ser interrompido. Muitas pessoas trabalham com ferramentas digitais. Softwares e soluções como a internet vieram para facilitar nossos trabalhos, interações à longa distância e cotidiano também. A crítica feita pelo neurocientista é relacionada à falta de "exercitação" do cérebro das gerações atuais, o que resultou em um QI mais baixo que a anterior pela primeira vez na história.

CANCELIER, Mariela. Pela primeira vez na história, nova geração tem QI mais baixo que seus antecessores. Mundo conectado.com.br. 31 de outubro de 2020.

No texto 5, a referência a Michel Desmurget é apresentada de várias formas: “neurocientista francês” (linha 110), “Desmurget” (linhas 117 e 147), “neurocientista” (linhas 125, 137 e 155). Isso ocorre porque o autor

 

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1937865 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: UECE
Orgão: UECE
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Atente para a seguinte citação que, em parte, reflete a concepção hobbesiana sobre a origem do ordenamento social:

“Devemos, portanto, concluir que a origem de todas as grandes e duradouras sociedades não provém da boa vontade recíproca que os homens tivessem uns para com os outros, mas do medo recíproco que uns tinham dos outros”.

Hobbes. Thomas. Do cidadão. São Paulo: Martins Fontes, 1992. P.32.

Com base na citação acima e atentando para a compreensão que possuía Thomas Hobbes a respeito da origem da sociedade, é correto afirmar que

 

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1937864 Ano: 2020
Disciplina: Geografia
Banca: UECE
Orgão: UECE
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A geopolítica atual da Nova Ordem Mundial diferencia-se do cenário configurado no âmbito da ordem da Guerra Fria pelo fato de

 

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1937863 Ano: 2020
Disciplina: Física
Banca: UECE
Orgão: UECE
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O níquel cromo é uma liga metálica muito utilizada na confecção de resistências para aquecimento em eletrodomésticos, como chuveiros elétricos e ferros de passar. Considere um resistor confeccionado a partir de um fio de níquel cromo disposto em linha reta sobre uma mesa isolante. Considere que as duas extremidades do fio estão conectadas a uma bateria de 9 V. Suponha que um condutor, que chamaremos de “ponta de prova”, seja conectado eletricamente a um ponto do fio de níquel cromo, de modo que possa deslizar ao longo de toda a extensão desse resistor sem perder contato elétrico. Medindo a diferença de potencial entre a ponta de prova (VPP) e o terminal positivo da bateria (V+), é correto afirmar que !$ \varDelta !$ V=VPPV+ pode variar entre

 

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1937862 Ano: 2020
Disciplina: Filosofia
Banca: UECE
Orgão: UECE
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O trecho que se apresenta a seguir trata da compreensão de Agostinho de Hipona sobre a origem do mal e do pecado:

“Logo só me resta concluir: tudo o que é igual ou superior à mente que exerce seu natural senhorio e acha-se dotada de virtude não pode fazer dela escrava da paixão. Não há nenhuma outra realidade que torne a mente cúmplice da paixão a não ser a própria vontade e o livre-arbítrio”.

Santo Agostinho. O livre-arbítrio. São Paulo: Paulus, 1995. P.52.

No que diz respeito ao conceito de livre-arbítrio e à origem do mal na obra filosófica de Agostinho de Hipona, considere as seguintes afirmações:

I. Para Agostinho, o livre-arbítrio é sempre um bem concedido ao homem por Deus, mesmo que o homem utilize-o de forma errônea, o que provoca o mal.

II. Em concordância com a tradição dos pensamentos maniqueísta e neoplatônico, Santo Agostinho defendia a visão dualista de um mundo em perpétua luta entre o Bem e o Mal.

III. Segundo o bispo de Hipona, o mal não possui ser, não pertence à ordem, ele é a corrupção do ser e é de inteira responsabilidade do homem, enquanto ser livre.

É correto o que se afirma em

 

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1937861 Ano: 2020
Disciplina: Geografia
Banca: UECE
Orgão: UECE
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As sucessivas transformações engendradas pela ação humana que acometem o planeta, considerando-se as determinações do capitalismo, em suas manifestações críticas e contraditórias, e a generalização do mercado e da propriedade privada, podem ser adequadamente compreendidas sob a perspectiva

 

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1937860 Ano: 2020
Disciplina: Física
Banca: UECE
Orgão: UECE
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Ondas eletromagnéticas diferem de ondas sonoras por diversos aspectos, dentre os quais encontra-se o fato de que

 

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1937859 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: UECE
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TEXTO 5

Pela primeira vez na história, nova geração tem QI mais baixo que seus antecessores

A BBC News Brasil publicou uma matéria explicando um novo fenômeno em que a geração atual está demonstrando um QI (Quociente de inteligência) mais baixo do que a anterior. Conhecidos como "nativos digitais", esses são os primeiros filhos com QI inferior aos pais e estão sendo registrados em diversos países ao redor do mundo, incluindo Noruega, Dinamarca, Finlândia, Holanda, França, etc. De acordo com o neurocientista francês Michel Desmurget, o QI diminui proporcionalmente ao uso da TV e videogame.

Os testes de QI têm apontado que as novas gerações são menos inteligentes que as anteriores, mas ainda não há uma comprovação do porquê isso está acontecendo. Desmurget diz que a poluição e exposição a telas podem ser fatores muito influentes atualmente. A saúde, concentração e memória, que contribuem para um QI mais alto, podem ser facilmente prejudicadas por pesticidas inalados no ar e perturbação do sono, respectivamente.

O neurocientista deu outros exemplos do porquê o uso de dispositivos digitais pode afetar nossa inteligência. Quanto mais tempo passamos num computador ou celular, temos menos interações pessoais reais, a prática de outros exercícios e atividades diminuem e a qualidade do sono é reduzida. Isso resulta em distúrbios na concentração, aprendizagem e impulsividade, além do sedentarismo que pode afetar a maturação cerebralC.

O neurocientista também diz que nosso cotidiano contribui para a evolução do nosso QI. A nossa forma de vida modifica tanto a estrutura quanto o funcionamento do cérebro. Por isso, o tempo em frente a uma tela poderia diminuir o trabalho intelectual, já que não estaríamos praticando outras atividades para manter nosso cérebro sempre bem treinado em outras funções.

Apesar da análise, Desmurget defende que a revolução digital não é maléfica ou algo que deve ser interrompido. Muitas pessoas trabalham com ferramentas digitais. Softwares e soluções como a internet vieram para facilitar nossos trabalhos, interações à longa distância e cotidiano também. A crítica feita pelo neurocientista é relacionada à falta de "exercitação" do cérebro das gerações atuais, o que resultou em um QI mais baixo que a anterior pela primeira vez na história.

CANCELIER, Mariela. Pela primeira vez na história, nova geração tem QI mais baixo que seus antecessores. Mundo conectado.com.br. 31 de outubro de 2020.

Conectivos são palavras ou expressões que interligam as frases, períodos, orações, parágrafos, permitindo a sequência de ideias. O papel é desempenhado, sobretudo, pelas conjunções, palavras invariáveis usadas para ligar os termos e orações em um período. Além disso, alguns advérbios e pronomes também podem exercer essa função. De acordo com o sentido intentado pelo autor, o conectivo destacado apresenta a ideia de

 

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