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Segundo as diretrizes do HumanizaSUS, definidas pelo Ministério da Saúde, o acolhimento refere-se:
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- Programa Nacional de Segurança do PacienteProtocolos Básicos de Segurança do PacientePrevenção de quedas
De modo geral, a hospitalização aumenta o risco de queda, pois os pacientes se encontram em ambientes que não lhes são familiares, muitas vezes são portadores de doenças que predispõem à queda e muitos dos procedimentos terapêuticos, como as múltiplas prescrições de medicamentos, podem aumentar esse risco. Estudos indicam que a taxa de queda de pacientes em hospitais de países desenvolvidos variou entre 3 a 5 quedas por 1.000 pacientes-dia. As quedas não se distribuem uniformemente nos hospitais, sendo mais frequentes nas unidades com concentração de pacientes idosos, na neurologia e na reabilitação. No que diz respeito a esse incidente associado ao cuidado de saúde, marque V para verdadeiro e F para falso, assinalando a alternativa que corresponde à sequência CORRETA.
( ) Dentre os fatores de risco para queda, os ambientais constituem em importante responsabilidade das instituições de saúde, incluindo a adequação da infraestrutura.
( ) O momento adequado para realização da avaliação do risco para queda do paciente é no segundo dia de internação hospitalar.
( ) O risco para queda deve ser reavaliado diariamente e, também, sempre que houver transferências de setor, mudança do quadro clínico, episódio de queda durante a internação, ajustando as medidas preventivas implantadas.
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- Programa Nacional de Segurança do PacienteProtocolos Básicos de Segurança do PacienteAdministração segura de medicamentos
Estima-se que os erros de medicação em hospitais provoquem mais de 7.000 mortes por ano nos Estados Unidos da América, acarretando importantes custos tangíveis e intangíveis. No Brasil ainda não estão disponíveis estatísticas de óbitos relacionados a erros de medicação. Diante da possibilidade de prevenção dos erros de medicação e do risco de dano em função da sua ocorrência, torna-se relevante identificar a natureza e determinantes dos erros, como forma de dirigir ações para a prevenção. As falhas no processo de utilização de medicamentos são consideradas importantes fatores contribuintes para a redução da segurança do paciente. Dentro desse contexto, são ações capazes de prevenir erros associados ao uso de medicamentos nos serviços de saúde, EXCETO,
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- Programa Nacional de Segurança do PacienteProtocolos Básicos de Segurança do PacienteCirurgia Segura
A assistência cirúrgica tem sido indispensável na atenção em saúde pelo mundo por quase um século. A incidência das injúrias traumáticas, cânceres e doenças cardiovasculares aumentaram e o impacto de intervenções cirúrgicas no atendimento à saúde cresceu. Paralelamente a este cenário, ocorre, sobremaneira na população de baixa renda, assistência médica precária, incluindo falta ou dificuldade de acesso e de recursos destinados a esses problemas. Neste contexto, faz-se urgente a necessidade de medidas que melhorem a confiabilidade e a segurança de intervenções cirúrgicas, tendo em vista que as complicações respondem por uma grande proporção das mortes e injúrias evitáveis nos serviços de saúde. Como resposta a essa necessidade, a Organização da Mundial da Saúde propôs a Lista de Verificação de Cirurgia Segura, um instrumento a ser aplicado a cada procedimento cirúrgico com o intuito de checar aspectos importante para a garantia de um procedimento mais seguro e de melhor qualidade. Sobre esse instrumento é correto afirmar, EXCETO,
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A Aliança Mundial para a Segurança do Paciente foi lançada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em outubro de 2004 para reduzir as consequências de uma assistência insegura, definindo metas para alcançar um cuidado mais seguro nos serviços de saúde. O primeiro desafio global para a Segurança do Paciente está focado na higiene das mãos e apresenta como lema: Uma assistência Limpa é uma Assistência mais Segura. O objetivo desta campanha mundial é prevenir e reduzir as infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS), que ainda afetam milhares de pessoas ao redor do mundo. Segundo a OMS, mais de 1,4 milhões de pessoas desenvolvem algum tipo de IRAS em Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Ainda, as IRAS afetam cerca de 30% dos pacientes e a mortalidade atribuível a elas pode chegar a 44% nos serviços de saúde, sendo as mais frequentes a infecção do trato urinário (ITU), a infecção do sítio cirúrgico (ISC), a infecção da corrente sanguínea (ICS) e a infecção do trato respiratório. Face ao exposto, analise as afirmativas abaixo e responda:
I – O ponto de assistência/tratamento é o local onde três elementos estão presentes: o paciente, o profissional de saúde e a assistência ou tratamento envolvendo o contato com o paciente ou suas imediações (ambiente do paciente).
II – O produto mais comumente disponível é a preparação alcóolica para as mãos, que deve estar em dispensadores fixados na parede, frascos fixados na cama/na mesa de cabeceira do paciente, nos carrinhos de curativos/medicamentos levados para o ponto de assistência, podendo também ser portado pelos profissionais em frascos individuais de bolso.
III – A preparação alcoólica para higiene das mãos sob a forma líquida recomendada para higiene das mãos envolve preparação contendo álcool, na concentração final entre 60% a 80% destinadas à aplicação nas mãos para reduzir o número de micro-organismos. No tocante à preparação alcoólica para higiene das mãos sob as formas gel, espuma e outras indica-se preparações contendo álcool, na concentração final mínima de 60% com atividade antibacteriana comprovada por testes de laboratório in vitro (teste de suspensão) ou in vivo, destinadas a reduzir o número de micro-organismos.
Marque a alternativa CORRETA.
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O Programa Nacional de Segurança do Paciente foi instituído no Brasil por meio da Portaria 529, de 1º de abril de 2013. O referido programa almeja contribuir para a qualificação do cuidado em saúde, de acordo com prioridade dada à segurança do paciente em estabelecimentos de Saúde na agenda política dos estados-membros da Organização Mundial da Saúde e na resolução aprovada durante a 57ª Assembleia Mundial da Saúde. Em relação ao Programa Nacional de Segurança do Paciente, é CORRETO afirmar que:
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Todos os incidentes com danos ou eventos adversos ocorridos em serviços de saúde devem ser notificados ao Sistema Nacional de Vigilância Sanitária por meio do módulo NOTIVISA, de acordo com a RDC nº 36/2013, como forma de fomentar uma atmosfera de aprendizagem contínua; promover nos serviços de saúde a cultura de investigação e de melhoria contínua de seus processos por meio dos dados coletados; e captar informação sobre eventos adversos que levaram ao óbito e os eventos graves. Sobre esse processo de notificação dos incidentes associados aos cuidados de saúde, assinale a alternativa CORRETA:
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De acordo com o Relatório nacional de incidentes relacionados à assistência à saúde, notificados ao Sistema Nacional de Vigilância Sanitária no período de janeiro de 2014 a julho de 2017, dos 134.501 incidentes notificados, 23.722 (17,6%) corresponderam às notificações de lesões por pressão, sendo, durante este período, o terceiro tipo de evento mais frequentemente notificado pelos núcleos de segurança do paciente dos serviços de saúde do país. Ainda, de acordo com o referido Relatório, foram notificados cerca de 3.771 never events (eventos que nunca deveriam ocorrer em serviços de saúde), sendo 2.739 (72,6%) decorrentes de lesão por pressão estágio 3 e 831 (22,0%), resultantes de lesão por pressão estágio 4. Tais dados evidenciam a necessidade de medidas que impactem na prevenção desses incidentes associados aos cuidados de saúde. Para tanto, são ações a serem realizadas junto aos pacientes para prevenção da lesão por pressão, EXCETO,
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Os cateteres arteriais periféricos permitem monitorar continuamente a pressão arterial e coletar sangue para análise de gases arteriais. Dentre os cuidados preconizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária para a manutenção desse tipo de cateter, está incluído
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A Portaria Nº 1.600/2011 do Ministério da Saúde reformula a Política Nacional de Atenção às Urgências e institui a Rede de Atenção às Urgências no Sistema Único de Saúde (SUS). Nos termos dessa portaria, a alternativa que não constitui uma das diretrizes da Rede de Atenção às Urgências:
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