Foram encontradas 85 questões.
Os intestinos, delgado e grosso, dos animais domésticos apresentam diferenças anatômicas acentuadas entre as diversas espécies, o que se dá, principalmente, pela variação do tipo de alimentação de cada um e tem como exemplo clássico o ceco dos carnívoros, acentuadamente reduzido, em relação ao volumoso ceco dos equinos.
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O cinzel, o escopro e o martelo de Hajek são instrumentais utilizados na craniotomia, sendo que, para a abertura da caixa torácica, utiliza-se o costótomo, instrumento indicado para a secção das articulações costo-condrais.
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A técnica de necrópsia de Virchow é bastante utilizada, e sua metodologia consiste em remover os órgãos, isoladamente, após terem sido abertos e examinados in situ.
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São consideradas alterações cadavéricas abióticas imediatas: insensibilidade, imobilidade, algor mortis, parada das funções cárdio-respiratórias, arreflexia ou ausência de reflexos, rigor mortis e inconsciência.
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Os planos anatômicos animais são essenciais à descrição da localização e dos diversos órgãos componentes dos aparelhos e dos sistemas.
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A “maceração” pode ser definida como uma técnica utilizada para eliminação dos tecidos, objetivando o preparo de peças ósseas para o estudo da osteologia.
Dentre as técnicas mais utilizadas com essa finalidade, destacam-se a maceração com o uso de larvas de insetos, a maceração química, a maceração por imersão em água quente e fria e a maceração com o uso de ácidos fortes, como o perclórico e o nítrico.
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“Músculos intrínsecos” são aqueles que não estão fixados ou inseridos ao esqueleto em ponto algum, tendo, como exemplos, o músculo orbicular labial e o palpebral.
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A realização da necrópsia objetiva esclarecer a causa mortis, no caso do óbito de animais, e, para a obtenção de achados confiáveis, o tempo entre a morte e a realização do procedimento de necrópsia é fator limitante, e, dentre as espécies animais, aquelas que apresentam alterações transformativas no cadáver, levando-o à decomposição em menor tempo são os roedores e as aves.
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“Dissecar”, em Anatomia, significa separar cuidadosamente os tecidos componentes dos diversos planos anatômicos animais, por exemplo, pele, tecido subcutâneo e músculos, a fim de preservar as estruturas da forma mais original possível, facilitando a ministração de aulas nos cursos de Medicina Veterinária e afins.
Para fazer isso, são utilizados como instrumentos cirúrgicos, o bisturi, a tesoura, a pinça de dissecção, pinças intestinais, angiótribo e paquímetro.
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Com o intuito de utilizar peças anatômicas para atividades de aulas práticas, recorre-se comumente a sua conservação, para evitar alterações abióticas e transformativas e, nesses casos, para uma boa fixação com o formol, deve-se injetar essa substância nos vasos sanguíneos, nos músculos e tecidos a conservar.
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