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Durante uma consulta de acompanhamento, uma mulher de 38 anos, com cardiomiopatia dilatada peripartum e fração de ejeção de VE = 27%, afirma que consegue fazer a maior parte de suas atividades sem limitações, mas “cansa ao subir um lance de escadas”. Está em uso de bisoprolol 5mg uma vez por dia, losartana 50mg duas vezes ao dia, espironolactona 25mg uma vez ao dia e furosemida 40mg uma vez ao dia. Ao exame físico, verificou-se FC = 84bpm e PA = 110x72mmHg, ausência de turgência jugular patológica, crepitação pulmonar e edema de membros inferiores. O ECG revela ritmo sinusal e bloqueio de ramo direito com 140ms de duração. Para otimização do tratamento de IC, recomenda-se:
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Após um ano com terapia incluindo betabloqueador, inibidor da enzima conversora de angiotensina (ECA) e espironolactona, um paciente com IC está assintomático e apresentou recuperação da função ventricular: fração de ejeção do VE inicial era de 34% e passou para 52%. Nesse momento, é correto afirmar que o paciente:
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Um paciente de 63 anos, em uso de carvedilol, enalapril, empagliflozina e espironolactona, evoluiu com melhora dos sintomas (inicialmente classe funcional NYHA II e, atualmente, em NYHA I) e do ecocardiograma, recebendo classificação de IC de fração de ejeção melhorada. Em relação aos exames, verificou-se fração de ejeção de VE = 52%, potássio sérico = 5,1mEq/L e creatinina sérica = 1,9mg/dL. Em relação à conduta a ser adotada nesse momento, deve-se:
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Durante o acompanhamento de pacientes com IC avançada, há sinais de alerta que ajudam a identificar aqueles com maior risco e necessidade de encaminhamento para um cardiologista especialista. Uma técnica mnemônica que auxilia nesse processo é o I-NEED-HELP. O sinal de alerta que faz parte dessa técnica é:
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Segundo a atualização da Diretriz Brasileira de Insuficiência Cardíaca (2021), são pistas clínicas para o diagnóstico de amiloidose:
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Paciente de 50 anos, hipertenso, é internado com SCA sem supradesnivelamento do segmento ST. Foi submetido à angioplastia de urgência de lesão coronariana com implante de stent farmacológico. A terapia antitrombótica padronizada após a alta hospitalar, nesse caso, é dupla antiagregação plaquetária por:
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Sobre as complicações mecânicas do IAM extenso não reperfundido adequadamente e que evoluiu com choque cardiogênico, é correto afirmar que:
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Paciente de 50 anos apresenta IAM com supradesnivelamento do segmento ST de parede anterior. Foi submetido à coronariografia, que revelou lesão única e oclusiva em artéria coronária descendente anterior proximal. Após angioplastia primária, evoluiu com PA = 90x60mmHg, FC = 120bpm, palidez cutânea e diaforese. Em relação à conduta para esse caso, deve-se considerar que o(s):
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A monitorização hemodinâmica com cateter de artéria pulmonar pode ser utilizada para investigação de pacientes com cardiopatias agudas e instabilidade clínica grave, estando:
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No IAM com supradesnivelamento do segmento ST, são observadas as seguintes alterações laboratoriais:
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