Foram encontradas 1.980 questões.
A tabela abaixo apresenta a composição química de um meio típico para cultura de células de mamíferos.

Com base na análise dos dados, pode-se afirmar:
Os constituintes do meio de cultura devem ser adicionados em quantidades iguais, independentemente de sua natureza química.
Provas
Pacientes afetados pela principal doença causadora de cegueira entre idosos deverão ser os primeiros brasileiros a receber uma terapia baseada em células-tronco embrionárias, provavelmente no ano que vem. O alvo da estratégia é a degeneração macular relacionada à idade, que costuma afetar maiores de 65 anos.
As células serão colocadas cirurgicamente no olho, envoltas por uma membrana especial. Os pesquisadores vão verificar, por exemplo, se as células migram ou formam tumores – risco associado a células de origem embrionária. Testes com as células já foram feitos nos EUA, com resultados modestos. Para o oftalmologista Rodrigo Brant, a diferença é que, nesses casos, elas foram só injetadas no olho. “Como são células com ‘lado’ certo para funcionar, temos de colocá-las por cirurgia. Os resultados com animais, no nosso caso, foram animadores.” A pesquisa se insere em um contexto de uma parceria entre a Universidade do Sul da Califórnia e a Universidade Federal de São Paulo. (LOPES, 2013).
A figura ilustra aspectos da metodologia utilizada na pesquisa referida.

A análise das informações permite afirmar:
A escolha das quinze pessoas que se tornarão sujeitos da pesquisa deve ser totalmente aleatória na população geral.
Provas
Pacientes afetados pela principal doença causadora de cegueira entre idosos deverão ser os primeiros brasileiros a receber uma terapia baseada em células-tronco embrionárias, provavelmente no ano que vem. O alvo da estratégia é a degeneração macular relacionada à idade, que costuma afetar maiores de 65 anos.
As células serão colocadas cirurgicamente no olho, envoltas por uma membrana especial. Os pesquisadores vão verificar, por exemplo, se as células migram ou formam tumores – risco associado a células de origem embrionária. Testes com as células já foram feitos nos EUA, com resultados modestos. Para o oftalmologista Rodrigo Brant, a diferença é que, nesses casos, elas foram só injetadas no olho. “Como são células com ‘lado’ certo para funcionar, temos de colocá-las por cirurgia. Os resultados com animais, no nosso caso, foram animadores.” A pesquisa se insere em um contexto de uma parceria entre a Universidade do Sul da Califórnia e a Universidade Federal de São Paulo. (LOPES, 2013).
A figura ilustra aspectos da metodologia utilizada na pesquisa referida.

A análise das informações permite afirmar:
O blastocisto é a fase do desenvolvimento embrionário que se implanta na mucosa uterina.
Provas
Pacientes afetados pela principal doença causadora de cegueira entre idosos deverão ser os primeiros brasileiros a receber uma terapia baseada em células-tronco embrionárias, provavelmente no ano que vem. O alvo da estratégia é a degeneração macular relacionada à idade, que costuma afetar maiores de 65 anos.
As células serão colocadas cirurgicamente no olho, envoltas por uma membrana especial. Os pesquisadores vão verificar, por exemplo, se as células migram ou formam tumores – risco associado a células de origem embrionária. Testes com as células já foram feitos nos EUA, com resultados modestos. Para o oftalmologista Rodrigo Brant, a diferença é que, nesses casos, elas foram só injetadas no olho. “Como são células com ‘lado’ certo para funcionar, temos de colocá-las por cirurgia. Os resultados com animais, no nosso caso, foram animadores.” A pesquisa se insere em um contexto de uma parceria entre a Universidade do Sul da Califórnia e a Universidade Federal de São Paulo. (LOPES, 2013).
A figura ilustra aspectos da metodologia utilizada na pesquisa referida.

A análise das informações permite afirmar:
As células-tronco embrionárias se caracterizam pela expressão da totalidade de seus genes durante as primeiras fases do desenvolvimento de um indivíduo.
Provas
Pacientes afetados pela principal doença causadora de cegueira entre idosos deverão ser os primeiros brasileiros a receber uma terapia baseada em células-tronco embrionárias, provavelmente no ano que vem. O alvo da estratégia é a degeneração macular relacionada à idade, que costuma afetar maiores de 65 anos.
As células serão colocadas cirurgicamente no olho, envoltas por uma membrana especial. Os pesquisadores vão verificar, por exemplo, se as células migram ou formam tumores – risco associado a células de origem embrionária. Testes com as células já foram feitos nos EUA, com resultados modestos. Para o oftalmologista Rodrigo Brant, a diferença é que, nesses casos, elas foram só injetadas no olho. “Como são células com ‘lado’ certo para funcionar, temos de colocá-las por cirurgia. Os resultados com animais, no nosso caso, foram animadores.” A pesquisa se insere em um contexto de uma parceria entre a Universidade do Sul da Califórnia e a Universidade Federal de São Paulo. (LOPES, 2013).
A figura ilustra aspectos da metodologia utilizada na pesquisa referida.

A análise das informações permite afirmar:
Fatores topológicos condicionantes de processos de sinalização celular estão associados ao funcionamento das células do epitélio pigmentar no procedimento sugerido.
Provas
Pacientes afetados pela principal doença causadora de cegueira entre idosos deverão ser os primeiros brasileiros a receber uma terapia baseada em células-tronco embrionárias, provavelmente no ano que vem. O alvo da estratégia é a degeneração macular relacionada à idade, que costuma afetar maiores de 65 anos.
As células serão colocadas cirurgicamente no olho, envoltas por uma membrana especial. Os pesquisadores vão verificar, por exemplo, se as células migram ou formam tumores – risco associado a células de origem embrionária. Testes com as células já foram feitos nos EUA, com resultados modestos. Para o oftalmologista Rodrigo Brant, a diferença é que, nesses casos, elas foram só injetadas no olho. “Como são células com ‘lado’ certo para funcionar, temos de colocá-las por cirurgia. Os resultados com animais, no nosso caso, foram animadores.” A pesquisa se insere em um contexto de uma parceria entre a Universidade do Sul da Califórnia e a Universidade Federal de São Paulo. (LOPES, 2013).
A figura ilustra aspectos da metodologia utilizada na pesquisa referida.

A análise das informações permite afirmar:
Células-tronco embrionárias são consideradas totipotentes em razão de sua independência no processo de produção de células especializadas em condições naturais e experimentais.
Provas
Homo sapiens. Canis familiaris. Aedes aegypti. Se você identificou de primeira as espécies por trás desses nomes latinos, é em boa parte por mérito de Carolus Linnaeus (1707-1778). Esse naturalista sueco propôs o sistema usado até hoje para nomear os seres vivos. Poderá esse sistema sobreviver à era da genômica, que está mudando profundamente a maneira como compreendemos as relações de parentesco entre as espécies?
“Toda a nossa ciência taxonômica está baseada no sistema que ele criou”, resume o botânico da USP, Paulo Takeo Sano. Mas o que esperar desse sistema num cenário em que a biologia é cada vez mais marcada pelas revelações da genômica? Alguns cientistas têm defendido, por exemplo, que se adote um “código de barras genético” para classificar as espécies.
De acordo com o botânico da USP, é possível que os avanços no entendimento da base molecular da vida levem os taxonomistas a mudar os critérios em que se baseiam para classificar as espécies, mas eles não devem afetar o sistema lineano – ao menos no futuro imediato. (ESTEVES, 2008).
Com base nas informações do texto, pode-se afirmar:
Diagnósticos diferenciadores entre espécies próximas, a partir de análises de sequências nucleotídicas, constituem uma importante aplicação de estudos genômicos.
Provas
Homo sapiens. Canis familiaris. Aedes aegypti. Se você identificou de primeira as espécies por trás desses nomes latinos, é em boa parte por mérito de Carolus Linnaeus (1707-1778). Esse naturalista sueco propôs o sistema usado até hoje para nomear os seres vivos. Poderá esse sistema sobreviver à era da genômica, que está mudando profundamente a maneira como compreendemos as relações de parentesco entre as espécies?
“Toda a nossa ciência taxonômica está baseada no sistema que ele criou”, resume o botânico da USP, Paulo Takeo Sano. Mas o que esperar desse sistema num cenário em que a biologia é cada vez mais marcada pelas revelações da genômica? Alguns cientistas têm defendido, por exemplo, que se adote um “código de barras genético” para classificar as espécies.
De acordo com o botânico da USP, é possível que os avanços no entendimento da base molecular da vida levem os taxonomistas a mudar os critérios em que se baseiam para classificar as espécies, mas eles não devem afetar o sistema lineano – ao menos no futuro imediato. (ESTEVES, 2008).
Com base nas informações do texto, pode-se afirmar:
Análises de sequências nucleotídicas, para fins de identificação de espécies, exigem consulta a bancos de dados, que registram sequências já conhecidas a ser utilizadas como referência.
Provas
Homo sapiens. Canis familiaris. Aedes aegypti. Se você identificou de primeira as espécies por trás desses nomes latinos, é em boa parte por mérito de Carolus Linnaeus (1707-1778). Esse naturalista sueco propôs o sistema usado até hoje para nomear os seres vivos. Poderá esse sistema sobreviver à era da genômica, que está mudando profundamente a maneira como compreendemos as relações de parentesco entre as espécies?
“Toda a nossa ciência taxonômica está baseada no sistema que ele criou”, resume o botânico da USP, Paulo Takeo Sano. Mas o que esperar desse sistema num cenário em que a biologia é cada vez mais marcada pelas revelações da genômica? Alguns cientistas têm defendido, por exemplo, que se adote um “código de barras genético” para classificar as espécies.
De acordo com o botânico da USP, é possível que os avanços no entendimento da base molecular da vida levem os taxonomistas a mudar os critérios em que se baseiam para classificar as espécies, mas eles não devem afetar o sistema lineano – ao menos no futuro imediato. (ESTEVES, 2008).
Com base nas informações do texto, pode-se afirmar:
A importância da genômica, em análises filogenéticas, se expressa na possibilidade de maior precisão na definição de relações de parentesco do que nas observações de características anatomomorfológicas.
Provas
Homo sapiens. Canis familiaris. Aedes aegypti. Se você identificou de primeira as espécies por trás desses nomes latinos, é em boa parte por mérito de Carolus Linnaeus (1707-1778). Esse naturalista sueco propôs o sistema usado até hoje para nomear os seres vivos. Poderá esse sistema sobreviver à era da genômica, que está mudando profundamente a maneira como compreendemos as relações de parentesco entre as espécies?
“Toda a nossa ciência taxonômica está baseada no sistema que ele criou”, resume o botânico da USP, Paulo Takeo Sano. Mas o que esperar desse sistema num cenário em que a biologia é cada vez mais marcada pelas revelações da genômica? Alguns cientistas têm defendido, por exemplo, que se adote um “código de barras genético” para classificar as espécies.
De acordo com o botânico da USP, é possível que os avanços no entendimento da base molecular da vida levem os taxonomistas a mudar os critérios em que se baseiam para classificar as espécies, mas eles não devem afetar o sistema lineano – ao menos no futuro imediato. (ESTEVES, 2008).
Com base nas informações do texto, pode-se afirmar:
Entre marcadores moleculares, destacam-se o citocromo b e a citocromo oxidase, considerados verdadeiros fósseis moleculares, dada à ampla distribuição deles no mundo vivo.
Provas
Caderno Container