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Cimento Asfáltico de Petróleo (CAP) é um material termossensível utilizado principalmente para aplicações em trabalhos de pavimentação, pois além de suas propriedades aglutinantes e impermeabilizantes, possui características de flexibilidade e alta resistência à ação da maioria dos ácidos inorgânicos, sais e álcalis. Os asfaltos diluídos (Cutbacks) são obtidos adicionando-se um solvente ou diluente aos asfaltos de petróleo normais. Com relação aos Cut-Backs, é CORRETO afirmar:
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Concreto é um material obtido pela mistura, em quantidades racionais, de cimento, agregados (graúdo e água), podendo conter aditivos que modificam suas características físicas e químicas, influenciando no seu desempenho. Um dos principais métodos Brasileiros utilizados na dosagem experimental do concreto é o método ACI/ABCP. Para execução da dosagem experimental é necessário conhecer o tipo de cimento a ser utilizado, nas propriedades físicas dos agregados e do cimento, análise granulométrica dos agregados, e definir a consistência do concreto fresco (slump test) e o fck desejado, assim como a classe de agressividade do ambiente no qual o concreto será utilizado. De acordo com a curva de Abrams utilizada nesse método em questão, é CORRETO afirmar:
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Argamassas são materiais de construção, com propriedades de aderência e endurecimento, obtidos a partir da mistura homogênea de um ou mais aglomerantes, agregado miúdo e água, podendo conter ainda aditivos e adições minerais. De acordo com a ABNT NBR 7215, determina-se a resistência à compressão do cimento Portland, através de uma mistura padrão, de argamassa de cimento Portland, contendo quatro frações de areia, cimento Portland e água. Segundo a ABNT NBR 7215, pode-se afirmar que o traço e a relação a/c (água/cimento) para confeccionar a argamassa normalizada são:
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Cimento Portland é a denominação técnica do material usualmente conhecido na construção civil como cimento. O cimento é um pó fino de coloração acinzentada, e possui propriedades aglutinantes que endurecem sob ação da água. A finura do cimento é uma de suas características definida durante o processo de fabricação, sendo um dos indicadores do seu comportamento nas pastas de argamassas e concreto de cimento Portland, que é caracterizada de acordo com a ABNT NBR 11579. Com relação à execução do experimento, utiliza-se, para determinação da finura do cimento, peneira granulométrica, massa da amostra e um tempo específico aproximado de peneiramento, cujo resultado é, respectivamente:
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Agregados são materiais particulados, incoesivos, de atividade química praticamente nula, constituídos de misturas de partículas cobrindo extensa gama de tamanhos. Os agregados podem ser classificados quanto à sua composição granulométrica, que é a expressão das proporções dos grãos de diferentes tamanhos. Através da ABNT NBR 7217 (Agregados - Determinação da composição granulométrica) essa composição é obtida através de ensaio laboratorial por peneiramento, cujos grãos são separados por faixas granulométricas, de acordo com a série de peneiras da ABNT. Foi realizado o ensaio para determinação da composição granulométrica de uma amostra de agregado miúdo coletado na cidade de Araruna-PB e obtiveram-se como resultados os dados apresentados no Quadro 1.
Quadro 1: Determinação da Composição Granulométrica de uma amostra de agregado miúdo
| Peneiras (mm) | Massa Retida(g) | % Retida (Porcentagem em Peso) | % Retida Acumulada (Porcentagem em Peso) |
| 4,76 | 0 | 0 | 0 |
| 2,38 | 8,52 | 1,70 | 1,70 |
| 1,19 | 60,23 | 12,04 | 13,74 |
| 0,59 | 170,56 | 34,09 | 47,83 |
| 0,297 | 200,44 | 40,06 | 87,89 |
| 0,149 | 50,47 | 10,09 | 97,98 |
| Fundo | 10,1 | 2,02 | 100 |
| Total | 500,32 | 100 |
De acordo com os dados apresentados no Quadro 1, o módulo de finura da amostra de agregado miúdo é:
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Na multidão (Ferreira Gullar)
Saio de casa e a confusão começa: ônibus passam –, que digo! – farfalham, tilintam, rosnam; bondes chiam e estridem; buzinas, explosões, batidos, apitos – estou em plena cidade brasileira!
Sair de casa cansa mais que trabalhar. Andar pelas ruas do Rio é quase tão estafante quanto quebrar pedras. Não vou, precisamente, para parte alguma a esta hora, não tenho pressa, mas.... Disparam lotações, voam automóveis, motocicletas, lambretas, um ciclista desliza milagrosamente no caos e dobra, lépido, a primeira esquina. O sinal fecha, as pessoas estacam de golpe, e ficam de motor roncando; outras atravessam entre os veículos, praguejam, e quase me atropelam quando abre o sinal: são pastas, embrulhos, quepes, batedeiras, relógios, enceradeiras, seres de um mundo velocíssimo, que a todos levam de roldão.
A todos nós, vítimas da Cidade gigantesca. Estou, cada dia que passa, mais certo de que o maior problema da vida moderna é a Cidade grande, monstruosamente grande, que nos oferece cubículos por casas e gasta nossas horas de ócio em infinitas e incômodas viagens.
Para uma cidade gigantesca não há água que chegue, não há transporte que chegue, não há pão, arroz, feijão, carne que cheguem. Uma cidade de três milhões de habitantes*, perdoem o paradoxo, é inabitável.
E como é triste ser um em três milhões: Pedro, Antônia, Gisela, Carlos? De quê? Carlos de Três Milhões Anônimos da Silva. Mais triste quando se tem dezoito anos, e mais triste ainda quando se tem trinta como se fossem dezoito. O jeito é comprar uma motocicleta, tirar o abafador e sair gritando pelo cano de descarga a notícia de nossa presença no mundo. Presença que nem a nossa cara, nem nosso nome, nem nossa voz conseguem afirmar, dissolvidas na multidão. Saudemos, pois, o homem anônimo. De blusão, de blue-jeans, de motocicleta, de lambreta, lá vai ele, o indivíduo contra a massa, João, filho de dona Maria.
*Em 2004, a população do Rio de Janeiro é de aproximadamente 6 milhões de habitantes, segundo dados do IBGE.
Fonte: Antologias (Crônica infanto-juvenil brasileira) Carlos Eduardo Novaes. São Paulo: Ática, 2005.
Analise as afirmações abaixo, relativas ao processo de estruturação de orações e períodos, e indique qual delas é a CORRETA:
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Na multidão (Ferreira Gullar)
Saio de casa e a confusão começa: ônibus passam –, que digo! – farfalham, tilintam, rosnam; bondes chiam e estridem; buzinas, explosões, batidos, apitos – estou em plena cidade brasileira!
Sair de casa cansa mais que trabalhar. Andar pelas ruas do Rio é quase tão estafante quanto quebrar pedras. Não vou, precisamente, para parte alguma a esta hora, não tenho pressa, mas.... Disparam lotações, voam automóveis, motocicletas, lambretas, um ciclista desliza milagrosamente no caos e dobra, lépido, a primeira esquina. O sinal fecha, as pessoas estacam de golpe, e ficam de motor roncando; outras atravessam entre os veículos, praguejam, e quase me atropelam quando abre o sinal: são pastas, embrulhos, quepes, batedeiras, relógios, enceradeiras, seres de um mundo velocíssimo, que a todos levam de roldão.
A todos nós, vítimas da Cidade gigantesca. Estou, cada dia que passa, mais certo de que o maior problema da vida moderna é a Cidade grande, monstruosamente grande, que nos oferece cubículos por casas e gasta nossas horas de ócio em infinitas e incômodas viagens.
Para uma cidade gigantesca não há água que chegue, não há transporte que chegue, não há pão, arroz, feijão, carne que cheguem. Uma cidade de três milhões de habitantes*, perdoem o paradoxo, é inabitável.
E como é triste ser um em três milhões: Pedro, Antônia, Gisela, Carlos? De quê? Carlos de Três Milhões Anônimos da Silva. Mais triste quando se tem dezoito anos, e mais triste ainda quando se tem trinta como se fossem dezoito. O jeito é comprar uma motocicleta, tirar o abafador e sair gritando pelo cano de descarga a notícia de nossa presença no mundo. Presença que nem a nossa cara, nem nosso nome, nem nossa voz conseguem afirmar, dissolvidas na multidão. Saudemos, pois, o homem anônimo. De blusão, de blue-jeans, de motocicleta, de lambreta, lá vai ele, o indivíduo contra a massa, João, filho de dona Maria.
*Em 2004, a população do Rio de Janeiro é de aproximadamente 6 milhões de habitantes, segundo dados do IBGE.
Fonte: Antologias (Crônica infanto-juvenil brasileira) Carlos Eduardo Novaes. São Paulo: Ática, 2005.
No âmbito da microestrutura textual, um recurso de coesão recorrente no texto é a repetição. Nesse sentido, avalie as explicações fornecidas na sequência:
I- No primeiro e segundo parágrafos do texto, predominam estruturas coordenadas seja de termos (buzinas, explosões, batidos, apitos) ou de orações (ônibus passam, farfalham, tilintam, rosnam; bondes chiam e estridem / Disparam lotações, voam automóveis, motocicletas, lambretas, um ciclista desliza milagrosamente no caos e dobra, lépido, a primeira esquina.), em consonância com o propósito de descrever diferentes cenários.
II- Em uma linguagem mais objetiva, a frase que inicia o quarto parágrafo assim poderia ser escrita: “Para uma cidade gigantesca não há água, transporte ou comida que cheguem”; porém o efeito de sentido não é o mesmo. A repetição da negação (não..., não..., não...), que incide sobre todo o período, além da repetição das orações adjetivas, dá um tom mais contundente à informação.
III- No quinto parágrafo do texto, seguindo com o propósito de enfatizar uma informação, o autor toma como tópico um termo da oração precedente e insere um comentário. Nessa estrutura em forma de adendo, ao termo “presença” segue-se uma oração adjetiva explicativa “que nem a nossa cara, nem nosso nome, nem nossa voz conseguem afirmar”.
É CORRETO o que se afirma em
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Na multidão (Ferreira Gullar)
Saio de casa e a confusão começa: ônibus passam –, que digo! – farfalham, tilintam, rosnam; bondes chiam e estridem; buzinas, explosões, batidos, apitos – estou em plena cidade brasileira!
Sair de casa cansa mais que trabalhar. Andar pelas ruas do Rio é quase tão estafante quanto quebrar pedras. Não vou, precisamente, para parte alguma a esta hora, não tenho pressa, mas.... Disparam lotações, voam automóveis, motocicletas, lambretas, um ciclista desliza milagrosamente no caos e dobra, lépido, a primeira esquina. O sinal fecha, as pessoas estacam de golpe, e ficam de motor roncando; outras atravessam entre os veículos, praguejam, e quase me atropelam quando abre o sinal: são pastas, embrulhos, quepes, batedeiras, relógios, enceradeiras, seres de um mundo velocíssimo, que a todos levam de roldão.
A todos nós, vítimas da Cidade gigantesca. Estou, cada dia que passa, mais certo de que o maior problema da vida moderna é a Cidade grande, monstruosamente grande, que nos oferece cubículos por casas e gasta nossas horas de ócio em infinitas e incômodas viagens.
Para uma cidade gigantesca não há água que chegue, não há transporte que chegue, não há pão, arroz, feijão, carne que cheguem. Uma cidade de três milhões de habitantes*, perdoem o paradoxo, é inabitável.
E como é triste ser um em três milhões: Pedro, Antônia, Gisela, Carlos? De quê? Carlos de Três Milhões Anônimos da Silva. Mais triste quando se tem dezoito anos, e mais triste ainda quando se tem trinta como se fossem dezoito. O jeito é comprar uma motocicleta, tirar o abafador e sair gritando pelo cano de descarga a notícia de nossa presença no mundo. Presença que nem a nossa cara, nem nosso nome, nem nossa voz conseguem afirmar, dissolvidas na multidão. Saudemos, pois, o homem anônimo. De blusão, de blue-jeans, de motocicleta, de lambreta, lá vai ele, o indivíduo contra a massa, João, filho de dona Maria.
*Em 2004, a população do Rio de Janeiro é de aproximadamente 6 milhões de habitantes, segundo dados do IBGE.
Fonte: Antologias (Crônica infanto-juvenil brasileira) Carlos Eduardo Novaes. São Paulo: Ática, 2005.
Avalie as proposições a seguir, que dizem respeito a aspectos globais do texto, sinalizando (V) verdadeiro ou (F) falso:
( ) No texto o autor descreve a rotina agitada das grandes cidades, aludindo aos problemas sociais decorrentes das demandas ali existentes e também ao ofuscamento das pessoas, que não interagem na multidão.
( ) Ao inserir na narrativa, que é predominantemente em 1ª pessoa, marcas de indeterminação, a exemplo do verbo no infinitivo e da partícula “se”, o autor promove a generalização dos fatos, tornando-os também atemporais, deixando claro que se está caracterizando um estilo de vida – no caso em questão, o dos grandes centros urbanos.
( ) Na descrição minuciosa do caos em que vivem as pessoas nas metrópoles, evidencia-se um certo incômodo do autor em relação ao barulho/ruído ali existente e, portanto, uma defesa da volta das pessoas à vida no campo, já que o equilíbrio e a felicidade das pessoas estaria na dependência desse ambiente.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é
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Analise o emprego das formas verbais em destaque nas notas expostas na sequência, retiradas da revista Veja, 10/02/21; após isso, levando em consideração a função dos verbos auxiliares, indique, nos parênteses, o número correspondente a cada uma das ocorrências.
| Prazo de validade Dependendo só de uma canetada de Jair Bolsonaro para passar por uma importante reorganização, a Polícia Federal VOLTOU A VIVER (1) sob fantasmas. Uma ala da cúpula do órgão diz que o atual diretor-geral, Rolando de Souza, tem prazo de validade: o fim do inquérito de Sérgio Moro no STF. Depois disso, ele sai para um cargo no exterior e Bolsonaro termina o serviço. |
| Cheguei primeiro! Apesar da destrambelhada lista de quase quarenta prioridades, o Planalto VAI LUTAR (2) com unhas e dentes mesmo é para pôr de pé o auxílio emergencial: “Precisamos fazer antes que o Congresso faça”, diz um ministro. |
| Ainda na esperança O Podemos de Álvaro Dias, que sonha com a filiação de Sérgio Moro, deve esperar até o segundo semestre para desistir do ex-ministro. Agora consultor, Moro TEM VIVIDO (3) na ponte aérea entre Brasil e Estados Unidos. |
| Jairzinho, paz e amor Bolsonaro vai usar a vitória no Congresso para adotar um novo discurso (já de olho em 2022, diga-se): o de democrata. Quem quer dar golpe, PASSARÁ A DIZER (4) o presidente, não faz aliança para governar. |
( ) Tempo composto – expressando ideia de repetição, com nuance de ação/processo frequente, em gradação.
( ) Locução verbal – imprimindo ideia de iminência de ação, ou seja, algo a se realizar em um futuro muito próximo.
( ) Locução verbal – imprimindo a ideia de mudança de ação, estando pressuposta a informação de que a ação ora em evidência não
existia anteriormente.
( ) Locução verbal – ideia de repetição, estando pressuposta a informação de que algo antes habitual fora interrompido.
A sequência CORRETA de correspondência é
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Faça a correspondência entre as funções indicadas em (1), (2) e (3) e as ocorrências sinalizadas nos fragmentos textuais da matéria
CORRIDA DE OBSTÁCULOS:
(1) Aposto (2) Oração Adjetiva explicativa (3) Oração Adjetiva restritiva
| “[...] Chegar até aqui, porém, não foi fácil porque percalços variados surgiram no caminho. [...] O caso mais grave ocorreu em Manaus. [...] Em outros estados, o mau exemplo veio de cima. Em Serra do Navio (AP), o secretário de Saúde, Randolpho Scooth, que não é médico ( ), recebeu uma das 89 doses enviadas ao município. No fim do ano de 2020, ele havia feito postagens criticando a CoronaVac, justamente o imunizante que tomou. Agora furou a fila para se imunizar antes de pessoas que teriam mais direito que ele ( ). “Trabalhamos para que não haja obstáculos que atrasem o avanço da vacinação” ( ), diz a Veja a subprocuradora-geral Célia Delgado, coordenadora do gabinete de acompanhamento da pandemia na Procuradoria-Geral da República. Na quarta-feira 3, a Anvisa retirou a exigência de testes da fase 3 no Brasil, o que abriu caminho para a aprovação do imunizante russo Sputnik V ( ) e [...] Cabe ao país evitar que prospere a máxima do personagem Macunaíma, o herói sem caráter ( ), da obra homônima de Mario de Andrade: “Pouca saúde, muita saúva, os males do Brasil são”. Enquanto a ciência viabilizou imunizantes em tempo recorde, e os órgãos de investigação apertam o cerco às formigas, os gestores públicos devem manter o foco: acelerar a vacinação para pavimentar a estrada que nos conduzirá no fim do pesadelo ( ). |
A sequência numérica CORRETA é
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Caderno Container