Paciente de 39 anos foi internado para investigação diagnóstica após ter acordado com hemiparesia à
direita e dificuldade para se comunicar. Foi diagnosticada pequena lesão cerebral, caracterizando
acidente vascular encefálico isquêmico. Após ter realizado avaliação da linguagem oral, o
fonoaudiólogo concluiu que o paciente apresentava afasia condutiva.
Durante a internação, foi realizada fonoterapia duas vezes na semana. A família do paciente,
presente e ativa durante toda a internação, mostrou-se muito ansiosa sobre o processo de recuperação
da linguagem. As informações que devem ser dadas à família em relação ao prognóstico de reabilitação
linguística incluem que há chances do caso evoluir:
Paciente de 39 anos foi internado para investigação diagnóstica após ter acordado com hemiparesia à
direita e dificuldade para se comunicar. Foi diagnosticada pequena lesão cerebral, caracterizando
acidente vascular encefálico isquêmico. Após ter realizado avaliação da linguagem oral, o
fonoaudiólogo concluiu que o paciente apresentava afasia condutiva.
De acordo com o diagnóstico fonoaudiológico, o desempenho de emissão, compreensão e repetição
esperado durante a avaliação de linguagem, respectivamente, é:
Considere um paciente encaminhado pelo neurologista para avaliação fonoaudiológica com queixa
de disfagia, que realizou videofluoroscopia da deglutição com o seguinte laudo: “Avaliação com a
consistência líquida (IDDSI 0) evidenciou dinâmica orofaríngea adequada, sem sinais de
penetração/aspiração laringotraqueal. Com as consistências pastosa (IDDSI 4) e sólida (IDDSI 7), foi
observada fase oral e dinâmica hiolaríngea adequadas, cinco deglutições por oferta e estase faríngea,
com penetração laríngea após a deglutição. Diante do laudo da videofluoroscopia apresentado, as
estratégias terapêuticas que devem ser indicadas são:
Uma paciente foi internada na enfermaria da clínica médica para investigação etiológica de paralisia
facial. A avaliação fonoaudiológica evidenciou redução da mobilidade dos músculos frontal, corrugador do
supercílio, prócero, levantador da asa do nariz, orbicular dos olhos e da boca, zigomático, risório e
bucinador. Não foram encontradas alterações de sensibilidade. O tipo de paralisia facial encontrado, a via
motora lesionada e a terapêutica adequada para esse caso, respectivamente, são:
No boletim operatório de um paciente submetido à endarterectomia de carótida direita, havia relato
de grande manipulação do nervo laríngeo recorrente e hipoglosso. Nesse caso, espera-se que os
achados estruturais encontrados e a alteração funcional correspondente, respectivamente, sejam:
O distúrbio alimentar pediátrico (DAP) ocorre quando a criança não apresenta uma ingestão oral
adequada para a idade, podendo estar relacionado a questões médicas, nutricionais, psicossociais e/ou a
questões de habilidade alimentar. Considerando esses quatro domínios, para contribuir no manejo desse
perfil de paciente, o fonoaudiólogo deve:
Menina de 2 anos e 6 meses foi encaminhada para avaliação fonoaudiológica devido a dificuldades
na alimentação desde o início da introdução alimentar. A mãe relata que a criança apresenta engasgos
frequentes, recusa alimentar para sólidos e fadiga durante as refeições. No exame clínico, observaram-se
hipotonia orofacial, atraso no desenvolvimento das habilidades mastigatórias e escape anterior de
alimento durante a deglutição. A criança tem diagnóstico de disfagia orofaríngea pediátrica de grau
moderado, com risco de aspiração para líquidos finos. Com base no caso clínico, a estratégia que pode
ser utilizada para auxiliar no tratamento dessa disfagia é:
A avaliação clínica fonoaudiológica da disfagia infantil é dividida em anamnese, avaliação estrutural e
avaliação funcional. Para cada tipo de avaliação, existe uma estratégia adequada para obter o melhor
panorama da execução da função avaliada. Na avaliação estrutural, o fonoaudiólogo deve:
Menina de 3 anos, nascida a termo, sem intercorrências no período neonatal e sem histórico de
comorbidades, desde o nascimento, apresentou dificuldades na alimentação, caracterizadas por
engasgos frequentes e tosse durante a amamentação. No primeiro ano de vida, episódios de desconforto
alimentar foram observados, levando à introdução alimentar cautelosa. Aos 6 meses, foi submetida à
videofluoroscopia da deglutição, que evidenciou episódios de aspiração silenciosa. Com o crescimento,
houve melhora progressiva dos sintomas, e, atualmente, sua alimentação é considerada funcional, sem
sinais de disfagia evidente. Com base na descrição do caso, avalia-se que o quadro da paciente: