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Foram encontradas 70 questões.

1225114 Ano: 2013
Disciplina: Geografia
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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Uma das contradições que afetam as sociedades africanas é a não correspondência entre as fronteiras territoriais dos diversos Estados-nacionais e as divisões entre grupos étnicos locais, como se observa no mapa abaixo:

Enunciado 1225114-1

Na maioria dos países africanos, essa contradição provoca, principalmente, o seguinte efeito:

 

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1221206 Ano: 2013
Disciplina: Francês (Língua Francesa)
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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L’engagement politique des musiciens rock

Dans le roman Le portrait de Dorian Gray, publié en 1891, Oscar Wilde rappelle la distinction entre l’esthétique et l’éthique qu’il considère comme fondamentale. La forme prédomine sur le fond, et l’art n’a pas lieu de traiter de la réalité. Cet article-ci part d’une conception toute opposée, celle de l’artiste engagé et plus particulièrement des artistes rock, eux qui ont pourtant repris à maintes reprises cette philosophie wildienne.

L’engagement politique peut se définir par une forme de militantisme chez l’individu. Il ne faut pas oublier que les musiciens rock se placent eux-mêmes en marge de la société et des bornes que celle-ci impose. L’engagement politique ne fait dès lors plus qu’un avec sa soeur jumelle: la subversion, qui vise à décrier et déstabiliser les institutions en place.

Pour l’essentiel, il faudra se fonder sur ce simple constat: l’Etat repose sur un imaginaire commun aux individus qui le composent et celui-ci explique la souveraineté de l’Etat sur eux, une croyance commune. Or, l’imaginaire individuel reste la seule échappatoire face à l’appareil d’Etat institué, cette même machine qui cherche à encadrer son imaginaire. De fait, l’artiste constitue une menace pour l’Etat de par sa capacité à créer un nouvel imaginaire et à le propager. Ce phénomène est d’autant plus dérangeant pour l’Etat vis-à-vis de la subversion inhérente à l’engagement politique dans la musique rock. Marginale, contestataire et subversive, tels sont les maîtres mots qui définissent cette musique. Contestataire, la musique rock l’est dans ses racines. On ne saurait en effet oublier que cette musique découle en partie du blues, une musique qui était à l’origine jouée par les esclaves noirs en dehors de leur labeur avant de se populariser telle que l’on la connaît aujourd’hui. Ces esclaves jouaient donc pour s’évader.

On peut, à juste titre, évoquer la beat generation, qui a regroupé, dans les années 1950, les principales thématiques de la subversion rock: libération sexuelle, critique de la politique et des institutions en vigueur, drogues... Avec le Festival de Woodstock, en août 1969, apparaît un élément nouveau, on retourne l’imaginaire commun de l’Etat contre lui-même. La référence est ici la reprise de l’hymne américain teinté de psychédélisme par Jimi Hendrix, qui visait à dénoncer l’action militaire des Etats-Unis au Vietnam. Au sujet de la guerre s’ajoutent nombre d’autres sujets récurrents de l’engagement politique des musiciens rock sur le sol américain: la religion, les inégalités sociales en tête.

Après avoir dressé ce bref tableau des divers fronts d’engagement du registre rock, force est de constater que la société a cherché à en absorber les codes car elle ne pouvait pas lutter contre cette subversion grandissante. On assiste à une “banalisation” de l’attitude rock, que cela soit au travers de sa popularisation par des “magazines people“ qui mettent hebdomadairement en exergue les déviances ou, tout simplement, d’une provocation qui pourrait sembler peiner à se renouveler après le coup porté par la popularisation du genre par MTV dans les années 1990.

Sur ce semblant d’essoufflement, qu’en est-il de l’emprise des rockeurs sur l’imaginaire collectif ces dernières années? Si la société semble assimiler les codes de la subversion rock, force est de constater la persistance des thématiques de révolte et, de plus, la période postérieure au 11 septembre ainsi que la prédominance d’internet, qui constituent un vivier non négligeable pour les artistes.

Louis Allées certap.fr

Le dernier paragraphe est introduit par une question.

Cette question a pour objectif central de:

 

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1221006 Ano: 2013
Disciplina: História
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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Enunciado 1221006-1

Na década de 1960, muitas expressões artísticas representaram uma postura crítica frente a problemas da época, em especial os conflitos da Guerra Fria. Um exemplo é o Festival de Woodstock, ocorrido em 1969 nos E.U.A., em cujo cartaz se lê “Três dias de paz e música”.

Nesse contexto da década de 1960, destacava-se a denúncia sobre:

 

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1215936 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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A invasão dos blablablás

O planeta é dividido entre as pessoas que falam no cinema − e as que não falam. É uma divisão recente. Por décadas, os falantes foram minoria. E uma minoria reprimida. Quando alguém abria a boca na sala escura, recebia logo um shhhhhhhhhhhhh. E voltava ao estado silencioso de onde nunca deveria ter saído. Todo pai ou mãe que honrava seu lugar de educador ensinava a seus filhos que o cinema era um lugar de reverência. Sentados na poltrona, as luzes se apagavam, uma música solene saía das caixas de som, as cortinas se abriam e um novo mundo começava. Sem sair do lugar, vivíamos outras vidas, viajávamos por lugares desconhecidos, chorávamos, ríamos, nos apaixonávamos. Sentados ao lado de desconhecidos, passávamos por todos os estados de alma de uma vida inteira sem trocar uma palavra. Comungávamos em silêncio do mesmo encantamento. (...)

Percebi na sexta-feira que não ia ao cinema havia três meses. Não por falta de tempo, porque trabalhar muito não é uma novidade para mim. Mas porque fui expulsa do cinema. Devagar, aos poucos, mas expulsa. Pertenço, desde sempre, às fileiras dos silenciosos. Anos atrás, nem imaginava que pudesse haver outro comportamento além do silêncio absoluto no cinema. Assim como não imagino alguém cochichando em qualquer lugar onde entramos com o compromisso de escutar.

Não é uma questão de estilo, de gosto. Pertence ao campo do respeito, da ética. Cinema é a experiência da escuta de uma vida outra, que fala à nossa, mas nós não falamos uns com os outros. No cinema, só quem fala são os atores do filme. Nós calamos para que eles possam falar. Nossa vida cala para que outra fale.

Isso era cinema. Agora mudou. É estarrecedor, mas os blablablás venceram. Tomaram conta das salas de cinema. E, sem nenhuma repressão, vão expulsando a todos que entram no cinema para assistir ao filme sem importunar ninguém.

(...)

Eliane Brum revistaepoca.globo.com, 0/08/2009

O texto é centrado na expressão onomatopaica blablablá, que normalmente se escreve no lugar de uma longa fala irrelevante. A autora, no entanto, lhe empresta outro sentido e outra função.

No texto, a expressão os blablablás se refere àqueles que:

 

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1215898 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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Enunciado 1215898-1

O personagem da tira diz que, quando ameaçado, o comprimento de seu peixe aumenta 50 vezes, ou seja, 5000%.

Admita que, após uma ameaça, o comprimento desse peixe atinge 1,53 metros.

O comprimento original do peixe, em centímetros, corresponde a:

 

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1215161 Ano: 2013
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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Brazilian protest songs: “Peace without a voice is no peace but fear”

I was born a year after the military coup in Brazil. The dictatorship that followed lasted from 1964 until 1985 - all my childhood and teenage years. But until I was 13 or 14 years old, I had no clue of what was going on in my country. I lived in a small town and my parents were not involved in politics. We listened to the radio, watched the news on TV and had a subscription to a national newspaper, but all the media were completely censored at that time. The fact that the newspaper was sometimes printed with a blank space or a cake recipe in the middle of the news never really caught my attention. It was always like that and I didn’t know any better.

I had my first glimpse of what it really meant to have a military government and what kind of things were going on through songs. There was a song that I liked a lot, O bêbado e a equilibrista, although the lyrics didn’t make much sense to me: “My Brazil… / that dreams of the return / of Henfil’s brother / and so many people that left / on rocket fins”. Henfil was a famous cartoonist, but who was his brother? Who were the people who left? What were they singing about? This was in 1979 and I was 13.

Thanks to this song by João Bosco and Aldir Blanc (sung by Elis Regina) and the questions I started to ask, I heard for the first time about all the artists, journalists and activists that had been persecuted, imprisoned, tortured and exiled. Many had disappeared or been killed by the military regime. This song became an anthem for the amnesty of political prisoners and activists in exile, which was announced later in that same year.

In fact, due to the extreme censorship during the period of military dictatorship in Brazil, songs were one of the few ways to send political messages. Despite the tight surveillance of the censors, they flourished, giving a voice to the resistance movement. Like Para não dizer que não falei das flores, by Geraldo Vandré, which was interpreted as a call for armed struggle.

Words and phrases with double meanings were used to escape censorship and persecution. The greatest master in this art was Chico Buarque de Holanda. His clever lyrics were often approved by the censors, who would only later realise what the songs were really about. But then, of course, it was too late. That was the case with Apesar de você, which was censored only after it had already become an anthem on the streets. At first sight, it appears to be a samba about a lover’s quarrel. Actually, it was a sharp critique of the authoritarian regime and an act of direct defiance aimed at the dictators.

With the advent of democracy and the new freedom of expression in the late 1980s, protest songs played less of a role in Brazil for a while, but in the 1990s they once again became a powerful channel to voice social discontent. One of bands active in this period was O Rappa, with the song A paz que eu não quero. The fight against social inequality, urban and police violence and racial discrimination are the most common themes. Nowadays, the lyrics are explicit and the messages are clear.

Mariângela Guimarães rnw.nl

At first sight, it appears to be a samba about a lover’s quarrel. Actually, it was a sharp critique of the authoritarian regime

If the two sentences above are rewritten as one, the result is:

 

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1214467 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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Superman: 75 anos

Não era um pássaro nem um avião. O verdadeiro Superman era um pacato contador passando férias num resort1 ao norte de Nova York.A)

Joe Shuster, um dos criadores do personagem, junto com Jerry Siegel, descansava na colônia de férias quando encontrou Stanley Weiss, jovem de rosto quadrado e porte atlético, que ele julgou ser a encarnação do herói. Lá mesmo, pediu para desenhar o moço que serviria de modelo para os quadrinhos dali em diante.B) Só neste ano, esses desenhos estão vindo à tona nos E.U.A., como parte das atividades comemorativas dos 75 anos do personagem.

Embora tenha mantido a aparência de rapagão musculoso, Superman não foi o mesmo ao longo dos anos. Nos gibis, oscilou entre mais e menos sarado.C) Na TV, já foi mais rechonchudo, até reencarnar como o púbere2 Tom Welling, da série de TV “Smallville”.

“Desde pequeno eu sabia que Superman não existia. Mas também sabia que meu pai era o verdadeiro Superman”, brincou David Weiss, filho do modelo do herói, em entrevista à Folha de São Paulo. Weiss cresceu comparando o rosto do pai ao desenho pendurado na sala de casa.D) Mas logo Joe Shuster, que foi seu principal desenhista, acabaria cedendo espaço para novos cartunistas, que adaptaram a figura aos fatos correntes.

“Essa mudança é o segredo do Superman. Cada época precisa de um herói só seu, e ele sempre pareceu ser o cara certo”, diz Larry Tye, considerado o maior estudioso do personagem. “Nos anos 1930, ele tiraria a América da Grande Depressão. Nos anos 1940, era duro com os nazistas. Nos anos 1950, lutou contra a onda vermelha do comunismo.”E foi mudando de cara de acordo com a função.

Invenção dos judeus Jerry Siegel e Joe Shuster, Superman também é visto como um paralelo da história de Moisés, a criança exilada que cresce numa terra estrangeira e depois se apresenta como um salvador. A aparência é um misto do também personagem bíblico Sansão, do deus grego Hércules e de acrobatas de circo. Mas há quem atribua, até hoje, a dualidade do personagem, que se alterna entre o nerd3 indefeso, tímido e de vista fraca (como Joe Shuster) e um super-herói possante, à origem judaica dos seus criadores.

“É o estereótipo judeu do homem fraco, tímido e intelectual que depois se revela um grande herói”, diz Harry Brod, autor do e-book Superman Is Jewish? (Superman é judeu?), lançado nos E.U.A. em novembro passado. “Ele é a versão moderna de Moisés: um bebê de Krypton enviado à Terra, que desenvolve superpoderes para salvar o seu povo.”

Segundo Brod, a analogia é tão nítida que os nazistas chegaram a discutir a suposta relação em revistas de circulação interna do regime. Mas, para ele, Hollywood e o tempo suavizaram o paralelo, transformando Superman numa releitura de Jesus Cristo. “Sua figura foi se tornando mais cristã com o tempo”, diz Brod. ”Não importa a religião. A ideia de um fracote que se torna um herói não deixa de ser uma fantasia universal.”

Silas Martí Adaptado de folha.uol.com.br, 03/03/2013.

1 resort − hotel com área de recreação 2 púbere − adolescente 3 nerd − pessoa muito estudiosa

Ao longo da reportagem, observa-se o uso de uma linguagem informal, registro que estaria mais próximo do usado pelo leitor.

Um claro exemplo desse registro informal da linguagem está em:

 

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1206848 Ano: 2013
Disciplina: Física
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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Observe na tabela os valores das temperaturas dos pontos críticos de fusão e de ebulição, respectivamente, do gelo e da água, à pressão de 1 atm, nas escalas Celsius e Kelvin.

Enunciado 1206848-1

Considere que, no intervalo de temperatura entre os pontos críticos do gelo e da água, o mercúrio em um termômetro apresenta uma dilatação linear.

Nesse termômetro, o valor na escala Celsius correspondente à temperatura de 313 K é igual a:

 

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1203757 Ano: 2013
Disciplina: História
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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Enunciado 1203757-1

A restituição da passagem

As famílias chegadas a Santos com passagens de 3ª classe, tendo pelo menos 3 pessoas de 12 a 45 anos, sendo agricultores e destinando-se à lavoura do estado de São Paulo, como colonos nas fazendas ou estabelecendo-se por conta própria em terras adquiridas ou arrendadas de particulares ou do governo, fora dos subúrbios da cidade, podem obter a restituição da quantia que tiverem pago por suas passagens.

Adaptado de O immigrante, nº 11, janeiro de 11908.

A publicação da revista O immigrante fazia parte das ações do governo de São Paulo que tinham como objetivo estimular, no final do século XIX e início do XX, a ida de imigrantes para o estado. Para isso, ofereciam-se inclusive subsídios, como indica o texto.

Essa diretriz paulista era parte integrante da política nacional da época que visava à garantia da:

 

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1203306 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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Por que ler?

Certas coisas não basta anunciar, como uma verdade que deve ser aceita por si só. Precisamos dizer o porquê. Se queremos fazer os brasileiros lerem mais de um livro por ano, essa trágica média nacional, precisamos de fato conquistar o seu interesse.

Listo os três benefícios fundamentais que a leitura pode trazer.

O primeiro: ler nos faz mais felizes. É um caminho para o autoconhecimento, e o exercício constante de autoconhecimento é um caminho para a felicidade. A vida, também no plano individual, é mais intensa na busca. Os personagens de um livro de ficção, os fatos de um livro-reportagem, as ideias de um livro científico, interagem com os nossos sentimentos, ora refletindo-os, ora agredindo-os, e portanto servindo de parâmetro para sabermos quem somos, seja por identidade ou oposição.

O segundo benefício: ler nos torna amantes melhores. Treina nossa sensibilidade para o contato com o outro. Amores românticos, amores carnais, amores perigosos, amores casuais, amores culpados, todos estão nos livros. A sensibilidade do leitor encontra seu caminho. E quanto mais o nosso imaginário estiver arejado pelas infinitas opções que as histórias escritas nos oferecem, sejam elas factuais ou ficcionais, com mais delícia aproveitamos os bons momentos do amor, e com mais calma enfrentamos os maus.

Por fim: ler nos torna cidadãos melhores. Os livros propiciam ao leitor um ponto de vista privilegiado, de onde observa conflitos de interesses. No processo, sua consciência é estimulada a se posicionar com equilíbrio. Tendem a ganhar forma, então, princípios de “honestidade”, “honra”, “justiça” e “generosidade”. Guiado por estes valores, o leitor pode enfim ultrapassar as fronteiras sociais, e ver a humanidade presente em todos os tipos, em todas as classes.

Teríamos menos escândalos de corrupção, se lêssemos mais; construiríamos uma sociedade menos injusta, se educássemos melhor os nossos espíritos; eu acredito nisso.

Rodrigo Lacerda Adaptado de rodrigolacerda.com.br.

ler nos faz mais felizes. É um caminho para o autoconhecimento, e o exercício constante de autoconhecimento é um caminho para a felicidade.

Neste argumento, Rodrigo Lacerda formula uma premissa geral e uma premissa particular, para relacioná-las na conclusão.

Essa estrutura caracteriza o argumento como:

 

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