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Idoso de 70 anos, morador de Itaguaí, sofreu queda da própria altura com fratura do colo do fêmur. Após cirurgia realizada em hospital universitário estadual, teve alta com encaminhamento para iniciar fisioterapia em local próximo à sua casa. Essa ação é estimulada pela direção estadual do SUS e consiste em:
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Bebê de 1 ano de idade é levado ao hospital apresentando quadro de desconforto ventilatório moderado, batimento de asa de nariz, retração intercostal e cianose periférica. Foi admitido na unidade de terapia intensiva pediátrica e acoplado à oxigenoterapia e VNI com IPAP de 10cmH2O e EPAP de 6cmH2O. A fisioterapeuta, ao realizar a ausculta pulmonar, identificou a presença de estertores crepitantes e roncos esparsos. A gasometria arterial, após 30 minutos de VNI, apresentou os seguintes resultados: pH = 7,30; PaO2 = 50mmHg; PaCO2 = 60mmHg; HCO3- = 23mmol/L; BE = +1mmol/L e SaO2 = 88%. A fisioterapeuta ajustou a IPAP para 14cmH2O e a EPAP para 8cmH2O. A resposta fisiológica esperada, após a intervenção, é:
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De acordo com o caso clínico abaixo, responda às questões de números 22 e 23.
Criança de 2 meses de idade, cursou, nos últimos dias, com quadro de coriza, febre, tosse produtiva, moderado desconforto ventilatório e cianose central. Sua mãe levou-o à emergência para atendimento.
Ao exame físico, a fisioterapeuta identificou a saturação periférica de oxigênio em 91%, batimento de asa de nariz e tiragem subcostal. Na ausculta pulmonar, verificou a presença de sibilos e roncos esparsos. A técnica de fisioterapia respiratória indicada para esse paciente é:
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De acordo com o caso clínico abaixo, responda às questões de números 22 e 23.
Criança de 2 meses de idade, cursou, nos últimos dias, com quadro de coriza, febre, tosse produtiva, moderado desconforto ventilatório e cianose central. Sua mãe levou-o à emergência para atendimento.
Um dos fatores que predispõem ao quadro de insuficiência respiratória apresentado pela criança é a:
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De acordo com o caso clínico abaixo, responda às questões de números 18 a 21.
Mulher de 35 anos, primigesta, entra em trabalho de parto prematuro com 26 semanas de gestação. Seu filho nasce com 30 semanas de idade gestacional, pesando 980g. Ao exame físico, o bebê apresenta Apgar 7/9, frequência cardíaca maior que 100bpm, respiração espontânea, com desconforto respiratório moderado e cianose. Ao chegar à unidade de terapia intensiva neonatal, o fisioterapeuta inicia a pressão positiva contínua em vias aéreas (CPAP) via máscara nasal.
Ao completar 35 semanas de idade gestacional corrigida, o fisioterapeuta inicia o protocolo de estimulação sensório-motora no bebê e percebe que o RN começa a bocejar, o que indica:
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De acordo com o caso clínico abaixo, responda às questões de números 18 a 21.
Mulher de 35 anos, primigesta, entra em trabalho de parto prematuro com 26 semanas de gestação. Seu filho nasce com 30 semanas de idade gestacional, pesando 980g. Ao exame físico, o bebê apresenta Apgar 7/9, frequência cardíaca maior que 100bpm, respiração espontânea, com desconforto respiratório moderado e cianose. Ao chegar à unidade de terapia intensiva neonatal, o fisioterapeuta inicia a pressão positiva contínua em vias aéreas (CPAP) via máscara nasal.
Após duas semanas de vida, o neonato respira espontaneamente em ar ambiente e encontra-se clinicamente estável. Durante a avaliação, o fisioterapeuta percebe movimentos respiratórios intercalados, com pausa respiratória, sem a ocorrência de bradicardia e/ou cianose. Esse evento é compatível com a:
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De acordo com o caso clínico abaixo, responda às questões de números 18 a 21.
Mulher de 35 anos, primigesta, entra em trabalho de parto prematuro com 26 semanas de gestação. Seu filho nasce com 30 semanas de idade gestacional, pesando 980g. Ao exame físico, o bebê apresenta Apgar 7/9, frequência cardíaca maior que 100bpm, respiração espontânea, com desconforto respiratório moderado e cianose. Ao chegar à unidade de terapia intensiva neonatal, o fisioterapeuta inicia a pressão positiva contínua em vias aéreas (CPAP) via máscara nasal.
Ao atender o neonato, o fisioterapeuta percebe que, durante o esforço ventilatório, a parede torácica do RN é tracionada para dentro. A partir do conhecimento dos benefícios do posicionamento terapêutico, o decúbito que deverá ser adotado para o neonato é:
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De acordo com o caso clínico abaixo, responda às questões de números 18 a 21.
Mulher de 35 anos, primigesta, entra em trabalho de parto prematuro com 26 semanas de gestação. Seu filho nasce com 30 semanas de idade gestacional, pesando 980g. Ao exame físico, o bebê apresenta Apgar 7/9, frequência cardíaca maior que 100bpm, respiração espontânea, com desconforto respiratório moderado e cianose. Ao chegar à unidade de terapia intensiva neonatal, o fisioterapeuta inicia a pressão positiva contínua em vias aéreas (CPAP) via máscara nasal.
Após duas horas em suporte ventilatório, o recém-nascido (RN) apresenta estabilidade clínica, mas mantém esforço respiratório leve, que pode ser atribuído à(s):
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De acordo com o caso clínico abaixo, responda às questões de números 14 a 17.
Idosa de 70 anos, diabética e obesa, foi internada na unidade cardiointensiva com quadro de dispneia, edema de membros inferiores e hepatomegalia. Relatou que sofreu um infarto agudo do miocárdio (IAM) há seis anos e que teve indicação cirúrgica, porém recusou o tratamento e desenvolveu insuficiência cardíaca com disfunção de ventrículo direito (VD). A fisioterapeuta fez sua avaliação e observou esforço expiratório, taquipneia, SpO2 = 86% e ausculta pulmonar com sibilos. Após o exame, indicou a ventilação não invasiva (VNI) com dois níveis pressóricos, sendo ajustada com pressão inspiratória-positiva (IPAP) de 8cmH2O e pressão expiratória positiva (EPAP) de 6cmH2O associada à oxigenioterapia.
Essa paciente recebe alta hospitalar após cinco dias e é encaminhada para o ambulatório de reabilitação cardiovascular. Ao ser avaliada pelo fisioterapeuta, apresentou Classe Funcional II da New York Heart Association (NYHA), força muscular preservada, com boa independência funcional, porém não atingiu a distância predita no teste de caminhada de seis minutos (TC6). O plano fisioterapêutico indicado para a idosa deverá incluir exercícios:
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De acordo com o caso clínico abaixo, responda às questões de números 14 a 17.
Idosa de 70 anos, diabética e obesa, foi internada na unidade cardiointensiva com quadro de dispneia, edema de membros inferiores e hepatomegalia. Relatou que sofreu um infarto agudo do miocárdio (IAM) há seis anos e que teve indicação cirúrgica, porém recusou o tratamento e desenvolveu insuficiência cardíaca com disfunção de ventrículo direito (VD). A fisioterapeuta fez sua avaliação e observou esforço expiratório, taquipneia, SpO2 = 86% e ausculta pulmonar com sibilos. Após o exame, indicou a ventilação não invasiva (VNI) com dois níveis pressóricos, sendo ajustada com pressão inspiratória-positiva (IPAP) de 8cmH2O e pressão expiratória positiva (EPAP) de 6cmH2O associada à oxigenioterapia.
A fisioterapeuta reavaliou essa paciente após 30 minutos de VNI e observou pouca melhora do quadro respiratório, optando em aumentar o IPAP para 12cmH2O. Diante da conduta realizada, espera-se que o diferencial de pressão das vias aéreas e o volume corrente apresentem respectivamente:
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