Foram encontradas 510 questões.
Depois de três anos de idade, a criança torna-se cada vez mais competente para se mover no espaço e inclui atividades mais complexas a seu repertório, como subir e descer escadas, andar de velocípede, bicicleta, jogar bola e coordenar os dois lados do corpo. Isso se deve ao sistema:
Provas
A informação sensorial é usada para que a criança possa aprender sobre seu próprio corpo. A ideação, o planejamento motor e a execução são componentes da:
Provas
Existem dois tipos de mastectomia radical: aquela em que são retirados os dois músculos peitorais e a modificada, com apenas a retirada do músculo peitoral menor. Em ambos os casos, o paciente deve ser inserido na reabilitação logo após a cirurgia. Nessa fase, quando o terapeuta ocupacional orienta o paciente a caminhar pelo quarto ou corredor com o braço operado apoiado em um travesseiro, tem-se como objetivos:
Provas
Quanto mais precoce for o início do tratamento com a paciente mastectomizada, mais rapidamente surtirá efeito. Os exercícios a serem iniciados são:
Provas
TEXTO I
Desinformação e câncer
1 “Parece que tudo causa câncer.” Aproximadamente 50% dos respondentes de uma pesquisa
conduzida por cientistas espanhóis concordam com a frase. Os estudiosos coletaram dados em
diversos grupos de debate na internet e em mídias sociais, e o resultado saiu no British Medical
Journal (BMJ). Dois questionários foram utilizados: a Escala de Conscientização sobre o Câncer, e a
5 Escala de Mitos sobre o Câncer.
A escala de conscientização avalia o conhecimento das pessoas sobre onze fatores de risco já
confirmados pela ciência, como fumo ativo ou passivo, consumo de bebidas alcoólicas, sedentarismo,
consumo de carne vermelha ou processada, queimaduras de sol na infância, histórico familiar,
infecção por HPV, baixo consumo de frutas e vegetais, sobrepeso e obesidade, e ter mais de 70 anos.
10 Já a escala de mitos avalia a crença em doze “causas” que muita gente acredita estarem ligadas ao
câncer, mas sem base científica: beber de garrafas plásticas, uso de adoçantes artificiais, alimentos
contendo aditivos químicos, transgênicos, forno de micro-ondas, aerossol, telefones celulares, morar
perto de linhas de transmissão, produtos de limpeza, exposição à radiação não ionizante (wi-fi, rádio e
televisão), estresse e trauma físico.
15 Os respondentes — aproximadamente 1500 pessoas — também foram questionados sobre crença em
teorias de conspiração, como terra plana e humanoides reptilianos infiltrados na política, e de saúde,
como preferência por medicina alternativa, vacinação para Covid-19, consumo de álcool, tabaco, e
hábitos de alimentação.
A ideia era verificar se havia correlação entre crenças absurdas e a capacidade de reconhecer riscos
20 para câncer. O resultado não surpreende, mas preocupa. O fato de que metade dos entrevistados
concorda que “tudo causa câncer” demonstra a dificuldade de comunicar claramente sobre o que a
ciência já sabe — e o que ainda não sabe — a respeito do assunto.
No geral, a capacidade de identificar riscos reais de câncer mostrou-se baixa, em geral usuários de
medicina alternativa tiveram mais dificuldade de identificar causas reais de câncer do que pessoas que
25 preferem medicina convencional, mas os dois grupos se mostraram igualmente vulneráveis aos mitos.
Pouquíssimas pessoas identificaram os riscos de uma dieta pobre em frutas e verduras.
Os mitos mais temidos foram aditivos na comida, adoçantes, transgênicos e estresse.
A correlação com teorias conspiratórias e outros movimentos anticiência também apareceu. Os
autores concluem que a crença em conspirações e medicina alternativa aumenta a probabilidade de
30 aceitar mitos sobre câncer.
Em 2020, o câncer causou 10 milhões de mortes no mundo. Estimativas apontam que 30% dos casos
diagnosticados poderiam ser prevenidos com mudanças de estilo de vida e hábitos mais saudáveis.
Mas se metade das pessoas acha que “tudo causa câncer” e tantos outros têm mais medo de
transgênicos do que de tomar sol sem proteção, como salvar essas vidas? O estudo mostra como é
35 difícil promover mudanças de comportamento baseadas em ciência, e como é fácil popularizar
bobagens que se confundem com “senso comum”.
Depois de anos de desinformação intensiva sobre Covid-19, ficou claro, para quem trabalha com
comunicação em ciência e saúde, que as estratégias dos movimentos anticiência são todas muito
parecidas. Grupos que antes eram notórios propagadores de desinformação sobre câncer, espalhando
40 os mitos avaliados nesta pesquisa, passaram a mentir sobre vacinas durante a pandemia. Talvez
agora retornem para o câncer. Desinformar sobre saúde é um modelo de negócio flexível, onde cabe
qualquer doença, desde que gere engajamento e vendas. [...] é sempre bom lembrar: negacionismo
mata uns e enriquece outros.
Natalia Pasternak
(Adaptado de O Globo, 02 de janeiro de 2023)
Com base no Texto I, responda às questões de números 1 a 8.
No terceiro e no quarto parágrafos, comentários são introduzidos entre travessões. Cada um desses comentários expressa, no conjunto da frase, uma relação, respectivamente, de:
Provas
A resposta exagerada de consolidação de algumas fraturas é responsável pela ossificação heterotrófica, que pode ser resultado de lesão cerebral em si ou da redução ou fixação de uma fratura, ocorrendo mais frequentemente em lesões de:
Provas
TEXTO I
Desinformação e câncer
1 “Parece que tudo causa câncer.” Aproximadamente 50% dos respondentes de uma pesquisa
conduzida por cientistas espanhóis concordam com a frase. Os estudiosos coletaram dados em
diversos grupos de debate na internet e em mídias sociais, e o resultado saiu no British Medical
Journal (BMJ). Dois questionários foram utilizados: a Escala de Conscientização sobre o Câncer, e a
5 Escala de Mitos sobre o Câncer.
A escala de conscientização avalia o conhecimento das pessoas sobre onze fatores de risco já
confirmados pela ciência, como fumo ativo ou passivo, consumo de bebidas alcoólicas, sedentarismo,
consumo de carne vermelha ou processada, queimaduras de sol na infância, histórico familiar,
infecção por HPV, baixo consumo de frutas e vegetais, sobrepeso e obesidade, e ter mais de 70 anos.
10 Já a escala de mitos avalia a crença em doze “causas” que muita gente acredita estarem ligadas ao
câncer, mas sem base científica: beber de garrafas plásticas, uso de adoçantes artificiais, alimentos
contendo aditivos químicos, transgênicos, forno de micro-ondas, aerossol, telefones celulares, morar
perto de linhas de transmissão, produtos de limpeza, exposição à radiação não ionizante (wi-fi, rádio e
televisão), estresse e trauma físico.
15 Os respondentes — aproximadamente 1500 pessoas — também foram questionados sobre crença em
teorias de conspiração, como terra plana e humanoides reptilianos infiltrados na política, e de saúde,
como preferência por medicina alternativa, vacinação para Covid-19, consumo de álcool, tabaco, e
hábitos de alimentação.
A ideia era verificar se havia correlação entre crenças absurdas e a capacidade de reconhecer riscos
20 para câncer. O resultado não surpreende, mas preocupa. O fato de que metade dos entrevistados
concorda que “tudo causa câncer” demonstra a dificuldade de comunicar claramente sobre o que a
ciência já sabe — e o que ainda não sabe — a respeito do assunto.
No geral, a capacidade de identificar riscos reais de câncer mostrou-se baixa, em geral usuários de
medicina alternativa tiveram mais dificuldade de identificar causas reais de câncer do que pessoas que
25 preferem medicina convencional, mas os dois grupos se mostraram igualmente vulneráveis aos mitos.
Pouquíssimas pessoas identificaram os riscos de uma dieta pobre em frutas e verduras.
Os mitos mais temidos foram aditivos na comida, adoçantes, transgênicos e estresse.
A correlação com teorias conspiratórias e outros movimentos anticiência também apareceu. Os
autores concluem que a crença em conspirações e medicina alternativa aumenta a probabilidade de
30 aceitar mitos sobre câncer.
Em 2020, o câncer causou 10 milhões de mortes no mundo. Estimativas apontam que 30% dos casos
diagnosticados poderiam ser prevenidos com mudanças de estilo de vida e hábitos mais saudáveis.
Mas se metade das pessoas acha que “tudo causa câncer” e tantos outros têm mais medo de
transgênicos do que de tomar sol sem proteção, como salvar essas vidas? O estudo mostra como é
35 difícil promover mudanças de comportamento baseadas em ciência, e como é fácil popularizar
bobagens que se confundem com “senso comum”.
Depois de anos de desinformação intensiva sobre Covid-19, ficou claro, para quem trabalha com
comunicação em ciência e saúde, que as estratégias dos movimentos anticiência são todas muito
parecidas. Grupos que antes eram notórios propagadores de desinformação sobre câncer, espalhando
40 os mitos avaliados nesta pesquisa, passaram a mentir sobre vacinas durante a pandemia. Talvez
agora retornem para o câncer. Desinformar sobre saúde é um modelo de negócio flexível, onde cabe
qualquer doença, desde que gere engajamento e vendas. [...] é sempre bom lembrar: negacionismo
mata uns e enriquece outros.
Natalia Pasternak
(Adaptado de O Globo, 02 de janeiro de 2023)
Com base no Texto I, responda às questões de números 1 a 8.
Na conclusão, a autora acrescenta um aspecto novo decorrente da associação entre adoecimento e desinformação. Esse aspecto se refere a:
Provas
TEXTO I
Desinformação e câncer
1 “Parece que tudo causa câncer.” Aproximadamente 50% dos respondentes de uma pesquisa
conduzida por cientistas espanhóis concordam com a frase. Os estudiosos coletaram dados em
diversos grupos de debate na internet e em mídias sociais, e o resultado saiu no British Medical
Journal (BMJ). Dois questionários foram utilizados: a Escala de Conscientização sobre o Câncer, e a
5 Escala de Mitos sobre o Câncer.
A escala de conscientização avalia o conhecimento das pessoas sobre onze fatores de risco já
confirmados pela ciência, como fumo ativo ou passivo, consumo de bebidas alcoólicas, sedentarismo,
consumo de carne vermelha ou processada, queimaduras de sol na infância, histórico familiar,
infecção por HPV, baixo consumo de frutas e vegetais, sobrepeso e obesidade, e ter mais de 70 anos.
10 Já a escala de mitos avalia a crença em doze “causas” que muita gente acredita estarem ligadas ao
câncer, mas sem base científica: beber de garrafas plásticas, uso de adoçantes artificiais, alimentos
contendo aditivos químicos, transgênicos, forno de micro-ondas, aerossol, telefones celulares, morar
perto de linhas de transmissão, produtos de limpeza, exposição à radiação não ionizante (wi-fi, rádio e
televisão), estresse e trauma físico.
15 Os respondentes — aproximadamente 1500 pessoas — também foram questionados sobre crença em
teorias de conspiração, como terra plana e humanoides reptilianos infiltrados na política, e de saúde,
como preferência por medicina alternativa, vacinação para Covid-19, consumo de álcool, tabaco, e
hábitos de alimentação.
A ideia era verificar se havia correlação entre crenças absurdas e a capacidade de reconhecer riscos
20 para câncer. O resultado não surpreende, mas preocupa. O fato de que metade dos entrevistados
concorda que “tudo causa câncer” demonstra a dificuldade de comunicar claramente sobre o que a
ciência já sabe — e o que ainda não sabe — a respeito do assunto.
No geral, a capacidade de identificar riscos reais de câncer mostrou-se baixa, em geral usuários de
medicina alternativa tiveram mais dificuldade de identificar causas reais de câncer do que pessoas que
25 preferem medicina convencional, mas os dois grupos se mostraram igualmente vulneráveis aos mitos.
Pouquíssimas pessoas identificaram os riscos de uma dieta pobre em frutas e verduras.
Os mitos mais temidos foram aditivos na comida, adoçantes, transgênicos e estresse.
A correlação com teorias conspiratórias e outros movimentos anticiência também apareceu. Os
autores concluem que a crença em conspirações e medicina alternativa aumenta a probabilidade de
30 aceitar mitos sobre câncer.
Em 2020, o câncer causou 10 milhões de mortes no mundo. Estimativas apontam que 30% dos casos
diagnosticados poderiam ser prevenidos com mudanças de estilo de vida e hábitos mais saudáveis.
Mas se metade das pessoas acha que “tudo causa câncer” e tantos outros têm mais medo de
transgênicos do que de tomar sol sem proteção, como salvar essas vidas? O estudo mostra como é
35 difícil promover mudanças de comportamento baseadas em ciência, e como é fácil popularizar
bobagens que se confundem com “senso comum”.
Depois de anos de desinformação intensiva sobre Covid-19, ficou claro, para quem trabalha com
comunicação em ciência e saúde, que as estratégias dos movimentos anticiência são todas muito
parecidas. Grupos que antes eram notórios propagadores de desinformação sobre câncer, espalhando
40 os mitos avaliados nesta pesquisa, passaram a mentir sobre vacinas durante a pandemia. Talvez
agora retornem para o câncer. Desinformar sobre saúde é um modelo de negócio flexível, onde cabe
qualquer doença, desde que gere engajamento e vendas. [...] é sempre bom lembrar: negacionismo
mata uns e enriquece outros.
Natalia Pasternak
(Adaptado de O Globo, 02 de janeiro de 2023)
Com base no Texto I, responda às questões de números 1 a 8.
Ao longo do texto, é estabelecida uma relação entre crenças e movimento anticiência. Esse movimento se caracteriza por:
Provas
Os acidentes automobilísticos são causas frequentes de traumatismo cranioencefálico (TCE). Cerca de 38% dos pacientes com TCE grave apresentam fraturas, sendo mais comumente encontradas, em ordem decrescente, em:
Provas
Muitas crianças apresentam falta total ou parcial de membros superiores, devido à má formação congênita. Dentro da classificação de malformações de membros superiores, Swanson (1968) aponta a aracnodactilia, a acondroplasia e a síndrome de Down, como exemplos de:
Provas
Caderno Container