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Sobre o estabelecido na lei n. 9.784/99, assinale a alternativa incorreta:
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Considerando o estabelecido na lei n. 9.784/99, que regula o procedimento administrativo no âmbito da Administração Pública Federal, nos procedimentos administrativos serão observados, entre outros, os critérios de:
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Se fosse dor tudo na vida,
Seria a morte o grande bem.
Libertadora , apetecida,
A alma dir-Ihe-ia, ansiosa : - "Vem!
Nessa estrofe do poema A VIDA ASSIM NOS AFEiÇOA, de Manuel Bandeira o pronome lhe no último verso substitui:
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A matemática financeira trata, entre outros aspectos, do estudo do valor do dinheiro ao longo do tempo.
Sobre taxa de juros, independente do regime de capitalização, assinale a alternativa CORRETA
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A ORIGEM DA TRAGÉDIA
OS PROBLEMAS E OS DADOS HISTÓRICOS
Desde Nietzsche, que em seu Nascimento da Tragédia e do Espírito da Música (1871) conseguiu enunciar o problema em termos acessíveis aos não iniciados na complexa metodologia das ciências da Antiguidade Clássica , a origem da tragédia é ponto de história da literatura grega que atrai vivamente a curiosidade de psicólogos, etnólogos, filósofos e, em geral , de todas as pessoas interessadas na história e na fenomenologia do teatro. A solução de Nietzsche comprometia os dados históricos e filológicos com teoremas de Schopenhauer e ideias de Wagner acerca do drama musical; constituía, digamos, um momento dos mais genuinamente românticos, na tragédia do próprio pensamento do filósofo que provara o saboroso fruto da filologia novecentista. O manifesto antinietzschiano de Wilamowitz-Moellendorff, Zukunpftsphilologie!, era-o, sobretudo , da curta vista de uma ciência que, não querendo ser mais que "ciência", nem chegava cientificamente a aperceber-se de que, em verdade, não fora a origem histórica da tragédia grega, pura e simples, a questão que mais poderosamente solicitara o seu ex-colega de Schuhlpforta; ou melhor, não entendeu Wilamowitz que, naquelas páginas, pela primeira vez em sua geração se cruzavam forças tendentes a resolver dois problemas muitíssimo diversos. Com efeito, desde o Nascimento da Tragédia , quase toda a bibliografia concernente a este capitulo da literatura grega nos mostra como naturalmente se encontram entretecidos os enunciados e soluções de um problema filológico com as premissas e conclusões de um problema fenomenológico.
Para a Filologia, a questão é achar formas literárias, testemunhadas ou hipotéticas, que, uma vez justapostas no tempo, figurem a trajetória historiável da tragédia grega. A este aspecto do problema corresponde o método filológico , de exclusivo recurso á análise dos textos, á crítica das fontes , à exegese e à hermenêutica , exercidas mediante as várias ciências e técnicas subsidiárias. Para a fenomenologia , o problema consiste em descobrir o gradual desenvolvimento do próprio fenômeno trágico, da mesma tragicidade, cujos primórdios se nos deparam, na psicologia e na etnologia , emersos da penumbra da subconsciência e da pré-história do homem e dos povos gregos. Método mais adequado á natureza do problema não há , que não seja o filosófico, na genuína acepção da palavra.
Quanto aos dados utilizáveis no propósito de resolvê-los , além dos poemas completos de Ésquilo, Sófocles e Eurípedes, e dos fragmentos destes e dos demais tragediógrafos , cuja recensão prossegue desde o passado século; além da famosa teoria de Aristóteles que atribui a origem da tragédia a um "improviso dos solistas do ditirambo", e o desenvolvimento , a um processo de gradual "protagonização do lógos (diálogo) uma vez passado o momento satirico", só dispomos de escassas e obscuras informações de antigos escritores, incidentalmente ministradas em trechos de obras que, no essencial , nada tem a ver com a problemática em questão.
Sobre os textos dos dramas tradicionais, incidem predominantemente os esforços indagadores da Filologia , com o especial intento de explicar a síntese de ritmos diversos, visto que a composição de heterogêneas formas , líricas e épicas, constitui o problema fundamental da morfologia histórica do poema trágico. Importa deixar assinalado, desde já, que os resultados de semelhante pesquisa parecem desdizer as noticias históricas de Aristóteles, embora confirmem a sua teoria estética: pela forma e pelo conteúdo, os primeiros dramas de Ésqu ilo satisfazem á definição de essência, segundo a qual, a "tragédia é imitação de ação austera", mas, por isso mesmo, parece encontrar-se refutada a hipótese genética do Estagirita , quando, baldamente, se quer isolar ou adivinhar nos poemas trágicos o elemento grotesco, herança do "satírico" primordial.
(Poética , Tradução, Prefácio .... de Eudoro de Sousa. Porto Alegre, Editora Globo, 1966, p. 29-30. Reformatado com omissões.).
Com referência ao Nascimento da Tragédia do Espírito da Música (1871) não se pode afirmar que:
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A ORIGEM DA TRAGÉDIA
OS PROBLEMAS E OS DADOS HISTÓRICOS
Desde Nietzsche, que em seu Nascimento da Tragédia e do Espírito da Música (1871) conseguiu enunciar o problema em termos acessíveis aos não iniciados na complexa metodologia das ciências da Antiguidade Clássica , a origem da tragédia é ponto de história da literatura grega que atrai vivamente a curiosidade de psicólogos, etnólogos, filósofos e, em geral , de todas as pessoas interessadas na história e na fenomenologia do teatro. A solução de Nietzsche comprometia os dados históricos e filológicos com teoremas de Schopenhauer e ideias de Wagner acerca do drama musical; constituía, digamos, um momento dos mais genuinamente românticos, na tragédia do próprio pensamento do filósofo que provara o saboroso fruto da filologia novecentista. O manifesto antinietzschiano de Wilamowitz-Moellendorff, Zukunpftsphilologie!, era-o, sobretudo , da curta vista de uma ciência que, não querendo ser mais que "ciência", nem chegava cientificamente a aperceber-se de que, em verdade, não fora a origem histórica da tragédia grega, pura e simples, a questão que mais poderosamente solicitara o seu ex-colega de Schuhlpforta; ou melhor, não entendeu Wilamowitz que, naquelas páginas, pela primeira vez em sua geração se cruzavam forças tendentes a resolver dois problemas muitíssimo diversos. Com efeito, desde o Nascimento da Tragédia , quase toda a bibliografia concernente a este capitulo da literatura grega nos mostra como naturalmente se encontram entretecidos os enunciados e soluções de um problema filológico com as premissas e conclusões de um problema fenomenológico.
Para a Filologia, a questão é achar formas literárias, testemunhadas ou hipotéticas, que, uma vez justapostas no tempo, figurem a trajetória historiável da tragédia grega. A este aspecto do problema corresponde o método filológico , de exclusivo recurso á análise dos textos, á crítica das fontes , à exegese e à hermenêutica , exercidas mediante as várias ciências e técnicas subsidiárias. Para a fenomenologia , o problema consiste em descobrir o gradual desenvolvimento do próprio fenômeno trágico, da mesma tragicidade, cujos primórdios se nos deparam, na psicologia e na etnologia , emersos da penumbra da subconsciência e da pré-história do homem e dos povos gregos. Método mais adequado á natureza do problema não há , que não seja o filosófico, na genuína acepção da palavra.
Quanto aos dados utilizáveis no propósito de resolvê-los , além dos poemas completos de Ésquilo, Sófocles e Eurípedes, e dos fragmentos destes e dos demais tragediógrafos , cuja recensão prossegue desde o passado século; além da famosa teoria de Aristóteles que atribui a origem da tragédia a um "improviso dos solistas do ditirambo", e o desenvolvimento , a um processo de gradual "protagonização do lógos (diálogo) uma vez passado o momento satirico", só dispomos de escassas e obscuras informações de antigos escritores, incidentalmente ministradas em trechos de obras que, no essencial , nada tem a ver com a problemática em questão.
Sobre os textos dos dramas tradicionais, incidem predominantemente os esforços indagadores da Filologia , com o especial intento de explicar a síntese de ritmos diversos, visto que a composição de heterogêneas formas , líricas e épicas, constitui o problema fundamental da morfologia histórica do poema trágico. Importa deixar assinalado, desde já, que os resultados de semelhante pesquisa parecem desdizer as noticias históricas de Aristóteles, embora confirmem a sua teoria estética: pela forma e pelo conteúdo, os primeiros dramas de Ésquilo satisfazem á definição de essência, segundo a qual, a "tragédia é imitação de ação austera", mas, por isso mesmo, parece encontrar-se refutada a hipótese genética do Estagirita , quando, baldamente, se quer isolar ou adivinhar nos poemas trágicos o elemento grotesco, herança do "satírico" primordial.
(Poética , Tradução, Prefácio .... de Eudoro de Sousa. Porto Alegre, Editora Globo, 1966, p. 29-30. Reformatado com omissões.).
Ainda de acordo com o texto, só não se pode afirmar que:
A teoria aristotélica atribui a origem da tragédia a um improviso dos solistas do ditirambo, e o desenvolvimento, a um processo de gradual desenvolvimento do lógos (diálogo).
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Na licitação na modalidade de pregão, as propostas, se não houver outro prazo fixado em edital, terão prazo de validade de:
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As estratégias de retextualização, como apresentadas, pressupõem nove operações complexas que se dividem entre atividades de idealização (eliminação, completude e regularização) e reformulação (acréscimo, substituição e reordenação) , que dentro da ide ia de contínuo fazem com que a primeira seja mais diretamente relacionada com a fala, e a segunda, com a escrita . Utilizadas independentemente ou sequencialmente, a depender dos objetivos de retextualização que se tenha em mente, as operações pressupõem os seguintes passos, aqui sumarizados a partir das páginas 77 e 86 do livro:
1ª Operação: Eliminação de marcas estritamente interacionais, hesitações e partes de palavras (estratégias de eliminação baseada na idealização linguística).
2ª Operação: Introdução da pontuação com base na intuição fornecida pela entoação das falas (estratégia de inserção em que a primeira tentativa segue a sugestão da prosódia).
3ª Operação: Retirada de repetições , reduplicações, redundâncias , paráfrases e pronomes egóticos (estratégia de eliminação para uma condensação linguística).
4ª Operação: Introdução da paragrafação e pontuação detalhada sem modificação da ordem dos tópicos discursivos (estratégia de inserção).
5ª Operação: Introdução de marcas metalinguisticas para referenciação de ações e verbalização de contextos expressos por dêitico (estratégia de reformulação objetivando explicitude).
6ª Operação: Reconstrução de estruturas truncadas, concordâncias, reordenação sintática, encadeamentos (estratégia de reconstrução em função da norma escrita).
7ª Operação: Tratamento estilístico com seleção de novas estruturas sintáticas e novas opções léxicas (estratégia de substituição visando a uma maior formalidade).
8ª Operação: Reordenação tópica do texto e reorganização da sequência argumentativa (estratégia de estruturação argumentativa).
9ª Operação: Agrupamento de argumentos condensando as ideias (estratégia de condensação).
(Rev. ANPOLL, N.15,223-229, jul/dez. 2003. Disponível em
https:/IanpoILemnuvens.com.br/revista/article/view/431/440; Acesso em : 27 .08 .2016, reformato)
Esse é um trecho de uma resenha de um livro que trata da relação entre fala e escrita. As operações de retextualização, nesse caso, tratam de processos que podem ser utilizados para produzir texto escrito a partir de um texto falado. As operações evidenciam certas características do texto falado espontâneo apresentadas abaixo, exceto:
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No tocante ao sistema tributário nacional, sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:
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Analise a imagem abaixo e responda a questão a seguir. Foi utilizado o pacote Microsoft Office versão 2007, em português, com instalação padrão, ou seja, sem a adição de complementos,

O grande recurso do Excel é a utilização de suas fórmulas, para obtenção de valores com cálculos automáticos. Avalie a imagem e marque a opção que indica corretamente uma fórmula para somar os valores da coluna I (Faturamento Após Vendas) de todos os produtos com margem de lucro maior ou igual ao indicado na célula C4.
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