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Foram encontradas 50 questões.

3807651 Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDCAP
Orgão: UEFS
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O diagrama lógico abaixo pode ser descrito por alguns tipos de proposições.
Enunciado 4619741-1
Qual das seguintes alternativas traz uma proposição que corresponde a este diagrama?
 

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3807650 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: IDCAP
Orgão: UEFS
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Uma revendedora de salgados tem um custo fixo de R$ 425,00 e variável de R$ 28,00 por pacote, a cada pedido que busca em seu fornecedor. Se ela está vendendo os pacotes a R$ 45,00 cada, qual deve ser a quantidade mínima de pacotes pedidos para que ela cubra pelo menos o seu custo?
 

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3807649 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: IDCAP
Orgão: UEFS
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Murilo comprou 40 bilhetes de uma rifa da qual foram vendidos 1000, mas deu 10 dos seus bilhetes para Célia. Em quanto ele reduziu a sua probabilidade de ganhar?
 

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3807648 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: IDCAP
Orgão: UEFS
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Marcos está planejando colocar um piso novo em sua sala de estar e em um pequeno corredor, ambos com formato retangular. Se a sala tem 6 metros de comprimento por 4 metros de largura e o corredor tem 2 metros de comprimento e 1,5 metros de largura, qual será a metragem de cerâmica usada?
 

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3807647 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: UEFS
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Leia com atenção as colunas abaixo:

Coluna 01:
(__)Não fui à festa ______ estava cansado.
(__)______ você não veio ao encontro ontem?
(__)Não entendo o ______ de tanta confusão.
(__)Ele estava triste, ______?

Coluna 02:
I.porquê.
II.porque.
III.por quê.
IV.por que.

Correlacione ambas as colunas de acordo com o uso adequado dos porquês. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta:
 

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3807646 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: UEFS
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Leia com atenção as afirmativas abaixo:

I.Ele teve um mau desempenho na prova de matemática.
II.O cachorro estava com um mau cheiro depois de brincar na lama.
III.Acordei me sentindo mau e decidi não ir ao trabalho. IV.O filme foi tão mau dirigido que ninguém gostou.
V.Eles chegaram muito mau preparados para a apresentação.

Em quais afirmativas lidas o uso do termo "mau" está incorreto?
 

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3807645 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: UEFS
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Estamos na era do déficit de atenção?
Posso apostar que uma parcela daqueles que estão lendo este texto agora anda tendo dificuldade para manter o foco. Ler, por exemplo, tem se tornado mais difícil, porque qualquer ruído, qualquer notificação que chega no celular já é suficiente para nos deixar dispersos.
Já se fala, inclusive, numa cultura do déficit de atenção. Não estou falando do TDAH (o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade), cujas taxas de diagnóstico são cada vez maiores no mundo todo, mas do fato que parece que estamos cada vez mais distraídos.
Somos bombardeados o tempo todo, o dia todo, com todo tipo de informação, com todo tipo de estímulo. Dos vídeos ultracurtos do TikTok à imensa variedade de conteúdos a que estamos expostos − áudios no WhatsApp, memes, emojis, stories no Instagram, só para citar alguns com os quais interagimos o dia inteiro − tudo incita permanentemente a nossa cognição. O resultado é que a capacidade para sustentar o foco vai ficando prejudicada.
Eis um dado que pode ajudar a dimensionar o que eu estou falando. Uma pesquisa do Centro de Estudos sobre a Atenção do King's College, de Londres, mostrou que, no Reino Unido, os adultos subestimam a frequência com que verificam seus smartphones. Enquanto a maioria acha que dá uma checadinha no celular só 25 vezes ao dia (eu diria que isso já é muito), o que dados sugerem é que, lá, os números chegam a 80 vezes ao dia.
Como manter-se concentrado se, em apenas uma hora, considerando o exemplo acima, desviamos o foco do que fazemos para dar uma espiada no celular ao menos três vezes?
Embora não possamos afirmar que realmente a nossa capacidade de atenção diminuiu, por falta de estudos de longo prazo, o que se pode dizer, baseando-se em várias pesquisas, é que as pessoas têm tido, sim, a percepção de uma redução na capacidade de manterem-se concentradas.
Pesquisas também têm mostrado que a tecnologia é uma das responsáveis por isso. Desviar a atenção entre redes sociais, smartphones, tablets, internet, televisão, rádio ou outros meios de comunicação prejudica a capacidade de realizar tarefas simples.
A questão é que muitas pessoas − entre 3% e 6% da população mundial − têm apelado para remédios para tratar o TDAH, os chamados psicoestimulantes, como solução para uma condição que parece fazer parte desse mundo em que vivemos. Acontece que o uso abusivo desses medicamentos, e sem orientação médica, traz grande prejuízo à saúde mental.
O que fazer, então, dado que todos nós precisamos fazer uso dessas tecnologias para trabalhar, para nos locomover, para pagar as contas e até para nos relacionarmos?
Dado que o cardápio de coisas que temos à nossa disposição e que são capazes de nos distrair é gigante e dado que temos tarefas a cumprir no dia a dia, a sugestão é fazer algo bem simples: uma listinha das suas prioridades em ordem decrescente. Isso irá ajudá-lo a concentrar a energia naquilo que é mais importante, ao invés de querer dividir a atenção entre todos os itens da lista.
Enquanto está trabalhando, procure desligar as notificações do seu celular e do seu computador ou deixe o seu celular no mudo. Tal atitude, com o tempo, vai auxiliá-lo a habituar-se a manter a atenção concentrada ao menos durante um período do dia.
https://forbes.com.br/forbessaude/2024/05/arthur-guerra-estamos-na-er a-do-deficit-de-atencao/ 
De acordo com o texto, qual é a percepção das pessoas em relação à sua capacidade de atenção e quais são os fatores que a influenciam?
 

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3807644 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: UEFS
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Estamos na era do déficit de atenção?
Posso apostar que uma parcela daqueles que estão lendo este texto agora anda tendo dificuldade para manter o foco. Ler, por exemplo, tem se tornado mais difícil, porque qualquer ruído, qualquer notificação que chega no celular já é suficiente para nos deixar dispersos.
Já se fala, inclusive, numa cultura do déficit de atenção. Não estou falando do TDAH (o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade), cujas taxas de diagnóstico são cada vez maiores no mundo todo, mas do fato que parece que estamos cada vez mais distraídos.
Somos bombardeados o tempo todo, o dia todo, com todo tipo de informação, com todo tipo de estímulo. Dos vídeos ultracurtos do TikTok à imensa variedade de conteúdos a que estamos expostos − áudios no WhatsApp, memes, emojis, stories no Instagram, só para citar alguns com os quais interagimos o dia inteiro − tudo incita permanentemente a nossa cognição. O resultado é que a capacidade para sustentar o foco vai ficando prejudicada.
Eis um dado que pode ajudar a dimensionar o que eu estou falando. Uma pesquisa do Centro de Estudos sobre a Atenção do King's College, de Londres, mostrou que, no Reino Unido, os adultos subestimam a frequência com que verificam seus smartphones. Enquanto a maioria acha que dá uma checadinha no celular só 25 vezes ao dia (eu diria que isso já é muito), o que dados sugerem é que, lá, os números chegam a 80 vezes ao dia.
Como manter-se concentrado se, em apenas uma hora, considerando o exemplo acima, desviamos o foco do que fazemos para dar uma espiada no celular ao menos três vezes?
Embora não possamos afirmar que realmente a nossa capacidade de atenção diminuiu, por falta de estudos de longo prazo, o que se pode dizer, baseando-se em várias pesquisas, é que as pessoas têm tido, sim, a percepção de uma redução na capacidade de manterem-se concentradas.
Pesquisas também têm mostrado que a tecnologia é uma das responsáveis por isso. Desviar a atenção entre redes sociais, smartphones, tablets, internet, televisão, rádio ou outros meios de comunicação prejudica a capacidade de realizar tarefas simples.
A questão é que muitas pessoas − entre 3% e 6% da população mundial − têm apelado para remédios para tratar o TDAH, os chamados psicoestimulantes, como solução para uma condição que parece fazer parte desse mundo em que vivemos. Acontece que o uso abusivo desses medicamentos, e sem orientação médica, traz grande prejuízo à saúde mental.
O que fazer, então, dado que todos nós precisamos fazer uso dessas tecnologias para trabalhar, para nos locomover, para pagar as contas e até para nos relacionarmos?
Dado que o cardápio de coisas que temos à nossa disposição e que são capazes de nos distrair é gigante e dado que temos tarefas a cumprir no dia a dia, a sugestão é fazer algo bem simples: uma listinha das suas prioridades em ordem decrescente. Isso irá ajudá-lo a concentrar a energia naquilo que é mais importante, ao invés de querer dividir a atenção entre todos os itens da lista.
Enquanto está trabalhando, procure desligar as notificações do seu celular e do seu computador ou deixe o seu celular no mudo. Tal atitude, com o tempo, vai auxiliá-lo a habituar-se a manter a atenção concentrada ao menos durante um período do dia.
https://forbes.com.br/forbessaude/2024/05/arthur-guerra-estamos-na-er a-do-deficit-de-atencao/ 
Qual dos seguintes dados foi revelado pela pesquisa do Centro de Estudos sobre a Atenção do King's College, de Londres, em relação ao uso de smartphones no Reino Unido?
 

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3807643 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDCAP
Orgão: UEFS
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Estamos na era do déficit de atenção?
Posso apostar que uma parcela daqueles que estão lendo este texto agora anda tendo dificuldade para manter o foco. Ler, por exemplo, tem se tornado mais difícil, porque qualquer ruído, qualquer notificação que chega no celular já é suficiente para nos deixar dispersos.
Já se fala, inclusive, numa cultura do déficit de atenção. Não estou falando do TDAH (o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade), cujas taxas de diagnóstico são cada vez maiores no mundo todo, mas do fato que parece que estamos cada vez mais distraídos.
Somos bombardeados o tempo todo, o dia todo, com todo tipo de informação, com todo tipo de estímulo. Dos vídeos ultracurtos do TikTok à imensa variedade de conteúdos a que estamos expostos − áudios no WhatsApp, memes, emojis, stories no Instagram, só para citar alguns com os quais interagimos o dia inteiro − tudo incita permanentemente a nossa cognição. O resultado é que a capacidade para sustentar o foco vai ficando prejudicada.
Eis um dado que pode ajudar a dimensionar o que eu estou falando. Uma pesquisa do Centro de Estudos sobre a Atenção do King's College, de Londres, mostrou que, no Reino Unido, os adultos subestimam a frequência com que verificam seus smartphones. Enquanto a maioria acha que dá uma checadinha no celular só 25 vezes ao dia (eu diria que isso já é muito), o que dados sugerem é que, lá, os números chegam a 80 vezes ao dia.
Como manter-se concentrado se, em apenas uma hora, considerando o exemplo acima, desviamos o foco do que fazemos para dar uma espiada no celular ao menos três vezes?
Embora não possamos afirmar que realmente a nossa capacidade de atenção diminuiu, por falta de estudos de longo prazo, o que se pode dizer, baseando-se em várias pesquisas, é que as pessoas têm tido, sim, a percepção de uma redução na capacidade de manterem-se concentradas.
Pesquisas também têm mostrado que a tecnologia é uma das responsáveis por isso. Desviar a atenção entre redes sociais, smartphones, tablets, internet, televisão, rádio ou outros meios de comunicação prejudica a capacidade de realizar tarefas simples.
A questão é que muitas pessoas − entre 3% e 6% da população mundial − têm apelado para remédios para tratar o TDAH, os chamados psicoestimulantes, como solução para uma condição que parece fazer parte desse mundo em que vivemos. Acontece que o uso abusivo desses medicamentos, e sem orientação médica, traz grande prejuízo à saúde mental.
O que fazer, então, dado que todos nós precisamos fazer uso dessas tecnologias para trabalhar, para nos locomover, para pagar as contas e até para nos relacionarmos?
Dado que o cardápio de coisas que temos à nossa disposição e que são capazes de nos distrair é gigante e dado que temos tarefas a cumprir no dia a dia, a sugestão é fazer algo bem simples: uma listinha das suas prioridades em ordem decrescente. Isso irá ajudá-lo a concentrar a energia naquilo que é mais importante, ao invés de querer dividir a atenção entre todos os itens da lista.
Enquanto está trabalhando, procure desligar as notificações do seu celular e do seu computador ou deixe o seu celular no mudo. Tal atitude, com o tempo, vai auxiliá-lo a habituar-se a manter a atenção concentrada ao menos durante um período do dia.
https://forbes.com.br/forbessaude/2024/05/arthur-guerra-estamos-na-er a-do-deficit-de-atencao/ 
Qual é a recomendação dada para ajudar a manter a atenção concentrada durante o trabalho?
 

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3807692 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: IDCAP
Orgão: UEFS
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De acordo com Piaget, qual é a importância dos jogos no ato de educar?
Questão Anulada

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