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Pesquisas do Instituto Paulo Montenegro realizadas desde 2001 apontam que, no Brasil, apenas 25% da população pode ser considerada plenamente alfabetizada — ou seja, é capaz de compreender textos típicos da vida moderna como um artigo jornalístico longo, um relatório de trabalho ou um manual de instruções. Essa proporção tem se mantido estagnada ao longo da última década. Dentro desse grupo já reduzido, é de se presumir que apenas uma diminuta fração seja capaz de ler e apreciar os produtos superiores do intelecto humano, como a alta literatura ou os melhores livros históricos, filosóficos ou científicos.
“Como ler livros”, escrito por dois professores americanos — um, filósofo e o outro, historiador — destina-se, como a maioria dos demais livros, à parcela plenamente alfabetizada do público; seu objetivo, porém, é elevar seus leitores a um patamar superior, qualificando-os à leitura dos maiores livros da tradição intelectual do Ocidente.
ORTIZ, Felipe. Além do alfabetismo. In: Dicta&Contradicta, Instituto de
Formação e Educação — I.F.E., São Paulo, n. 6,dez. 2010. p. 236.
O filósofo e o historiador referidos no texto são cidadãos de nível cultural compatível com o de pessoas integrantes dos 25% da população plenamente alfabetizada no Brasil.
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Pesquisas do Instituto Paulo Montenegro realizadas desde 2001 apontam que, no Brasil, apenas 25% da população pode ser considerada plenamente alfabetizada — ou seja, é capaz de compreender textos típicos da vida moderna como um artigo jornalístico longo, um relatório de trabalho ou um manual de instruções. Essa proporção tem se mantido estagnada ao longo da última década. Dentro desse grupo já reduzido, é de se presumir que apenas uma diminuta fração seja capaz de ler e apreciar os produtos superiores do intelecto humano, como a alta literatura ou os melhores livros históricos, filosóficos ou científicos.
“Como ler livros”, escrito por dois professores americanos — um, filósofo e o outro, historiador — destina-se, como a maioria dos demais livros, à parcela plenamente alfabetizada do público; seu objetivo, porém, é elevar seus leitores a um patamar superior, qualificando-os à leitura dos maiores livros da tradição intelectual do Ocidente.
ORTIZ, Felipe. Além do alfabetismo. In: Dicta&Contradicta, Instituto de
Formação e Educação — I.F.E., São Paulo, n. 6,dez. 2010. p. 236.
Para o autor, é possível que a parcela dos considerados, de fato, alfabetizados apresente níveis diferentes de compreensão de um texto.
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Pesquisas do Instituto Paulo Montenegro realizadas desde 2001 apontam que, no Brasil, apenas 25% da população pode ser considerada plenamente alfabetizada — ou seja, é capaz de compreender textos típicos da vida moderna como um artigo jornalístico longo, um relatório de trabalho ou um manual de instruções. Essa proporção tem se mantido estagnada ao longo da última década. Dentro desse grupo já reduzido, é de se presumir que apenas uma diminuta fração seja capaz de ler e apreciar os produtos superiores do intelecto humano, como a alta literatura ou os melhores livros históricos, filosóficos ou científicos.
“Como ler livros”, escrito por dois professores americanos — um, filósofo e o outro, historiador — destina-se, como a maioria dos demais livros, à parcela plenamente alfabetizada do público; seu objetivo, porém, é elevar seus leitores a um patamar superior, qualificando-os à leitura dos maiores livros da tradição intelectual do Ocidente.
ORTIZ, Felipe. Além do alfabetismo. In: Dicta&Contradicta, Instituto de
Formação e Educação — I.F.E., São Paulo, n. 6,dez. 2010. p. 236.
A população brasileira, de acordo com as pesquisas referidas no texto, evoluiu naquilo que se refere à alfabetização entre 2001 e 2010.
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Pesquisas do Instituto Paulo Montenegro realizadas desde 2001 apontam que, no Brasil, apenas 25% da população pode ser considerada plenamente alfabetizada — ou seja, é capaz de compreender textos típicos da vida moderna como um artigo jornalístico longo, um relatório de trabalho ou um manual de instruções. Essa proporção tem se mantido estagnada ao longo da última década. Dentro desse grupo já reduzido, é de se presumir que apenas uma diminuta fração seja capaz de ler e apreciar os produtos superiores do intelecto humano, como a alta literatura ou os melhores livros históricos, filosóficos ou científicos.
“Como ler livros”, escrito por dois professores americanos — um, filósofo e o outro, historiador — destina-se, como a maioria dos demais livros, à parcela plenamente alfabetizada do público; seu objetivo, porém, é elevar seus leitores a um patamar superior, qualificando-os à leitura dos maiores livros da tradição intelectual do Ocidente.
ORTIZ, Felipe. Além do alfabetismo. In: Dicta&Contradicta, Instituto de
Formação e Educação — I.F.E., São Paulo, n. 6,dez. 2010. p. 236.
A informação principal do texto, baseada em pesquisas, é que o nível de alfabetização completa no país atinge apenas um quarto da população.
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O Profissional de Enfermagem precisa estar preparado para atuar em situações de urgência e emergência, ajudando a salvar vidas e a reduzir riscos de morte.
A equipe de Enfermagem, na avaliação pós-operatória do paciente cirúrgico, necessita estar informada sobre o tipo de procedimento realizado e a natureza da anestesia utilizada.
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O Profissional de Enfermagem precisa estar preparado para atuar em situações de urgência e emergência, ajudando a salvar vidas e a reduzir riscos de morte.
No atendimento imediato à pessoa vítima de crise epilética prolongada, é imprescindível proceder a estabilização cervical e garantir a permeabilidade das vias aéreas.
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Diante de um paciente com quadro hemorrágico grave, uma das medidas imediatas a ser adotada pelo Profissional de Enfermagem consiste em instalar acesso venoso de grosso calibre, para administração de fluidos e drogas com rapidez e segurança.
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Perda de tônus muscular, respiração irregular e alterações dos sentidos podem ocorrer em pacientes em fase terminal.
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A equipe de Enfermagem, ao atender uma criança ou adolescente, em qualquer momento do processo saúde-doença, precisa levar em conta as especificidades da assistência a essas faixas etárias e dedicar especial cuidado à participação dos pais, da família e da comunidade no tratamento prestado em todos os níveis.
A vacina DTP — Tríplice — protege contra difteria, tétano e coqueluche e deve ser administrada em dose única, por via intramuscular profunda, logo após o nascimento.
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A equipe de Enfermagem, ao atender uma criança ou adolescente, em qualquer momento do processo saúde-doença, precisa levar em conta as especificidades da assistência a essas faixas etárias e dedicar especial cuidado à participação dos pais, da família e da comunidade no tratamento prestado em todos os níveis.
A ocorrência de acidentes domésticos com crianças é frequente e costuma causar quedas, queimaduras e intoxicações.
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