Magna Concursos

Foram encontradas 70 questões.

397793 Ano: 2013
Disciplina: História
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
Provas:

Em junho de 2013, várias manifestações mobilizaram a população das capitais brasileiras. A fotografia mostra a ocupação da área externa do Congresso Nacional por manifestantes:

Enunciado 397793-1

noticias.uol.com.br

É inevitável a comparação com as grandes manifestações ocorridas anteriormente, como a Passeata dos Cem Mil, no Rio de Janeiro, em 1968. Se, nesta, a extensão e o tipo de repressão policial aumentaram o custo da participação e restringiram o escopo da manifestação a um grupo mais restrito e específico de manifestantes, na de agora, 45 anos depois, o uso de meios não letais de repressão baixou o risco de danos e aumentou, por consequência, a presença de uma gama mais ampla de setores da sociedade. Uma coisa é bala de chumbo e o grito de “abaixo a ditadura”; outra é bala de borracha e o aviso de que o “pote de mágoa vazou”.

Marly Motta

Adaptado de noticias.uol.com.br.

Uma diferença entre as manifestações populares na sociedade brasileira datadas do ano de 1968 e as ocorridas em junho de 2013 está associada hoje à vigência de:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
397745 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
Provas:

Superman: 75 anos

Não era um pássaro nem um avião. O verdadeiro Superman era um pacato contador passando férias num resort1 ao norte de Nova York.

Joe Shuster, um dos criadores do personagem, junto com Jerry Siegel, descansava na colônia de férias quando encontrou Stanley Weiss, jovem de rosto quadrado e porte atlético, que ele julgou ser a encarnação do herói. Lá mesmo, pediu para desenhar o moço que serviria de modelo para os quadrinhos dali em diante. Só neste ano, esses desenhos estão vindo à tona nos E.U.A., como parte das atividades comemorativas dos 75 anos do personagem.

Embora tenha mantido a aparência de rapagão musculoso, Superman não foi o mesmo ao longo dos anos. Nos gibis, oscilou entre mais e menos sarado. Na TV, já foi mais rechonchudo, até reencarnar como o púbere2 Tom Welling, da série de TV “Smallville”.

“Desde pequeno eu sabia que Superman não existia. Mas também sabia que meu pai era o verdadeiro Superman”, brincou David Weiss, filho do modelo do herói, em entrevista à Folha de São Paulo. Weiss cresceu comparando o rosto do pai ao desenho pendurado na sala de casa. Mas logo Joe Shuster, que foi seu principal desenhista, acabaria cedendo espaço para novos cartunistas, que adaptaram a figura aos fatos correntes.

“Essa mudança é o segredo do Superman. Cada época precisa de um herói só seu, e ele sempre pareceu ser o cara certo”, diz Larry Tye, considerado o maior estudioso do personagem. “Nos anos 1930, ele tiraria a América da Grande Depressão. Nos anos 1940, era duro com os nazistas. Nos anos 1950, lutou contra a onda vermelha do comunismo.”E foi mudando de cara de acordo com a função.

Invenção dos judeus Jerry Siegel e Joe Shuster, Superman também é visto como um paralelo da história de Moisés, a criança exilada que cresce numa terra estrangeira e depois se apresenta como um salvador. A aparência é um misto do também personagem bíblico Sansão, do deus grego Hércules e de acrobatas de circo. Mas há quem atribua, até hoje, a dualidade do personagem, que se alterna entre o nerd3 indefeso, tímido e de vista fraca (como Joe Shuster) e um super-herói possante, à origem judaica dos seus criadores.

“É o estereótipo judeu do homem fraco, tímido e intelectual que depois se revela um grande herói”, diz Harry Brod, autor do e-book Superman Is Jewish? (Superman é judeu?), lançado nos E.U.A. em novembro passado. “Ele é a versão moderna de Moisés: um bebê de Krypton enviado à Terra, que desenvolve superpoderes para salvar o seu povo.”

Segundo Brod, a analogia é tão nítida que os nazistas chegaram a discutir a suposta relação em revistas de circulação interna do regime. Mas, para ele, Hollywood e o tempo suavizaram o paralelo, transformando Superman numa releitura de Jesus Cristo. “Sua figura foi se tornando mais cristã com o tempo”, diz Brod. ”Não importa a religião. A ideia de um fracote que se torna um herói não deixa de ser uma fantasia universal.”

Silas Martí Adaptado de folha.uol.com.br, 03/03/2013.

1 resort − hotel com área de recreação 2 púbere − adolescente 3 nerd − pessoa muito estudiosa

Não era um pássaro nem um avião.

A primeira frase do texto remete às perguntas feitas por personagens que observavam intrigados o voo do Super-homem em suas muitas histórias: É um pássaro? É um avião? Não! É o Superhomem!

Essa primeira frase configura um recurso da linguagem conhecido como:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
397256 Ano: 2013
Disciplina: Geografia
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
Provas:

A agricultura familiar, apesar das críticas quanto à sua viabilidade econômica, mantém-se como um segmento produtivo importante do setor primário brasileiro. Observe nos gráficos as proporções percentuais do número de estabelecimentos da agricultura familiar e da área ocupada por eles por macrorregião em relação ao total do país.

Enunciado 397256-1

O tamanho médio das propriedades familiares é maior nas seguintes regiões brasileiras:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
385609 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
Provas:

Um quadrado ABCD de centro O está situado sobre um plano !$ \alpha !$. Esse plano contém o segmento OV, perpendicular a BC, conforme ilustra a imagem:

Enunciado 385609-1

Admita a rotação de centro O do segmento OV em um plano perpendicular ao plano !$ \alpha !$, como se observa nas imagens:

Enunciado 385609-2

Considere as seguintes informações:

• o lado do quadrado ABCD e o segmento OV medem 1 metro;
• a rotação do segmento OV é de x radianos, sendo!$ 0 < x \le \large{\pi \over 2} !$;

• x corresponde ao ângulo formado pelo segmento OV e o plano !$ \alpha !$;
• o volume da pirâmide ABCDV, em metros cúbicos, é igual a y.

O gráfico que melhor representa o volume y da pirâmide, em m3, em função do ângulo x, em radianos, é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
368818 Ano: 2013
Disciplina: História
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
Provas:

Policarpo Quaresma, cidadão brasileiro, certo de que a língua portuguesa é emprestada ao Brasil; certo também de que, por esse fato, o falar e o escrever, em geral, se veem na humilhante contingência de sofrer continuamente censuras ásperas dos proprietários da língua; usando do direito que lhe confere a Constituição, vem pedir que o Congresso Nacional decrete o tupi-guarani como língua oficial e nacional do povo brasileiro. Senhores Congressistas, o tupi-guarani, língua aglutinante, é a única capaz de traduzir as nossas belezas, de pôr-nos em relação com a nossa natureza e adaptar-se perfeitamente aos nossos órgãos vocais e cerebrais, por ser criação de povos que aqui viveram e ainda vivem.

Lima Barreto

Adaptado de Triste fim de Policarpo Quaresma (119115). Rio de Janeiro: MEDIAfashion, 2008.

A história narrada emTriste fim de Policarpo Quaresma se passa no momento de implantação do regime republicano no Brasil. Seu personagem principal, o Major Quaresma, defende alguns projetos de reforma, um deles relatado no trecho citado.

A justificativa do personagem para a adoção do tupi-guarani como língua oficial brasileira baseia-se na associação entre nacionalidade e a ideia de:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
362685 Ano: 2013
Disciplina: Francês (Língua Francesa)
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
Provas:

L’engagement politique des musiciens rock

Dans le roman Le portrait de Dorian Gray, publié en 1891, Oscar Wilde rappelle la distinction entre l’esthétique et l’éthique qu’il considère comme fondamentale. La forme prédomine sur le fond, et l’art n’a pas lieu de traiter de la réalité. Cet article-ci part d’une conception toute opposée, celle de l’artiste engagé et plus particulièrement des artistes rock, eux qui ont pourtant repris à maintes reprises cette philosophie wildienne.

L’engagement politique peut se définir par une forme de militantisme chez l’individu. Il ne faut pas oublier que les musiciens rock se placent eux-mêmes en marge de la société et des bornes que celle-ci impose. L’engagement politique ne fait dès lors plus qu’un avec sa soeur jumelle: la subversion, qui vise à décrier et déstabiliser les institutions en place.

Pour l’essentiel, il faudra se fonder sur ce simple constat: l’Etat repose sur un imaginaire commun aux individus qui le composent et celui-ci explique la souveraineté de l’Etat sur eux, une croyance commune. Or, l’imaginaire individuel reste la seule échappatoire face à l’appareil d’Etat institué, cette même machine qui cherche à encadrer son imaginaire. De fait, l’artiste constitue une menace pour l’Etat de par sa capacité à créer un nouvel imaginaire et à le propager. Ce phénomène est d’autant plus dérangeant pour l’Etat vis-à-vis de la subversion inhérente à l’engagement politique dans la musique rock. Marginale, contestataire et subversive, tels sont les maîtres mots qui définissent cette musique. Contestataire, la musique rock l’est dans ses racines. On ne saurait en effet oublier que cette musique découle en partie du blues, une musique qui était à l’origine jouée par les esclaves noirs en dehors de leur labeur avant de se populariser telle que l’on la connaît aujourd’hui. Ces esclaves jouaient donc pour s’évader.

On peut, à juste titre, évoquer la beat generation, qui a regroupé, dans les années 1950, les principales thématiques de la subversion rock: libération sexuelle, critique de la politique et des institutions en vigueur, drogues... Avec le Festival de Woodstock, en août 1969, apparaît un élément nouveau, on retourne l’imaginaire commun de l’Etat contre lui-même. La référence est ici la reprise de l’hymne américain teinté de psychédélisme par Jimi Hendrix, qui visait à dénoncer l’action militaire des Etats-Unis au Vietnam. Au sujet de la guerre s’ajoutent nombre d’autres sujets récurrents de l’engagement politique des musiciens rock sur le sol américain: la religion, les inégalités sociales en tête.

Après avoir dressé ce bref tableau des divers fronts d’engagement du registre rock, force est de constater que la société a cherché à en absorber les codes car elle ne pouvait pas lutter contre cette subversion grandissante. On assiste à une “banalisation” de l’attitude rock, que cela soit au travers de sa popularisation par des “magazines people“ qui mettent hebdomadairement en exergue les déviances ou, tout simplement, d’une provocation qui pourrait sembler peiner à se renouveler après le coup porté par la popularisation du genre par MTV dans les années 1990.

Sur ce semblant d’essoufflement, qu’en est-il de l’emprise des rockeurs sur l’imaginaire collectif ces dernières années? Si la société semble assimiler les codes de la subversion rock, force est de constater la persistance des thématiques de révolte et, de plus, la période postérieure au 11 septembre ainsi que la prédominance d’internet, qui constituent un vivier non négligeable pour les artistes.

Louis Allées certap.fr

Au quatrième paragraphe l’auteur retrace l’histoire du rock.

Dans ce contexte, la reprise de l’hymne américain par Jimi Hendrix constitue un exemple de:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
361515 Ano: 2013
Disciplina: Geografia
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
Provas:

Enunciado 361515-1

O Índice de Pobreza em Água é um indicador criado com a finalidade de estabelecer relações entre o acesso à agua potável e as características do meio natural e de cada sociedade.

Com base no mapa, a maior presença de países em situação crítica quanto ao acesso à água potável está no subcontinente denominado:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
361343 Ano: 2013
Disciplina: Física
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
Provas:

O corpo de um aspirador de pó tem massa igual a 2,0 kg. Ao utilizá-lo, durante um dado intervalo de tempo, uma pessoa faz um esforço sobre o tubo 1 que resulta em uma força de intensidade constante igual a 4,0 N aplicada ao corpo do aspirador. A direção dessa força é paralela ao tubo 2, cuja inclinação em relação ao solo é igual a 60º, e puxa o corpo do aspirador para perto da pessoa.

Enunciado 361343-1

Considere sen 60º = 0,87, cos 60º = 0,5 e também que o corpo do aspirador se move sem atrito. Durante esse intervalo de tempo, a aceleração do corpo do aspirador, em m/s2, equivale a:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
306850 Ano: 2013
Disciplina: Geografia
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
Provas:

A Declaração Universal dos Direitos Humanos (ONU, 1948) conta hoje com a adesão da maioria dos estados-nacionais. O conteúdo desse documento, no entanto, permanece como um ideal a ser alcançado. Observe o que está disposto em seu artigo XV:

1. Toda pessoa tem direito a uma nacionalidade.

2. Ninguém será arbitrariamente privado de sua nacionalidade, nem do direito de mudar de nacionalidade.

portal.mj.gov.br

Desde a década de 1960, em virtude de conflitos, o direito expresso nesse artigo vem sendo sonegado à maior parte da população pertencente ao seguinte povo e respectivo recorte espacial:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
276579 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
Provas:

Superman: 75 anos

Não era um pássaro nem um avião. O verdadeiro Superman era um pacato contador passando férias num resort1 ao norte de Nova York.

Joe Shuster, um dos criadores do personagem, junto com Jerry Siegel, descansava na colônia de férias quando encontrou Stanley Weiss, jovem de rosto quadrado e porte atlético, que ele julgou ser a encarnação do herói. Lá mesmo, pediu para desenhar o moço que serviria de modelo para os quadrinhos dali em diante. Só neste ano, esses desenhos estão vindo à tona nos E.U.A., como parte das atividades comemorativas dos 75 anos do personagem.

Embora tenha mantido a aparência de rapagão musculoso, Superman não foi o mesmo ao longo dos anos. Nos gibis, oscilou entre mais e menos sarado. Na TV, já foi mais rechonchudo, até reencarnar como o púbere2 Tom Welling, da série de TV “Smallville”.

“Desde pequeno eu sabia que Superman não existia. Mas também sabia que meu pai era o verdadeiro Superman”, brincou David Weiss, filho do modelo do herói, em entrevista à Folha de São Paulo. Weiss cresceu comparando o rosto do pai ao desenho pendurado na sala de casa. Mas logo Joe Shuster, que foi seu principal desenhista, acabaria cedendo espaço para novos cartunistas, que adaptaram a figura aos fatos correntes.

“Essa mudança é o segredo do Superman. Cada época precisa de um herói só seu, e ele sempre pareceu ser o cara certo”, diz Larry Tye, considerado o maior estudioso do personagem. “Nos anos 1930, ele tiraria a América da Grande Depressão. Nos anos 1940, era duro com os nazistas. Nos anos 1950, lutou contra a onda vermelha do comunismo.”E foi mudando de cara de acordo com a função.

Invenção dos judeus Jerry Siegel e Joe Shuster, Superman também é visto como um paralelo da história de Moisés, a criança exilada que cresce numa terra estrangeira e depois se apresenta como um salvador. A aparência é um misto do também personagem bíblico Sansão, do deus grego Hércules e de acrobatas de circo. Mas há quem atribua, até hoje, a dualidade do personagem, que se alterna entre o nerd3 indefeso, tímido e de vista fraca (como Joe Shuster) e um super-herói possante, à origem judaica dos seus criadores.

“É o estereótipo judeu do homem fraco, tímido e intelectual que depois se revela um grande herói”, diz Harry Brod, autor do e-book Superman Is Jewish? (Superman é judeu?), lançado nos E.U.A. em novembro passado. “Ele é a versão moderna de Moisés: um bebê de Krypton enviado à Terra, que desenvolve superpoderes para salvar o seu povo.”

Segundo Brod, a analogia é tão nítida que os nazistas chegaram a discutir a suposta relação em revistas de circulação interna do regime. Mas, para ele, Hollywood e o tempo suavizaram o paralelo, transformando Superman numa releitura de Jesus Cristo. “Sua figura foi se tornando mais cristã com o tempo”, diz Brod. ”Não importa a religião. A ideia de um fracote que se torna um herói não deixa de ser uma fantasia universal.”

Silas Martí Adaptado de folha.uol.com.br, 03/03/2013.

1 resort − hotel com área de recreação 2 púbere − adolescente 3 nerd − pessoa muito estudiosa

O autor do texto recorre a depoimentos e falas de entrevistados, o que confere credibilidade à reportagem.

Essa credibilidade se deve à seguinte característica dos entrevistados:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas