Foram encontradas 60 questões.
O regime militar de 1964 tinha planos grandiosos para o país no que diz respeito ao seu desenvolvimento e ocupação populacional. Por isso, os incentivos para o desenvolvimento da Região Norte foram intensos, havendo benefício fiscal para as grandes empresas se instalarem na Amazônia. Em 1973, o rádio entrou no ar da região, transmitindo apenas a Rádio Nacional de Brasília. Cerca de meia década depois chegou a televisão. Sobre a comunicação na Região Norte do Brasil, é possível afirmar que:
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No dia 27 de março de 2014, o jornal “O Estado de S. Paulo” publicou o resultado da pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) sobre a violência contra a mulher, cujos índices apontavam que a maioria dos brasileiros considerava que merecem ser atacadas as mulheres que usam roupas que revelam o corpo. Os resultados publicados repercutiram nas redes sociais, principalmente com fotos de mulheres com cartazes com os dizeres “Eu não mereço ser estuprada”. Em 4 de abril de 2014, o IPEA veio a público reconhecer que errara os dados, sendo 26% o índice de brasileiros que concordam, total ou parcialmente, com a afirmação “mulheres que usam roupas que mostram o corpos merecem ser atacadas”. Do ponto de vista da pragmática jornalística, é correto afirmar que:
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Em junho de 2013, o país foi tomado por manifestações populares que exprimiam diversas insatisfações da sociedade com os políticos e a política. Uma das formas de registro das manifestações foi o uso intenso de smartphones e das redes sociais por pessoas desvinculadas de veículos de comunicação estabelecidos.
Posteriormente, o grupo que se apresentou como responsável pelos registros e sua divulgação foi:
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Em 28 de abril de 2014, Carlos Alberto Di Franco publicou um texto no jornal “O Estado de S. Paulo”, no qual relatava a decadência da reportagem, dizendo “Jornalismo sem alma. É o diagnóstico de uma doença que contamina inúmeras redações. O leitor não sente o pulsar da vida. As reportagens não têm cheiro do asfalto. As empresas precisam repensar o seu modelo e investir poderosamente no coração. É preciso dar novo brilho à reportagem e ao conteúdo bem editado, sério, preciso, isento”. Por se tratar de um texto assinado, com emissão de opinião, ele é conhecido como:
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Se num grupo de 5 homens e 7 mulheres sorteamos 4 pessoas para formarem uma comissão, qual a probabilidade de que essa comissão seja formada por 2 homens e 2 mulheres?
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Na matéria de TV, a voz do repórter que cobre a sequência de imagens utilizadas chama-se:
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“O interesse pode ser considerado [...] o atributo de definição do jornalismo. Só é notícia o relato que projeta interesses, desperta interesses ou responde a interesses. Esse atributo de definição pode alcançar maior ou menor intensidade, dependendo da existência, em maior ou menor grau, de atributos de relevância no conteúdo”
[CHAPARRO, 1993, p. 119].
Atributos de relevância ou critérios de noticiabilidade são os abaixo, exceto:
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Na diagramação de uma notícia, seja para jornal ou revista, o termo “olho” significa:
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A Revolução Industrial transformou profundamente todos os setores da atividade humana. Com ela, transformou-se a economia, a demografia, a divisão do trabalho e, claro, a comunicação. No ambiente empresarial, há a diversidade de público. Por isso, sobre a comunicação neste ambiente, é correto afirmar que:
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“As pessoas que detêm algum poder ou se estabelecem em áreas de influência social costumam sustentar uma visão publicística do jornalismo. É por causa dessa concepção que políticos, economistas e dirigentes sindicais lutam para impor aos órgãos que controlam o palavrório empolado de seus discursos; e os intelectuais em geral, incapazes de distinguir informação de propaganda, imaginam que os jornalistas têm poder absurdo sobre o público, que eles chamam de massa, quando lhes é hostil, e povo, quando lhes é simpático.
Muitas dessas pessoas costumam avaliar o jornalismo por um critério singular: independente da qualidade da informação, ele é bom quando os fatos relatados apontam para interpretação favorável a suas ideias e mau quando ocorre o contrário. Assim, para a média dos intelectuais progressistas, o jornalismo foi ótimo no Vietnã, quando houve condições de mostrar a guerra de perto, com cenas vivas de sua tragédia humana, e péssimo na cobertura das intervenções americanas subsequentes (na Líbia, no Iraque, na Somália, na Iugoslávia...), em que essas condições foram suprimidas” [LAGE, 2002, p. 12].
Em relação ao trecho, a questão pertinente ao jornalismo e as recorrentes reclamações sobre sua imparcialidade:
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