Foram encontradas 50 questões.
O diagrama lógico abaixo pode ser descrito por alguns tipos de proposições.
Qual das seguintes alternativas traz uma proposição que corresponde a este diagrama?
Qual das seguintes alternativas traz uma proposição que corresponde a este diagrama?
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Uma revendedora de salgados tem um custo fixo de R$ 425,00 e variável de R$ 28,00 por pacote, a cada pedido que busca em seu fornecedor. Se ela está vendendo os pacotes a R$ 45,00 cada, qual deve ser a quantidade mínima de pacotes pedidos para que ela cubra pelo menos o seu custo?
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Murilo comprou 40 bilhetes de uma rifa da qual foram vendidos 1000, mas deu 10 dos seus bilhetes para Célia. Em quanto ele reduziu a sua probabilidade de ganhar?
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Marcos está planejando colocar um piso novo em sua sala de estar e em um pequeno corredor, ambos com formato retangular. Se a sala tem 6 metros de comprimento por 4 metros de largura e o corredor tem 2 metros de comprimento e 1,5 metros de largura, qual será a metragem de cerâmica usada?
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Leia com atenção as colunas abaixo:
Coluna 01:
(__)Não fui à festa ______ estava cansado.
(__)______ você não veio ao encontro ontem?
(__)Não entendo o ______ de tanta confusão.
(__)Ele estava triste, ______?
Coluna 02:
I.porquê.
II.porque.
III.por quê.
IV.por que.
Correlacione ambas as colunas de acordo com o uso adequado dos porquês. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta:
Coluna 01:
(__)Não fui à festa ______ estava cansado.
(__)______ você não veio ao encontro ontem?
(__)Não entendo o ______ de tanta confusão.
(__)Ele estava triste, ______?
Coluna 02:
I.porquê.
II.porque.
III.por quê.
IV.por que.
Correlacione ambas as colunas de acordo com o uso adequado dos porquês. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta:
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Leia com atenção as afirmativas abaixo:
I.Ele teve um mau desempenho na prova de matemática.
II.O cachorro estava com um mau cheiro depois de brincar na lama.
III.Acordei me sentindo mau e decidi não ir ao trabalho. IV.O filme foi tão mau dirigido que ninguém gostou.
V.Eles chegaram muito mau preparados para a apresentação.
Em quais afirmativas lidas o uso do termo "mau" está incorreto?
I.Ele teve um mau desempenho na prova de matemática.
II.O cachorro estava com um mau cheiro depois de brincar na lama.
III.Acordei me sentindo mau e decidi não ir ao trabalho. IV.O filme foi tão mau dirigido que ninguém gostou.
V.Eles chegaram muito mau preparados para a apresentação.
Em quais afirmativas lidas o uso do termo "mau" está incorreto?
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Estamos na era do déficit de atenção?
Posso apostar que uma parcela daqueles que estão
lendo este texto agora anda tendo dificuldade para
manter o foco. Ler, por exemplo, tem se tornado mais
difícil, porque qualquer ruído, qualquer notificação que
chega no celular já é suficiente para nos deixar
dispersos.
Já se fala, inclusive, numa cultura do déficit de atenção.
Não estou falando do TDAH (o transtorno de déficit de
atenção e hiperatividade), cujas taxas de diagnóstico são
cada vez maiores no mundo todo, mas do fato que
parece que estamos cada vez mais distraídos.
Somos bombardeados o tempo todo, o dia todo, com
todo tipo de informação, com todo tipo de estímulo. Dos
vídeos ultracurtos do TikTok à imensa variedade de
conteúdos a que estamos expostos − áudios no
WhatsApp, memes, emojis, stories no Instagram, só para
citar alguns com os quais interagimos o dia inteiro − tudo
incita permanentemente a nossa cognição. O resultado é
que a capacidade para sustentar o foco vai ficando
prejudicada.
Eis um dado que pode ajudar a dimensionar o que eu
estou falando. Uma pesquisa do Centro de Estudos
sobre a Atenção do King's College, de Londres, mostrou
que, no Reino Unido, os adultos subestimam a
frequência com que verificam seus smartphones.
Enquanto a maioria acha que dá uma checadinha no
celular só 25 vezes ao dia (eu diria que isso já é muito), o
que dados sugerem é que, lá, os números chegam a 80
vezes ao dia.
Como manter-se concentrado se, em apenas uma hora,
considerando o exemplo acima, desviamos o foco do
que fazemos para dar uma espiada no celular ao menos
três vezes?
Embora não possamos afirmar que realmente a nossa
capacidade de atenção diminuiu, por falta de estudos de
longo prazo, o que se pode dizer, baseando-se em
várias pesquisas, é que as pessoas têm tido, sim, a
percepção de uma redução na capacidade de
manterem-se concentradas.
Pesquisas também têm mostrado que a tecnologia é
uma das responsáveis por isso. Desviar a atenção entre
redes sociais, smartphones, tablets, internet, televisão,
rádio ou outros meios de comunicação prejudica a
capacidade de realizar tarefas simples.
A questão é que muitas pessoas − entre 3% e 6% da
população mundial − têm apelado para remédios para
tratar o TDAH, os chamados psicoestimulantes, como
solução para uma condição que parece fazer parte
desse mundo em que vivemos. Acontece que o uso
abusivo desses medicamentos, e sem orientação
médica, traz grande prejuízo à saúde mental.
O que fazer, então, dado que todos nós precisamos
fazer uso dessas tecnologias para trabalhar, para nos
locomover, para pagar as contas e até para nos
relacionarmos?
Dado que o cardápio de coisas que temos à nossa
disposição e que são capazes de nos distrair é gigante e
dado que temos tarefas a cumprir no dia a dia, a
sugestão é fazer algo bem simples: uma listinha das
suas prioridades em ordem decrescente. Isso irá ajudá-lo
a concentrar a energia naquilo que é mais importante, ao
invés de querer dividir a atenção entre todos os itens da
lista.
Enquanto está trabalhando, procure desligar as
notificações do seu celular e do seu computador ou
deixe o seu celular no mudo. Tal atitude, com o tempo,
vai auxiliá-lo a habituar-se a manter a atenção
concentrada ao menos durante um período do dia.
https://forbes.com.br/forbessaude/2024/05/arthur-guerra-estamos-na-er
a-do-deficit-de-atencao/
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Estamos na era do déficit de atenção?
Posso apostar que uma parcela daqueles que estão
lendo este texto agora anda tendo dificuldade para
manter o foco. Ler, por exemplo, tem se tornado mais
difícil, porque qualquer ruído, qualquer notificação que
chega no celular já é suficiente para nos deixar
dispersos.
Já se fala, inclusive, numa cultura do déficit de atenção.
Não estou falando do TDAH (o transtorno de déficit de
atenção e hiperatividade), cujas taxas de diagnóstico são
cada vez maiores no mundo todo, mas do fato que
parece que estamos cada vez mais distraídos.
Somos bombardeados o tempo todo, o dia todo, com
todo tipo de informação, com todo tipo de estímulo. Dos
vídeos ultracurtos do TikTok à imensa variedade de
conteúdos a que estamos expostos − áudios no
WhatsApp, memes, emojis, stories no Instagram, só para
citar alguns com os quais interagimos o dia inteiro − tudo
incita permanentemente a nossa cognição. O resultado é
que a capacidade para sustentar o foco vai ficando
prejudicada.
Eis um dado que pode ajudar a dimensionar o que eu
estou falando. Uma pesquisa do Centro de Estudos
sobre a Atenção do King's College, de Londres, mostrou
que, no Reino Unido, os adultos subestimam a
frequência com que verificam seus smartphones.
Enquanto a maioria acha que dá uma checadinha no
celular só 25 vezes ao dia (eu diria que isso já é muito), o
que dados sugerem é que, lá, os números chegam a 80
vezes ao dia.
Como manter-se concentrado se, em apenas uma hora,
considerando o exemplo acima, desviamos o foco do
que fazemos para dar uma espiada no celular ao menos
três vezes?
Embora não possamos afirmar que realmente a nossa
capacidade de atenção diminuiu, por falta de estudos de
longo prazo, o que se pode dizer, baseando-se em
várias pesquisas, é que as pessoas têm tido, sim, a
percepção de uma redução na capacidade de
manterem-se concentradas.
Pesquisas também têm mostrado que a tecnologia é
uma das responsáveis por isso. Desviar a atenção entre
redes sociais, smartphones, tablets, internet, televisão,
rádio ou outros meios de comunicação prejudica a
capacidade de realizar tarefas simples.
A questão é que muitas pessoas − entre 3% e 6% da
população mundial − têm apelado para remédios para
tratar o TDAH, os chamados psicoestimulantes, como
solução para uma condição que parece fazer parte
desse mundo em que vivemos. Acontece que o uso
abusivo desses medicamentos, e sem orientação
médica, traz grande prejuízo à saúde mental.
O que fazer, então, dado que todos nós precisamos
fazer uso dessas tecnologias para trabalhar, para nos
locomover, para pagar as contas e até para nos
relacionarmos?
Dado que o cardápio de coisas que temos à nossa
disposição e que são capazes de nos distrair é gigante e
dado que temos tarefas a cumprir no dia a dia, a
sugestão é fazer algo bem simples: uma listinha das
suas prioridades em ordem decrescente. Isso irá ajudá-lo
a concentrar a energia naquilo que é mais importante, ao
invés de querer dividir a atenção entre todos os itens da
lista.
Enquanto está trabalhando, procure desligar as
notificações do seu celular e do seu computador ou
deixe o seu celular no mudo. Tal atitude, com o tempo,
vai auxiliá-lo a habituar-se a manter a atenção
concentrada ao menos durante um período do dia.
https://forbes.com.br/forbessaude/2024/05/arthur-guerra-estamos-na-er
a-do-deficit-de-atencao/
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Estamos na era do déficit de atenção?
Posso apostar que uma parcela daqueles que estão
lendo este texto agora anda tendo dificuldade para
manter o foco. Ler, por exemplo, tem se tornado mais
difícil, porque qualquer ruído, qualquer notificação que
chega no celular já é suficiente para nos deixar
dispersos.
Já se fala, inclusive, numa cultura do déficit de atenção.
Não estou falando do TDAH (o transtorno de déficit de
atenção e hiperatividade), cujas taxas de diagnóstico são
cada vez maiores no mundo todo, mas do fato que
parece que estamos cada vez mais distraídos.
Somos bombardeados o tempo todo, o dia todo, com
todo tipo de informação, com todo tipo de estímulo. Dos
vídeos ultracurtos do TikTok à imensa variedade de
conteúdos a que estamos expostos − áudios no
WhatsApp, memes, emojis, stories no Instagram, só para
citar alguns com os quais interagimos o dia inteiro − tudo
incita permanentemente a nossa cognição. O resultado é
que a capacidade para sustentar o foco vai ficando
prejudicada.
Eis um dado que pode ajudar a dimensionar o que eu
estou falando. Uma pesquisa do Centro de Estudos
sobre a Atenção do King's College, de Londres, mostrou
que, no Reino Unido, os adultos subestimam a
frequência com que verificam seus smartphones.
Enquanto a maioria acha que dá uma checadinha no
celular só 25 vezes ao dia (eu diria que isso já é muito), o
que dados sugerem é que, lá, os números chegam a 80
vezes ao dia.
Como manter-se concentrado se, em apenas uma hora,
considerando o exemplo acima, desviamos o foco do
que fazemos para dar uma espiada no celular ao menos
três vezes?
Embora não possamos afirmar que realmente a nossa
capacidade de atenção diminuiu, por falta de estudos de
longo prazo, o que se pode dizer, baseando-se em
várias pesquisas, é que as pessoas têm tido, sim, a
percepção de uma redução na capacidade de
manterem-se concentradas.
Pesquisas também têm mostrado que a tecnologia é
uma das responsáveis por isso. Desviar a atenção entre
redes sociais, smartphones, tablets, internet, televisão,
rádio ou outros meios de comunicação prejudica a
capacidade de realizar tarefas simples.
A questão é que muitas pessoas − entre 3% e 6% da
população mundial − têm apelado para remédios para
tratar o TDAH, os chamados psicoestimulantes, como
solução para uma condição que parece fazer parte
desse mundo em que vivemos. Acontece que o uso
abusivo desses medicamentos, e sem orientação
médica, traz grande prejuízo à saúde mental.
O que fazer, então, dado que todos nós precisamos
fazer uso dessas tecnologias para trabalhar, para nos
locomover, para pagar as contas e até para nos
relacionarmos?
Dado que o cardápio de coisas que temos à nossa
disposição e que são capazes de nos distrair é gigante e
dado que temos tarefas a cumprir no dia a dia, a
sugestão é fazer algo bem simples: uma listinha das
suas prioridades em ordem decrescente. Isso irá ajudá-lo
a concentrar a energia naquilo que é mais importante, ao
invés de querer dividir a atenção entre todos os itens da
lista.
Enquanto está trabalhando, procure desligar as
notificações do seu celular e do seu computador ou
deixe o seu celular no mudo. Tal atitude, com o tempo,
vai auxiliá-lo a habituar-se a manter a atenção
concentrada ao menos durante um período do dia.
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- Autores da EducaçãoPiaget
- Educação Infantil
- PsicopedagogiaTeorias do desenvolvimento e da aprendizagemPiaget: Psicologia Genética
- Jogos e suas Características: Pedagógicos, de Raciocínio e Psicomotor
De acordo com Piaget, qual é a importância dos jogos no ato de educar?
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Cadernos
Caderno Container